Como a Avast trabalha para manter seu PC protegido

Com 400 milhões de usuários, o Avast é o antivírus mais usado no mundo. Ele é desenvolvido na matriz da empresa em Praga, capital da República Tcheca, e ela tem alguns toques de Vale do Silício.

O escritório mistura ambientes de trabalho intenso com áreas de descanso, jogos, academia e um ambiente bem amigável. Lá dentro, existe um telão que exibe em tempo real os vírus que são enviados de um lugar para outro.


Graças a um sistema de aprendizado de máquina, a Avast consegue obter informações dos 400 milhões de computadores em que o antivírus está instalado, e prevenir ataques — além de tomar decisões rapidamente.

É rápido mesmo: uma equipe de desenvolvimento da Avast produz uma vacina contra vírus a cada 5 minutos. E como todo o sistema de proteção do Avast é baseado em nuvem, a proteção não interfere na velocidade e latência do computador.

A Avast trabalha bastante para identificar malwares e produzir vacinas que os neutralizem. Você está protegido? Baixe o antivírus aqui.

Como a Avast trabalha para manter seu PC protegido

via Tecnoblog

Inteligência artificial transforma mockups de interfaces em código-fonte

Quando um aplicativo ou site é desenvolvido, normalmente funciona assim: o designer projeta a interface, ainda em formato de imagem, e depois repassa o desenho para o desenvolvedor front-end, que então transforma o mockup em código-fonte para ser interpretado pela máquina. É um processo que leva várias horas de trabalho. Só que a inteligência artificial pode reduzir (ou até eliminar) o tempo gasto nessa tarefa.

Código

A startup dinamarquesa UIzard Technologies está trabalhando em um software com inteligência artificial que utiliza redes neurais para transformar screenshots em interfaces de aplicativos ou páginas da web, tudo automaticamente. O pix2code, como foi batizado, é capaz de “programar” para Android e iOS, além de “escrever” código em HTML e CSS.

Em um artigo, o fundador Tony Beltramelli explica que o processo é semelhante a criar descrições em texto a partir de imagens, algo que o Facebook já começou a fazer para ajudar pessoas com deficiência visual. O algoritmo é treinado com uma série de exemplos já prontos, e a partir daí consegue relacionar um botão, texto ou controle em uma screenshot a um código-fonte na linguagem desejada.

Este vídeo mostra o pix2code em funcionamento:

A UIzard diz que o modelo já é capaz de transformar mockups em código-fonte com 77% de precisão, o que está longe da perfeição, mas pode ser “drasticamente melhorado” com uma base maior de treinamento. No estágio atual, a tecnologia suporta poucos parâmetros e foi treinada com um conjunto de dados “relativamente pequeno”, com algo entre 80 e 140 mil exemplos para cada linguagem.

A expectativa, segundo o The Next Web, é que o pix2code seja liberado ao público até o final do ano.

Tecnocast 049 – O Futuro do Trabalho

A história se repete: sempre que aparece uma novidade, que altera o mercado de trabalho, as centrais sindicais promovem greves, alegando que é necessário proteger os empregos. O governo (pelo menos o brasileiro) costuma ceder a essa pressão, e cria leis absurdas, como a que obriga a presença de um cobrador em todos os ônibus.

O problema é que, com a chegada das máquinas super inteligentes, a mão de obra humana será cada vez mais desnecessária. E isso vale para trabalhos criativos e intelectuais, também! Não pense que estamos imunes à mudança. Os algoritmos são desenvolvidos para aprenderem de forma similar ao cérebro humano. Então se a gente consegue, “eles” também vão conseguir – só que farão melhor e mais rápido.

Não acredita? Então dá o play e vem com a gente.

Inteligência artificial transforma mockups de interfaces em código-fonte

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Navio elétrico de carga vai cruzar os mares de forma autônoma

Nós falamos no Tecnoblog sobre carros sem motorista e caminhões que dirigem sozinhos, mas há outra categoria de transporte que também está se preparando para um futuro autônomo: navios.

As norueguesas Yara International e Kongsberg Maritime estão unindo forças para criar o primeiro navio de contêineres autônomo e totalmente elétrico do mundo. Ele promete substituir, por ano, 40 mil viagens feitas por caminhões a diesel, reduzindo as emissões de NOx e CO2.

O navio Yara Birkeland terá capacidade de 100 a 150 TEUs (unidades equivalentes a vinte pés), medida usada para calcular o volume de um contêiner. Ele será movido a propulsão elétrica, terá uma bateria de 3,5 a 4 MWh, e vai operar a velocidades de 11 km/h (atingindo máximas de 18 km/h).

E, para navegar de forma autônoma, ele será equipado com câmeras, radares, LIDAR (para medir distâncias usando lasers), sensores infravermelho (para ver sob condições de pouca luz) e AIS (sistema usado para identificar e localizar embarcações próximas).

O navio vai operar dentro de 22 km de distância da costa, entre três portos no sul da Noruega. E, para garantir a segurança, haverá três centros operacionais para monitorar o navio, ajudá-lo a tomar decisões e lidar com situações de emergência.

O Yara Birkeland está previsto para ser entregue no segundo semestre de 2018; ele será operado inicialmente com um capitão e uma tripulação pequena. No ano seguinte, será a vez de realizar testes de controle remoto. E, em 2020, o navio será totalmente autônomo.

A Kongsberg ficará responsável pelo desenvolvimento e fornecimento dos sensores e dos sistemas de controle. No ano passado, ela fez parceria com a britânica Automated Ships para construir o primeiro navio autônomo do mundo para operações offshore. Ele será usado nas operações de reabastecimento em plataformas petrolíferas do Mar do Norte, e está previsto para 2018.

Navio elétrico de carga vai cruzar os mares de forma autônoma

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Sony vai descontinuar linha de smartphones “quase topo de linha”

Ninguém esperava que o Xperia XZ Premium fosse virar símbolo de uma mudança de rumos para a Sony: potente e requintado que é, o aparelho condiz precisamente com a decisão da companhia de, daqui para frente, só lançar smartphones topo de linha, além de modelos intermediários. Isso significa que os aparelhos premium standard perderam espaço.

Xperia X

Xperia X

Confuso, né? Mas é assim: a Sony classifica seus smartphones em três segmentos. O primeiro é o de flagships, onde estão o Xperia XZ e o Xperia XZ Premium. O segundo é essa linha premium standard, que inclui atualmente os modelos intermediários Xperia X e Xperia X Compact. Por fim, há a linha mid range, que engloba aparelhos como Xperia E5 e Xperia XA.

É uma classificação estranha, afinal, premium standard poderia ser uma expressão alternativa para flagship, não? Seja lá como for, a Sony coloca essa categoria um pouco abaixo de seus topos de linha. Apesar do nome pomposo e dos preços “menos ruins”, esse segmento não atingiu a meta de vendas e, consequentemente, será abandonada, pelo menos por algum tempo.Um dos slides vazados

A afirmação veio de uma apresentação de slides da empresa obtida pelo Xperia Blog (que não tem ligação com a Sony, vale frisar). Mais tarde, a Sony confirmou que o documento é verdadeiro. Nele, há a informação de que, no Japão, o Xperia X e o Xperia X Compact atingiram 85% das vendas estimadas; fora do Japão, as vendas ficaram em apenas 31% do esperado.

De modo global (Japão mais resto do mundo), os flagships da Sony alcançaram 88% da meta de vendas. Os smartphones premium standard, por sua vez, não passaram de 43%. Sob esse ponto de vista, faz sentido que o segmento seja descontinuado.

Vendas da família Xperia em 2016

Vendas da família Xperia

Por conta disso, a linha Xperia X não vai ser atualizada, pelo menos em 2017. Aos investidores, porém, a Sony apresentou um plano que inclui o lançamento de mais dois flagships neste ano para dividir espaço com o Xperia XZ Premium e o Xperia XZs. Para o segmento mid range, a companhia vai se focar nos modelos Xperia L1, XA1 e XA1 Ultra, que foram lançados não faz muito tempo.

Xperia XZ Premium

Xperia XZ Premium

O plano inclui ainda foco maior em mercados potencialmente mais rentáveis, como Estados Unidos, parte da Ásia e regiões da Europa, sempre com a tentativa de dar um ar de requinte aos produtos. Isso indica que a estratégia de preços altos não deve mudar, pelo menos em mercados menos prioritários, como o Brasil.

Sony vai descontinuar linha de smartphones “quase topo de linha”

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Maior usina solar flutuante do mundo começa a gerar energia

A China sofre há décadas com a poluição atmosférica, consequência do rápido crescimento e da dependência de carvão para energia. O país quer mudar isso rápido, construindo usinas solares a toque de caixa — e uma delas é flutuante.

PRNewsfoto/SUNGROW Power Supply Co., Ltd

A cidade de Huainan, conhecida por seu terreno rico em carvão, ganhou uma usina solar flutuante de 40 MW, a maior do mundo nessa categoria. Ela fica localizada em uma área de mineração que está inundada devido às chuvas, com profundidade de água entre 4 m e 10 m.

O ar mais frio na superfície ajuda a minimizar o risco de superaquecimento dos painéis solares. A inundação permanente torna esta área sem valor para mineração, por isso é uma boa ideia utilizá-la para outros fins.

Os equipamentos são da chinesa Sungrow e foram projetados para usinas flutuantes, funcionando em ambientes com alto nível de umidade e sal.

A China é o país que mais gera energia solar em todo o mundo, com uma capacidade instalada de 77 gigawatts. Eles planejam adicionar mais 110 GW até 2020, com um investimento que somará US$ 360 bilhões ao longo dos próximos três anos.

Uma das futuras usinas solares na China será a maior do mundo, com seis milhões de painéis fotovoltaicos e capacidade de 2 gigawatts; ela custará um total de US$ 2,3 bilhões. O objetivo do país é obter 20% da energia a partir de fontes renováveis até 2030.

No Brasil, a energia solar ainda é bem pequena. A capacidade instalada de sistemas fotovoltaicos é de míseros 28 MW, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Isso corresponde a apenas 0,02% do total; nossa matriz é dominada por usinas hidrelétricas e termelétricas.

No ano passado, a Aneel publicou novas regras para a geração doméstica de energia solar. Residências que gerarem mais energia do que consumirem recebem créditos para diminuir a conta de luz; podem transferir esses créditos para terceiros; e podem dividi-los entre os moradores caso a geração seja feita em um condomínio.

Além disso, foi reduzida a burocracia para registrar painéis solares junto às empresas de energia: o processo dura até um mês, e foi reduzido a uma única etapa. A agência espera que, até 2024, cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, com potência instalada de 4,5 gigawatts.

Com informações: Sungrow, Inhabitat.

Maior usina solar flutuante do mundo começa a gerar energia

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Qualcomm acusa Apple de fazer chantagem e forçar interrupção de pagamento de royalties

A briga entre Apple e Qualcomm está longe de terminar. Em mais um capítulo, a empresa de semicondutores acusou a Apple de estar fazendo chantagem, instruindo seus fornecedores a não pagarem os royalties que devem à dona do Snapdragon. O objetivo seria limitar os recursos financeiros da Qualcomm para forçá-la a desistir do processo milionário.

Para quem não acompanhou a disputa, a Apple disse estar sendo obrigada a pagar royalties até mesmo por recursos que não teriam nenhuma relação com a Qualcomm, como o Touch ID ou tecnologias de câmera do iPhone. Então, a Qualcomm revidou, afirmando que a Apple divulgou informações imprecisas e interferiu em negociações, prejudicando a empresa.

Foto por Kārlis Dambrāns/Flickr

Além disso, o iPhone 7 ficou no centro da guerra por trazer modens LTE de duas fabricantes: Qualcomm e Intel. Segundo a Qualcomm, a Apple a impediu de fazer comparações para mostrar que seu produto era melhor que o da Intel, e teria “capado” propositalmente o modem da Qualcomm para evitar que ele fosse superior ao da concorrente.

Como resultado, a Apple decidiu interromper todos os pagamentos de royalties à Qualcomm enquanto a disputa não terminar. Mas, agora, a Qualcomm está acusando a Apple de ter instruído quatro fornecedores (Compal, Foxconn, Pegatron e Wistron) a também não repassarem os pagamentos. Na verdade, a Apple não está repassando os royalties a esses fornecedores, que por sua vez não conseguem pagar a Qualcomm.

“A Apple está querendo tornar o litígio insuportável para a Qualcomm e, assim, conseguir por meio de um acordo forçado o que sabe que não pode conseguir por meio de um processo judicial”, diz a Qualcomm ao jornal Barrons. A Qualcomm afirma que as estratégias da Apple são “escandalosas”, e quer obrigar os fornecedores a pagarem os royalties, mesmo sem o repasse por parte da empresa de Tim Cook.

Aguarde os próximos capítulos.

Com informações: 9to5Mac.

Qualcomm acusa Apple de fazer chantagem e forçar interrupção de pagamento de royalties

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Faculdade vai usar reconhecimento facial para detectar alunos desatentos

A faculdade de administração ESG, em Paris, vai usar um sistema de análise facial para detectar se os alunos de um curso à distância estão prestando atenção na aula. A ideia é expandir isso para aulas presenciais também.

O The Verge explica que o software, chamado Nestor, usa a webcam do aluno para analisar os movimentos oculares e expressões faciais, e determinar se ele está prestando atenção. Então, ele formula um questionário com base no conteúdo apresentado nos momentos de distração.

Marcel Saucet é fundador da LCA Learning, empresa que criou o Nestor. Ele diz que, inicialmente, essa tecnologia será usada para os alunos que assistem a aulas online; mas a intenção é expandir isso para aulas presenciais.

Imagine um futuro em que seu professor sabe que você não está prestando atenção na aula e dispara uma notificação — é isso o que Saucet quer. Será que isso vai tornar os alunos mais atentos? Ou eles vão arranjar uma forma de burlar o sistema (cobrindo a webcam), ou simplesmente vão ignorar as notificações?

Saucet acredita que, com esse software, os professores também seriam capazes de identificar momentos em que a atenção dos alunos diminuiu, o que poderia ajudar a melhorar a aula.

Quanto à privacidade, Saucet diz que o Nestor não armazena as imagens capturadas pela webcam, e que a empresa não tem planos de vender os dados coletados pelo software. Além disso, esses dados serão criptografados e anonimizados.

A WOW Room da IE Business School, em Madri.

Não é a primeira vez que o reconhecimento facial é usado na educação. A IE Business School, em Madri, recentemente inaugurou a WOW Room, uma sala com 48 telas que exibem o rosto dos alunos fazendo ensino à distância. O professor dá aula em frente a esses displays, e um sistema detecta se você está prestando atenção.

Por causa de smartphones e laptops, é terrivelmente fácil se distrair durante as aulas na faculdade. Mas não sou muito fã da ideia de um programa que detecta falta de atenção. Parece uma solução tecnológica para um problema que talvez possa ser resolvido de outra forma — com aulas mais interativas, fugindo do formato de uma palestra, por exemplo.

Com informações: The Verge.

Faculdade vai usar reconhecimento facial para detectar alunos desatentos

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O smartphone Kodak Ektra roda Android e tem câmera de 21 megapixels

A Kodak é uma das empresas que não conseguiu se adaptar bem ao mundo da fotografia digital. Ela pediu proteção contra falência em 2012 e voltou no ano seguinte focada em produtos empresariais. No entanto, ela não se esqueceu dos consumidores comuns e lançou o smartphone Ektra.

O Kodak Ektra foi anunciado no ano passado, daí as especificações medianas. Ele possui tela IPS de 5 polegadas e resolução Full-HD, processador MediaTek Helio X20 de dez núcleos, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento expansível por microSD.

O destaque, obviamente, está na câmera. (Na verdade, a Kodak Ektra era originalmente uma câmera de 35mm lançada na década de 40.) Temos aqui um sensor Sony IMX230 de 21 megapixels — o mesmo do Moto X Play — e lente com abertura f/2,0. Ela tem autofoco por detecção de fase, estabilização óptica de seis eixos, e suporte a vídeo em 4K.

Por sua vez, a câmera frontal tem 13 megapixels e abertura f/2,2. A bateria é de 3.000 mAh. Ele ainda roda Android 6.0 Marshmallow. A Kodak está vendendo o Ektra em sua loja online nos EUA por US$ 399.

A CNET testou o aparelho e ficou desapontada. “O Ektra combina um design de plástico de má qualidade, interface desajeitada de câmera e duração de bateria fraca. Isso já frustra o suficiente. Mas a pior parte é que este smartphone focado em fotografia nem mesmo tira fotos ótimas.”

A câmera não reproduz bem as cores, “retratando um céu azul na cor verde”, e o ruído na imagem é muito forte em situações de pouca luz. Além disso, o app é “lento e desajeitado de usar”, levando alguns segundos para abrir, e demorando até cinco segundos para salvar fotos em HDR.

O Pocket-Lint teve uma experiência semelhante: “a câmera produzia imagens saturadas demais com equilíbrio de cores estranho… o lag entre o obturador e a foto era tão ruim que a foto saía embaçada”.

O Ektra não é fabricado pela Kodak, e sim pela britânica Bullitt Group. Ela também foi responsável pelo primeiro smartphone com a marca Kodak, o Instamatic 5, que teve um lançamento tímido em 2015.

Com informações: Engadget, SlashGear.

O smartphone Kodak Ektra roda Android e tem câmera de 21 megapixels

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Bug faz site travar PCs com Windows 7 ou 8

Uma falha no Windows Vista, Windows 7 e Windows 8 permite que uma página da web maliciosa trave completamente o computador, em alguns casos exibindo a famosa tela azul da morte. O problema está relacionado à forma como o driver de NTFS trata um nome especial de arquivo.

O bug foi divulgado pelo Ars Technica e o funcionamento é simples: basta que o código-fonte da página faça o navegador carregar o arquivo C:\$MFT\qualquercoisa como se fosse uma imagem. Além do browser, outros softwares em execução vão parar de responder, obrigando o usuário a reiniciar a máquina ou ver uma tela azul.

Isso acontece porque alguns nomes de arquivos são especiais no Windows. O $MFT faz referência ao Master File Table, que guarda as localizações dos arquivos do volume. Ele está presente na raiz de todas as partições formatadas em NTFS, mas não pode ser acessado por softwares comuns.

O problema é que, quando um aplicativo tenta acessá-lo como se fosse um diretório (C:\$MFT\qualquercoisa em vez de C:\$MFT), o driver de NTFS para de responder, e os outros programas em execução não conseguem mais abrir seus próprios arquivos. Como resultado, o computador fica inutilizável até que você o reinicie.

Curiosamente, a falha é bem parecida com uma que afetava os velhos Windows 95 e 98: eles travavam se um programa tentasse acessar o arquivo C:\con\con. Nesse caso, con é um nome especial que referencia os dispositivos de entrada e saída (teclado e monitor). O sistema operacional conseguia lidar com C:\con, mas não com o nome duplicado.

Ainda não há uma correção para a falha. Mas se algum engraçadinho te mandar um link qualquer e sua máquina travar, você já sabe o que aconteceu.

Bug faz site travar PCs com Windows 7 ou 8

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O que os reviews dizem sobre o novo Nokia 3310

O mítico Nokia 3310 está de novo nas prateleiras. Não é como antes: o modelo agora tem traços mais modernos, tela colorida, Bluetooth 3.0 e outros recursos que não existem na versão clássica. Mas, simbolicamente, o aparelho está de volta e os reviews de veículos como Ars Technica e Engadget já estão aparecendo. Bom, e o que eles dizem?

Nokia 3310

Ars Technica

É bom ressaltar que o novo Nokia 3310 não tem nenhuma funcionalidade que o aproxime de um smartphone. Ele continua sendo um feature phone, só que com recursos mais atuais. Suas especificações incluem tela de 2,4 polegadas com 320×240 pixels, memória interna de 16 MB (sim, megabytes), câmera traseira de 2 megapixels, Bluetooth 3.0 e bateria de 1.200 mAh. Não dá para conectá-lo a uma rede 3G ou Wi-Fi, por exemplo.

Por conta dessas características, Mark Walton, do Ars Technica, frisa que o modelo é, tecnicamente, pouca coisa superior ao Nokia 150, um feature phone que, no Reino Unido, custa cerca de 20 libras, menos da metade do preço sugerido do Nokia 3310 (cerca de 50 libras).

Nesse sentido, o Nokia 3310 é caro, mas pelo menos consegue combinar os anseios de quem o comprou devido ao apelo nostálgico (praticamente todo mundo) com alguns recursos atuais: há apps bem simples para o Twitter e o Facebook, por exemplo, bem como suporte a MP3 (que você pode reproduzir no aparelho a partir um microSD de até 32 GB).

O Nokia 3310 analisado pelo Ars Technica

O Nokia 3310 analisado pelo Ars Technica

Por ser caro (para o que é capaz de fazer), só suportar 2G e ter uma câmera ruim até para um feature phone, Walton dá a entender que o Nokia 3310 só faz algum sentido para quem quer, de fato, relembrar os velhos tempos. Para quem precisa de algo bem básico, há opções mais interessantes por aí.

Engadget

“Alguém realmente tem boas lembranças de um celular que era bom apenas para chamar seu pai para ele te buscar na escola?”. Essa frase talvez seja o ponto mais chamativo do review feito por Jamie Rigg para o Engadget.

Nokia 3310

Não é uma crítica lavada. O veículo reconhece o apelo nostálgico, mas ao mesmo tempo o considera engraçado. O que o novo Nokia 3310 faz, na verdade, é lembrar de como as coisas eram muito mais simples no início do século. Os recursos que o aparelho traz seriam impressionantes para a época do Nokia 3310 clássico, mas hoje são deveras limitados.

Para Rigg, a HDM (empresa que fabrica o Nokia 3310) fez apenas um trabalho de reciclagem de nome. O Nokia 3310 de hoje não é mesmo o Nokia 3310 do passado, nem no jogo da cobrinha — tanto Rigg quanto Walton acreditam que a nova versão do game ficou bastante descaracterizada.

Uma das fotos feitas por Jamie Rigg com o Nokia 3310

Uma das fotos feitas por Jamie Rigg com o Nokia 3310

A parte nostálgica aparece predominantemente em alguns atributos que gostaríamos de usufruir hoje, como bateria que dura uma semana (ou mais) e um aparelho que não se estraçalha dramaticamente com a menor das quedas. Digitar no celular com teclado físico é outro detalhe das antigas, mas não dá para dizer que essa é uma característica positiva (ou dá?).

Ainda há grande demanda por celulares simples em várias partes do mundo, mas, no entendimento de Rigg, o preço do Nokia 3310 é excessivo se considerarmos os recursos oferecidos. De qualquer forma, ele admite que Nokia e HDM foram muito felizes no ponto de vista do marketing.

O que os reviews dizem sobre o novo Nokia 3310

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