Microsoft lança Xbox One S no Brasil por R$ 2.199

O Xbox One X, capaz de rodar jogos em 4K, entrou em pré-venda nos Estados Unidos nesta semana. Enquanto isso, a Microsoft lança oficialmente no mercado brasileiro o Xbox One S, uma atualização do console original, com design 40% mais compacto e suporte a vídeos em 4K.

A partir desta sexta-feira (22), o Xbox One S passa a ser vendido nos maiores varejistas do país, segundo a Microsoft. Ele tem preço sugerido de R$ 2.199 e estará disponível em bundles com Forza Horizon 3 ou Minecraft, somente na versão com 500 GB de armazenamento.

O Xbox One S (de “slim”) possui mudanças no visual como um todo, mantendo o estilo quadradão, mas trazendo uma fonte de alimentação interna. Em relação ao console original, uma porta USB foi movida para a parte frontal, facilitando o acesso, e a conexão dedicada ao Kinect foi removida. Além disso, o controle recebeu design mais ergonômico e Bluetooth.

A Microsoft não informou quando (ou se) venderá versões com 1 ou 2 TB de HD do Xbox One S no Brasil, nem a previsão de lançamento para o Xbox One X, que será entregue aos primeiros compradores nos Estados Unidos em novembro, por US$ 499.

Microsoft lança Xbox One S no Brasil por R$ 2.199

via Tecnoblog

Novo sistema da Receita vai agilizar entregas de encomendas do exterior pelos Correios

Comprar um produto no exterior e recebê-lo pelos Correios costuma ser bastante demorado, por uma série de fatores internos. Muitas vezes, a encomenda até chega rapidamente ao Brasil, mas fica retida em algum lugar (como Curitiba) por várias semanas. O lançamento de um sistema integrado entre a Receita Federal e os Correios promete agilizar esse processo.

Hoje funciona assim: depois que o produto desembarca no Brasil, passa por uma triagem na Receita Federal, que cobra (se aplicável) o imposto de importação. A encomenda é liberada para os Correios, que depois te envia um aviso informando que o bem foi tributado. Então, você precisa comparecer pessoalmente a uma agência dos Correios, pagar o imposto e retirar a mercadoria.

Mas o novo sistema vai reduzir o tempo de entrega em até dez dias. Só o processamento das mercadorias deverá ter sua duração reduzida entre cinco e seis dias, já que equipamentos da Receita Federal vão passar a selecionar automaticamente as encomendas de maior risco; e não será mais necessário preencher declarações de importação em papel para retirar mercadorias de maior valor.

Além disso, o sistema de notificação de pagamento de impostos será modernizado. Em vez de receber uma carta e ter que pagar o tributo na agência, será possível entrar no Portal do Importador dos Correios (o endereço ainda não foi divulgado) e pagar o imposto por boleto bancário ou cartão de crédito. Depois, a encomenda será entregue diretamente na sua casa.

Pelas regras, compras recebidas por pessoas físicas estão sujeitas ao imposto de importação de 60%, mais o ICMS, dependendo do estado. Encomendas de pessoa física para pessoa física são isentas se não ultrapassarem US$ 50. Ou seja, nada muda na alíquota de importação. A diferença é que agora você poderá importar mercadorias acima de US$ 3 mil diretamente pelos Correios; isso não era permitido até então.

A expectativa é que o sistema entre em plena operação ao longo dos próximos seis meses. Hoje, o desembaraço das encomendas é feito manualmente — são cerca de 200 mil volumes recebidos no Brasil por dia.

Com informações: Agência Brasil, Época.

Novo sistema da Receita vai agilizar entregas de encomendas do exterior pelos Correios

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União Europeia ocultou estudo que mostra que a pirataria não reduz vendas legais

Encomende um estudo. Pague caro por ele. Receba o resultado. A conclusão é diferente do esperado. Melhor jogar tudo para debaixo do tapete, então. Nenhum órgão sério faria isso, certo? Mas a Comissão Europeia fez: a entidade pagou € 360 mil por um estudo que concluiu que a pirataria não prejudica as vendas de músicas, filmes, livros, entre outros materiais protegidos por direitos autorais, e resolveu esconder tudo.

O estudo foi encomendado no início de 2014 e realizado pela Ecorys, empresa de consultoria e pesquisa baseada na Holanda. O objetivo era justamente o de mensurar o impacto da pirataria online sobre as vendas de materiais com copyright. Mais de 30 mil pessoas em países como Alemanha, França e Reino Unido foram entrevistadas para o estudo.

Bandeira pirata (Por Public Domain Pictures)

Em um documento com 307 páginas (PDF) entregue pouco mais de um ano depois, a Ecorys detalhou com riqueza de detalhes todas as nuances da pesquisa e concluiu: “os resultados não mostram evidências estatísticas sobre queda nas vendas por conta das infrações online de copyright”.

Tem mais: o estudo ainda sugere que a pirataria pode, na verdade, estimular as vendas de jogos por meio de downloads e o streaming legal de vídeos. A pesquisa constatou que apenas a indústria do cinema é impactada negativamente: de cada dez filmes obtidos ilegalmente, apenas quatro resultam na compra de cópias legais.

Essa exceção tem explicação: a Ecorys constatou que os preços de filmes são cerca de 80% mais caros do que os valores que os consumidores estão dispostos a pagar. Com relação a músicas, livros e jogos, os preços (na Europa) correspondem aos valores que os cidadãos consideram adequado.

Chama atenção a constatação de que a indústria de games é bastante beneficiada pela pirataria: muitas pessoas começam pirateando um jogo, gostam dele e, depois, compram versões originais ou conteúdo adicional para aproveitá-lo melhor.

Um estudo amplo como esse é interessante porque pode ajudar toda a indústria do entretenimento a moldar as suas estratégias para não só coibir a pirataria, como também vender mais. De modo geral, a pirataria é efeito da falta de disponibilidade, seja por dificuldade de acesso a determinado conteúdo (um filme que não está disponível em nenhuma plataforma, por exemplo), seja por conta dos preços elevados.

Se é assim, por que o estudo ficou tanto tempo escondido? É uma pergunta que segue sem resposta oficial. O assunto só veio à tona porque Julia Reda, representante do Partido Pirata no Parlamento Europeu, usou o princípio do acesso à informação para analisar o documento e publicá-lo integralmente.

De acordo com a European Digital Rights, grupo que defende os direitos dos usuários na internet, o documento foi ocultado deliberadamente pela Comissão Europeia. Como se não bastasse, a entidade divulgou, no ano passado, um relatório que descreve apenas os efeitos negativos sobre a indústria cinematográfica apontados pelo estudo da Ecorys.

Como não há, pelo menos até o momento, posicionamento oficial sobre o assunto, é de se presumir que a União Europeia não quis confrontar os líderes da indústria do entretenimento ou temeu que a divulgação do estudo sugerisse um enfraquecimento da entidade no combate à pirataria digital.

Com informações: TorrentFreak

União Europeia ocultou estudo que mostra que a pirataria não reduz vendas legais

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Windows Store agora é Microsoft Store

Eis uma mudança talvez um pouquinho confusa: a Windows Store (em português, Loja do Windows) está mudando de nome e logotipo no Windows 10 para se transformar em Microsoft Store.

A mudança está sendo liberada para os beta testers do Windows 10, como informa o The Verge. A interface da loja de aplicativos não sofreu alterações significativas, mas os usuários mais atentos notarão um ícone novo, com uma sacola de compras e a marca de quatro cores da Microsoft.

É meio confuso porque a Microsoft Store já existia: esse é o nome que a empresa utiliza para batizar suas lojas físicas e online que vendem outros produtos, não aplicativos. No Brasil, a Microsoft Store comercializa licenças do Office, cartões-presente, jogos de Xbox, Windows 10 e softwares profissionais, como o Visual Studio.

Essa novidade pode indicar que a Microsoft planeja oferecer mais do que somente aplicativos, games, música e vídeo na Loja do Windows. Aguardemos.

Windows Store agora é Microsoft Store

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Kriptacoin é uma falsa criptomoeda que movimentou R$ 250 milhões em DF e GO

Tudo o que uma pirâmide financeira precisa é aliar a promessa de dinheiro fácil com uma temática. Se for da moda, as chances de “sucesso” aumentam: a Polícia Civil desarticulou no Distrito Federal e em Goiânia um esquema envolvendo uma falsa moeda digital chamada Kriptacoin. Nos cálculos das autoridades, os estelionatários conseguiram movimentar mais de R$ 250 milhões.

A Operação Patrik (um anagrama da palavra “kripta”), como foi batizada, resultou em pelo menos 13 mandados de prisão preventiva contra suspeitos de crimes financeiros, todos ligados à empresa Wall Street Corporate e a outras firmas relacionadas a esta criadas em nome de “laranjas”.

Kriptacoin

Os trabalhos de investigação apontam que o esquema ganhou forma no final do ano passado e se consolidou em janeiro de 2017. Para atrair as vítimas, os membros da organização se passavam por executivos de sucesso e usavam a velha estratégia de prometer rendimentos altos em pouco tempo.

Um detalhe que facilitou a fraude é o fato de o Bitcoin ter se valorizado enormemente nos últimos anos. O noticiário aborda o assunto com certa frequência, então, muitas pessoas associam a noção de moeda digital a operações altamente rentáveis, ainda que pouco ou nada saibam sobre a dinâmica das criptomoedas.

O que os integrantes do grupo prometiam, basicamente, era investir o dinheiro dos participantes em uma moeda digital e durante o período de aplicação gerar ganhos diários de 1%. Para completar, a pessoa tinha a promessa de ganhar um bônus de 10% para cada indicado que entrasse no esquema. O mesmo tipo de promessa era feito a cada novo “investidor”.

Estava caracterizada a pirâmide. Para tornar tudo mais real, os integrantes do grupo promoviam reuniões, anunciavam na web e na TV, apareciam em fotos com celebridades (para transmitir um ar de pessoas bem-sucedidas), ostentavam carros luxuosos e assim por diante.

Como toda pirâmide, a Kriptacoin gerava algum rendimento para os primeiros cooptados. Paulo Roberto Binicheski, procurador do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, explica que os estelionatários permitiam saques diários de até R$ 600 na fase inicial.

Esse dinheiro era oriundo dos pagamentos feitos por pessoas que entraram no esquema depois. Tratava-se de uma forma de alimentar a ideia de que o negócio era mesmo lucrativo. Depois, os saques passaram a ser semanais e, mais tarde, não foram mais permitidos com a desculpa de que o sistema havia sido atacado.

(Imagem: Lázaro Aluísio/TV Globo)

Quando as vítimas reclamavam, os estelionatários as bloqueavam sob o argumento de que elas estavam sendo investigadas por suspeita de envolvimento com fraudes. Uma delas, de acordo com a polícia, chegou a investir R$ 200 mil, mas sofreu ameaças dos líderes do grupo quando tentou resgatar o valor aplicado. Estima-se que 40 mil pessoas foram vítimas do esquema.

João Paulo Todde, advogado da Wall Street Corporate, afirma que as informações sobre a empresa são especulações e que, na verdade, o negócio não é uma pirâmide, mas um “sistema de marketing multinível” — uma desculpa frequente em casos do tipo.

Esquemas envolvendo moedas digitais não se limitam à Kriptacoin. Há outros em andamento, muitos deles usando o Bitcoin como tema. Um que se define como um clube de investimentos em Bitcoin promete alta rentabilidade, bônus por indicação e saques ilimitados. Para evitar a desconfiança sobre a validade de uma moeda digital, o tal clube afirma que o Bitcoin já é aceito por grandes instituições financeiras, como Santander, Citibank e Visa.

Com informações: G1, Agência Brasil

Tecnocast 071 – Vale a pena investir em Bitcoin?

O Bitcoin já chegou a valorizar mais de 10.000% em apenas um ano e bateu recordes históricos em 2017: um único bitcoin passou a valer mais de R$ 10 mil.

Será que vale a pena investir? O que é minerar? O Bitcoin será a moeda corrente mundial? Como uma blockchain vive, se alimenta e se reproduz? Dá o play que a gente conta tudo!

Kriptacoin é uma falsa criptomoeda que movimentou R$ 250 milhões em DF e GO

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Por dentro do iPhone 8: bateria menor, sensor de câmera maior e reparo não muito complicado

O iPhone 8 começou a ser entregue hoje aos primeiros compradores, o que significa que teremos duas pautas óbvias ao longo do dia: a primeira são os testes de queda (eles deverão sair nas próximas horas) e a segunda é o desmanche do iFixit.

Bem familiar, o iPhone 8 é visualmente parecido com o iPhone 7, embora agora tenha uma traseira de vidro em vez de metal. Por dentro, o arranjo dos componentes é quase o mesmo, mas há algumas mudanças: a bateria realmente é menor que a do antecessor, o sensor de imagem da câmera traseira ficou ligeiramente maior; e o índice de reparabilidade piorou, mas não tanto.

O desmanche do iFixit confirma uma bateria de íons de lítio de 1.821 mAh (boo!) para energizar a tela IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1334×750 pixels, o processador Apple A11 Bionic, o modem Qualcomm Snapdragon X16 MDM9655, a memória flash NAND de 64 GB da Toshiba e os 2 GB de RAM LPDDR4 da Hynix.

A câmera traseira, que passou a liderar o ranking do DxOMark, agora possui um sensor de 1/2,8 polegada (maior que o componente de 1/3 polegada do iPhone 7). Como a resolução continua sendo de 12 megapixels, isso significa que os pixels estão fisicamente maiores, o que permite maior entrada de luz, melhorando as cores e diminuindo o ruído.

O processo de abrir um iPhone 8 não mudou tanto, e ele ganhou nota 6 de 10 no índice de reparabilidade (contra 7 de 10 do antecessor). O iFixit destacou como ponto positivo a facilidade de troca (com as ferramentas certas) da bateria e tela, que são os componentes mais substituídos, mas criticou as peças da parte inferior, que ficam presas embaixo de cabos delicados; e colocou em dúvida a durabilidade da traseira de vidro, que poderá ser difícil de consertar.

Por dentro do iPhone 8: bateria menor, sensor de câmera maior e reparo não muito complicado

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iPhone 8 Plus ultrapassa Pixel e lidera ranking de câmeras de smartphones

O ranking de câmeras de smartphones do DxOMark é bastante conhecido porque permite comparar os aparelhos facilmente — a empresa dá uma nota para os produtos com base em cores, textura, contraste, ruído, entre outros aspectos. Nos últimos meses, o Google Pixel reinou em primeiro lugar no ranking, mas ele acaba de ser ultrapassado pelo iPhone 8 e iPhone 8 Plus.

O iPhone 8 Plus conseguiu nota 94 na avaliação do DxOMark, enquanto o iPhone 8 chegou a 92 pontos. Ambos ficaram à frente do Google Pixel e HTC U11 (90), além dos antecessores iPhone 7 Plus (88) e iPhone 7 (85).

Para o DxOMark, o iPhone 8 Plus tem “a melhor câmera de smartphone já testada”. Ele apresentou um dos melhores desempenhos em HDR; excelente utilização de detecção facial para controlar a exposição; o melhor zoom já testado; e o melhor bokeh (desfoque de fundo) visto em um dispositivo móvel. Os contras ficaram por problemas no autofoco e cores indesejadas em determinadas condições de iluminação.

Já o iPhone 8 foi apresentado como tendo “um upgrade sólido de performance em relação ao iPhone 7”. Os pontos positivos e negativos são os mesmos do iPhone 8 Plus, com exceção do zoom e bokeh (que não estão disponíveis no modelo mais simples) e do destaque para a tecnologia de detecção facial. Em relação ao antecessor, o iPhone 8 apresentou melhorias significativas em HDR e flash, segundo a análise.

O DxOMark destaca que os smartphones da Apple bateram os concorrentes Google Pixel e HTC U11, mesmo tendo um sensor de imagem menor, de 1/2,8 polegada, com resolução de 12 megapixels. Algumas fabricantes, como a Sony, chegam a colocar sensores de até 1/2,3 polegada em seus aparelhos, mas o melhor aparelho da marca (Xperia XZ Premium) chegou a apenas 83 pontos.

Todos os detalhes estão no site do DxOMark.

iPhone 8 Plus ultrapassa Pixel e lidera ranking de câmeras de smartphones

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TIM lança VoLTE em São Paulo e Rio de Janeiro

Depois de lançar a tecnologia que permite chamadas telefônicas pelo 4G em algumas cidades onde já opera com a frequência de 700 MHz, a TIM liberou o VoLTE nas duas maiores cidades do país. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, usuários de planos pós-pagos estão começando a receber ligações por meio da nova tecnologia.

O VoLTE, como já explicamos, funciona tecnicamente como uma ligação VoIP, trafegando voz pelo 4G. A cobrança é feita como em uma ligação comum, descontando do pacote de minutos. Quando ativado, o VoLTE elimina a necessidade da operadora derrubar sua conexão para 2G ou 3G quando você recebe uma chamada. Além disso, a qualidade de áudio é melhor e a ligação é completada mais rapidamente.

São Paulo e Rio de Janeiro são casos específicos porque ainda não possuem 4G de 700 MHz. O sinal de TV analógica já foi desativado na primeira e está previsto para acabar em 25 de outubro na capital fluminense, mas a frequência não será liberada antes de 2018. E, como estamos falando de uma tecnologia de voz, é importante que a cobertura seja contínua e a penetração de sinal seja boa — o que os 700 MHz permitem.

Ainda assim, a operadora afirmou ao Teletime que liberou o VoLTE nessas cidades mesmo sem o 4G de 700 MHz porque realizou um projeto chamado full layer, que habilitou a frequência de 1.800 MHz em toda a rede — em adição à faixa de 2.600 MHz, que tem penetração de sinal menor e exige mais antenas para cobrir a mesma área.

Tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, clientes pós-pagos da TIM deverão receber o VoLTE até o final do mês. Os usuários pré-pagos terão a tecnologia ativada automaticamente em suas linhas a partir de outubro.

TIM lança VoLTE em São Paulo e Rio de Janeiro

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Uber perde licença para funcionar em Londres

A história do Uber certamente daria um filme (e isso considerando apenas o ano de 2017). Em mais um capítulo da fase de inferno astral da empresa, o serviço de transporte perdeu sua licença para operar em Londres, uma das cidades mais importantes para o aplicativo, onde conta com 3,5 milhões de passageiros.

A Transport for London (TfL), órgão responsável pelo sistema de transporte da Grande Londres, decidiu não renovar a licença de operação do Uber, que expira no dia 30 de setembro. As autoridades emitiram um comunicado afirmando que “a abordagem e conduta do Uber demonstram a falta de responsabilidade corporativa com relação a uma série de questões que têm potenciais implicações de segurança”.

Uber - smartphone

Para ser mais específico, a TfL criticou as abordagens do Uber com relação à maneira de a empresa denunciar crimes; explicar o funcionamento do Greyball, uma versão falsa do serviço para despistar a fiscalização; e obter registros médicos, considerando que um executivo teria acessado indevidamente o prontuário de uma vítima de estupro por um motorista na Índia.

Em nota, o Uber afirmou que a decisão “mostra ao mundo que, longe de ser aberta, Londres é fechada para empresas inovadoras”. Além disso, “os 3,5 milhões de londrinos e 40 mil motoristas licenciados que dependem do Uber para ganhar a vida ficarão espantados com essa decisão”, segundo a companhia. O Uber opera na capital britânica desde 2012.

O Uber tem 21 dias para recorrer da decisão. Enquanto as apelações não forem concluídas, a empresa poderá continuar operando em Londres.

Com informações: BBC, The Guardian.

Uber perde licença para funcionar em Londres

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Tecnocast 074 – Investindo com Robôs pt2

Não é mais preciso conhecer o mercado financeiro a fundo para investir bem. Hoje em dia existem robôs que fazem isso tão bem ou melhor do que muitos humanos. E devido aos custos operacionais baixos, esses robôs também são úteis para quem já sabe investir, mas prefere aproveitar o tempo com outras tarefas mais interessantes.

E como esses robôs trabalham? Como eles decidem para onde vai o dinheiro quando fazemos os aportes? E quais são as características de cada um desses ativos? Dá o play que a gente explica tudinho!

Participantes

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