Você compraria (ou já comprou) um smartphone com sistema desatualizado?

Eu já comprei um smartphone que saia de fábrica desatualizado, e acredito que você também já tenha passado por isso alguma vez na vida. Você recomendaria?

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Review: smartphone Motorola Moto G5 Plus

Anunciada durante a MWC 2017, a quinta geração da linha Moto G chegou para mostrar que a Lenovo/Motorola ainda tem muitas cartas na manga para manter o favoritismo da clientela.

Os aparelhos que são sucesso no mundo todo receberam algumas novidades para levar ainda mais desempenho ao consumidor que não quer gastar muito, mas sente a necessidade de um hardware mais poderoso para sua rotina.

Com o lançamento dos smartphones aqui no Brasil, a Motorola nos enviou uma unidade do Moto G5 Plus para conferirmos seu excepcional trabalho nesta atualização da série. O modelo em questão apresenta design refinado, hardware atualizado, a mais recente versão do Android (a Nougat) e alguns recursos que facilitam o uso.

Como de costume, nós realizamos uma série de testes com o produto, bem como utilizamos o aparelho por um bom tempo para trazer uma opinião sobre todo o potencial do dispositivo. Será que as modificações realizadas pela fabricante no produto ainda convencem o consumidor?

Especificações

Uma proposta de design impressionante

O Moto G recebeu uma série de mudanças em sua proposta ao longo dos anos, passando de um intermediário entre tantos para um produto de maior destaque. Nesta última atualização, a Lenovo resolveu atualizar os novos modelos com um design que reflete a qualidade superior de seu dispositivo.

Falando especificamente do Moto G5 Plus, podemos perceber que a fabricante adotou alguns conceitos que aproxima a proposta visual daquilo que vemos em alguns modelos top de linha. Disponível nas cores Platinum (preto com alguns tons de cinza) e Ouro (um dourado bem chamativo), ele entrega mais luxo que o modelos da quarta geração.

Seguindo a tendência do Moto Z, o Moto G5 Plus ficou ainda mais fino do que o G4 Plus e só parece um tanto desconfortável por conta da área da câmera que fica ressaltada (devido ao sensor e outros componentes que necessitam de mais espaço). Todavia, as outras medidas reduziram consideravelmente.

Também por conta da tela de tamanho menor (que diminui de 5,5 polegadas para 5,2 polegadas), o Moto G5 Plus se mostra mais confortável na mão e não se mostra tão distante em sua proposta do modelo Moto G5. Pelo que podemos perceber, num primeiro instante, o “plus” do produto está em outros componentes, que vamos comentar posteriormente.

O peso continua o mesmo do G4 Plus. Sinceramente, nós esperávamos que, por conta do tamanho reduzido, nós pensamos que haveria uma redução no peso. No entanto, a troca nos materiais e até mesmo outras adições internas de hardware são aspectos que parecem ter contribuído para o peso total de 155 gramas.

Uma decisão bastante inteligente foi a troca dos materiais usados na construção do aparelho. Ainda que algumas partes ainda sejam de plástico, a adoção do alumínio para determinadas partes da carcaça mostra a qualidade superior do celular. Nós testamos a versão dourada e gostamos da combinação do dourado fosco na tampa e das bordas em material brilhante.

O design do Moto G5 Plus impressiona pela distribuição dos componentes e o acabamento de primeira. Um verdadeiro luxo!

Essencialmente, a parte frontal é ocupada pela tela e o sensor de digitais, que agora é mais largo. Na parte de cima da tela, temos a câmera frontal, o alto-falante (que serve tanto para chamadas quanto para músicas) e o sensor de proximidade.

No topo, a bandeja para os cartões SIM e microSD fica escondida e só acessível com o uso do acessório enviado junto ao produto. Conexões para cabo USB e fones de ouvido (que também é aproveitado para antena) ficam posicionadas na parte inferior do smartphone.

A traseira do Moto G5 Plus chama bastante a atenção, já que abandona o visual tradicional do G4 Plus, que demonstrava uma qualidade bem modesta, e adota um acabamento muito mais primoroso. A escolha dos materiais ajuda muito aqui, já que contribui para o visual mais próximo de aparelhos robustos.

Só a câmera que fica um pouco deslocada, mas não tivemos quaisquer problemas com a elevação desta região. O smartphone fica bem firme sobre qualquer mesa e mesmo os descuidados não vão conseguir riscar com tanta facilidade a proteção das lentes, uma vez que ela não fica totalmente em contato com as superfícies.

O Moto G5 Plus vem com proteção contra respingos d’água, o que permite tomar uma chuva sem causar danos ao aparelho. Nós esperávamos uma proteção um pouco melhor, mas é claro que a ausência de um certificado não desmerece a atitude da Lenovo em ao menos garantir algum nível de proteção. Só tenha em mente que não dá para mergulhar com este celular.

Tela de qualidade excelente

Apesar do tamanho reduzido, a fabricante manteve a qualidade geral do display. A resolução continua no Full HD, tal qual no G4 Plus, o que garante ótima definição para reprodução de vídeos e também execução dos aplicativos geral. Essa qualidade elevada, contudo, pode ser um tanto problemática para jogos, já que exige mais do hardware (comentamos isso depois).

É importante constatar, contudo, que a diminuição no tamanho do display é bem-vinda do ponto de vista de densidade, uma vez que os pixels ficam menores e evitam distorções de conteúdo. As imagens ficam nítidas na telinha e a experiência com o sistema é satisfatória, uma vez que o espaço disponível ainda permite boa interação com o conteúdo.

O nível de brilho da tela é adequado para as principais atividades, sendo perfeitamente possível usar o aparelho em dias ensolorados. O contraste está dentro do esperado para uma tela com tecnologia IPS, com uma reprodução de cores excepcional. Lógico que, por não se tratar de um display do tipo AMOLED, os tons de preto ficam meio acinzentados, mas a experiência geral é satisfatória.

O Android em toda sua glória

Conforme já comentamos em várias análises de produtos da Motorola, a marca se destaca por oferecer o Android em um estado que se aproxima muito do original. Apesar de não ser o mesmo sistema da linha própria da Google, o software do Moto G5 Plus entrega uma interface muito similar, com alguns ajustes pontuais, que acabam sendo benéficos para o consumidor.

Equipado com o Android Nougat (a mais recente versão do sistema), o Moto G5 Plus chega com uma interface simples de usar, mas ainda muito moderna e inteligente. Com vários truques através do Moto Ações e do Moto Tela, o sistema aqui fica ainda mais prático.

O widget de hora e notificações na tela desligada é ativado quando o aparelho é levantado da superfície e facilita muito o uso geral. Uma novidade legal é a opção de dividir a tela com dois apps. É bem prático na hora de copiar informações, mas é claro que a tela de 5,2 polegadas não é a melhor para usar sempre essa função.

Hardware poderoso para um intermediário

O Moto G5 Plus chega como um intermediário ao consumidor, mas, em sua essência, ele tem um hardware que quase nos permite considerá-lo como um top de linha. Tudo bem, ele não tem qualquer chance de competir com os modelos mais robustos da linha Moto X e Moto Z, mas algumas mudanças pontuais aqui nos deixaram bastante impressionados.

O chipset utilizado neste celular é o Qualcomm Snapdragon 625, modelo bem recente que apresenta excelentes números tanto em performance quanto em consumo de energia (o que significa melhor desempenho de bateria). Curiosamente, este componente é o mesmo que temos no Moto Z Play, então é normal ficar surpreso com essa decisão da fabricante.

A unidade central de processamento do Moto G5 Plus conta comoito núcleos, que são configurados para operar com com clock de 2 GHz (bem acima de muitos concorrentes e do Moto G5). Na prática, isso significa que ele tem o que significa desempenho de sobra pra rodar o sistema, vários apps ao mesmo tempo e jogos com rapidez.

Para a surpresa de alguns consumidores, a Lenovo diminuiu a memória RAM do G5 Plus na versão brasileira. A decisão é simples: ele seria um concorrente muito atrante e poderia até prejudicar as vendas do Moto Z Play, que já é mais avançado e tem mais memória RAM.

Todavia, para quem está pensando que 2 GB de memória RAM não é suficiente, nós temos uma ótima notícia: é mais do que suficiente. A performance do sistema é excelente e não importa se você deixa muitos apps em segundo plano, pois o Android Nougat faz um bom trabalho para gerenciar os recursos disponíveis. Não vimos quaisquer problemas de travamento em nossos testes.

Outro diferencial interessante do Moto G5 Plus com relação aos concorrentes é a memória de armazenamento. Equipado com 32 GB de memória, este modelo tem espaço de sobra para guardar uma enormidade de arquivos. A gente colocou mais de mil músicas, muitas fotos, vários apps e ainda só conseguimos utilizar 13 GB do armazenamento (que fica limitado a 24,59 GB por conta do sistema).

Apesar de ter apenas 2 GB de RAM, o Moto G5 Plus se mostra rápido para todas as tarefas, graças à CPU bem robusta!

Todavia, no fundo, o Moto G5 Plus dificilmente vai precisar de um cartão de memória, já que a memória de fábrica já permite salvar muita coisa (talvez uma limpeza eventualmente seja bem-vinda). Uma coisa muito positiva é que, ao contrário de alguns celulares, mesmo que você use um microSD, ainda é possível instalar dois cartões SIM.

Bom, em questão de performance para jogos, o chip gráfico do Moto G5 Plus roda tudo com tranquilidade. O componente é o Adreno 506, que vem preparado com clock de 650 MHz. É possível rodar games como Asphalt Xtreme, Modern Combat 5Star Trek Timelines e outros com gráficos de alta qualidade sem qualquer dificuldade.

Resultados de Benchmarks

Leitor de digitais versátil

Entre as tantas novidades do Moto G5 Plus, uma que faz muita diferença no dia a dia é o leitor de digitais. Sim, este recurso já existia no Moto G4 Plus e também é uma funcionalidade de alguns modelos concorrentes. No entanto, o grande “plus” aqui é a versatilidade do componente.

É um leitor de digitais mais poderoso, que, além de funcionar com extrema rapidez, aceita comandos com gestos e possibilita uma navegação mais inteligente na interface. Não tem segredo: basta encostar e destravar o celular com muita velocidade.

As demais funcionalidades chegam para substituir os botões clássicos do Android. Agora, em vez de ter a setinha para a esquerda, o botão Home e o item para alternar entre apps, você faz tudo isso pelo leitor de digitais. Um clique rápido dá acesso à interface inicial do Android, com uma rápida deslizada para a esquerda é possível voltar e com uma deslizada para a direita dá para mudar de app.

Câmeras de boa qualidade

A câmera principal do Moto G5 Plus tem sensor de 12 MP, o que garante fotos com boa definição. No entanto, muitos consumidores podem achar a qualidade um tanto limitadora, ainda mais que concorrentes (e até o próprio Moto G5) apresentam sensores de maior resolução.

Todavia, é importante pensar que megapixels não define toda a qualidade da câmera. Primeiramente, é preciso salientar que o Moto G5 Plus traz o sistema de foco automático Dual Pixel, que capta com rapidez e precisão. É um clique para focar e outro para fotografar.

Como você pode ver na galeria, as imagens ficam ótimas, inclusive em cenários noturnos, graças à abertura da lente de 1.7, que permite fotos mais claras, o que é ótimo para um smartphone. As regulagens são fáceis e existe até a opção HDR (para fotos com contraste ainda mais equilibrado) e opção para gravar vídeos em 4K.

Para quem adora selfies, a câmera de 5 MP do Moto G5 Plus até que quebra um galho. A lente frontal usa abertura de 2.2, o que é suficiente para ambientes internos e até algumas fotos em locais mais escuro, mas não espere maravilhas em capturas noturnas. Vale notar que ela vem com “embelezador”, mas ele vem desabilitado por padrão.

TV Digital não é aquela beleza

Um diferencial do Moto G5 Plus é a TV digital. Ela até funciona bem em alguns casos, mas é fundamental ressaltar que a estabilidade e a qualidade geral das transmissões depende muito da sua região. Infelizmente, a antena externa não é muito boa para captar sinal, então não espere a mesma experiência da sua televisão.

Aliás, a antena é um acessório que, ao contrário do que vemos em outros celulares, é conectado externamente no mesmo lugar dos fones de ouvido. Além de estragar o visual, ela tem uma qualidade bem fraca, então não espere sintonizar canais de alta definição.

Em nossos testes, o app de TV quase sempre apresentou problemas de sintonia e informava sobre a necessidade de reduzir a qualidade (e olha que temos escritório em região privilegiada e fizemos testes em locais com bom sinal de televisão). O negócio é se contentar com canais digitais comuns.

Áudio bom, fones nem tanto

Áudio é um aspecto que dificilmente consegue impressionar o consumidor. No caso do Moto G5 Plus, a história não é muito diferente, pois o sistema de áudio é razoável. O alto-falante fica na parte de cima e prioriza os agudos e médios. O volume é bom pra ambientes menores e com pouco barulho, mas não é suficiente para shoppings, ônibus ou para ver um vídeo em galera.

É claro que, muitas vezes, a qualidade sonora está atrelada à fonte, então um áudio no WhatsApp pode ficar bem ruim no alto-falante. Contudo, mesmo com apps de música e arquivos de alta qualidade, o alto-falante não consegue exagerar no volume. A parte boa é que ele não distorce muito os sons, mas o prejuízo fica por conta da potência reduzida que só serve para alguns casos.

Vale notar que a fabricante envia fones de ouvido junto com o celular, mas eles são simples e não muito confortáveis. A verdade é que eles quebram um galho, mas não é a melhor solução para quem vive no mundo da música.

Bateria

Para quem não larga o celular por nada, a bateria de 3.000 mAh garante uso moderado por mais de 24 horas. Dá para navegar na web, fazer muitas fotos, curtir vídeos, usar o GPS, fazer algumas chamadas e ainda ficar com quase 30% de bateria no outro dia.

Para quem joga e roda muitos apps, a bateria ainda chega no fim do dia tranquilamente com uns 10 ou 20% de sobra. E também tem o carregador TurboPower, que acelera a carga. Dá para conseguir horas de bateria com apenas alguns minutos conectado na tomada.

Vale a pena?

No fim das contas, o Moto G5 Plus é um aparelho que surpreende em vários aspectos. Ficamos bastante satisfeitos com a atualização de design que aproxima o produto de modelos top de linha, o hardware moderno (e não temos qualquer reclamação dos 2 GB de memória RAM) e o leitor de digitais inovador.

A experiência com o produto foi muito satisfatória, graças ao conjunto que entrega excelente performance. É claro que alguns consumidores vão sentir pela diminuição da tela, mas isso é só um detalhe, já que todo o resto garante uma composição bastante satisfatória.

Admiramos a Lenovo pela proposta ousada. Entretanto, a tela um pouquinho maior, o chipset mais avançado, o NFC e a TV digital talvez não pareçam suficientes para justificar 500 reais a mais no preço sobre o valor sugerido para o Moto G5.

Este é o grande problema do Moto G5 Plus. O preço oficial é 1.499 reais, que parece um pouco salgado. Ok, o Moto G5 Plus tem ótimo desempenho, bom hardware e até se aproxima do Moto Z Play em alguns aspectos, porém achamos que é melhor optar pelo G4 Plus ou pelo Moto G5, que ainda são opções mais interessantes pela questão custo-benefício.

Além disso, é preciso ressaltar a questão da câmera. Tudo bem que câmera não é só megapixels e os resultados do Moto G5 Plus podem ser melhores com a abertura de 1.7, mas muita gente pode presumir que a resolução maior do Moto G5 é melhor. Tudo isso nos impede de recomendar o produto de imediato.

Se você quer muito o Moto G5 Plus, nossa recomendação é esperar uma boa promoção ou uma queda no valor para uns 1.200 reais, que é um valor mais adequado para a proposta. De qualquer forma, nós gostamos muito do produto, que se destaca como um intermediário já com gostinho de top de linha.

Respostas para suas perguntas

1) O Moto G5 Plus é à prova d’água?

Não. Conforme comentamos no review, ele só tem uma proteção contra respingos.

2) A bateria dura muito? Ele esquenta muito se ficar várias horas jogando?

A autonomia da bateria é excelente, dá para usar tranquilamente para várias tarefas (inclusive com GPS, 4G, WiFi, fotos, jogos) e ter bateria no fim do dia. A temperatura é tranquila, dificilmente chega aos 40 graus Celsius e você não vai sentir ele muito quente na sua mão, mesmo se jogar por muito tempo.

3) A conexão de fones de ouvido precisa de adaptador?

Não. O Moto G5 Plus usa conexão do tipo 3,5 mm. O “adaptador” que vem com o aparelho é a antena para TV Digital, que deve ser colocada no mesmo conector, então ele tem uma conexão extra para fones, que permite ao usuário ver TV e usar fones ao mesmo tempo.

4) A câmera do Moto G5 Plus é melhor do que a do Zenfone 3?

O sensor do Zenfone 3 tem maior resolução, o que significa fotos com mais detalhes. No entanto, a abertura da lente do Moto G5 Plus (f/1.7 no Motorola e f/2.0 no ASUS) garante imagens mais claras, o que é ótimo para fotos noturnas. O sistema de foco dos dois é excelente e ambos usam dual-LED.

5) A limitação da memória RAM para 2 GB não atrapalha? Ele não vai ficar lento com o tempo?

Não precisa se preocupar, pois a quantidade de memória RAM não vai atrapalhar em nada no dia a dia. O novo Android gerencia vários apps sem problemas, sendo que não é preciso encerrar atividades com muita frequência. Ele rodou os games tranquilamente. Mesmo com a chegada de aplicativos mais pesados, o Moto G5 Plus deve durar um bom tempo.

6) O Moto G5 Plus é melhor do que o Moto G4 Plus?

Sim. O hardware superior, bem como o leitor de digitais com funções garantem superioridade em quase todas as situações. O sensor de menor resolução talvez seja o ponto fraco aqui, mas certamente o novo modelo ganha nos demais quesitos.

7) Vale a pena dar R$ 500 a mais pelo G5 Plus?

Não. Conforme comentamos na conclusão do review, os poucos recursos adicionais não compensam esse adicional. Melhor esperar uma promoção.

Este produto foi cedido pela Motorola para a realização desta análise.

via Novidades do TecMundo

Siempo é um smartphone para quem quer usar menos o… smartphone

A maioria das pessoas usa o smartphone de maneira saudável, digamos assim, mas não são poucas aquelas que, de tão conectadas, checam o aparelho o tempo todo. Esse comportamento atrapalha a concentração no trabalho ou nos estudos e pode até dificultar as relações pessoais. Mas surgiu no Kickstarter um smartphone que promete acabar com esse “vício”: o Siempo.

Não, não é um celular que dá choque, dispara um alarme ou se fecha todo quando o usuário exagera no uso. O Siempo até que é bastante comum: ele tem design simples, que remete a smartphones, no máximo, intermediários. O segredo dele está no software.

Siempo

O sistema operacional é uma versão adaptada do Android Open Source Project. Não há loja de aplicativos aqui, tampouco apps de redes sociais pré-instalados. Você não conseguirá usar o Facebook ou o Instagram, por exemplo. A ideia é eliminar tudo aquilo que pode levar a interrupções desnecessárias.

Por conta disso, o Siempo tem apenas apps tratados como essenciais, como agenda, ferramenta de notas, previsão do tempo, mapa, mensagens de texto (inicialmente, somente SMS), player de áudio e até um aplicativo de meditação. Um navegador também está incluído, mas há planos de criar uma versão que permite ao usuário estabelecer limites para acessos a sites.

Como os apps essenciais também podem emitir notificações, o Siempo conta com modos distintos para que o usuário possa controlá-las: o Pause silencia totalmente o aparelho (afinal, se você souber de uma notificação, se sentirá impelido a vê-la); o Tempo estabelece um período para elas aparecerem.

Há ainda um modo chamado Mindful Morning que impede a pessoa de ficar online por determinado intervalo de tempo — é uma opção para quem precisa resistir à tentação de dar uma olhada no smartphone antes de completar determinada atividade.

E não há uma tela inicial, não do jeito que conhecemos: ao ligar o smartphone, o usuário verá um campo para digitar o que deseja fazer, simples assim.

Siempo

Um aparelho como esse não precisa de hardware poderoso. Pelo menos é isso o que os desenvolvedores pensam. Por conta disso, o Siempo tem configurações bem básicas: tela de 4 polegadas com alta resolução (não especificada), processador quad-core de 1 GHz (chip não informado), 8 GB para armazenamento interno de dados, bateria de 1.600 mAh, além de Wi-Fi, Bluetooth, GPS e NFC. Há câmera também, mas não foram dadas informações sobre ela.

Se tudo se resume ao software, não seria mais fácil lançar um app que dá a qualquer smartphone os atributos do sistema do Siempo? Jorge Selva, líder do projeto, explicou ao Digital Trends que sua equipe tentou fazer isso, mas eles não tiveram sucesso na tentativa de controlar todas as notificações. A saída foi criar um produto desenvolvido desde o zero para reduzir as distrações.

Siempo

Isso faz o produto ser destinado a um nicho bastante específico. Os próprios desenvolvedores ressaltam que o Siempo é uma opção para quem constatou que o smartphone está atrapalhando a sua rotina, mas não quer recorrer a um feature phone para se desvencilhar do problema.

Apesar disso, tenho minhas dúvidas sobre o sucesso do projeto. A campanha do Siempo no Kickstarter começou nesta semana e terminará em um mês. O objetivo é alcançar US$ 500 mil, mas pouco mais de US$ 43 mil foram arrecadados até agora. O ritmo um tanto lento talvez seja efeito do preço: a partir de US$ 279 mais despesas de envio (US$ 40 para o Brasil).

Para quem quiser apostar na ideia, os envios estão prometidos para o final do ano.

Siempo é um smartphone para quem quer usar menos o… smartphone

via Tecnoblog

A Samsung quer ajudar a pagar o seu novo smartphone

A Samsung começou a divulgar novo programa Trade In, realizado em parceria com a Trocafone, e que permite a troca de aparelhos usados para aquisição de novos modelos.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Pela primeira vez, Google reverte smartphone Nexus para versão anterior do Android

A vantagem da linha Nexus sempre foi rodar uma versão pura do Android, e receber atualizações antes de todo mundo. Mas, bizarramente, o Google está revertendo o Nexus 6 para uma versão anterior do sistema – é a primeira vez que isso acontece.

Segundo o Android Police, vários donos do Nexus 6 vêm relatando que seus dispositivos com Android 7.1.1 estão recebendo um downgrade para o Android 7.0.

Isso é problemático porque o sistema não foi projetado para isso; no Reddit, diversos usuários reclamam que basicamente todo app começa a travar depois que a instalação é concluída.

Nexus 6 com versão 7.1.1 (veja em segundo plano) recebe “atualização” para Android 7.0 (Reddit)

Um gerente de comunidade do Google explicou no Reddit o que está acontecendo, e recomenda restaurar o dispositivo para os padrões de fábrica a fim de resolver esses problemas:

Houve uma atualização OTA recente para o Android 7.0 que está causando confusão entre alguns usuários do Nexus 6. Quem quiser garantir futuras atualizações OTA precisará voltar para a versão 7.0 com suporte. Se você estiver tendo problemas após aceitar a versão 7.0, restaure o dispositivo para os padrões de fábrica… Os usuários do Nexus 6 que desejam continuar instalando futuras compilações manualmente podem permanecer no 7.1.1.

Os donos do Nexus 6 vêm passando por alguns empecilhos: eles receberam as versões 7.0 e 7.1.1 com atraso, e este último update estava com várias falhas. Elas foram corrigidas na atualização de segurança de março… que fez o Android Pay temporariamente parar de funcionar.

Como nota o Android Police, parece bizarro forçar os donos do Nexus 6 para uma versão anterior a fim de garantir atualizações, porque ele muito provavelmente não receberá o Android 8.0.

Lançado em 2014 e fabricado pela Motorola, o Nexus 6 é o dispositivo mais antigo do Google a receber oficialmente o Nougat. Ele tem processador Snapdragon 805, 3 GB de RAM e uma tela de seis polegadas.

Pela primeira vez, Google reverte smartphone Nexus para versão anterior do Android

via Tecnoblog

Smartphone ‘dobrável’ da Samsung pode entrar em produção em 2017

Novos rumores a respeito do Galaxy X indicam que sul coreana deve apresentar protótipo funcional do aparelho ainda no 3º trimestre deste ano

via IDG Now!

10 motivos que te tornam vítima de golpes no smartphone

Pessoas usando smartphones

 Na América Latina, cerca de 69% dos usuários de dispositivos móveis não utilizam soluções de segurança da informação instaladas em smartphones e tablets, de acordo com um recente levantamento da ESET – fornecedora de soluções para segurança da informação, pioneira em proteção proativa. No entanto, o número de golpes e ameaças voltadas a esses equipamentos cresce em ritmo acelerado.

Para mapear o mercado e entender o que tem motivado os cibercriminosos a investir em golpes e ataques associados a dispositivos móveis, em especial a smartphones, os especialistas da ESET mapearam as dez principais razões que têm motivado golpes virtuais voltados a usuários desse tipo de equipamento:

1. Concentração de Dados

A quantidade de informação armazenada em um dispositivo móvel tem aumentado drasticamente nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o uso de aplicativos móveis implica no fornecimento de muitos dados pessoais dos usuários. Para um cibercriminoso que é dedicado ao roubo de identidade, um smartphone representa uma mina de ouro.

2. Transações bancárias

Atualmente, muitos usuários realizam transações bancárias por meio do dispositivo móvel. Com isso, aumenta também a atenção dos cibercriminosos com essas plataformas. Por isso, é importante que o usuário armazene o mínimo possível de dados bancários em seu dispositivo.

3. Preenchimento automático de informações

Uma das razões pelas quais os dispositivos móveis armazenam tantas informações pessoais está relacionada ao fato do usuário acessar diversos serviços e aplicativos. Neste sentido, lembrar todos os logins e senhas pode ser trabalhoso e confuso. Por isso, muitas pessoas optam pela opção de preenchimento automático de suas informações. No entanto, esses sistemas representam um risco à segurança da informação dos usuários, caso o dispositivo for perdido, roubado ou infectado por algum código malicioso. Para evitar esse tipo de inconveniente, recomenda-se instalar um gerenciador seguro de senhas.

4. Localização do usuário

Em muitas circunstâncias, o uso do GPS em dispositivos móveis pode parecer inofensivo. As pessoas tendem a permitir a localização em diversos aplicativos, incluindo serviços de recomendação de restaurantes ou em jogos online. No entanto, as informações obtidas por meio dessa funcionalidade podem ser extremamente perigosas nas mãos de pessoas mal-intencionadas. Dessa forma, é importante que o usuário avalie realmente quando acionar tal funcionalidade.

5. Uso de Bluetooth

Durante vários anos, o Bluetooth tem sido incluído como um recurso padrão em smartphones e outros dispositivos móveis. No entanto, assim como o GPS, é um potencial ponto de entrada para os cibercriminosos. Ataques por Bluetooth podem dar lugar ao Bluesnarfing (que permite o acesso não autorizado às informações privadas de um dispositivo móvel, bem como remover ou modificá-las) ou Bluebugging (que pode permitir que o criminoso assuma o controle total do telefone).

6. Aplicativos de Comunicação

Nos últimos anos, houve uma popularização nos aplicativos de comunicação instantânea pelo smartphone e os cibercriminosos têm desenvolvido diversos golpes voltados a enganar esses usuários, com o intuito de obter vantagens financeiras. Recentemente, a ESET descobriu uma série de golpes disseminados pelo WhatsApp e voltados a cadastrar as vítimas em serviços de mensagens pagas.

7. São uma excelente maneira de enviar spam

Existem diversas maneiras pelas quais os cibercriminosos conseguem enviar spams. No entanto, os smartphones são a plataforma ideal para isso, uma vez que dificilmente os provedores de serviços conseguem rastrear e bloquear de onde vem o ataque.

8. Os usuários ignoram os perigos

Muitos usuários já estão bastante familiarizados com as melhores práticas de utilização de computadores. Porém, muitas vezes, se esquecem de alguns cuidados básicos em seus smartphones. Vale lembrar que, atualmente, existem diversas famílias de ransomware (código malicioso capaz de bloquear o acesso às informações contidas no dispositivo, liberando o acesso somente após o pagamento de um resgate) que estão em constante evolução.

9. Falhas de segurança corporativas

A prática de trazer o seu próprio dispositivo para o trabalho (BYOD em Inglês) tornou-se uma das tendências mais importantes para empresas em todo o mundo. Um estudo publicado em 2015 revelou que 74% das empresas já tinham adotado ou planejavam adotar essa política, e estima-se que esse mercado possa ultrapassar US$ 350 bilhões até 2022. Nesse sentido, os dispositivos são uma porta de entrada ideal para roubar informações corporativas valiosas, caso não estejam devidamente protegidos.

10. Políticas de segurança corporativas

A crescente prática de BYOD também causou muitas dores de cabeça para um grande número de empresas, principalmente por causa das dificuldades na implementação políticas de segurança claras e a natureza fragmentada de algumas plataformas móveis.

A recomendação final é sempre manter seu antivírus atualizado e seu smartphone protegido, além de desconfiar de quaisquer links suspeitos. 

via Canaltech

Smartphone dobrável em 2017, Spotify e Waze anunciam parceria e + [CTNews]

CT news

via Canaltech

Protótipo do smartphone dobrável da Samsung pode ser apresentado na IFA 2017

smartphone dobrável Samsung

Já faz um bom tempo que ouvimos falar que a Samsung está trabalhando em um smartphone dobrável e que ele está prestes a ser apresentado. Porém, chega evento e vai evento e não vemos nenhuma novidade sobre isso. Mas isso pode estar prestes a mudar, já que novos boatos indicam que a fabricante sul-coreana pode apresentar o gadget que dobra ainda este ano, na IFA 2017.

Apesar de a Samsung vir falando sobre essa nova tecnologia há anos e registrando patentes de aparelhos que dobram, por enquanto nenhum protótipo foi avistado por aí. Porém, com o fracasso do Galaxy Note7 e a linha correr o risco de ser descontinuada, a Samsung teria visto que é o momento certo para concentrar seus esforços em algo realmente inovador.

Por esse motivo, a companhia asiática estaria se aprontando para começar a produzir um protótipo real do smartphone dobrável a fim de apresentá-lo no terceiro trimestre deste ano, mais especificamente na IFA 2017, em Berlim. É um rumor que ganhou força depois de a Samsung supostamente ter apresentado a ideia do protótipo numa conferência secreta na MWC 2017.

De acordo com o pessoal do ET News, desta vez o protótipo sairia do papel e seria mostrado a um número maior de pessoas. Dependendo da reação e receptividade desse público, a Samsung daria continuidade ao desenvolvimento da tecnologia ou não.

Caso as coisas saiam conforme esperado, a expectativa é que o tão falado smartphone dobrável da Samsung entre em produção no início de 2018 e chegue às prateleiras entre o segundo e o terceiro trimestre.

Obviamente tudo isso é boato e a Samsung não comentou nada sobre o assunto. Para quem não cansou dessa história toda, só resta renovar as esperanças e acreditar que agora vai na IFA 2017. Será?

Fonte: ET News, Slash Gear

via Canaltech

Google lança site para customização de seu smartphone Android

Android

Um novo site lançado pelo Google neste final de semana permite que usuários do Android customizem o sistema operacional de seus smartphones conforme suas preferências de funcionalidade e design.

Apelidada de #myAndroid, a página criada pelo Google traz um questionário com objetivo de entender melhor como usuários interagem com seus smartphones para customizá-los de acordo com suas preferências.

De acordo com as respostas dadas – que vão desde sua preferência em relação à paleta de cores do Android até a forma como você prefere cortar um sanduíche – o sistema poderá ser customizado com novos papéis de parede, pacotes de ícones e outras características estéticas.

Apesar de simples, o quiz é relativamente longo e o Google insiste que ele seja completado no menor tempo possível, para que o usuário dê as respostas mais honestas que puder. No final, o serviço entregará uma série de sugestões de customização – o usuário, no entanto, pode repetir o processo quantas vezes quiser, até encontrar suas combinações favoritas.

Via: Digital Trends, Google

via Canaltech