Alerta ransomware: cibercrime como serviço chega aos Macs da Apple

Uma nova variante de ransomware que ataca Macs foi identificada pela Fortinet. É hora de falar sobre a proteção desses equipamentos

via IDG Now!

Airbnb pode lançar um serviço ‘Premium’ para competir de vez com hotéis

O Airbnb já é uma pedra no sapato do setor de hotelaria, mas o próximo serviço a ser oferecido pela empresa pode ser um golpe ainda mais duro nessa indústria.

Segundo a Bloomberg, a companhia está prestes a apresentar um serviço de hospedagem de alto padrão para consumidores mais exigentes e de classes econômicas mais abastadas. Essa modalidade Premium traria uma série de “mimos” e cuidados adicionais que os quartos, casas e apartamentos disponíveis normalmente não possuem.

Segundo uma fonte do Airbnb que confirmou ao Engadget a existência do piloto, o público-alvo é mais velho e nunca usou o serviço — possivelmente por desconfiar da qualidade ou não apostar em um serviço tão recente. Não ficou claro o quanto ele seria mais caro em relação às locações “normais”, nem se apenas imóveis de alto padrão serão disponibilizados.

O que eu ganho com isso?

Nesse plano, inspetores do Airbnb visitam o imóvel antes do usuário para ver se ele corresponde ao anúncio e às expectativas do cliente. Só depois de aprovado ele é disponibilizado no site e app. O nome do projeto é “Select”, mas ele pode ser trocado antes do lançamento — que já deve acontecer no final de 2017.

Além disso, serviços que você encontra em hotéis seriam fornecidos, como itens de higiene repostos com o tempo (como toalhas e sabonetes), bebidas engarrafadas prontas para consumo e outros produtos.

via Novidades do TecMundo

Amazon lança o serviço “experimente antes de comprar” para artigos de moda

amazon wardrobe

Comprar roupas e produtos de moda em sites de e-commerce pode parecer um negócio muito conveniente, e, em alguns casos, até mais barato. Entretanto, é muito comum que os consumidores não fiquem satisfeitos após recebem o produto e provarem, ocasionando no pior dos sentimentos ao adquirir algo: o arrependimento.

Para evitar essa situação corriqueira e indesejada, a gigante Amazon.com acaba de anunciar o serviço "experimente antes de comprar", o Prime Wardrobe, no qual assinantes do Amazon Prime podem solicitar a entrega de diversos artigos de moda; e se os produtos não agradarem, basta devolvê-los para a Amazon, sem nenhum custo.

O serviço Prime Wardrobe inclui a disponibilização de roupas, calçados, óculos, chapéus e acessórios de diversas marcas conhecidas, como Calvin Klein, Hugo Boss, Lacoste, Timex, Adidas, Levi’s, além de produtos da própria Amazon.

Há também um sistema de desconto no serviço, que funciona da seguinte forma: se a compra for de três a quatro itens, o cliente receberá uma redução de 10% sob o valor total; caso a compra seja de cinco itens ou mais, será concedido um desconto de 20% nas peças adquiridas.

O Prime Wardrobe ainda está em fase de testes, mas usuários interessados podem ser inscrever no site para serem notificados quando o serviço for lançado.

Via: Amazon

via Canaltech

Quanto Taylor Swift já ganhou depois de voltar para os serviços de streaming?

Taylor Swift

Depois de ficar afastada por alguns anos dos serviços de streaming de música, a cantora Taylor Swift voltou ao catálogo de plataformas como Spotify, Pandora, Tidal e Amazon. Você consegue imaginar o resultado? De acordo com informações divulgadas pela Billboard, a cantora ganhou nada menos que US$ 412 mil apenas nos primeiros 12 dias.

Para quem não se lembra, em 2014 Taylor Swift entrou em uma briga contra os serviços de streaming e acabou removendo todas as suas músicas do Spotify. Para ela, os pagamentos eram baixos – US$0.0063 por reprodução. “Acreditamos que os fãs devem ouvir música onde e quando quiserem, e que os artistas têm todo o direito de serem pagos pelo seu trabalho”, alegou a cantora norte-americana.

O fato é que Swift acabou mudando de ideia como comemoração pelos 10 milhões de álbuns vendidos, segundo seu próprio comunicado. Apesar disso, vale destacar, também, que os serviços de streaming mudaram bastante nos últimos três anos. Como as receitas do mercado aumentaram consideravelmente, principalmente em 2016, consequentemente o pagamento dos artistas também melhorou.

Via CNET

via Canaltech

Lyft lança novo serviço de transporte: o Lyft Shuttle

Às vezes o Vale do Silício cria algumas coisas que é tão inovadora que, no fim das contas, pode soar não tão inovadora assim. É o caso do Lyft Shuttle: a plataforma de ride sharing lançou o serviço que é mais barato que as corridas normais, só que passa por uma rota predeterminada com paradas em pontos específicos. Soou familiar? Pois é, parece com o que os ônibus fazem – só que sem a parte do ônibus.

A ideia é simples: você vai até um ponto e pega uma carona compartilhada em um veículo que vai andar por uma rota pré-designada. Todos descem no mesmo lugar no final e, por ser compartilhado, o valor é mais baixo que uma corrida pelo serviço regular.

Só que existem alguns pontos de atenção em relação ao Shuttle. O serviço só vai funcionar apenas durante os horários de pico, os trajetos são limitados e, como já era esperado, o serviço só está disponível na região de San Francisco.

Nos Estados Unidos, como aponta o Jalopnik, isso traz à lembrança um estilo de transporte bem antigo que era chamado de “jitney”, que era basicamente uma carona paga e ilegal. O “serviço” ganhou muita força nos períodos de recessão do país, quando pessoas desempregadas e com acesso a veículos usados recorriam à atividade como uma fonte de renda alternativa – e a história aqui novamente soa bem familiar.

Ainda assim, não há qualquer indício que tanto o Lyft quanto o Lyft Shuttle vão desembarcar aqui no Brasil tão cedo e, dado o caráter de teste do serviço lá nos EUA, será interessante até ver como ele vai desempenhar por lá.

via Novidades do TecMundo

Vem aí o Snapcine, serviço de streaming de vídeos com filmes e séries nacionais

cinema brasileiro

Apesar de a Netflix ter uma quantidade razoável de produções brasileiras em seu catálogo, ainda sentimos falta de muitas obras nacionais para assistir online. Mas a chegada de um novo serviço de streaming de vídeos pretende acabar com o problema, oferecendo filmes e séries brasileiras sob demanda.

Pioneiro, o Snapcine já está no ar em uma versão beta, permitindo aos interessados cadastrarem seus e-mails para serem avisados assim que a plataforma estiver 100% no ar. Muitas obras serão disponibilizadas gratuitamente, enquanto outras do catálogo de lançamentos podem ser assistidas a preços populares.

Com lançamento previsto para o dia 15 de julho, o serviço também permite que seus usuários indiquem filmes para que façam parte de seu catálogo, sendo que produtoras e distribuidoras nacionais podem fazer um cadastro especial para fornecer seus títulos. O Snapcine pretende oferecer filmes, séries de televisão, documentários e curta-metragens, sendo que alguns deles devem ser exclusivos.

Os usuários poderão se conectar ao serviço tanto em sua versão via web, pelo navegador, quanto por smartphones, tablets, smart TVs e televisores com Chromecast. Vale frisar que os conteúdos oferecidos somente podem ser assistidos via streaming, não podendo ser baixados para seu computador.

via Canaltech

Google pretende aprimorar serviço de pagamento digital na Índia

google

O grande movimento que a Índia tem feito para a inclusão digital, com a adoção de novas soluções de pagamento eletrônico, pode em breve ter o apoio de um grande player do mercado: o Google.

O CEO do gigante das buscas, Sundar Pichai, afirmou que a empresa pretende trabalhar arduamente para trazer alguns dos seus serviços à interface unificada de pagamentos (UPI) da Índia. A UPI é um recente sistema de pagamento móvel do país para tornar as transações de comércio eletrônico mais rápidas e fáceis.

"Acho que é uma jogada ousada e corajosa e é uma mudança de plataforma para a economia tentar digitalizar como o dinheiro se move e estamos entusiasmados por ele", disse Pichai em entrevista ao canal NDTV. A ideia, segundo ele, é trazer alguns serviços para facilitar o pagamento digital aos usuários indianos, sem revelar demais detalhes.

A penetração de contas bancárias e, consequentemente, cartões de débito e crédito permanecem baixos na Índia. Com a UPI, o governo está tentando trazer serviços bancários e financeiros para toda a sua população.

Fonte: Mashable

via Canaltech

Serviço de streaming de jogos da Nvidia é estendido para PCs e Mac

NVidia GeForce Now

A Nvidia anunciou durante sua conferência na CES 2017, na quarta-feira, 4, a disponibilidade de seu serviço de streaming de jogos GeForce Now para PCs e Mac. Antes, o serviço estava disponível apenas para os proprietários de set-top box da Shield TV.

De acordo com o CEO da companhia, Jen-Hsun Huang, o GeForce Now será liberado em março para os usuários iniciais, e será vendido "on demand", com custo de US$ 25 por 20 horas de conteúdo.

O objetivo é possibilitar que computadores sem performance suficiente para jogar tenham acesso a jogos através da computação na nuvem, utilizando poder de processamento remoto. O serviço tem suporte para as plataformas do Steam, Uplay e Origin, e dispensa a instalação dos games em seu PC: toda a instalação e renderização do jogo ficam por conta dos servidores da Nvidia.

Vale lembrar que a empresa atualizou seus data centers com sua mais recente tecnologia gráfica Pascal, que permite processar um jogo na nuvem e enviá-lo através de conexões de banda larga para o seu PC. Isso significa que você não precisa de um PC realmente poderoso para jogar os games de PC mais exigentes.

Fonte: VentureBeat

via Canaltech

Amazon lança serviço de venda de itens usados na Índia

Amazon

A Amazon lançou um novo serviço na Índia que permite às pessoas venderem seus itens usados ​​através de sua plataforma online. O projeto chamado “Sell as Individual” irá não só permitir aos usuários vender os seus produtos, tal como acontece no eBay, mas a Amazon irá ainda encarregar-se da logística de empacotamento e entrega dos produtos.

A novidade adiciona um novo nível de conveniência para o segmento de vendas de pessoa para pessoa que concorrentes como o eBay não oferecem atualmente. Por enquanto, o serviço funciona apenas em Bangalore, que por acaso é o local da sede do maior concorrente da Amazon na Índia, o Flipkart. Mas, se o serviço for um sucesso, poderemos então ver a gigante do comércio online expandi-lo para outros mercados.

A Índia é indiscutivelmente a oportunidade mais importante no exterior para a Amazon. No início deste ano, a Forbes informou que a varejista considerava o país como seu maior mercado depois dos Estados Unidos, nos próximos 10 anos. Em julho do ano passado, o programa de fidelidade Amazon Prime estreou na Índia e, em dezembro, foi a vez do serviço de vídeo da empresa Amazon Prime Video adentrar o país.

E parece que os clientes indianos estão bem satisfeitos com os serviços oferecidos pela empresa. Uma pesquisa realizada em março de 2016 revelou que os consumidores do segundo país mais popular do mundo confiam na marca da Amazon mais do que em qualquer outro revendedor na web.

Fonte: Mashable

via Canaltech

Eu, Auditor, Robô: Machine Learning a serviço do Fisco

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* Por Renato Matavelli

O termo Inteligência Artificial (IA) não é algo novo e já foi muito usado, principalmente em filmes de ficção científica. Mas agora voltou acompanhado de outros termos que fazem parte desta tecnologia e que de alguma forma nos aproxima do conceito, trazendo-o para o nosso dia a dia.

Um destes termos é “Machine Learning” (Aprendizado de Máquina), que de forma sucinta e simples seria um agrupamento de regras, que permite aos computadores agirem e tomarem decisões baseadas na interpretação de um universo de dados ao invés de seguir uma programação. São capazes de aprender e melhorarem com a evolução e com a exposição a novos fatos.

O termo “IA” também já foi citado algumas vezes no âmbito de seu uso pelo fisco brasileiro, tanto na auditoria como na fiscalização dos contribuintes. Sobretudo, após a implementação dos primeiros projetos de escrituração digital, como por exemplo, a nota fiscal eletrônica e todos os SPEDs (Sistema Público de Escrituração Digital), os quais são transmitidos ao Fisco, ficando armazenados em uma base de dados a fim de serem auditados, cruzados e validados por até cinco anos após a entrega. Podemos imaginar o quanto a tecnologia pode evoluir nesse período.

Mas vamos avaliar agora pela ótica do Fisco: o que fazer com essa quantidade enorme de dados recebidos e armazenados, alguns analíticos, outros sintéticos, em bases de dados separadas, informações não padronizadas e principalmente com inconsistência na qualidade dos dados, justificado entre outros motivos pela própria complexidade das obrigações acessórias?

Como exemplo deste cenário, podemos citar a base da nota fiscal eletrônica, que segundo informação do site nacional possui mais de 14 bilhões de documentos autorizados. Se considerarmos uma média de seis itens por documento, teremos algo em torno de 84 bilhões de itens da NF-e na base para processamento, volume que aumentará muito se considerarmos o novo projeto NFC-e (cupom fiscal).

É neste cenário que entra a evolução da tecnologia em todas as suas frentes. Vejamos, atualmente estão disponíveis e acessíveis equipamentos e plataformas de alta performance para processamento de Big Data e com eles, softwares de última geração para análise de dados, com modelos estatísticos e todos os demais recursos necessários para a implementação de um projeto de “Machine Learning”.

Mas existe algum caso real? Sim, em um recente evento, um caso real foi demonstrado. Trata-se de um projeto para “identificação de fraudes de ICMS”, realizado por uma Sefaz (Secretaria da Fazenda Estadual) com o apoio da consultoria de sistemas e de professores de linguística e estatística da universidade e de auditores fiscais, que conhecem o negócio (inteligência).

Em conjunto, criaram um modelo para aplicar na base de dados da NF-e. Primeiro interpretando, classificando, distinguindo cada item (produto) da NF-e, e separando os similares dos não reconhecidos por categoria e subcategoria. Segundo, “ensinando” o sistema a reconhecer esses novos dados e a tomar a decisão mais adequada. E, finalmente, com a base de dados mais padronizada, realizar as análises necessárias para identificar quaisquer inconsistências e fraudes de ICMS.

Pôde-se, por exemplo, avaliar em poucos minutos a classificação fiscal, o valor médio, a unidade de medida, a tributação e outras informações utilizadas pelas várias empresas para um mesmo produto, com um alto grau de assertividade, pois o sistema consegue identificar anormalidades relacionadas ao produto. Um outro exemplo foi a identificação de inconsistências no transporte de mercadorias, como refrigerantes em um caminhão de 15 mil litros que na verdade era combustível.

Como vemos, não se trata apenas de automação ou processamento de grandes volumes, mas sim de uma auditoria detalhista e interpretativa, que aprenderá cada vez mais com o aumento no volume de dados e informações processadas, sendo um aliado poderoso do auditor fiscal no exercício de suas funções. O mais importante é que a tecnologia está disponível para todos e temos que nos preparar para essa nova realidade.

* Renato Matavelli é especialista em soluções de compliance tributário.

via Canaltech