Este é o primeiro mapa de como o DNA se organiza nas células

Que o DNA contém o manual de instruções para grande parte do funcionamento do nosso organismo, a ciência sabe há décadas. Mas, pela primeira vez, descobrimos como o código genético se organiza dentro das células.

Cientistas da Universidade de Cambridge criaram o primeiro modelo 3D que mostra a estrutura física do genoma dentro de uma célula de mamífero.

Estamos acostumados a ver o genoma em pares de cromossomos, naquele clássico formato de X. Mas essa aparência condensada o DNA só assume no momento em que a célula vai se dividir. No resto do tempo, ele se apresenta como um longo par de fitas.

É uma organização complicada: nas células humanas, precisamos encaixar quase dois metros de DNA em um núcleo celular de 0,005 milímetros – 120 vezes menor do que o diâmetro de um cabelo humano. As fitas de material genético se enrolam para aumentar o espaço, mas o encaixe tem de ser preciso.

O modelo atual foi feito com células-tronco do embrião de ratos. Os pesquisadores mostram cada cromossomo colorido de forma diferente, para destacar como as fitas de DNA contidas neles se dobram para caber dentro do núcleo celular, cada uma ocupando um espaço bastante específico.

O resultado não é apenas um vídeo colorido e bonito: os cientistas acreditam que a disposição estrutural do material genético está ligada à forma como nossos genes são ativados e desativados.

Isso fica claro neste segundo vídeo. Baseado em análises do DNA dos ratos, ele mostra, em azul, quais regiões do DNA contém genes mais ativos. Os genes menos ativos aparecem em amarelo. Você nota um padrão de distribuição?

Segundo o modelo, o genoma se organiza e se dobra para que as regiões mais ativas do DNA fiquem no interior, separadas das “paredes” do núcleo celular. As regiões amarelas, menos ativas, são as que interagem com essa camada fibrosa da estrutura da célula.

Essa segregação tão deliberada, para os cientistas, é um indício de que a distribuição dobradinha do DNA não é aleatória, feita simplesmente para “caber” no núcleo e, sim, intimamente relacionada aos genes que serão ativados para cada célula, alterando a sua função.

Além de aumentar nosso conhecimento sobre como a atividade genética funciona, o novo modelo também pode ser uma ferramenta para entender melhor doenças como o câncer. Sabendo como a estrutura afeta os genes ativos e inativos, podemos detectar o que exatamente dá errado e leva à anormalidade no DNA dos tumores – e quem sabe aprender como impedir que isso aconteça.

via Superinteressante

Nasce o Uptime, primeiro app da incubadora do Google para iPhone

uptime

O Google prometeu e cumpriu: depois de ter anunciado, em 2016, que abriria um programa interno para incubar startups dentro do conglomerado, o gigante trouxe o primeiro aplicativo saído da chamada Area 120: o Uptime, disponível, por enquanto, apenas para iPhone.

A Area 120 diz respeito ao programa interno da empresa para gerar as novas companhias, e este primeiro aplicativo funciona como uma rede social que integra usuários e vídeos compartilhados no YouTube: cada um tem um perfil com amigos e pode assistir com eles a diversos vídeos em tempo real. Também há um chat para que usuários conversem em pares ou em grupos. 

Digamos que não há nada de exatamente novo em compartilhar vídeos do YouTube com seus amigos e comentá-los depois, mas a ideia do Uptime é, justamente, fazer com que todos assistam ao mesmo tempo. Pode não ser uma ideia das mais complexas, nem mesmo das mais atraentes, mas certamente nos mostra que a Area 120 tem potencial e que de lá podem sair muitas novidades boas. 

O Uptime, por enquanto, só chegou na App Store dos Estados Unidos, e nem todos os americanos conseguem ter acesso a ele. O perfil do Uptime no Twitter está distribuindo códigos de acesso para que usuários baixem e instalem o app em seus smartphones. 

Via The Next Web

via Canaltech

Fundo de investimentos do Bradesco faz primeiro aporte em startups

Rede Frete Fácil e Semantix participaram do programa InovaBra. Fundo tem como foco investir em startups de IA, plataformas digitais e infraestrutura

via IDG Now!

Primeiro sistema em escala completa do Hyperloop está quase pronto

A empresa Hyperloop One revelou que realizará testes com o aparato completo ainda neste ano. Transporte com passageiros deve começar em 2021.

via IDG Now!

Conheça o primeiro aparelho do mundo que combina smartphone e câmera 360°

Câmeras 360° estão começando a ficar populares, e plataformas de vídeo como o YouTube e o Facebook já suportam esse tipo de conteúdo há um bom tempo. Sendo assim, já que as redes sociais já estão se adaptando ao formato, porque não incluir uma câmera dessas em um smartphone? A chinesa ProTruly tomou o desafio para si e criou esse aparelho exótico aí: o Darling.

O Darling leva aquela história de câmera “saidinha” muito além do que já vimos até agora

Como você consegue perceber nas imagens, o smartphone tem um design pouco usual, e isso é fruto da câmera que filma em 360°. Ela tem um sensor duplo, um na frente e outro atrás, ambos acompanhados por lentes muito protuberantes. Portanto, o Darling leva aquela história de câmera “saidinha” muito além do que já vimos até agora. Seja como for, a fabricante chinesa afirma que este é o primeiro smartphone do mundo a contar com uma câmera 360° embutida.

Naturalmente, o celular, conta com a possibilidade de enviar seus vídeos para as redes sociais sem maiores problemas, e qualquer usuário com ou sem um visualizador de VR pode consumir o conteúdo. É possível também visualizar os clipes direto no telefone, mas com esse efeito esférico meio estranho aí.

Há ainda duas versões, ambas com as mesmas especificações, porém com acabamentos diferentes. Um tem corpo metálico e partes plásticas em volta da câmera, enquanto o outro traz couro e diamantes genuínos no lugar do plástico. Segundo o China Daily, o mais “básico” sai por algo em torno de R$ 1.850, e o mais luxuoso por R$ 4 mil.

Em questão de hardware, ambos contam com uma tela Full HD de 5,5’’ e tecnologia Super AMOLED. O processador é um MediaTek Helio X20, acompanhado por 4 GB de RAM. Isso quer dizer que ele praticamente conta com um hardware top de linha para fazer jus a todo esse preço, ainda mais considerando que as câmeras de 13 MP são um chamariz a mais..

Não há qualquer expectativa de esses smartphones serem vendidos no mercado brasileiro ou qualquer outra parte do mundo além da China, entretanto.

via Novidades do TecMundo

EVGA divulga informações preliminares sobre o seu primeiro modelo custom da GTX 1080 Ti

Essa semana a NVIDIA anunciou a GTX 1080 Ti, e aos poucos estão aparecendo informações sobre os modelos custom. Além da ZOTAC e Inno3D, a EVGA também revelou a sua primeira versão customizada, a GTX 1080 Ti FTW3, que traz uma nova versão do sistema de resfriamento iCX, que foi introduzido n…

via Hardware.com.br

Netflix passa a oferecer suporte a HDR nos smartphones; LG G6 é o primeiro

A Netflix acaba de anunciar que vai levar o suporte a videos HDR até mesmo para os consumidores que não possuem televisores mais modernos. Isso porque o suporte vai ser levado também para os smartphones — desde que eles sejam compatíveis com a tecnologia, é claro.

Em um comunicado à imprensa, a Netflix confirmou que o primeiro aparelho a ter a novidade vai ser o LG G6 — que é também o primeiro smartphone com “Dolby Vision HDR” do mercado. Isso significa que devemos ver isso chegando ao público ainda no início de março, a considerar o fato de que o G6 terá as vendas iniciadas no dia 10 deste mês na Coreia.

É claro que isso não vai ser uma exclusividade do smartphone da LG. Assim que outros aparelhos tiverem suporte à tecnologia, devemos ver mais e mais dispositivos podendo ser usados para o consumo de conteúdos HDR em portáteis. Caso queira saber mais sobre HDR, você pode conferir um artigo completo que fizemos neste link.

Será que o HDR na Netflix dos smartphones pode ser uma boa?

via Novidades do TecMundo

Surge S1 é o primeiro processador da Xiaomi

O primeiro processador da Xiaomi foi revelado nesta terça-feira (28): ele se chama Surge S1 e tem desempenho similar aos chips que equipam smartphones intermediários. Baseado na arquitetura ARM, o chip tem CPU octa-core e será o primeiro da família Pinecone, que contará com um segundo processador, mais poderoso.

Em números, estamos falando de um processador com oito núcleos Cortex-A53 (quatro de 2,2 GHz e quatro de 1,4 GHz), GPU Mali-T860 e fabricação em processo de 28 nanômetros (boo!). Nos benchmarks divulgados pela Xiaomi, a CPU do Surge S1 fica no mesmo nível de chips como Snapdragon 625 e MediaTek Helio P20, mas o desempenho gráfico chega a ser quase o dobro do atingido pelos concorrentes.

O Surge S1 conta ainda com modem programável, suporte a ligações VoLTE, segurança a nível de hardware e processador de sinal de imagem que melhora a sensibilidade da câmera em até 150% e reduz o ruído nas fotos em condições de baixa iluminação.

O processo de desenvolvimento do Surge S1 durou 28 meses, passando pela criação da família Pinecone (outubro de 2014), primeira amostra de engenharia (setembro de 2015) e produção (dezembro de 2016). A Xiaomi não informou detalhes de outros processadores, mas é esperado que a empresa revele em breve um chip de alto desempenho de 10 nanômetros, a ser fabricado pela Samsung.

Xiaomi Mi 5c

O primeiro smartphone com o Surge S1 é o Mi 5c, smartphone intermediário com tela de 5,15 polegadas (1920×1080 pixels), 3 GB de RAM, 64 GB de armazenamento (sem entrada para microSD) e bateria de 2.860 mAh. Ele possui câmeras de 12 megapixels (traseira) e 8 megapixels (frontal), além de um leitor de impressões digitais e corpo de metal.

O Mi 5c será vendido na China a partir de sexta-feira (3). Preço? 1.499 yuans chineses, o equivalente a R$ 677.

Surge S1 é o primeiro processador da Xiaomi

via Tecnoblog

Xiaomi anuncia o seu primeiro SoC, o Pinecope Surge S1

Confirmando o que já se esperava, a Xiaomi anunciou o seu primeiro SoC, que irá equipar o Mi 5C. Com essa iniciativa a Xiaomi entra na briga com Qualcomm, MediaTek e Huawei que já estão referências nesse mercado de chipsets mobile. 
O primeiro SoC da Xiaomi é chamado Pinecode Surge S1, ele …

via Hardware.com.br

‘Tá acontecendo’: série de Castlevania no Netflix ganha primeiro pôster

Para tudo ficar ainda melhor, falta só uma data exata de lançamento agora

Já faz algum tempo que a Netflix oficializou a produção de uma série baseada em Castlevania. Isso já foi o bastante para animar várias pessoas, e acreditamos que o material que você confere nesta notícia servirá como uma prova de o projeto está realmente em andamento.

Em sua página pessoal no Facebook, Adi Shankar, responsável pela adaptação da série da Konami para a plataforma de streaming, divulgou um cartaz mostrando o castelo que provavelmente servirá de cenário para o enredo que será trabalhado aqui.

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via Novidades do TecMundo