Como é a experiência de trocar o Mac pelo PC – Parte 4

Depois de pensar direitinho em qual o melhor modelo de notebook para suprir suas necessidades e considerar as mudanças de softwares que você precisará fazer ao trocar um Mac por um PC ou notebook com Windows, chegou a hora de falar sobre como é sincronizar seu iPhone e iPad com o novo computador.             

Não, não será preciso abandonar seu smartphone ou tablet da Maçã e escolher opções com Android ou Windows 10 Mobile para conseguir manter tudo em ordem. A não ser, claro, que você queira.

(Leia também: como é a experiência de trocar o Mac pelo PC partes 1, 2 e 3)

O iTunes é seu amigo

A versão para Windows do iTunes permite sincronizar um iPhone ou iPad da mesma forma que acontece com o Mac. É possível acessar qualquer conteúdo ali armazenado mesmo usando um notebook com o sistema operacional da Microsoft, então os backups de seu dispositivo móvel seguem garantidos.

Usando o iPad como um segundo monitor

Existe um app chamado Duet Display, que custa US$ 15, que é capaz de transformar seu iPad em um segundo monitor para seu computador com Windows 10. Basta comprar e baixar o aplicativo pela iTunes App Store no dispositivo móvel, e simultaneamente instalar o software do serviço em seu PC. E é só isso mesmo. Com tudo instalado e configurado, voilá: o tablet da Maçã, quando conectado ao computador por meio do cabo USB, oferecerá uma performance de vídeo a 60 quadros por segundo.

Os aplicativos nativos da Microsoft funcionam no iOS

Praticamente qualquer aplicativo nativo da Microsoft, utilizado no Windows, tem uma versão compatível para o iOS. É o caso do Office, que engloba o Word, Excel, PowerPoint e Outlook – e esses apps podem ser baixados gratuitamente na loja de aplicativos da Maçã. Contudo, a opção gratuita serve apenas para abrir e editar documentos já existentes, sendo necessário assinar o Office 365 para criar novos projetos.

Além disso, o OneDrive também pode ser sincronizado sem grandes problemas entre o seu novo notebook com Windows e o antigo dispositivo móvel da Apple. Outro app da Microsoft que pode ser usado no iOS é o OneNote, que também tem download gratuito. 

E você? Conseguiu trocar um Macbook ou iMac por um PC ou notebook com Windows sem enlouquecer com tantas mudanças? Conte-nos como foi a sua experiência no campo dos comentários!

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Como é a experiência de trocar o Mac pelo PC – Parte 3

A terceira parte deste especial que fala sobre como é a experiência de trocar um Mac por um PC ou notebook com Windows vai falar sobre os desafios com relação aos softwares. Isso porque muitos programas essenciais para o dia a dia são diferentes em ambos os sistemas, e há aqueles que não têm versões tanto para Mac quanto para Windows, sendo necessário escolher um substituto.

(Se perdeu, leia também as partes 1 e 2).

 Não se pode ter tudo

A boa notícia é que o Windows oferece alternativas para a maioria dos softwares nativos da Apple. Por outro lado, não se pode esperar contar com exatamente os mesmos recursos e ferramentas dessas opções. Por exemplo, o Messages e o FaceTime são exclusivos entre dispositivos Apple, bem como o AirDrop (muito útil para compartilhar arquivos rapidamente, sem fios).

Como mensageiro, talvez a saída seja utilizar o Skype, que funciona em qualquer plataforma fixa e móvel. Já para armazenar arquivos em nuvem e poder baixá-los quando e onde desejar, o Dropbox é uma boa opção.

 Mas o iCloud continua funcionando

 Se você tem um montão de arquivos armazenados em seu iCloud, fique tranquilo: o serviço também funciona no Windows. Basta fazer o download do iCloud para Windows e administrar seus backups normalmente.

Outras opções de serviços de armazenamento em nuvem são o Microsoft OneDrive, que oferece 5GB gratuitos e cobra apenas dois dólares por mês para expandir esse espaço para 50GB; e o já mencionado Dropbox, que funciona em qualquer sistema operacional oferecendo 2GB gratuitos e cobrando 10 dólares mensais para que esse espaço seja aumentado para 2TB.

 Clientes de e-mail

No Mac, o cliente de e-mail padrão é o Mail, que pode também ser usado no Windows (mas com funcionalidades limitadas). Já o Microsoft Outlook, que faz parte do pacote Office, oferece uma imensidão de ferramentas e também pode ser acessado em um Mac por meio do Office for Mac.

Já quem não quiser gastar nenhum dinheiro para administrar seus e-mails, pode escolher o Mailbird, que pode ser controlado pelo teclado, mouse e pelo toque na tela.

 Calendários

O aplicativo de Calendário do Windows 10 é compatível com o iCloud – ou seja, todos os seus compromissos previamente agendados em seu Mac poderão ser transportados para o novo notebook.

Notas

Quem está acostumado a fazer anotações no Notes do Mac precisará se adaptar a outras opções, como o bom e velho Bloco de Notas. Mas quem quiser um software mais completo, pode contar com o Microsoft OneNote, que funciona em harmonia com versões para Mac, Android e iOS. Ou seja, é possível sincronizar uma mesma conta em diversos dispositivos, podendo salvar notas independentemente de qual aparelho estiver em uso.

Softwares de produtividade

No Mac, a melhor opção para editar arquivos de texto é o Pages, enquanto o Sheets é o mais adequado para trabalhar com planilhas. Já no Windows, é indiscutível que a melhor saída é contar com o Microsoft Office, que oferece os velhos conhecidos Word e Excel. Há quem utilize o Office no Mac, mas sua versão para Windows é muito mais completa.

Já quem não deseja investir dinheiro com esses softwares, pode escolher uma alternativa gratuita, como o LibreOffice, por exemplo. Ou, ainda, optar por trabalhar online contando com as vantagens do Google Drive, que permite criar, salvar, editar e baixar aquivos de texto, planilhas e slides 

Na quarta e última parte deste especial, falaremos sobre as dores de cabeça que usuários de iPhone e iPad acabam tendo quando decidem trocar seu Macbook por um notebook com Windows. Mas nem tudo está perdido: a boa notícia é que é possível sincronizar os dispositivos sem precisar trocar, também, de celular.

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Gostou do áudio recebido no WhatsApp? Salve-o para ouvir quando quiser!

Os áudios do WhatsApp chegaram com força total e já provaram que vieram para ficar. Devido à praticidade, eles são muito usados no dia-a-dia. Além disso, permitem que a mensagem seja enviada com maior clareza, já que você sabe exatamente o tom que a pessoa utilizou quando proferiu as palavras. A popularidade dos arquivos cresceu e, com ela, o número de mídias no celular, ocupando cada vez mais espaço de armazenamento e se perdendo no emaranhado de conversas constantes no aplicativo.

Se você achou um áudio incrível devido ao humor, valor sentimental ou qualquer outro motivo e não quer perdê-lo entre tantas mensagens ou na limpeza de mídias, é possível salvá-lo em outros locais. Você pode armazenar áudios enviados para você ou por você, ou outros arquivos de mídia como vídeos, documentos e fotos.

Segue o passo-a-passo para que você nunca mais perca as mensagens especiais no Android ou iOS:

No Android:

1. Localize o áudio que deseja salvar. Mantenha o dedo pressionado sobre ele até que as possíveis ações apareçam na barra verde superior.

2. Selecione a opção de compartilhamento de mídias, representada pelo símbolo indicado na imagem abaixo.

3. Escolha como quer salvar ou enviar o áudio desejado. Os contatos mais comuns do WhatsApp e do Facebook Messenger aparecem na parte superior da tela, enquanto outras formas de envio são mostradas na parte inferior do visor.

No iOS 

1. Assim como no Android, é necessário encontrar o áudio escolhido e mantê-lo pressionado até que as opções surjam na tela.

 

2. A barra preta com as opções “ Responder”, “Encaminhar” e “Apagar” aparecerá acima do áudio. Selecione “Encaminhar”

3. Escolha a maneira que seu arquivo será armazenado. As principais formas de salvar o áudio aparecerão direto no app, mas é possível clicar na opção “Mais” representada pelos três pontos e selecionar outras maneiras de salvar ou enviar seus arquivos.

Encaminhar o arquivo para você mesmo por e-mail pode ser uma forma interessante de backup. Usar plataformas na nuvem, como Google Drive e iCloud Drive, também é uma opção segura de mantê-los salvos. Outras formas de mídia, como fotos, também podem ser salvas e enviadas dessa maneira.

Gostou do nosso tutorial? Conte pra nós nos comentários!

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Personalização: como utilizar temas ‘secretos’ do Windows 10 em seu PC

Você é daqueles usuários que adoram personalizar o computador para que tudo fique com a sua cara? Então a atualização Creators Update vai te agradar. Ela possui diversas novidades: luz noturna para prejudicar menos os olhos, adição de modo de jogo, atualizações no navegador Edge e, por fim, a utilização de diversos temas que estão disponíveis na Windows Store – mas que não são tão fáceis de achar.

Uma vantagem de utilizar os temas disponibilizados pela Microsoft é que não há riscos de vírus e outros conteúdos que possam prejudicar o computador – o que é extremamente tranquilizador, já que é comum que softwares de personalização sejam uma porta de entrada para malwares de diversos tipos.

Temas personalizados do Windows 10

Os novos temas trazem mudanças completas para o seu computador: possuem alterações no papel de parede, na cor da barra de ferramentas, nos sons do sistema e até mesmo no cursor do mouse. Os novos temas contêm imagens de paisagens, fotografias de cidades, ilustrações, fotos de animais selvagens e domésticos, imagens da natureza e muito mais. Ao abrir algum deles, a Windows Store sugere outros parecidos para o usuário, de modo que sempre haverá variedade de opções para escolher.

Veja como encontrar e escolher os temas:

  1. Acesse o aplicativo de Configurações do Windows 10.
  2. Clique em “Personalização”.
  3. Depois, vá em “Temas”.
  4. Na parte inferior da janela, procure “Aplicar tema” e, em seguida, clique em “Obter mais temas na loja”.
  5. Uma nova janela abrirá, com a seção de temas “escondidos”. Agora, é só procurar e baixar aquele que mais te interessar. Ele será veiculado à sua conta, mas ainda não será aplicado.
  6. Após selecionar o tema, volte em Configurações > Personalização > Temas, e selecione o que você baixou.
  7. Clique em “Usar tema personalizado”. Pronto!
  8. Se você quiser voltar para o anterior porque enjoou ou sentiu falta do tradicional, é só refazer o processo e retornar ao tema padrão do Windows.

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Mãe de CEO do Uber morre em acidente nos EUA

Parece que as nuvens negras estão mesmo pairando sobre a Uber. Ao mesmo tempo em que enfrenta perda de executivos, processos contra seu modelo de negócios e escândalos envolvendo declarações indevidas por parte de seus dirigentes, Travis Kalanick encara, agora, a perda de sua mãe em um acidente de barco nos EUA. Na última sexta-feira (26), Bonnie Kalanick e seu marido, Donald, bateram a embarcação em que estavam contra uma pedra no lago Pine Flat, no condado de Fresno, Califórnia. Bonnie, 71, morreu e Donald, 78, encontra-se em estado crítico.

Em um comunicado, a Uber chamou o incidente de “tragédia indescritível” e confirmou que o pai de Travis continua em estado grave. “Nossos pensamentos e orações estão com Travis e sua família nesse período difícil”. Um email enviado aos funcionários também confirma que o estado de saúde de Donald inspira cuidados.

As autoridades de Fresno afirmaram, também em um comunicado, que as investigações relacionadas ao acidente estão em andamento e que uma autópsia está programada para hoje (28).

A proximidade de Kalanick com seus pais era notória. Há algumas semanas, ele fez um post no Facebook comemorando o Dia das Mães. “Eu amo minha mãe, seu amor infinito e seu grande coração cada dia mais”.

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Esqueceu algo no Uber? Veja como recuperar

Esquecer ou perder um objeto dentro do carro não é algo difícil de acontecer, inclusive parece ser mais frequente do que imaginamos. Essa situação chata pode ocorrer quando estamos distraídos, confortáveis, ou até mesmo cansados. Mas o fato se torna um problema quando acontece em táxis ou ou aplicativos de caronas, como o Uber.

Quando acontece em um táxi, a situação fica um pouco mais complicada, pois em muitos casos a forma de trabalho ainda é tradicional, sem a ajuda de um aplicativo. Mas falando do Uber, o problema é muito fácil de resolver. Saiba como:

1 – Para começar, deixe o aplicativo de lado e acesse o site www.uber.com. Agora, clique em entrar no canto superior direito para fazer o seu login;

2 – Em seguida, o site vai mostrar as opções de login para usuários e motoristas. Escolha “Entrar como usuário”;

 

3 – Agora, o site vai dar duas opções de login: por número de telefone ou email, ou ainda pedindo acesso pela sua conta do Facebook;

4 – Ao entrar na sua conta, uma lista será exibida com todo o seu histórico de viagens. São listadas as datas, nome dos motoristas, valor, cidade e formas de pagamento. No canto esquerdo, um menu parecido com o do aplicativo para smartphone mostra a opção “Perdeu algum objeto?”. Clique nele ou acesse uber.com/lost

5 – Nesta etapa, o site do Uber exibe a informação sobre como vai funcionar o procedimento de contato com o motorista para comunicar a perda. Clique em “Entre em sua conta para obter ajuda”;

6 – O próximo passo do procedimento é selecionar a corrida na qual o seu objeto foi perdido. Assim como foi mostrado acima, esta nova lista exibe a data, valor da corrida e o modelo do carro;

7 – Depois de selecionar a corrida em que o incidente aconteceu, o site vai mostrar um campo para digitar o seu número de telefone. Com isso, o Uber vai fazer uma ligação para o seu telefone e para o motorista ao mesmo tempo, criando uma conexão entre ambos para que o problema seja conversado. Caso não haja resposta, você pode deixar uma mensagem de voz e aguardar o retorno em até 24 horas;

8 – Caso o problema não seja resolvido da forma acima, você ainda pode escolher outra opção. Acesse este link para comunicar o Uber diretamente sobre o objeto perdido. O campo exibido pede uma breve descrição do item e todos os detalhes de como tudo aconteceu.

Para que o problema seja resolvido de maneira efetiva, o Uber deve ser comunicado o quanto antes. Procure não deixar de citar nenhum detalhe do objeto, de como aconteceu a perda, o local de partida e chegada de viagem, entre outros dados que podem ser acessados no próprio site da companhia ou aplicativo.

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Como é a experiência de trocar o Mac pelo PC – Parte 2

Na primeira parte deste especial, eu contei como foi a minha tragédia pessoal de perder um MacBook por conta de um vacilo, voltar a usar Windows e, poucos anos depois, comprar um novo MacBook, que teve seu teclado danificado graças a um inesperado xixi de gato. Agora, a segunda parte traz considerações importantes a serem feitas na hora de escolher seu novo notebook para substituir um Macbook.

Notebooks com Windows estão disponíveis em uma enorme variedade de fabricantes e modelos no mercado – diferentemente dos MacBooks, que se limitam a uma linha mais compacta de produtos. E com tantas opções à sua frente, às vezes fica difícil escolher qual a melhor para você (em especial se considerarmos um caso como o meu, em que precisei arrumar uma nova máquina de um dia para o outro para continuar trabalhando normalmente). Ainda, quem está usando Mac há muito tempo pode se ver um tanto quanto perdido nessa missão, já que provavelmente não tem muita familiaridade com os computadores da concorrência.

Para quem ainda tem um MacBook funcionando, tente um dual-boot com Windows

Essa dica vale somente para quem ainda tem seu MacBook funcionando: você pode se familiarizar com o sistema operacional da Microsoft antes de comprar uma nova máquina. Para isso, basta usar o Boot Camp Assistant, que permite aos computadores da Maçã terem um dual-boot com Windows.

Definindo suas necessidades

Antes de se deixar levar pela ansiedade e comprar aquele notebook que seu amigo recomendou, é preciso ter bem definidas quais são suas necessidades para com essa máquina. Que recursos você acha indispensáveis em seu Mac, e quais as alternativas que o Windows oferece? Você usará o novo notebook somente para o dia a dia, ou a máquina também servirá para trabalhar? As ferramentas que você utiliza para o seu trabalho no Mac também estão disponíveis no Windows?

Essas são apenas algumas questões a se considerar antes de escolher o modelo de seu novo notebook. Por exemplo, se você usa o Mac em conjunto com um iPad para trabalhar, será que não vale a pena investir em um notebook que também possa ser usado como tablet? Uma boa opção para este caso é o Surface Pro, da Microsoft, que pode ser usado tanto como um notebook, quanto como um tablet.

 A CPU é muito importante

Usuários de Mac não têm muitas opções de CPUs para escolher, já que a Apple costuma trabalhar basicamente com a Intel. Já com PCs e notebooks com Windows, a variedade de fabricantes e modelos de processadores é enorme.

Caso você precise de uma máquina para jogar ou trabalhar com softwares pesados de edição de vídeos, por exemplo, o mais recomendado é investir em um computador com processador Core i7 para ter a certeza de que a máquina vai “segurar o tranco”. Já para quem usa programas de edição de imagens e dá uma jogadinha de vez em quando, um Core i5 pode atender às suas necessidades tranquilamente.

Memória e armazenamento não devem ser desconsiderados

Muitos “micreiros” seguem a máxima que diz: quando o assunto é memória RAM e espaço em disco, compre o máximo que seu bolso permitir. Quanto mais capacidade de memória você puder adicionar à sua máquina, mais rapidamente o sistema trabalhará (especialmente quando estiver com muitos programas abertos simultaneamente). E o mesmo vale para a capacidade do HD, que, quanto maior, mais arquivos caberão sem que seja necessário ficar fazendo backups em HDs externas e mídias físicas. 

Ah, e vale a pena investir em SSDs no lugar dos tradicionais discos rígidos, já que essa nova tecnologia é mais silenciosa e o SSD acessa a memória flash mais rapidamente, tornando o uso do computador mais veloz. Além disso, um SSD é mais estável e resistente do que um HD convencional – sendo atualmente a melhor opção de armazenamento para notebooks.

 Fique ligado aos gráficos e à qualidade do display

Existem notebooks com telas entre 10 e 17 polegadas (e há pouco tempo a Acer lançou o Predator 21 X, que tem uma tela curva monstruosa de 21 polegadas). Para determinar qual o tamanho do display é o mais adequado para o seu caso, basta pensar no uso que você faz da máquina. Por exemplo, quem trabalha editando fotos, criando designs ou precisa trabalhar com softwares diferentes abertos na mesma tela, acabará se sentindo melhor com displays maiores.

É preciso ter em mente que, quanto maiores as dimensões do display do notebook, mais bateria a máquina vai consumir. E um aparelho com uma tela grande precisará de um espaço maior para ser acomodado – então para quem precisa transportar o notebook por aí talvez a melhor escolha seja uma tela de 13 polegadas mesmo.

Já quanto à resolução da tela, há várias opções de displays que oferecem resolução de 1080p, mas quem está numa situação financeira mais confortável pode investir em uma tela de 4K. No entanto, essa opção mais “parruda” acaba sendo necessária mesmo somente para quem trabalha editando vídeos nessa resolução.

Teste modelos diversos antes de bater o martelo

Não vai adiantar muita coisa comprar um notebook com especificações de ponta, se você  acabar não gostando de digitar em seu teclado, ou não se afeiçoar com a “carinha” dele. É importante visitar lojas de computadores e gastar um tempinho testando as opções mais atraentes, não somente digitando em seu teclado para sentir se ele é ideal para você, como também testando a qualidade de seus speakers e conferindo se o modelo oferece uma quantidade suficiente de portas USB de acordo com a sua necessidade.

Na terceira parte deste especial falaremos sobre os desafios de trocar um sistema operacional com o qual você já está acostumado por um outro que, apesar de não ser um bicho de sete cabeças, pode dar um pouquinho de dor de cabeça até que você se acostume com seu “jeitão”.

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Ditado? Conheça a função que transforma voz em texto no WhatsApp

Desde que a mensagem de voz foi lançada no WhatsApp, as conversas usando som são unanimidade para acelerar o ritmo e deixar o papo mais interessante, certo? Na verdade, não. Algumas pessoas simplesmente não gostam de receber áudios, principalmente se eles forem grandes e, consequentemente, demorados. Mas se você acha que falar é muito mais prático que escrever, o aplicativo permite que você dite a mensagem e ela seja enviada por meio de texto.

A função “ditado” não é conhecida por todos mas é facilmente encontrada sem qualquer instalação extra ou necessidade de outros aplicativos (além do próprio WhatsApp, é claro). Presente no iOS e Android, o ícone é similar ao utilizado para enviar mensagem de voz, mas está localizado “dentro” do teclado, e não naquela área separada exclusiva do popular mensageiro.

No iOS, o botão fica ao lado da barra de espaço.

Já no GBoard, teclado padrão do sistema operacional da Google, os dois ícones de microfone estão próximos. Para usar a função “ditado”, clique no símbolo localizado na barra cinza, destacado na imagem por um retângulo vermelho.

Como a maioria das fabricantes usa interfaces Android personalizadas, pode haver pequenas variações de posição ou design do botão. Nesses casos, procure o ícone em outras áreas do seu teclado

Diferente da mensagem por voz, você não precisa pressionar o botão durante toda a fala. O próprio software percebe quando você termina e transforma seu recado em texto escrito. Após a transcrição da fala, ela não é enviada automaticamente. Assim, é possível corrigir possíveis erros de interpretação e pontuações.

As risadas são compreendidas e traduzidas para “hahahahah”. Até os palavrões são captados e assimilados mas, no Android, só a primeira letra é exibida e as outras são transformadas em asterisco. Nos nossos testes, no entanto, com o smartphone configurado para português como idioma principal e inglês como secundário, as expressões grosseiras comuns da língua norte-americana foram transcritas sem restrições.

E funciona mesmo?

Se você acha que essa é mais uma função-acessório que não exerce papel relevante, você está enganado. Dificilmente as palavras escolhidas saem de maneira inesperada ou diferente do que foi falado. Alguns erros podem aparecer, mas praticamente não acontece.

O iOS sai em ligeira vantagem pois entende pontuações, desde que também sejam ditadas. Enquanto “Oi vírgula você está bem ponto de interrogação” saia dessa maneira no sistema do robô, no smartphone da Apple é possível ler um texto com mais sentido: “Oi, você está bem?”. É verdade que pontuações não são regra máxima no WhatsApp ou qualquer outro mensageiro, mas mesmo assim, é uma adição interessante e que facilita o entendimento.

Mas como nem tudo são flores, existe um pequeno problema: há um delay entre o ditado e a transcrição do que foi dito. Esse atraso pode irritar algumas pessoas, que vão preferir digitar do que esperar o aparelho processar a informação.

E você? Já conhecia a função ditado? Acha útil ou um incremento sem muito sentido? 

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Como é a experiência de trocar o Mac pelo PC – Parte 1

A “treta” entre Mac e PC é antiga. Desde os anos 1980, o mercado se vê dividido entre escolher um computador da Apple para chamar de seu, ou um PC com Windows. Até que no início da década de 1990 surgiu o Linux, trazendo ainda mais pessoas para o mundo dos PCs. De um lado, fãs fervorosos da Maçã garantem que os Macs são melhores, mais estáveis e com recursos mais interessantes; do outro, pessoas que defendem o bom e velho PC com unhas e dentes.

Deixando a rivalidade de lado, há diversas situações em que nós acabamos precisando trocar um computador por outro. Por exemplo, ao entrar em uma empresa nova que só usa Mac, o funcionário que só está acostumado a utilizar PC precisará se adaptar ao sistema da Apple, enquanto quem tem os MacBooks e os iMacs no coração por vezes acaba se vendo usando um PC. Outro motivo que pode levar uma pessoa a trocar um pelo outro são problemas técnicos no computador, que, às vezes, não têm solução e por uma questão financeira a situação acaba exigindo abandonar as caríssimas máquinas da Apple e se contentar em usar um PC ou notebook com Windows mesmo.

Foi o que aconteceu com esta que vos escreve – duas vezes.

Urina de felinos domésticos não combina com MacBook

É isso mesmo: um dos meus nove gatos (sim, nove!) fez xixi no teclado do meu tão amado MacBook no início do mês de maio. Eu tenho o péssimo hábito de embalar meu sono assistindo a filmes ou séries com o notebook em cima da cama e, às vezes, acabo dormindo antes de ter tempo de pelo menos fechar a tampa do aparelho. 

Eis que naquela fatídica madrugada a gatinha mais nova da casa, que tem apenas seis meses e, portanto, ainda está na fase de fazer “artes” por aí, “carimbou” o teclado do meu MacBook com uma urina tão malvada que, no dia seguinte ao acordar, eu não estava conseguindo desbloquear o sistema para começar a trabalhar.

A pequena Rorschach causou um grande estrago no meu MacBook

Depois de um momento de desespero, percebi que um número que faz parte da minha senha não estava sendo digitado. Consegui por meio do terminal alterar a minha senha para um código que pudesse ser digitado corretamente e, ao testar tecla por tecla, descobri que várias letras também não estavam mais funcionando. O grande problema é que eu trabalho em home office como redatora – ou seja, ganho a vida escrevendo e usar o teclado virtual do macOS simplesmente não é uma opção para o meu caso.

Foi então que eu corri atrás de assistências técnicas para tentar resolver o problema o quanto antes. Depois de três negativas dizendo que “não tem como recuperar um teclado mijado”, encontrei um técnico que tentou recuperar as teclas, sem sucesso, e, então, a solução seria a troca do teclado do MacBook. O problema é que esse procedimento não sairia nada barato (afinal, qualquer reparo em dispositivos Apple acaba custando uma pequena fortuna), e em vez de correr e comprar um teclado Bluetooth para usar temporariamente, eu acabei preferindo tirar as teias de aranha do meu antigo notebook Dell XPS e trabalhar com ele até resolver o “causo”.

Mas esse não foi o único vacilo

Dessa vez, somente algumas teclas foram prejudicadas, não comprometendo o funcionamento do MacBook. Mas, há alguns anos, eu perdi uma máquina que estava tinindo por conta de um vacilo tremendo: em um momento de falta de coordenação motora impulsionada pela ingestão de bebidas alcoólicas, acabei derrubando meia garrafa de cerveja no teclado do MacBook – que desligou instantaneamente. Ao levar a máquina à assistência autorizada, recebi a triste notícia de que a peripécia havia causado um curto-circuito na placa-mãe do computador, não havendo solução além de guardar o HD (que, por sorte, não foi afetado) e vender as peças que puderam ser salvas. Na ocasião, o mesmo Dell XPS foi quem salvou a minha vida até que eu conseguisse comprar um novo MacBook.

Sendo assim, posso me considerar apta para falar sobre como é a experiência de trocar um Mac por um PC. Nesta série de quatro partes vamos falar sobre o que se deve levar em consideração na hora de escolher qual novo notebook adquirir, quais são os desafios ao trocar o macOS pelo Windows, e como continuar sincronizando dispositivos móveis da Maçã (como iPhone e iPad) mesmo não usando mais um MacBook ou iMac.

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Bug dos anos 90 pode derrubar Windows 7 e 8 – Hoje no TecMundo

Nova versão de uma falha antiga atinge versões mais recentes do Windows

Nesta edição do Hoje no TecMundo, veja que uma nova versão de uma falha dos Windows 95 e 98 agora está ameaçando as versões mais recentes do sistema, entre outros destaques. Os links das notícias estão logo abaixo.

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