Aprenda a adicionar playlists prontas no Spotify

O serviço Playlists.net permite que o usuário busque e adicione vários tipos de listas de músicas para serem ouvidas no seu PC ou celular através do app Spotify. Veja como:

1. Acesse Playlists.net e clique sobre a barra de busca.

2. Digite um estilo musical e aperte “Enter”. Note que várias listas serão exibidas.

3. Clique sobre uma das listas, e você poderá conferir todas as músicas que estão nela. Se você gostar e quiser adicioná-la ao seu Spotify, clique no botão “Follow Playlist”.

4. Uma janela vai se abrir. Clique em “Login to Spotify”.

5. Use a opção “Log in with Facebook” se a sua conta estiver sincronizada com a rede social, ou use seu nome de usuário e sua senha.

6. Clique em “Okay” para permitir a integração do site com o Spotify.

7. Abra o player do Spotify no computador, no celular ou na web e, na área de playlist, clique sobre a lista que acabou de adicionar. Pronto! Você já pode ouvi-la.

O site Playlists.net possui inúmeras playlists, então você deve achar o que deseja.

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via Novidades do TecMundo

KFC cria embalagem que se transforma em controle Bluetooth para jogos

Se você é gamer e curte um franguinho frito, o KFC pode se tornar a sua nova lanchonete favorita. Como é, eles lançaram algum jogo maluco? Não. Ou, pelo menos, ainda não. Na verdade, os caras resolveram criar uma embalagem para viagem que se transforma em um controle Bluetooth para o seu celular. Bizarro? Com certeza, mas mesmo assim não deixa de ser uma campanha bem bacana.

Com o nome singelo de Gamer’s Box 2.0, a caixa consegue – simultaneamente –conservar seu pedido quentinho e oferecer um acessório diferentão para a sua jogatina mobile. Como dá para conferir no vídeo abaixo, o projeto é muito bem pensado e aproveita cada elemento montado sobre a embalagem original da marca.

O dispositivo que segura a lata de refrigerante, por exemplo, serve para apoiar seu celular e conta com recursos de ajustes bem amplos para receber smartphones de todos os tipos e tamanhos. Além disso, as laterais do objeto trazem os verdadeiros astros desse gadget inusitado: direcionais e botões com uma disposição semelhante a encontrada nos controles de video games tradicionais.

As chances de conseguir um desses são bem limitadas

Parear o brinquedinho com seu aparelho é simples, bastando ativar o Bluetooth do seu telefone e apertar os atalhos “Home” e “X” do periférico para que tudo aconteça automaticamente. Infelizmente, a promoção parece fazer parte do catálogo do KFC indiano e conta com apenas dez unidades do equipamento/caixa – o que limita consideravelmente suas chances de conseguir um agradinho desses. E aí, será que a brincadeira chega ao Brasil?

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MIUI 9 é oficialmente anunciada; confira todas as novidades

Um dos diferenciais dos produtos Xiaomi, a interface MIUI foge um pouco do padrão de ódio do grande público quando o assunto são as modificações no Android. Praticamente um novo sistema operacional em cima do Android, ela acaba de ganhar a sua nona versão, apresentada oficialmente pela fabricante nesta quarta-feira (26) na China.

Os grandes destaques da MIUI 9 ficam por conta de um sistema mais rápido tanto na fluidez geral quanto na hora de abrir novos apps. A utilização dos aplicativos também ganhou um reforço importante com a otimização de hardware a fim de priorizar esforços nos serviços que você mais usa.

Assistente, busca e apps inteligentes

A relação com os aplicativos instalados em um smartphone também fica melhor na MIUI 9, isso porque ela conta com um sistema de lançamento inteligente. Basicamente isso consiste em sugerir aplicativos conforme aquilo que aparece na tela, colocando mais à mão os prováveis apps mais úteis ao usuário naquele momento.

Outra grande novidade da nova MIUI 9 é a presença de uma assistente pessoal inteligente que vai ajudar você a encontrar tudo dentro do seu dispositivo. Ela se junta à busca por imagens, que também foi aprimorada e está mais parecida com os recursos oferecidos pelo app Google Fotos, por exemplo. Agora, será possível encontrar fotos por pessoas, palavras-chave ou localização, por exemplo.

Temas, tela dividida e atalhos

Essas novidades se juntam às outras reveladas na última segunda-feira (24) na prévia oficial da Xiaomi. No início da semana, ficamos sabendo que a MIUI 9 traria suporte para tela dividida, três novos temas e também novos atalhos direto na tela de bloqueio do dispositivo.

Lançamento

Com 2,8 bilhões de usuários ativos em 142 países e em 55 idiomas diferentes, a MIUI é um fenômeno mundial. A Xiaomi confirmou que inicialmente a nova versão será disponibilizada apenas na China, mas deve chegar a todos os dispositivos compatíveis da companhia no final de setembro de 2017.

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Por que a Motorola está lançando tantos modelos de smartphone em 2017?

Você se lembra da “revolução da Motorola” em 2013? A empresa deu uma chacoalhada no mercado mobile com o Moto X de primeira geração e mostrou que era capaz de fazer um celular potente, bonito, pequeno e cheio de recursos incríveis. Esse aparelho levantou tanto o patamar dos aparelhos da marca que ela própria só conseguiu trazer um novo salto em inovação no ano passado, com a modularidade do Moto Z.

Em 2013, a Motorola estava nas mãos da Google e só lançou dois smartphones: o Moto X e o Moto G. Esse segundo também redefiniu o mercado de aparelhos intermediários que, sinceramente, era cheio de celulares terríveis. A ideia da empresa na época era lançar poucos modelos e, com isso, ser capaz de manter o foco no desenvolvimento e entregar mais qualidade. Fora isso, a marca conseguiu dar um suporte muito mais duradouro para esses celulares, já que não tinha tantos aparelhos naquele ano para atualizar e enviar correções. Com essa atitude, a Motorola virou a “queridinha do mundo Android”.

Primeira geração do Moto X inaugurou uma série de funcionalidades que a marca usa até hoje e também trouxe a personalização para o mercado mobile

Só que, em 2017, as coisas mudaram: nos primeiros sete meses de 2017, a Motorola já lançou oito celulares, e ainda temos o Moto M, que faz parte da atual geração, mas chegou no finalzinho de 2016. Há também a expectativa de que a fabricante coloque mais dois no mercado até o fim do ano. Então ficam as perguntas: o que mudou na Motorola? Porque a empresa está diluindo sua atenção e lançando tantos celulares diferentes? Será que ela vai conseguir dar o suporte adequado para todos esses modelos?

A julgar pela Samsung que — apesar de ter se esforçado para simplificar o seu catálogo — ainda é a campeã entre as marcas globais na quantidade de lançamentos, o caminho que a Motorola resolveu seguir é perigoso. A coreana tem o costume de simplesmente nunca atualizar seus aparelhos intermediários e básicos para uma nova versão do Android, e a qualidade e o desempenho desses celulares é comumente questionável. Na gana que lançar mais e com maior rapidez, a empresa deixou uma bomba literalmente explodir em suas mãos, o Galaxy Note 7.

O que diz a Motorola

Com tudo isso em vista, tivemos que questionar a Motorola para descobrir o porquê dessa mudança de atitude frente ao mercado mobile. Nós também questionamos qual o impacto que a empresa espera a partir dessa nova estratégia e se ela chegou a prever algum tipo de crítica negativa relacionada à quantidade de aparelhos lançados em um só ano, como já acontece com a Samsung e, em menor grau, com a LG.

Em essência, a resposta que obtivemos diz apenas que o Grupo Lenovo resolveu investir somente em uma marca no nosso mercado, a “Motorola”. Ou seja, provavelmente não veremos mais aparelhos Lenovo por aqui tão cedo. Caso você não saiba, a marca Motorola faz parte da do Grupo Lenovo, e o conglomerado chinês vem experimentando nos últimos anos o que fazer no seu setor mobile. Confira a resposta completa da companhia ao TecMundo:

Agora, o consumidor pode mais do que nunca contar com a Motorola independente de quanto quiser investir

“Como companhia, tomamos a decisão de investir em uma só marca na categoria: a Motorola, que é uma marca muito querida pelos nossos consumidores. Nossa estratégia continua focada em atender os diferentes perfis de consumidores: mantivemos a excelência e o sucesso da família Moto G — que só cresce — e trouxemos de volta uma opção ao segmento premium, mas com uma inovação nunca antes vista: a família Moto Z e os Snaps. Também demos novas opções para os segmentos intermediário e de entrada, com as famílias Moto E e Moto C.

A decisão de crescer o portfolio foi desenhada exclusivamente com as necessidades do consumidor em vista, entendendo que cada vez mais ele confia em seu smartphone como o grande aliado para sua jornada e desafios diários. Agora, ele pode mais do que nunca contar com a Motorola independente de quanto quiser investir.”

Correndo atrás da Samsung?

Apesar de a Motorola falar em atender o consumidor independente de quanto ele está disposto a gastar em um smartphone, podemos especular um pouco sobre outros motivos mais escusos referentes a essa mudança de posição no mercado.

A Motorola talvez acredite que a receita do sucesso da Samsung seja o tamanho do seu portfólio

Uma das principais possiblidades para incentivar a marca a seguir esse caminho pode ter sido a Samsung. A coreana está na liderança global no mercado de smartphones há muitos anos e tem experimentado uma boa folga no topo. Nem Apple nem novas marcas chinesas conseguem ameaçar a coreana no curto prazo, e a Motorola talvez acredite que a receita do sucesso da Samsung seja justamente o tamanho do seu portfólio.

A companhia tem múltiplas famílias de celulares, quase todas com três ou mais aparelhos diferentes à venda. Estamos falando das lihas Galaxy Note, Galaxy S, Galaxy A, Galaxy J e Galaxy J Prime. Há também aparelhos deslocados dessas famílias que fazem relativo sucesso e mesmo modelos mais antigos da Samsung continuam nas prateleiras.

Família Galaxy A para 2017; somente o A7 e o A5 estão no mercado nacional

Por outro lado, não precisamos dizer que, uma vez lançados, esses smartphones são essencialmente esquecidos pela Samsung. A marca só dá atenção para os modelos S, Note e, em menor grau, para os A. Será que a Motorola está pretendendo adotar um modelo similar? Ainda não temos como saber disso. Mas, em 2018, talvez tenhamos uma resposta.

“Fator Lenovo”

Depois da aquisição da Motorola pelo Grupo Lenovo, a companhia chinesa resolveu manter essa marca funcionando no mercado ocidental, onde ela sempre foi muito famosa e bem aceita pelos consumidores. Na Ásia, entretanto, smartphones Lenovo continuaram firmes e fortes.  Hoje, eles continuan presentes ma reigão, porém em uma quantidade menor, e a fabricante está levando com força a Motorola para a China e para a Índia.

A Motorola tem mais celulares diferentes à venda na Ásia do que aqui

Esses dois mercados são muito maiores e mais sensíveis a preços do que o brasileiro, por exemplo, e ter aparelhos em todas as faixas de preço — especialmente nas mais baixas — faz muito sentido por lá. Qualquer R$ 50 já faz com que boa parte dos consumidores desses países escolha aparelho X em vez de aparelho Y.

É por isso que a Motorola tem mais celulares diferentes à venda nesses países do que aqui. Na Índia, por exemplo, ainda é possível encontrar os três modelos da linha Moto X (Style, Play e Force) no site da marca e também o “misterioso” Moto M, que não deve chegar ao Brasil. Na China, só os Moto X não estão mais no site.

Então “samsunguizou” mesmo?

Sim, a Motorola expandiu seu catálogo a ponto de ser comparada com a Samsung. Se a marca terá sucesso com essa estratégia, ainda não sabemos. Mas, em suma, os nove aparelhos da atual geração são: Moto Z2 Force, Moto Z2 Play, Moto G5, Moto G5 Plus, Moto E4, Moto E4 Plus, Moto M, Moto C e Moto C Plus.

Espera-se ainda para 2017 o Moto Z2 comum, que talvez seja o grande lançamento da marca este ano, e há rumores do retorno do grande ícone da empresa na história recente; o Moto X. Seria ele o Moto X4?

Mas o que você achou dessa geração atual de celulares da Motorola? São bons aparelhos? Melhores ou piores que os antecessores? Dê a sua opinião nos comentários!

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Deixe o ódio fluir: Google adiciona autoplay de vídeos ao seu buscador

Quem odeia com todas as suas forças o recurso de autoplay de vídeos adotado por uma infinidade de sites e portais da internet, prepare-se para arranjar um espaço extra no seu coração para odiar a Google: a empresa acabou de implementar a ferramenta no seu serviço de busca. Ao que parece, a novidade está em fase de testes e começa a ser oferecida a alguns usuários da plataforma a partir desta quarta-feira (26).

A ideia é que o clipe substitua as imagens na coluna de informações sobre o tema que fica à direita da página quando a pesquisa envolver filmes, seriados ou outros assuntos relacionados a produtos multimídia. Uma busca pela data de lançamento do longa-metragem da Liga da Justiça, por exemplo, estampa um trailer da produção acima dos dados técnicos, de sinopse e do elenco da obra.

Sentiu o drama?

Felizmente, nem tudo é um pesadelo com essa empreitada da Gigante das Buscas. Para começar, a reprodução automática dos clipes é feita com o som no mudo, impedindo que você tome um susto ou seja incomodado com o material. Basta clicar no ícone do alto-falante para escutar o áudio original, caso você tenha interesse em se aprofundar mais no tema.

Além disse, pelo menos por enquanto, a iniciativa parece afetar apenas o site em sua versão desktop. Alguns rumores e pistas obtidos pelo Android Police, no entanto, indicam que as plataformas mobile podem, muito em breve, receber o recurso. É interessante notar, porém, que ainda que esses vídeos não tragam anúncios, a maioria deles se origina de uploads de terceiros no YouTube, e não das empresas detentoras dos direitos do produto.

Espaço extra para anunciantes e parceiros

O que isso significa? Que a Google pode começar a usar esse espaço extra para alavancar mais um formato de exposição para anunciantes e parceiros. Dessa forma, quem pagar mais pelo negócio acaba ganhando destaque em pesquisas relacionadas a produções e serviços em alta no momento. Partindo do princípio que a companhia de Mountain View tira o grosso dos seus ganhos da publicidade online, a ideia faz muito sentido mesmo que algumas pessoas se incomodem com a novidade, não é? Deixe o seu comentário sobre o assunto mais abaixo.

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FruitFly 2 é um vírus que invade e espiona Apple iMacs e MacBooks

O FruitFly apareceu pela primeira vez no começo desse ano alertando que computadores da Apple estavam vulneráveis. A companhia de Tim Cook rapidamente lançou patches de correção para o sistema macOS/OS X e deu a entender que “tudo estava seguro”. Porém, alguns meses depois, o FruitFly começou a rodar com mais potência e já está infectando iMacs e MacBooks por aí — por enquanto, esse número está em 400 máquinas.

De acordo com a empresa de segurança Synack, o FruitFly 2 tem a capacidade de invadir computadores da Apple e controlar a atividade de webcams, tela, mouse, teclado e até instalar outros softwares maliciosos no sistema.

Cerca de 90% dos 400 computadores Apple já infectados ficam nos Estados Unidos

“O FruitFly, o primeiro malware de 2017 para macOS e OS X, é um espécime bastante intrigante. Ele tem como alvo instituições biomédicas de pesquisa, e atuava sob o radar há muitos anos”, diz a Synack. O FruitFly invade computadores de duas maneiras — e como a maioria dos malwares: site malicioso que oferece download, aplicações maliciosas baixadas ou phishing via emails.

“O único motivo para esse malware ter passado despercebido até agora é porque ele mira alvos bem específicos, limitando a exposição. Contudo, não há evidência de quem está por trás dele. O único fato é que ele especificamente está atacando empresas de pesquisa biomédicas, o que pode ser encarado como espionagem”, comentou a Synack.

A empresa de segurança ainda notou que cerca de 90% dos 400 computadores Apple já infectados ficam nos Estados Unidos. Mesmo que o FruitFly 2 tenha alvos específicos, os cuidados sobre segurança para os usuários Apple continuam válidos — e que terminem as lendas sobre a “não existência” de malwares/ransomwares para sistemas da Apple.

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Qualcomm acusa gigantes da tecnologia de confundirem órgãos reguladores

Mais um capítulo na novela envolvendo a Qualcomm e a Apple, agora com ataques também a outras gigantes da tecnologia. A fabricante de processadores canadense se posicionou publicamente a acusou o grupo formado por alguns grandes nomes do setor de tecnologia de confundirem as autoridades ao sugerirem que a empresa tenta barrar a concorrência.

Para entender esse ponto, é necessário voltar algumas casas nesse imenso tabuleiro. Após ser processada pela Apple em janeiro acusada de cobrar royalties indevidamente, a Qualcomm solicitou à Justiça dos Estados Unidos a interrupção das importações de iPhones para o país norte-americanos que não usassem os chips de modem fabricados pela própria Qualcomm.

Como os iPhones e iPads que não usam os modens da Qualcomm utilizam peças fabricadas pela Intel, a Intel foi convidada pelas autoridades a se posicionar sobre a rival. Em comunicado, a companhia acusou a adversária de usar uma suposta violação de patentes por parte da Apple para tentar minar o avanço de sua última concorrente no setor de processadores mobile.

Qualcomm contra-ataca

Eis que agora, nesta quarta-feira (26), a Qualcomm se posicionou sobre os acontecimentos recentes, que incluem inclusive a formação de uma coalisão de gigantes como Apple, Intel, Facebook, Google e Amazon para combater as práticas de mercado supostamente pouco saudáveis da fabricante de chips.

Acusando o grupo de “confundir” as autoridades ao pintar as acusações da Qualcomm de tentativa de impedir o avanço da concorrência, a empresa alegou que não há nenhum problema na relação da Apple com outros fornecedores desde que isso não viole as suas patentes. “A Apple pode comprar e usar o modem LTE que ela preferir contato que isso não infrinja as patentes da Qualcomm”, declarou em comunicado.

Em resposta, a Maçã apenas reafirmou a postura de que a Qualcomm estaria “taxando a inovação da Apple” ao cobrar o licenciamento da tecnologia e também uma taxa extra a cada venda de iPhones ou iPads equipados com seus componentes.

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Mesmo em meio à crise, e-commerce brasileiro deve crescer em 2017

A crise econômica brasileira ainda causa reflexos perceptíveis em nossa sociedade. Além do aumento no desemprego, o consumo é outro aspecto que sofreu bastante. Porém, aqueles que querem continuar comprando encontram formas de fazer isso sem gastar muito. Uma delas é a busca por produtos na internet, apostando no e-commerce.

De acordo com um estudo recente do e-Bit, empresa de dados no mercado online pertencente ao grupo Buscapé, o e-commerce cresceu 5,2% no primeiro semestre de 2016 em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento em 2016 fechou em 8%, mas a expectativa é de que 2017 os números sejam ainda mais positivos.

Ainda segundo o e-Bit, o e-commerce brasileiro pode fechar o ano com uma alta de 10% a 15%. Essa é a previsão do presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da e-Bit, Pedro Guasti. “O ano foi bem difícil para a economia de forma geral e as lojas virtuais também foram impactadas pela crise, apesar de crescer em um cenário no qual a maioria apresenta queda”, diz.

Driblando a crise

De acordo com Guasti, uma das estratégias que as empresas devem usar em 2017 para aumentar as vendas é a oferta de cupons de desconto. O site http://ift.tt/1MBzW4i, por exemplo, é uma das plataformas que oferecem essa facilidade. Por meio do site, os consumidores podem buscar uma loja e verificar se ela oferece descontos por meio do uso de cupons.

No caso de lojas físicas, o que o CEO da e-Bit recomenda é uma ampliação do negócio para o mundo virtual. Segundo Guasti, há inúmeros exemplos de corporações que aumentaram bastante o faturamento com essa alternativa.

As pesquisas revelam que os consumidores que mais deixaram de comprar em lojas virtuais foram os da classe C, que representaram em 2016 cerca de 35% dos compradores, enquanto em 2015 eram 39%. No quesito comportamento do cliente, destaca-se o aumento da participação das compras por meio de dispositivos móveis. As transações via aparelhos portáteis devem representar 30% do total de pedidos, ante 20% em 2015, o que torna o mobile ainda mais importante para os varejistas brasileiros. 

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Geek City: evento em Curitiba anuncia as primeiras atrações

O evento de cultura pop Geek City anunciou as primeiras atrações confirmadas. Elas desembarcam em Curitiba em setembro, mês marcado para a realização da feira.

Para começar, o público fã de jogos terá a oportunidade de conferir um painel exclusivo da Konami com o gerente regional da desenvolvedora, Anibal Vera. Ele deve falar sobre Pro Evolution Soccer 2018, Metal Gear Survival e outros títulos.

O evento ainda será palco de decisões de campeonatos de Counter Strike: Global Offensive, Clash Royale e League of Legends. Eles são todos torneios organizados pela ESL.

Mais confirmações

A Paris Filmes terá um painel direcionado a lançamentos como “Os Guardiões” e “Jigsaw”, novo título da franquia Jogos Mortais. Está confirmada também a presença do apresentador Danilo Gentili, para falar a respeito da produção “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”.

Os dubladores Wendel Bezerra (voz por trás de Goku, Bob Esponja, Jackie Chan e muitos outros) e Ricardo Juarez (Johnny Bravo, Barney de “Os Simpsons” e Kratos) são os primeiros nomes confirmados da área. Eles devem falar sobre as respectivas carreiras e o mercado no Brasil.

Em quadrinhos, a Editora Novo Século estará presente com novidades no mercado brasileiro. Ela é famosa no meio pelo lançamento de HQs clássicas de Homem-Aranha, Doutor Estranho, Deadpool e X-Men.

Um campeonato de cosplays no palco está confirmado para os três dias de evento, com a presença dos cosplayers Vingaard e Yuki Lefay.

Quando?

O Geek City acontece em Curitiba de 1º a 3 de setembro de 2017 e os ingressos já estão à venda. Visite o site oficial para saber mais detalhes.

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Marinha dos EUA libera vídeo que mostra todo o potencial das railguns

Embora ela ainda não seja tão portátil quanto as armas de Quake 3 Arena e Quake Live, a railgun desenvolvida pela Marinha dos EUA realmente parece preparada para a batalha. O brinquedinho vem ganhando destaque desde 2012 e chegou a figurar em um vídeo de testes bastante impressionante em 2015. Agora, no entanto, o equipamento militar parece devidamente pronto para ser colocado à prova em condições reais de uso.

Um comunicado disparado pelo escritório de pesquisa do órgão informou que o projeto – baseado em propulsão eletromagnética e não em explosões – ficou mais encorpado e já é capaz de fazer salvas de disparos múltiplos em uma configuração de baixa energia. Claro que esse modo de ataque é temporário, uma vez que os militares querem expandir muito em breve a potência e a cadência dos tiros.

VIDEO

Segundo a ONR, a ideia é que, até o final deste ano, o canhão consiga disparar até dez projéteis por minuto com uma força de 32 megajoules. Parece pouco? Bem, vale notar que essa é praticamente a mesma energia gerada no impacto de 32 carros de uma tonelada colidindo, simultaneamente, a quase 260 km/h. Some a isso uma munição destruidora e de altíssimo calibre e a receita do caos e da danação está pronta.

Mesmo com avanços expressivos nessa iniciativa, a Marinha norte-americana ainda não sabe dizer com certeza quando a railgun será disponibilizada em sua versão final para destroyers da categoria Zumwalt. A expectativa inicial era que isso acontecesse em algum ponto de 2018, mas essa agenda tem altas chances de não ser cumprida.

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