Por menos de R$ 1.500, vale a pena trocar o Moto G6 Plus pelo Motorola One?

O Motorola One foi lançado há poucas semanas como o primeiro smartphone parte do projeto Android One no Brasil, que leva a versão mais pura do sistema a outros dispositivos. Custando quase o mesmo preço de lançamento do Moto G6 Plus, de menos de R$ 1.500, será que vale apenas abrir mão de um pelo outro? É sobre isso que falo a seguir.

Atualizações mais rápidas com Android One

O primeiro ponto deste breve comparativo diz respeito ao software, visto que o Motorola One, como seu nome sugere, faz parte do programa Android One, que leva uma versão menos modificada do sistema a outros smartphones com garantia de atualizações mais rápidas. Logo, este é o principal aspecto que você deve levar em consideração na hora de fazer sua escolha: o software e as atualizações são importantes para você?

Se forem, sua escolha deve cair sobre o Motorola One. O Android Pie chegará ao modelo até o final do ano, garantido também pelo Google, enquanto que o cronograma para toda a série Moto G6 é desconhecido até o momento. Com relação a velocidade na entrega de updates, o mesmo deve acontecer no próximo ano com a chegada do Android Q, isso se o Moto G6 Plus receber e se isso acontecer ainda em 2019.

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Software lado a lado / © AndroidPIT

O Motorola One tem, ainda, um ano a mais de atualizações do sistema garantidos, que são importantes para corrigir brechas e bugs do sistema. Ainda que o Motorola One possa ser levemente modificado pela fabricante, a experiência com o software é diferente aqui em vários sentidos, desde a interface até algumas limitações que o Moto G6 Plus não tem e que são nativas do Android.

Hardware e câmeras melhores com o Moto G6 Plus

Em termos de memória RAM, armazenamento e bateria, ambos os modelos são semelhantes, com pequenos detalhes os separando. O mais notável é o processador, o Snapdragon 625 no Motorola One e Snapdragon 630, do Moto G6 Plus. A série 600 é conhecida por ser bastante eficiente, mas entre estes dois modelos, contudo, o 630 vai melhor no multitarefa, em velocidade e carregamento de apps e jogos.

Vale lembrar, como eu disse acima, que o Android One permite mudanças no software, basta ver, por exemplo, que o app nativo do Motorola One não é o mesmo do Google Pixel, e existem aplicativos da Motorola pré-instalados. É impossível dizer que você receberá um software realmente “puro”, se é que isso ainda existe, visto que o diferencial no software mesmo gira em torno da garantia de updates mais rápidos.

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Câmeras em ação / © AndroidPIT

A câmera do Moto G6 Plus também é outro indicador de qualidade do aparelho. Faz poucos dias que o Motorola One chegou aqui na redação, mas a primeira coisa que me chamou atenção entre ambos foi a diferença na qualidade das câmeras. Isso não se dá, apenas, pelo fato dos megapixels serem maiores no Moto G6 Plus ou de sua câmera ser dupla, pelo contrário, se trata de qualidade do sensor e pós-processamento.Veja alguns exemplos:

Moto G6 Plus à esquerda, Motorola One à direita:

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Moto G6 Plus à esquerda, Motorola One à direita / © AndroidPIT

Os recursos de câmera do Moto G6 Plus são mais completos devido a câmera dupla presente no modelo. A câmera dele se mostra mais ágil no foco, no controle da exposição automática e na detecção de cena. Moto G6 Plus à direita, Motorola One à esquerda:

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Moto G6 Plus à direita, Motorola One à esquerda / © AndroidPIT

Tela do Moto G6 Plus é superior

Ao contrário da câmera, os pixels da tela de um smartphone contam bastante, assim como a qualidade do painel usado, que garante que nitidez, cores e brilho sejam bem representados. Não que o Motorola One tenha uma tela ruim, eu apenas não acho que ela seja compatível com o valor que é cobrado pelo dispositivo. 

O Motorola One tem uma resolução que já está se tornando ultrapassada, que é a HD. Você pode contestar isso dizendo que, no caso, o padrão aqui é HD+, mas isso nada mais é que o padrão comum com alguns pixels extras para preencher o aspecto de 18:9 da tela. No fundo, temos o bom (datado) e velho HD.

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Full vs. HD+ / © AndroidPIT

As cores e a nitidez da tela do Moto G6 Plus são superiores. O brilho também é melhor e, diga-se de passagem, muitas telas do sistema não combinam com o notch no topo da tela. Você pode gostar do entalhe, sem problemas, mas, se ele foi uma alternativa usada para que o aparelho pudesse tirar máximo proveito de sua parte frontal preenchendo-a maioritariamente com o display, que sentido tem destinar um espaço enorme no rodapé para o logo da Motorola? 

Até mesmo nesse ponto o Moto G6 Plus sai na frente, pois traz um botão biométrico e de navegação por gestos pelo sistema que tornam sua frontal mais equilibrada esteticamente. 

O que mais divide o Moto G6 Plus do Motorola One?

A resposta é: pouca coisa. Dimensões contam, claro, além dos pontos que separei acima que, em minha opinião, são os mais críticos. Ambos tem tecnologia de áudio da Dolby nos alto-falantes, acabamento em vidro, USB-C e carregamento turbo, além de certificação contra respingos d’água. Os preços variam bastante, com o Motorola One custando em média 5% a menos do preço de lançamento, cerca de R$ 1.422, enquanto o Moto G6 Plus pode ser facilmente encontrado por R$ 1.410 no varejo online.

Com qual deles você fica ou ficaria?

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Testes confirmam: tela do Pixel 3 XL é a melhor do mercado

Na semana passada, o Google apresentou ao mundo seus mais novos smartphones da linha Pixel. Os modelos Pixel 3 e Pixel 3 XL foram lançados sem grandes mudanças aparentes, onde o modelo menor se parece muito com o Pixel 2 XL. Já o Pixel 3 XL além de bordas menores, trouxe em sua tela o polemico notch.

Mesmo que visualmente pouca tenha mudado quando o assunto é qualidade, o Google capricha e sempre traz o melhor. Um exemplo é a câmera do Pixel 2 XL que até hoje tem uma das melhores pontuações no site especializado em câmeras “DxOMark”. A surpresa da vez fica por conta da qualidade da tela do Pixel 3 XL, que foi considerada a melhor dentre todas as lançadas até o momento.

Segundo o DisplayMate (site especializado em analises de telas), a tela OLED do aparelho da Google é melhor por combinar recursos extras, como um display que entrega um conjunto de pixels que aumentam a nitidez, além de aproveitar melhor a tela sem aumentar o tamanho do smartphone. Os testes ainda apontam uma precisão de cor incrível, superior até mesmo as cores do Galaxy Note 9. Outro grande destaque fica por conta da baixa taxa de reflexo, que segundo o site é a menor dentre todos os outros smartphones já testados.

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Tela do Pixel 3 XL considerada a melhor entre todos os smartphones / © AndroidPIT

Já a parte negativa da tela está no seu brilho máximo que entrega resultados inferiores com relação aos grandes concorrentes como iPhone XS e o Note 9. A tela do Pixel 3 XL também conta três modos de cor diferentes, sendo eles; HDR, “Always On Display” e modo noturno, sendo estes mais alguns pontos positivos citados pelo DisplayMate. Por fim o DisplayMate finalizou a analise com a seguinte frase: “Certamente a tela do Pixel 3 XL é melhor do que qualquer atual smartphone, TV UltraHD, tablet, laptop e monitor de computador”.

No primeiro teste realizado de um componente o Pixel 3 XL superou todos seus concorrentes, obtendo a sim a nota A+ que é a maior de todas na pontuação do site. Particularmente estou muito ansioso para ver como o smartphone vai se sair nos testes de câmeras realizados pelo “DxOMark”.

E você, acha que o Pixel 3 XL vai superar seus rivais em cada teste submetido?

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YouTube ganha versão beta na Play Store; saiba como baixar

O YouTube ficou offline durante a noite da última terça, mas o serviço voltou a ar com uma novidade bem interessante para os usuários do Android. O programa público de testes beta foi lançado no Google Play e levará novidades antecipadas aos participantes. 

Poucos serviços do Google não contam com versões betas disponíveis na Play Store. A novidade agora é a chegada do YouTube beta, que antecipará novidades da plataforma aos participantes do programa. Você pode facilmente participar dos testes seguindo os passos abaixo:

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YouTube beta / © AndroidPIT (captura de tela)

Com a plataforma preliminar de testes aberta ao público, o Google deve lançar novidades com mais prioridade aos usuários do Android, algo que não vinha acontecendo. O tema escuro, por exemplo, chegou meses antes no iOS, apesar deste ser uma reivindicação antiga dos usuários do sistema da empresa. Também é esperado que o YouTube passe por mudanças profundas nos próximos meses para otimizar sua integração com o YouTube Music, que assumirá o lugar do Google Play Música.

Você já está participando dos testes?

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Primeiras impressões do Huawei Mate 20 Pro: sonho de consumo distante

A Huawei costuma lançar dois topos de linha durante o ano, sendo o primeiro no primeiro semestre e o segundo na segunda parte do ano. As linhas P e Mate representam essa aposta da gigante chinesa, que apresentou agora o Mate 20 Pro, modelo que tem três câmeras na traseira. A seguir, nossas primeiras impressões sobre o dispositivo.

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Visual padrão do mercado

O ano é 2018 e, de acordo com a regra do mercado, o smartphone perfeito deve ter corpo feito em vidro, poucas bordas na frente, moldura em alumínio, mais de uma câmera e, se possível, notch no topo da tela. Basicamente, isso é tudo que o Mate 20 Pro oferece.

O Mate 20 Pro será vendido em cores e acabamentos diferentes, como o crepúsculo, que é uma espécie de degradê de cores. A versão mais curiosa é a verde escuro, que conta com riscas que inibem o deslizamento do aparelho nas mãos e em superfícies menos planas. Esse efeito é conhecido no mercado como Hyper Optical Pattern, ou “estampa óptica” em tradução livre. 

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Mate 20 e 20 Pro / © AndroidPIT

A espessura do Mate 20 pro é de 8,6 milímetros, visto que a Huawei está investindo numa bateria maior que a usada na geração anterior. A traseira é ligeiramente curva e a moldura ao redor das lentes é levemente proeminente. Na frente, bordas curvas nas laterais e entalhe no topo, que agrada e desagrada.

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Acabamento da traseira / © AndroidPIT

Tela que chama atenção à primeira vista

A Huawei sempre costuma investir em grandes resoluções e tecnologias para seus aparelhos, principalmente no que diz respeito ao display. O Mate 20 Pro não foge à regra, com tela enorme de 6,39 polegadas, resolução QHD+, de 3.120 x 1.440 pixels, totalizando 537 ppi. O painel OLED chama bastante atenção com cores bem pronunciadas, constraste e brilho alto e ótimo nível de nitidez.

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OLED 2K / © AndroidPIT

No caso, não apenas os números técnicos impressionam, como também a experiência na prática, mesmo à primeira vista. É válido destacar, contudo, que o Mate 20 Pro não traz nenhuma função ou recurso específico para as bateria curvas da tela, como é o caso da série Galaxy S8. Essa característica ajuda, no entanto, no manuseio do aparelho que é consideravelmente grande.

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Bordas da tela são curvas / © AndroidPIT

Android Pie e biometria sob a tela

O Mate 20 Pro sai de fábrica rodando com Android Pie e a interface EMUI 9. A interface da Huawei está mais clara e simples de usar, com controles mais acessíveis e configurações mais organizadas. Um dos destaques do software é o aplicativo nativo que gerencia senhas e as protege com biometria ou reconhecimento facial. Você pode gravar no app logins e senhas virtuais e outras. 

Huawei costuma enviar pré-instalado inúmeros apps, como serviços de armazenamento em nuvens e outros que funcionam só com acessórios vendidos à parte pela marca, como o Huawei Easy Projection, que projeta a tela do celular num monitor e exibe uma versão do Android inspirada no ChromeOS.

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Mate 20 Pro roda com Android Pie / © AndroidPIT

O Mate 20 Pro conta com sensor biométrico e de reconhecimento facial dedicas. A novidade aqui é a biometria sob a tela, ou seja, o sensor de digitais integrado ao display. Essa tecnologia deve chegar a fabricantes mais populares fora da China a partir do ano que vem. Apesar de ser demorado o processo de registro da digital na tela, o sensor funciona rapidamente depois de configurado.

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Cadastramento do reconhecimento facial / © AndroidPIT

Para o reconhecimento facial, a Huawei investiu em um sensor infravermelho que torna o escaneamento do rosto do usuário mais rápido em ambientes com pouca luz. 

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Biometria sob a tela / © AndroidPIT

Rápido como um flash

O processador do Mate 20 Pro é o Kirin 980, um dos mais rápidos do mercado. O espaço interno é outro diferencial do produto, que estará disponível em variantes de 128 GB e 512 GB. O slot para cartão SIM ganhou um upgrade, abandonando o espaço para microSD e adicionando o suporte a cartões NM, que são menores que o nano SIM, mas que poucas empresas usam. Esse tipo de cartão, contudo, está se tornando tendência na China.

Com relação a bateria, o Mate 20 Pro ganhou 5% a mais de capacidade em comparação com o Mate 10 Pro. É claro que o processador consideravelmente mais potente pesa na autonomia do dispositivo. O carregador que vem na caixa tem 40 watts de potência e carrega 70% da bateria em 30 minutos.

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Armazenamento de 128 GB / © AndroidPIT

Agora, o que mais chama atenção no modelo é a recarga sem fio, no padrão Qi, que é compatível com carregadores wireless de até 15 watts de potência. Isso porque a Huawei está usando uma tecnologia conhecida como “recarga sem fio reversa”. Essa tecnologia permite que outro smartphone que use o padrão Qi possa servir para carregar o Mate 20 Pro. Lembrando que era possível fornecer energia a outros modelos apenas com adaptador USB-C, e isso variava bastante de acordo com a marca.

Três câmeras e poucas surpresas

Câmera tripla não é uma novidade entre os modelos da Huawei, o que acontece no Mate 20 Pro é uma leve adaptação para os padrões do mercado. O sensor monocromático foi removido, este fazia fotos em tons cinza ou em preto e branco em menor resolução, dando espaço a um conjunto de três lentes de alta resolução fabricadas pela Leica:

  • 1. Sensor de 8 MP, lente de 83 mm focal, abertura f/2.4 e OIS (estabilização óptica);
  • 2. Sensor de 40 MP, lente de 27 mm focal e abertura f/1.8;
  • 3. Sensor de 20 MP, lente de 16 mm focal e abertura f/2.2.
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Câmera tripla do Huawei Mate 20 Pro / © AndroidPIT

Apenas uma lente conta com estabilização e, pelo software, o usuário pode combinar diferentes distâncias focais e aberturas de ângulos. No app de câmera tudo funciona bem, bastando deslizar de um lado para o outro para mudar a distância focal das lentes. Cada lente permitirá resultados diferentes, sejam mais amplos, mais próximos ou com aproximação regular do cenário ou do rosto do usuário em caso de selfie.

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Ângulo aberto e fechado / © AndroidPIT

Apesar de contar com um modo monocromático no aplicativo, a lente especifica para essas imagens não está mais presente no Mate 20 Pro. Os resultados não são iguais, visto que esse recurso adiciona um filtro. Os filtros para vídeos são lentos, principalmente aqueles que usam realidade aumentada. Além disso, o software erra bastante no modo retrato monocromático, onde só as pessoas ficam coloridas (imagem abaixo), e também no novo modo de vídeo bokeh, que desfoca automaticamente o fundo de vídeos.

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Modo de foto monocromatica / © AndroidPIT

A ideia das lentes é boa, mas na prática, a Huawei precisa melhorar muito o software para não desagradar o usuário. Neste primeiro momento, apesar de ter resultados promissores, o conjunto da obra pouco agrada ou surpreende. As novidades, como o vídeo bokeh e filtros em tempo real, estão bem inconsistentes.

Huawei Mate 10 Pro – Especificações Técnicas

Dimensões: 154,2 x 74,5 x 7,9 mm
Peso: 178 g
Tamanho da bateria: 4000 mAh
Tamanho da tela: 6 polegadas
Tecnologia da tela: AMOLED
Tela: 2160 x 1080 pixels (402 ppi)
Câmera frontal 12 megapixels
Câmera traseira 20 megapixels
Flash: Dual-LED
Versão do Android: 8.0 – Oreo
Interface: Huawei EMUI
RAM: 6 GB
Memória interna: 128 GB
Memória removível: Não disponível
Chipset: HiSilicon Kirin 970
Número de núcleos: 8
Velocidade máx. 2,36 GHz
Conectividade HSPA, LTE, NFC, Dual-SIM , Bluetooth 4.2

Veredito Final

O Mate 20 Pro faz jus à nossa expectativa de antes do seu lançamento. A câmera tripla é, naturalmente, seu principal destaque, embora o dispositivo tenha outros recursos mais importantes a oferecer, como a biometria sob a tela e o carregamento wireless reverso. Além dos bugs no aplicativo da câmera, que precisa ser otimizado urgentemente, o conjunto geral é bastante positivo.

Temos aqui um smartphone visualmente e tecnicamente topo de linha. Outros modelos concorrem em pé de igualdade com o Mate 20 Pro, como o Galaxy Note 9 e o iPhone Xs Max. Entram na lista de rivais o recém-lançado Google Pixel 3 e outros modelos, todos alinhados ao Mate 20 Pro.

Artigo escrito originalmente por Steffen Herget, do AndroidPIT.de

O que você achou do Mate 20 Pro?

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Galaxy S7 Edge ainda é um bom investimento em 2018?

O que ainda dá pra fazer com o S7 Edge?

Com relação ao hardware, o Galaxy S7 ainda é bem decente. Se o seu uso é menos exigente, mas ainda sim não quer ficar com tropeços e lerdeza de aparelhos mais simples, sim, ele é uma boa opção. Tudo de mais básico que você faz no seu smartphone, poderá fazer com ele. 

Acessar sites, usar WhatsApp, Messenger, Telegram, ver as porcarias que te mandam nos grupos. Mandar áudio, fazer chamadas em vídeo. Vai conseguir fazer fotos, usar apps de bancos, Waze, Google Maps e outros apps que usam GPS. Instagram também não será um problema.

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Painel Edge / © AndroidPIT

Dá pra usar o S7 Edge para praticamente tudo o que não seja extremamente exigente. Dá, inclusive, pra assistir vídeos no Netflix e no YouTube tranquilamente em qualidade Quad HD. A tela dele é bem interessante, com 5 polegadas e meia, resolução 2K e tecnologia Super AMOLED, ou seja, brilhante e com ótima qualidade. Além disso, como o nome Edge já diz, a tela é curvada nas bordas.

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Tela Super AMOLED 2K / © AndroidPIT

A qualidade do som, contudo, é mediana. Não é muito alto, e é um pouco distorcido como quase todo smartphone. Mas não traz o destaque que até smartphones intermediários podem apresentar hoje. Outra vantagem dele é a certificação IP68, que significa que é à prova d’água e poeira em certas circunstâncias. 

O Edge aguenta jogos casuais, como Crossy Road, Candy Crush, entre outros. Para jogos mais pesados ele já pode ser considerado um idoso. Sua placa gráfica não é atual, e ele acaba perdendo em fluidez mesmo para um Moto Z2 Play, por exemplo. Tentei rodar  PUBG com ele e, mesmo com os gráficos no modo mais baixo, ele engasgou de um jeito que tornou o jogo difícil. Sendo um jogo de tiro e rapidez, não tem como ficar tropeçando para fazer algo. 

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S7 Edge roda jogos mais leves sem problemas / © AndroidPIT

Sua bateria tem 3.600 mAh, e é melhor em relação ao S7 comum, por ser maior. E até para os dias de hoje, não é muito fácil encontrar aparelhos nessa faixa de preço com essa capacidade. Comigo, o S7 Edge mantém 6 horas e meia de tela e quase 14 horas de uso diário comum, então ainda é uma boa opção. Não é uma super duração de bateria, mas está em uma boa média.

Em relação a smartphones mais novos, você não vai encontrar recursos de inteligência artificial que são modinha esse ano, e também não vai ter acesso ao desbloqueio de tela por rosto ou íris aprimorados que a Samsung já oferece. Vai ter que ficar só com o sensor biométrico, mesmo.

S7 Edge receberá novas versões do Android?

Há alguns meses, a Samsung atualizou o S7 Edge para o Oreo. O sistema trouxe várias melhorias e recursos de Galaxy mais novos, não deixou o aparelho mais lento, pelo contrário, ele até ficou mais rápido. O sistema novo também não trouxe bugs e os serviços em segundo plano foram limitados pra aumentar a vida da bateria.

O Always On Display, que aparece quando a tela está desligada, ganhou novos temas e funções, assim como apps nativos do sistema ganharam mais funções e melhorias. Seu patch de segurança, contudo, está estagnado em abril de 2018. É possível que a Samsung entregue algum update de segurança, mas há possibilidade dele ficar assim, com o patch de abril. Com o Oreo, a Samsung trouxe o último update do sistema, ou seja, o S7 Edge não deve ir oficialmente para o Android Pie.

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Pie não chegará ao S7 Edge / © AndroidPIT

Mas, como se trata de um aparelho mais antigo, temos inúmeros temas, launchers, e ROMs customizadas pra ele, já que ele também é bem famoso e popular. Sendo assim, provavelmente, alguém vai portar o Pie para o Galaxy S7 Edge em alguma ROM; é só aguardar.

Câmera do S7 Edge decepciona?

Dois anos depois e essa câmera ainda me surpreende. Não é câmera dupla, mas ainda é muito boa e rápida. Na traseira, temos sensor de 12 megapixels, abertura f/1.7, lente wide (ângulo maior), estabilização óptica e foco PDAF. Vídeos em 4K a 30 fps e câmera lenta em HD em 240 fps fazem parte do pacote. A câmera frontal, por sua vez, traz 5 megapixels, abertura f/1.7, lente wide e HDR automático.

Os resultados ainda podem ser considerados bons. A câmera do S7 Edge consegue capturar mais luz que meus olhos em locais quase totalmente escuros, e isso é bem impressionante. O HDR é equilibrado, sai bem em paisagens e em retratos. A câmera traseira faz retratos muito, muito bons.

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Câmera do S7 continua sendo boa / © AndroidPIT

Também tem o modo manual para melhorar as fotos com alguns ajustes. Ela pega muito bem detalhes em boa luz, e traz cores bem vibrantes para as fotos. Enfim, um camerão. Ah, uma foto tirada aqui no AndroidPIT para mostrar a exposição de luz automática e o HDR dele em ação:

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HDR automático / © AndroidPIT

Como está o custo médio?

Acredite ou não, o Galaxy S7 Edge ainda é vendido oficialmente em lojas. A Samsung percebeu que ele ainda é uma boa escolha. Seu preço mínimo é de R$ 1.850. Porém, ele já foi visto por bem menos que isso, algo em torno de R$ 1.500, então, pode ser uma boa opção principalmente na Black Friday 2018. Também dá pra pegar o Galaxy S7, esse sim já visto por até R$ 1.400.

Galaxy S7 Edge é uma boa compra hoje?

Primeiro de tudo, dá pra dizer que, mesmo com dois anos de idade, o S7 Edge tem um design super atual. O visual sem bordas é muito lindo, ele ainda é relativamente pequeno para o que oferece. Tem sensor biométrico na frente pra quem não gosta da biometria perto da câmera, como a Samsung usa atualmente.

O S7 Edge não tem bugs e problemas graves conhecidos. Obviamente, por ter 2 anos, muita gente já teve o aparelho e teve problemas com ele e isso é normal, acontecer com tecnologias. Ainda assim, não há nada que tenha ficado marcado em sua história negativamente.

Seu preço atual não é dos mais razoáveis ou baratos, mas dá pra dizer que ele ainda dura bem por mais um ano e meio, pelo menos. Além disso, pelo preço é um dos poucos que oferece IP68. Como eu disse, uma opção para pagar menos pode ser o S7, que é quase igual, apenas com menos bateria e sem a tela curvada. A câmera ganha de muitos modelos na mesma faixa de preço, enquanto que o poder do processamento para jogos mais atuais e pesados já começa a pedir arrego.

Você consideraria comprar o S7 Edge nos dias de hoje?

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Novo Kindle Paperwhite tem certificação à prova d’água e está mais leve

O leitor de livros da Amazon, o Kindle, ganhou uma nova versão com alguns refinamentos. O novo Kindle Paperwhite chega com certificação à prova d’água e pequenos refinamentos no design. Confira a seguir os detalhes.

O novo Paperwhite será lançado no dia 7 de novembro nos Estados Unidos, custando a partir de 129 dólares (aproximadamente R$ 490 sem impostos). A Amazon venderá versões com Wi-Fi ou 3G, como também as variantes com 8 GB e 32 GB de espaço interno. O novo ebook chega ao Brasil durante o primeiro trimestre do ano que vem ainda sem preço definido.

As mudanças são poucas, mas importantes para quem está acostumado a levar o Kindle para todos os lugares. A proteção à prova d’água sai do Kindle oásis e chega ao Paperwhite, que está mais fino e leve. Alguns rumores indicavam que o Oasis seria descontinuado pela Amazon e, aparentemente, a chegada da certificação IPX8 ao modelo mais básico pode representar isso.

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Novo Kindle Paperwhite / © Amazon

Alguns rumores indicavam também que um novo Kindle chegaria ao mercado com a assistente Alexa, que seria capaz de fazer marcações em livros, buscar por ítens salvos e comprar ebooks na loja da empresa. Apesar desta versão não trazer a assistente integra, a Amazon resolveu otimizar a tela retroiluminada que está mais legível e brilhante. A chegada da Alexa aos Kindle, contudo, não foi descartada pela empresa para o futuro.

A tela de 6 polegadas (300 ppi) foi otimizada e não está mais em baixo relevo com relação à moldura lateral, os botões físicos que passam página continuam presentes no novo Kindle Paperwhite. O conector continua sendo o USBC convencional, enquanto que o sensor de luminosidade segue ausente. Apesar disso, o upgrade é bem-vindo à família Kindle.

Você tem ou pretende ter um Kindle?

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Essa tecnologia carrega 100% da bateria de um smartphone em só 30 minutos

 O que é tão rápido como um trovão e recarrega como um flash? O Oppo Find X Automobili Lamborghini, claro! O smartphone topo de linha vem com uma tecnologia inexistente em outros smartphones, de carregamento super rápido. Como funciona e quão rápido o Super VOOC é? Você descobre a seguir.

A Oppo certamente não é a  primeira empresa a ter a usar um sistema de carregamento rápido. A diferença é que a Oppo está apostando no carregamento super rápido. Você se lembra do Dash Charge (renomeado para Warp Charge,) do OnePlus 6? Este sistema de carregamento usado no smartphone da OnePlus foi base do sistema Oppo’s Open Loop Multi-Step Constant-Current Charging (VOOC).

Agora ‘’velho’’, este sistema de rápido carregamento que a Oppo lançou em 2014, com o R5, carrega a bateria do smartphone aumentando a intensidade da corrente sem mudar a voltagem. Carregadores compatíveis com VOOC geralmente usam uma tensão de saída de 5V e atingem 4A, totalizando 20W de energia. Esse sistema de “pulso” permite que o carregador não superaqueça e danifique a bateria com o tempo. Da mistura do Warp Charge com o VOOC nasceu o Super VOOC.

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Este é o Lamborghini / © AndroidPIT

O carregador Super VOOC tem saída de 10V e 5A, totalizando 50W de potência. Isso permite que uma bateria de 3.400 mAh seja recarregada em apenas 30 minutos, de 0 a 100%. Nós comparamos o Mi 8, da Xiaomi, que tem essa mesma capacidade de bateria com o Find X Automobili Lamborghini na redação, sendo que o primeiro usa tecnologia de carregamento rápido da Qualcomm, a Quick Charger.

Super VOOC vs. Quick Charge

Quick Charge 3.0 Quick Charge 4.0+ Super VOOC
Minutos Nível de carga Minutos Nível de carga Minutos Nível de carga
0 13% 0 13% 0 1%
26 38% 8 28% 5 23%
33 52% 17 41% 10 41%
39 61% 30 59% 15 63%
53 81% 38 70% 20 79%
58 85% 60 90% 25 92%
64 89% 71 96% 28 98%
68 92% 76 97% 30 100%
73 95% 82 98%
79 97% 87 99%
91 100% 89 100%

Xiaomi Mi 8 (3400mAh) vs OPPO Find X Automobili Lamborghini (3400mAh)

O novo sistema de carregamento permite recuperar até 41% da bateria em apenas 10 minutos, permitindo que você dê vida nova ao seu smartphone rapidamente. Para isso, a Oppo usa um pequeno truque de hardware, que é a divisão da bateria em duas células. Ao invés de uma única bateria de 3.400 mAh, o Find X Automobili Lamborghini conta com duas de 1.700 mAh que recebem separadamente a corrente de 50W de potência.

O gráfico a seguir mostra o tempo de carregamento de cada aparelho por minuto:

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Tempo de carregamento de cada aparelho por minutos / © AndroidPIT

Com o novo sistema e a forma como a bateria é montada no hardware, a Oppo está ditando uma nova tendência para as fabricantes em termos de uso da tecnologia de carregamento e de montagem de smartphones. Isso, certamente, mudará nossos hábitos de uso no futuro, sendo possível ter 80% do celular carregado durante o tempo que estamos tomando banho, por exemplo.

É importante observar também que os testes internos da Oppo mostram que o Super vOOC é altamente confiável e seguro, ou seja, não há grandes possibilidades de danos à bateria provenientes da carga recebida.

O que achou? Espera ver essa tecnologia em uso no seu próximo smartphone?

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Xiaomi lidera ranking dos 10 smartphones mais potentes do momento

Como de costume, o famoso AnTuTu divulgou uma lista com o ranking dos smartphones mais potentes da atualidade. Para o mês de setembro tivemos a saída do Galaxy Note 9 e do Mi Mix 2S e a inclusão do Mi 8 Pro e Asus ROG Phone, smartphones que foram lançados recentemente.

Vale ressaltar que o Antutu divulga a lista do mês anterior, ou seja, nesse mês de outubro é apresentado o ranking do mês de setembro. Para novembro teremos uma lista dos smartphones mais potentes lançados no decorrer do mês de outubro, e assim sucessivamente.

Feito esse esclarecimento, temos na primeira posição o Xiaomi Black Shark, que já faz algum tempo que se encontra no topo sem ser batido. Na segunda posição continua o Meizu 16, com Snapdragon 845, e sua eficiente refrigeração líquida. Fechando o pódio aparece o ROG Phone, da Asus, que tomou a terceira posição do Smartisan Nut R1 com exagerados 1TB de armazenamento. O Ranking completo dos 10 dispositivos mais potentes você pode conferir abaixo:

Para o próximo mês, provavelmente esse ranking deve mudar, pois temos o Razer Phone 2, o LG V40 ThinQ e o Mate 20 da Huawei devem entrar nessa lista dos smartphones mais potentes. 

AndroidPIT Xiaomi Black Shark 6771
Black Shark na liderança novamente / © AndroidPIT by Irina Efremova

Sabemos que não é só de potência vive um smartphone, é preciso um equilíbrio no conjunto da obra. Não adianta nada ser potente e não possuir uma boa bateria, ou até mesmo câmeras descentes. Muitas vezes as pessoas acabam pagando mais por um dispositivo com hardware parrudo que gasta bastante bateria, ou simplesmente tira fotos não tão boas.

E você, gostaria de ter qual modelo da lista?

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