Apple perdeu mais de 50% de mercado no Brasil em 2016

É bem comum dizer que a Apple segue uma linha de mercado bem diferente de seus concorrentes, apostando em um modelo de negócio muito próprio, e mesmo em mercado como o brasileiro, que enfrenta uma grave crise e campanhas mais agressivas de seus rivais, a gigante da maça continua aposta…

via Hardware.com.br

Smartphones da Apple caem mais de 50% no mercado brasileiro

iPhone 7

Parece que a Apple não tem muitos motivos para comemorar no mercado brasileiro. Um estudo que levantou informações sobre o mercado de celulares no Brasil apontou que a empresa da maçã perdeu mais da metade de seu público no país.

De acordo com a consultoria de mercado Counterpoint, a Apple caiu de uma participação de 8,3% entre os consumidores brasileiros para apenas 3,8% durante 2016.

Segundo a firma de consultoria, a queda da maçã tem a ver com os altos preços de seus aparelhos – por exemplo, o iPhone 7 chegou nas lojas ano passado custando a partir de R$ 3,5 mil em sua versão mais simples.

Para a Counterpoint, o preço altamente exclusivo dos iPhones deram mais chance para o Android e fabricantes que apostaram em aparelhos com recursos mais premium, mas que se inseriram em faixas mais acessíveis de preço. A Samsung registrou crescimento no período, graças a modelos intermediários e de entrada, como suas linha A e J. Ficando com o primeiro lugar em market share no país, com 45%. A Lenovo/Motorola manteve a vice-liderança com 12,9%, mesmo percentual que teve em 2015.

Mesmo assim, em linhas gerais, o mercado de smartphone sofreu queda em 2016, conforme observou a Counterpoint. Durante 2016, o mercado de smartphones teve uma queda de 16% em vendas em relação ao ano anterior. Entretanto, no último trimestre ele teve uma recuperação, vendendo 15% a mais do que o mesmo período em 2015. Além disso, a venda de aparelhos 4G teve um crescimento sensível no ano, com 53%.

Fonte: Folha de São Paulo

via Canaltech

Quaddro é a sua chance de aprender a desenvolver para o mercado mobile

Qual foi a última vez que você deu prioridade para seu computador e deixou o celular de lado na hora de fazer uma tarefa do dia a dia? Pois é, nossos smartphones deixaram de ser uma simples ferramenta de comunicação para se transformarem em um de nossos itens pessoais mais importantes – afinal, é por meio de um toque na tela deles que pagamos contas, navegamos na internet, conversamos com os amigos, usamos uma tonelada de apps… Bem, você entendeu.

Por esse motivo, o mercado de desenvolvimento mobile vem se tornando um dos maiores e mais procurados de todo o mundo. Se você acha que estamos exagerando, é só notar o número gigantesco de aplicativos consumidos pelo público todos os dias, indo de games a players de música, ferramentas utilitárias e tudo o que as mentes mais criativas podem imaginar.

Pensando nisso, o centro de treinamento focado em mobile Quaddro veio ao TecMundo para que explicássemos aos nossos leitores que essa pode ser uma área cheia de oportunidades para futuros programadores ou mesmo desenvolvedores que querem investir nessa nova tendência de mercado.

Um mercado cheio de potencial

Como você deve ter percebido, o mercado de desenvolvimento mobile oferece um universo de possibilidades. Nele, há espaço para desde novatos interessados em tornar uma ideia em realidade até pessoas experientes que querem encontrar melhores oportunidades do que aquelas oferecidas, por exemplo, no PC.

O mercado mobile é tão procurado que, na maioria das vezes, sobram vagas, mas faltam desenvolvedores

De fato, esse mercado é tão procurado que, segundo a companhia, na maioria das vezes sobram vagas, mas faltam desenvolvedores – o que também resulta em pagamentos consideravelmente altos para quem consegue trabalhar nessa área.

O que falta na maioria dessas pessoas para terem sucesso? Habilidade. Afinal, é só olhar para qualquer loja de aplicativos para notar que o mercado está saturado de apps malfeitos, que acabam caindo no esquecimento rapidamente.

Preparação para o mercado mobile

É exatamente por isso que temos a Quaddro e seus cursos. Feita especialmente para preparar profissionais para o mercado mobile, independente de seu nível de experiência, a empresa conta com diversas formações para quem deseja ampliar os conhecimentos presencialmente e a partir de um equipamento de primeira. Há também uma modalidade de aulas online, todas a partir de transmissões ao vivo com interação direta com o professor e o mesmo padrão de qualidade. Junto disso, o centro de treinamento ainda oferece locação de salas de aula para a realização de treinamentos ou trabalhos temporários.

Obviamente, não faltam opções de cursos para você se especializar. Entre as diversas opções de treinamentos da empresa, temos desde aulas introdutórias para programação nas plataformas Android e iOS, feitas para quem tem familiaridade em tecnologia mas não é programador, chegando até aos bootcamps, cursos intensivos para preparar você no menor tempo possível. Para você ter uma ideia, ela foi a primeira a lançar no Brasil um curso de Swift, a linguagem de programação mobile da Apple que tem conquistado cada vez mais o mercado.

Não limitada a isso, a Quaddro ainda conta com aulas para ajudar quem quer melhorar o design de seus aplicativos. O centro ainda prepara o profissional para o Desenvolvimento Web Responsivo, o que significa que seus sites e aplicativos estarão igualmente prontos para o uso em plataformas desktop e mobile com o uso de Javascript, CSS e HTML5.

Além de toda esta linha de treinamentos que apresentamos, eles têm cursos voltados para os profissionais que estão pensando em desenvolver para a Internet das Coisas, ou mais conhecida como IoT; um segmento em franca expansão.

Seja qual a opção escolhida, pode ter a certeza de que a Quaddro prepara você de verdade, deixando-o pronto para entrar com tudo no mercado de trabalho ao fim de seus cursos. São 10 mil alunos formados pela empresa desde 2011, e mais de 100 empresas atendidas.

Adaptada para o mercado moderno

Por que não apostar em uma faculdade comum, por sua vez? Simples: normalmente, as mudanças curriculares são lentas ao ponto de levarem anos. Logo, os cursos comuns das universidades frequentemente sofrem com ensinamentos que não se adequam ao que é pedido pelo mercado.

Enquanto cursos comuns demoram para se atualizar, a Quaddro conhece as necessidades do mercado e prepara seus alunos para isso

Já no caso dos métodos de ensino da Quaddro, a história não poderia ser mais diferente. Isso porque eles conhecem as necessidades da indústria e oferecem um modelo de treinamento com vivência do dia a dia do desenvolvedor dentro de sala de aula; assim, você aprende a utilizar todos os recursos que um celular ou tablet pode oferecer.

Possibilidades não faltam

Muitos de nossos leitores, por fim, devem ter aquela pergunta: o que fazer com o conhecimento aprendido nos cursos? Bem, pode ter certeza de que há um enorme leque de oportunidades à sua disposição.

Assim como falamos antes, muitos podem pensar apenas em conseguir um trabalho em uma empresa das grandes ou mesmo em uma startup. Mas nem de longe você está limitado a isso no ramo de desenvolvimento mobile: trabalhar por conta própria e ajudar a criar o trabalho para terceiros ou mesmo fazer seu próprio app ou serviço online sozinho também são opções válidas; resta a você, é claro, encontrar aquele que mais se encaixa nas suas necessidades.

Para aqueles que gostaram do que a Quaddro tem a oferecer – ou mesmo querem saber mais sobre os cursos e serviços que ela possui –, basta clicar aqui para conhecer o site oficial da empresa.

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Este é um publieditorial patrocinado pela Quaddro, o centro de treinamento que prepara profissionais para as mais diversas áreas de desenvolvimento mobile.

via Novidades do TecMundo

Bateria externa da NewLink finalmente chega ao mercado

Apesar de certo atraso em relação às concorrentes, a NewLink lançou no mercado uma bateria externa 3 em 1, para carregar dispositivos Android e da Apple. O nome é derivado do cabo USB com três conectores: Lightning, 30 pinos e micro USB.

A empresa diz que a bateria é de carga rápida, tendo 5.000 mAh e a saída de 5,3 volts. Disponível nas cores prata e preto, o aparelho conta com um botão liga e desliga, além do modo de economia de energia.

Especificações técnicas

Voltagem: DC 5 V – 5000 mAh (Entrada);  DC  5,3 V – 5000 mAh (Saída).

Conectores: USB universal; acompanha cabo com micro USB, Lightning e 30 pinos.

O preço sugerido da Bateria Externa 3 em 1 (BE102) é de R$ 79 e, segundo a empresa, é valido até o final de abril de 2017. Apesar de não ser novidade no mercado, o aparelho da NewLink pode ser uma alternativa a se considerar na hora da compra, em meio às opções de outras marcas.

via Novidades do TecMundo

Ethical Hacking: um mercado repleto de oportunidades

HACKER

*Publieditorial

Golpes digitais, vazamento de dados e roubos de senha, é isso que vem na cabeça da maioria das pessoas quando se pensa no termo hacker. O que pouca gente sabe é que além dos crackers, isto é, hackers envolvidos em atividades ilícitas, há também os ethical hackers, ou hackers do bem, profissionais contratados para detectar as vulnerabilidades de uma empresa e garantir a integridade de seus dados.

Neste post explicaremos um pouco mais do papel dos ethical hackers, um mercado em plena ascensão e repleto de oportunidades para profissionais qualificados.
O que é o ethical hacker?

O ethical hacker, conhecido em português como hacker ético ou hacker do bem, é um profissional especializado em redes, sistemas operacionais e em técnicas para detectar vulnerabilidades de segurança nesses sistemas.

O trabalho do hacker ético é penetrar nos sistemas de uma empresa, identificar vulnerabilidades e reportá-las para a área de TI. Além de identificar essas fraquezas, o ethical hacker também pode sugerir formas de proteger os sistemas do seu cliente e evitar eventuais ataques maliciosos.

Para descobrir as fragilidades o hacker ético mergulha a fundo na rede da empresa: investiga a instalação e implementação de cada um dos softwares utilizados, checa se todos os dispositivos estão corretamente instalados, testa os firewalls e verifica cada uma das possíveis portas de entrada do sistema fazendo testes de invasão, os PenTests (Penetration Tests).

Os PenTests são tão importantes no dia-a-dia de um hacker ético que, em inglês, é comum chamá-los de Pentesters.

O trabalho do "hacker ético" é penetrar nos sistemas de uma empresa, identificar vulnerabilidades e reportá-las para a TI, além de sugerir formas de proteger os sistemas do seu cliente e evitar eventuais ataques maliciosos (foto: reprodução)

Um mercado em pleno crescimento

Todos os dias empresas de portes variados sofrem tentativas de invasões cibernéticas, o volume crescente de transações monetárias e informações sigilosas sendo trocados pela internet faz com que a segurança online seja um assunto cada vez mais importante.

Prejuízos gerados por uma invasão podem custar alto para os cofres de uma empresa, além de impactar de forma negativa sua reputação no mercado. E é aí que entra o papel do ethical hacker: proteger a empresa de ataques e sequestros virtuais.

O mercado de ethical hacking é um mercado relativamente novo. Um dos primeiros passos para a formalização nesse mercado foi a criação do certificado CEH (Certified Ethical Hacking) em meados de 2000. De lá pra cá o mercado evoluiu bastante e hoje existem dezenas de certificações para qualificar os hackers do bem, como EXIN Ethical Hacking Foundation, CEH, LPT, GPEN, GWAPT, OSCP, OSCE e etc.

É claro que a demanda também evoluiu bastante e as empresas começaram a entender e valorizar o papel dos hackers éticos. Segundo Marcos Flávio Araujo Assunção, professor de Ethical Hacking na Udemy e um dos principais profissionais brasileiros do setor, cada vez mais as empresas têm buscado pentesters com conhecimento de invasões de sistemas.

"A premissa para todo esse crescimento é simples: as instituições entenderam que um penetration test é vital para a segurança do ambiente. É como um teste de stress feito em automóveis, para verificar o quanto impacto os carros aguentariam no mundo real", afirma.

Marcos conta que apesar do título de ethical hacker não ser algo comum na carteira de trabalho do profissional brasileiro, o número de empresas que prestam serviço nessa área e de profissionais que trabalham como freelancers, cresce a cada ano. Ele também cita casos de mercados mais maduros como o norte americano, o inglês e o polonês que tem demandas tão grandes que chegam a importar profissionais de outros países. Não por acaso que recentemente a revista Forbes apontou a carreira de hacker do bem com uma das mais promissoras do momento.

Como se tornar um Ethical Hacker?

Curte tecnologia? Entende de sistemas computacionais e redes corporativas? Taí um mercado em pleno crescimento e repleto de oportunidades. Para aprender sobre o assunto existem livros, cursos presenciais e online e as certificações internacionais em ethical hacking, muito valorizadas pelas empresas que contratam esses serviços. Afinal, ninguém quer abrir as portas para um hacker que não seja absolutamente ético.

Se você quer embarcar nessa carreira de forma rápida e com um investimento de apenas R$95 por tempo limitado, a dica é esse curso de Ethical Hacking da Udemy, o curso tem 21 horas de duração, mais de 7.000 alunos matriculados e quase 2 mil avaliações positivas!

O curso é lecionado pelo próprio Marcos Flávio Araujo Assunção, que explica em detalhes como realizar um PenTest, e está repleto de exemplos práticos. Uma boa forma de começar! Veja aqui mais detalhes do curso aqui.

via Canaltech

Plataforma digital conecta mulheres ao mercado de trabalho

mulheres tecnologia

Na última quarta-feira (15), em Nova Iorque, aconteceu a Cúpula Mundial dos Princípios do Empoderamento das Mulheres. Durante o evento, foi apresentada a primeira e única plataforma on-line feita para conectar mulheres em busca de oportunidades de emprego flexíveis, que as permita manter sua rotina de mãe sem deixar a carreira de lado.

A chamada SheWorks! inclui mulheres em indústrias criativas e nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em sua sigla em inglês) como: designers gráficos e multimídia UX|UI, especialistas em marketing digital, desenvolvedoras web e mobile, engenheiras de software e especialistas em aprendizagem de máquinas e dados científicos.

A plataforma utiliza a tecnologia em nuvem da Transparent Business, que combina Inteligência Artificial e algoritmos para realizar pesquisa de talentos, baseada em experiências e habilidades das mulheres cadastradas.

Ferramentas de gerenciamento de trabalho remoto também estão disponíveis para conectar profissionais de todo o mundo em busca de oportunidades de emprego flexíveis e remotos, visando, principalmente, as mães que deixaram suas carreiras ao tornar-se mães para se dedicarem aos cuidados de filhos, em virtude, principalmente, de modelos de trabalho inflexíveis.

Interface do SheWorks! (Imagem: Divulgação)

A ideia foi apresentada por Silvina Moschini, fundadora e CEO da SheWorks!, que revelou dados interessantes sobre a presença (e a ausência) das mulheres no mercado de trabalho. De acordo com a executiva, estima-se que US$ 17 bilhões sejam perdidos em nível global como resultado do gargalo de gênero e que mulheres abandonem seus empregos por falta de opções flexíveis, transparentes e viáveis de trabalho.

"Nossa visão tem impacto social em vários níveis: nos países, ajudando a reduzir o desemprego e a incrementar o PIB; na vida das mulheres, que por meio da tecnologia são empoderadas ao acessarem treinamentos digitais, permitindo-as crescer profissionalmente; e nas empresas, que poderão contar com diversas equipes, captar o melhor talento do mundo e colaborar on-line, como se trabalha na economia digital", afirmou Silvina Moschini, fundadora e CEO da SheWorks!.

via Canaltech

Novo Samsung Galaxy Tab S3 chegará ao mercado a US$ 599

Concorrente do iPad Pro teve valor divulgado por gigante do varejo Best Buy. Samsung ainda não informou data oficial de lançamento

via IDG Now!

Especialista afirma que “Netflixzação” é nova tendência no mercado online

Você já ouviu falar em “Netflixzação”? Com a chegada de serviços como Netflix e Uber, hábitos de consumo antigos mudaram e, assim, transformaram áreas de mercado em diversos aspectos. Agora, a tendência é a “Netflixzação”, formato que permite que as empresas ofereçam seus produtos com uma cobrança única e variedade de conteúdos.

A mudança que a economia digital causou impactou visivelmente no dia a dia das pessoas. Bons exemplos são o caso do Uber, que reinventou o sistema de transporte privado, e o Airbnb, no âmbito de hospedagens compartilhadas.

Segundo Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, empresa de gestão e distribuição vídeos online, este já é um modelo de sucesso para vídeos na internet. “Esse fenômeno acontece porque os consumidores estão cada vez mais antenados e não querem gastar muito para ter acesso a 200 canais disponíveis.”

A empresa de consultoria Market & Markets estima que o setor de vídeo On Demand (VOD) poderá valer US$ 61,4 bilhões em 2019, número que mostra que há um mercado promissor em vista.

“O consumidor quer pagar e assistir àquilo que realmente interessa e é relevante”

Ainda de acordo com Gustavo, isso comprova o sucesso de outros players, como GloboPlay, Netflix, HBOGO e Univer Video, que passaram a oferecer conteúdo exclusivo, além de replicar aquele distribuído pela TV em suas plataformas.

Apesar de haver diversas sanções em cima de serviços como este no Brasil, como as tentativas de taxação do Netflix, a plataforma faturou quase o triplo que algumas emissoras de TV do país no ano passado, segundo especialistas.

“Isso acontece porque o tempo é cada vez mais escasso e ninguém quer perdê-lo em buscas eternas ou ser bombardeado por conteúdos que não sejam de seu interesse”, diz Gustavo. A tendência é de ter cada vez mais consumidores que abracem essa fatia de mercado, bem como empresários que invistam nesses serviços.

Para você, serviços como esses são o futuro para a distribuição de conteúdo audiovisual? Diga para nós nos comentários!

via Novidades do TecMundo

Jaqueta inteligente do Google chega ao mercado neste ano a US$ 350

Jaqueta foi demonstrada durante o SXSW. Peça se emparelha com app e permite acessar funções do telefone por meio de toques no punho da peça

via IDG Now!

Mercado de servidores vê receita contrair 2,7% em 2016

Data center

Imagem: DepositPhotos/Sehenswerk

O mercado de servidores não teve um bom 2016. Pelo menos é isso o que aponta o Gartner em seu mais recente estudo, que concluiu que o número de servidores comercializados ficou estagnado, crescendo apenas 0,1%. A receita, por outro lado, sofreu uma queda de 1,9% no quarto trimestre de 2016, contribuindo para a queda acumulada de 2,7% no ano.

Jeffrey Hewitt, vice-presidente de pesquisas do Gartner, explica que um dos fatores para isso ter acontecido foi o aumento do número de aplicações rodando em servidores virtualizados, o que não demanda a compra de novos data centers. Também contribuiu para a derrocada a popularização de serviços em Nuvem, que não demandam novos servidores ou uma infraestrutura física nas empresas.

A Hewlett Packard Enterprise (HPE) ainda lidera o mercado mundial de servidores em receita. Ao todo, a companhia arrecadou US$ 3,4 bilhões em receita no quarto trimestre de 2016, sendo dona de 22,9% do market share global. Apesar da soberania, a HPE viu esse domínio cair 11% em comparação ao mesmo período de 2015, quando foi registrada uma receita de US$ 3,8 bilhões.

De todas as empresas listadas no levantamento da consultoria, apenas Dell e Huawei apresentaram crescimento, com 1,8% e 88,4%, respectivamente. IBM e Lenovo também estão indo ladeira abaixo, com perdas de 12,2% e 16,7% no comparativo ano a ano.

Para Adrian O’Connell, diretor de pesquisas do Gartner, a derrocada de nomes consagrados do setor está acontecendo devido ao crescente número de desafios. Por outro lado, as fabricantes chinesas "estão cada vez mais se destacando devido aos seus investimentos para crescimento em longo prazo e sua presenção em mercado de tecnologia adjacentes", explicou O’Connell.

Analisando as fabricantes pelo número de servidores comercializados, a liderança muda para a Dell, que viu suas remessas globais crescerem 6,5%. A HPE, por sua vez, experimentou uma queda de 19,4%, ocupando a segunda colocação; enquanto a Huawei registrou uma crescimento estonteante de 64% em relação ao mesmo período do ano passado.

Finalmente, a região da Ásia/Pacífico foi a única a apresentar crescimento tanto em receita quanto em remessas no quarto trimestre e no ano de 2016. Em todas as outras partes do globo foram registradas quedas, sendo a situação mais crítica a da América Latina. A região apresentou queda de 12,2% nas remessas de servidores.

via Canaltech