Novos Moto C Plus, E4 e E4 Plus chegam ao mercado brasileiro

moto

Em um evento realizado na tarde desta quarta-feira em São Paulo, a Motorola apresentou seus mais novos smartphones para o mercado brasileiro, os modelos Moto C e C Plus, Moto E4 e E4 Plus.

Como opção de entrada, a linha Moto C chega trazendo smartphones com especificações mais simples, mas que prometem um desempenho equilibrado e honesto. A diferença entre o modelo tradicional, vendido lá fora, e o Plus, que será comercializado no Brasil, fica a cargo do tamanho da tela e da capacidade de bateria. 

O Moto C Plus traz uma tela de 5 polegadas, corpo em metal e vem em duas cores: preta e dourada. Como principais especificações, temos 8 GB de armazenamento, 1 GB de RAM, bateria generosa de 4.000 mAH com carregamento rápido, TV digital, função dual-chip e câmera de 8 MP na parte traseira (sem contar a câmera de selfies com flash na dianteira). Com Android 7 de fábrica, o C Plus chega custando R$ 699.

Já a linha Moto E vem como um update para as versões do ano passado. O irmão menor chega com tela HD de 5 polegadas, sensor de impressão digital, 16 GB de armazenamento interno e 2 GB de RAM. Nesta versão, as câmeras possuem 8 MP na traseira (com autofoco) e 5 MP na frontal (com flash, para selfies até mesmo no escuro). O smartphone, aliás, chega com corpo todo feito em metal e em três cores distintas (azul, preta e dourada), trazendo uma bateria mediana de 2.800 mAh. O aparelho já vem de fábrica com o Android 7.1 Nougat e estreia no mercado pelo preço de R$ 867.

O modelo maior, Moto E4 Plus, vem com tela HD de 5,5 polegadas, acabamento em alumínio e recursos avançados. O destaque, aqui, fica por conta da bateria — bem parruda, por sinal, com 5.000 mAh. O aparelho também traz um sensor de digitais e câmeras traseira de 13 MP e frontal com flash para selfies. Por baixo do capô, o Plus vem com um processador quad-core, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. O aparelho também vem nas três cores já mencionadas, rodando o Android 7.1 Nougat, custando R$ 949.

Os novos smartphones já estão disponíveis para venda online no site oficial da Motorola.

via Canaltech

Mercado de jogos mobile tem expectativa de dobrar crescimento até 2018

O cenário de jogos para celular está caminhando a todo o vapor, conquistando cada vez mais os consumidores. Um exemplo disso pode ser visto na grande quantidade de títulos sendo desenvolvidos frequentemente. Segundo o relatório divulgado pela DigitalCaps Game, até 2018 os números desse mercado podem ser capazes de superar o faturamento de games para outras plataformas.

Somente em 2015, a indústria de jogos mobile faturou cerca de US$ 29 bilhões, com expectativa de crescimento de 55% em apenas três anos, chegando à US$ 45 bilhões até 2018. Para ter uma ideia do tamanho dessa expansão, o mercado de software no geral, em 2015, teve lucros de US$ 88 bilhões.

Falando de Brasil, os desenvolvedores podem se mostrar esperançosos, uma vez que nosso país está entre os lugares que mais se vende celulares. Estima-se que em terras tupiniquins tenha uma base de mais de 200 milhões de aparelhos em uso.

Outro fator pode influenciar no aumento do número de jogos vendidos por aqui é a série de projetos de Lei que procura diminuir os impostos que incidem sobre os jogos eletrônicos. A carga tributária, em alguns casos, pode chegar a cerca de 60% sobre o valor original do produto.

Com menos taxas sobre os jogos, abrem-se mais portas não apenas para importação, mas principalmente para o desenvolvimento local de games. Isso poderá gerar mais empregos e a um custo menor, a expectativa é que os consumidores passem a ver com bons olhos a ideia de comprar aplicativos para diversão, algo que ainda não é regra por aqui.

via Novidades do TecMundo

Google Pixel 2 pode ser o smartphone mais belo do mercado [imagem conceito]

As apostas para o Google Pixel 2 estão altos. Não é por menos: quando a Google lançou o Pixel, o aparelho simplesmente já se tornou um dos mais desejados pelos consumidores — mesmo não tendo vendido como o Galaxy S7, por exemplo. O motivo? A união elegante entre design, um hardware top de linha e um sistema operacional Android totalmente puro e limpo, com novos recursos apropriados ao smartphone.

Mas agora o cenário é outro. Os consumidores têm nas mãos smartphones como o Samsung Galaxy S8, o LG G6, o OnePlus 5, o U11 e vários outros ainda estão por vir, como um novo Xiaomi Mi MIX 2 e o Apple iPhone 8. Isso significa que a Google precisa melhorar o próprio jogo, principalmente quando falamos em hardware e design.

A tendência ainda é aumentar a proporção entre tela x chassi, desenvolvendo smartphones com bordas cada vez menores

Sobre o hardware, rumores comentam que o Google Pixel 2 chegará ao mercado com um processador Qualcomm Snapdragon 836 atualizado e 4 GB de RAM ou 6 GB RAM. Além disso, o display deverá seguir o padrão alto de qualidade exigido pela Google: 5,6″ 2K 2560×1312. Essa tela plana apresentará as fotos e os vídeos capturados por uma câmera traseira de 12 MP e uma câmera frontal de 7 MP, capazes de gravar em resolução 4K UHD.

A tendência ainda é aumentar a proporção entre tela x chassi, desenvolvendo smartphones com bordas cada vez menores. A Google não confirmou se vai produzir um Pixel 2 com bordas mínimas, mas os rumores apontam para um lançamento deste tipo.

Já mostramos a possível aparência do Pixel 2 há algumas semanas. Agora, um fã da marca postou no Reddit algumas imagens baseadas em rumores para montar a provável aparência conceito do Pixel 2. Nas imagens abaixo, você vê o smartphone da Google praticamente sem bordas, com um sistema de câmera dupla na traseira e dual led flash. Acompanhe. 

Conceito

via Novidades do TecMundo

Novo iPhone pode ser um dos culpados pela escassez do Nintendo Switch no mercado

Nintendo Switch

Os estoques internacionais do Nintendo Switch estão bem baixos, e a companhia não vem conseguindo atender à imensa demanda pelo híbrido que é o mais recente sucesso do mundo dos videogames. E um grande culpado pela demora na confecção de um número maior de dispositivos pode ser o novo iPhone, que será lançado ainda neste ano pela Apple.

Explicando: algumas peças-chave que são utilizadas em praticamente qualquer equipamento eletrônico, como memória flash NAND, telas de LCD e motores vibratórios, estão sendo encomendadas em larga escala pela Maçã, reduzindo de maneira significativa o estoque para pedidos de outras companhias, como a Nintendo, que planeja fabricar 20 milhões de unidades do Switch até março de 2018.

Um exemplo dessa realidade é a Toshiba, cuja divisão responsável pela fabricação desses componentes não está lá conseguindo suprir nem a demanda da Apple, que dirá dos demais clientes. A empresa prevê que a situação seja normalizada até o fim do ano, mas, ainda assim, nesse meio tempo empresas como a Nintendo ficam prejudicadas, não conseguindo competir com a Apple no que diz respeito ao volume de pedidos.

Sendo assim, resta esperar que a Big N contorne a situação e consiga atender aos pedidos do Nintendo Switch, sem que o problema afete sua boa relação com a empresa de Cupertino, já que a companhia segue com seus planos de lançar versões de seus games para iOS como já vem fazendo com sucesso.

Fonte: The Wall Street Journal

via Canaltech

Você sabia que o iPhone quase chegou ao mercado com um recurso do iPod?

Vídeo divulgado recentemente mostra que o protótipo do iOS deveria ser algo totalmente diferente do que temos disponível atualmente

Não há dúvidas de que, hoje em dia, o iOS é um dos sistemas mais populares entre o público. Várias modificações foram feitas desde que a sua primeira versão foi lançada, e todas fizeram com que ele ficasse cada vez mais distante daquilo que aparentemente a Apple tinha em mente no início.

O vídeo que você confere nesta notícia foi divulgado por Sonny Dickson e mostra que, incialmente, a Apple tinha planos de entregar ao público o iPhone com uma área de toque parecida com o círculo encontrado no iPod. Ele seria usado para navegar e selecionar as opções disponíveis, além de ter uma divisória com esse sensor na parte de baixo e o conteúdo na área superior.

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via Novidades do TecMundo

Novo BlackBerry com Android é aposta da TCL para mercado corporativo

Empresa chinesa anunciou modelo, ainda em desenvolvimento, na CES 2017. Aparelho virá com tradicional teclado físico da marca

via IDG Now!

LG anunciou a nova TV mais fina e mais leve do mercado

LG

Na disputa pelo mercado de televisores, ter o equipamento mais fino ou mais leve ainda é algo que chama a atenção de consumidores finais. E na tarde desta quarta-feira (4), a LG acabou de assumir a liderança dessa disputa, com o anuncio da nova W7 OLED 4K.

Com apenas 3,85 mm de espessura, o televisor é tão fino que é incapaz de ficar em pé sozinho – ou mesmo com um apoio traseiro –, e precisa necessariamente ser pendurado na parede para funcionar. Serão dois modelos: de 65 polegadas, pesando aproximadamente 8 kg, e de 77 polegadas, com 12 kg.

Televisor terá apenas 3,85 mm de espessura (foto: Igor Lopes/Canaltech)

De acordo com a sul-coreana, W7 deverá entregar uma qualidade de imagem semelhante a outras OLEDs lançadas pela empresa em 2017, apesar dos sacrifícios feitos pela empresa para garantir a espessura mínima – auto-falantes da TV, por exemplo, são desconectados do restante do display. Para este ano, a companhia explicou que sua nova linha de televisores OLED trazem um brilho 25% superior a gerações anteriores, além de suporte a quatro formatos HDR.

Diferente dos conceitos apresentados por muitas empresas na CES, no entanto, as W7 são um produto final e devem chegar ao mercado já a partir de março. O preço não foi confirmado, mas à CNET, o diretor de desenvolvimento de produtos, Tim Alessi, sugeriu que os valores deverão girar em torno de US$ 10.000 a US$ 20.000. E aí, vale o investimento?

via Canaltech

Drone israelense que transporta passageiros deve chegar ao mercado em 2020

drone Cormorant

Após 15 anos de trabalho, o drone Cormorant, desenvolvido pela empresa de tecnologia israelense Urban Aeronautics, deve ser lançado ao mercado até 2020, valendo US$ 14 milhões. Chamado de carro voador, o drone de 1,5 tonelada que transporta passageiros é capaz de levar até 500 kg e viajar a 185 km/h.

Os desenvolvedores da Urban Aeronautics acreditam que o drone verde escuro, que usa rotores internos em vez de hélices de helicóptero, poderia retirar pessoas de ambientes hostis ou permitir acesso seguro a forças militares.

"Basta imaginar uma bomba suja numa cidade… e este veículo pode entrar roboticamente, pilotado de forma remota, numa rua e descontaminar uma área", disse o fundador e presidente da Urban Aeronautics, Rafi Yoeli. Para Tal Inbar, chefe do centro de pesquisa do Fisher Institute for Air and Space Strategic Studies, a tecnologia pode salvar vidas, já que “poderia revolucionar vários aspectos da guerra, incluindo a evacuação médica de soldados no campo de batalha".

A empresa foi fundada em 2001 para criar o drone, que Yoeli diz ser mais seguro do que um helicóptero, pois pode voar entre edifícios e abaixo das linhas de energia sem o risco de bater uma hélice. No entanto, ainda há muito trabalho a ser feito antes que o veículo autônomo chegue ao mercado.

O drone ainda não cumpriu todas as normas da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos e um teste realizado em novembro identificou pequenos problemas com dados conflitantes enviados por sensores de bordo.

Fonte: Reuters

via Canaltech

Estimativa de mercado aponta que só 3% dos jogadores pagaram por Super Mario Run

Super Mario Run

Apesar de todo hype que acompanhou o anúncio e primeiros dias após seu lançamento, parece que Super Mario Run não está trazendo um gigantesco financeiro pela Nintendo.

Isso porque uma pesquisa de mercado feita pela Newzoo e divulgada pelo The Wall Street Journal neste terça-feira (3) indica que apenas 3% dos usuários que baixaram o primeiro game móvel da Big N resolveram pagar os US$ 9.99 (cerca de R$ 32) necessários para desbloquear a versão completa do jogo.

O percentual é uma estimativa feita sobre a receita total obtida pela Nintendo com o título, que gerou cerca de US$ 30 milhões (R$ 97,5 milhões) para a empresa desde o lançamento. Apesar de ser pequeno, o percentual de pagantes é próximo ao observado por outros games: Candy Crush, por exemplo, tem apenas 2% da sua base de usuários pagando pelo jogo.

Ainda assim, o baixo índice de conversão do jogo é surpreendente se considerarmos seu sucesso nos dias seguintes ao lançamento oficial para dispositivos iOS, que ocorreu no último dia 15 de dezembro. Só nos quatro primeiros dias após o desembarque na App Store, Super Mario Run recebeu 90 milhões de downloads – o que estabeleceu um novo recorde dentro da loja de aplicativos da Apple.

O fato do game não depender de microtransações, mas sim de um pagamento único, para ser liberado também podem prejudicar os ganhos da Nintendo com o título a longo prazo. Afinal, as receitas com o game seguem caindo dia após dia e não devem voltar a subir tão cedo, uma vez que a própria companhia já anunciou que não planeja o lançamento de conteúdo extra para Super Mario Run.

Via: The Wall Street Journal

via Canaltech

Empresa de cobrança usa Mercado Pago para dívidas de clientes

Imposto de Renda

A Recovery, uma das principais empresas do país em gestão e administração de créditos em atraso, fez uma parceria com o Mercado Pago e passa a aceitar pagamentos eletrônicos nas renegociações de dívidas feitas pelo seu site. É a primeira empresa da área a aceitar pagamento por meios digitais.

Dentro da premissa a reinserção social e financeira dos clientes, a Recovery oferece soluções e formas de pagamento que caibam no orçamento para que o cliente consiga regularizar suas dívidas.

Para André Calabró, diretor de Cobrança da Recovery, a parceria com o Mercado Pago favorece todos os usuários dessa solução de pagamento e abre mais uma oportunidade aos consumidores da Recovery. Levantamentos do Mercado Pago indicam que o uso de pagamentos eletrônicos tem conquistado a preferência dos usuários em todas as classes sociais e faixas etárias.

De acordo com o executivo, a nova modalidade se alinha com a estratégia da companhia em dar opções para o cliente escolher quando e como quer pagar e por qual canal quer negociar, seja pelo site, celular, aplicativo, telefone, chat ou presencialmente.

"Prezamos sempre pela comodidade, facilidade e relacionamento excelente com nossos clientes e desta forma queremos sempre inovar e garantir que todas as opções disponíveis no mercado estejam à disposição de nossos clientes em todos nossos canais”, acrescentou Calabró.

Para Celina Ma, gerente de Marketing do Mercado Pago, "o setor de créditos em atraso vem se aperfeiçoando nos últimos anos e a Recovery inovou ao adotar a solução de pagamentos do Mercado Pago, dando agilidade e facilidade para os clientes”.

Fundada em 2000 e presente no Brasil e na Argentina, a Recovery atua em todos os segmentos de recuperação de dívida, abrangendo desde pessoas físicas não ajuizadas até créditos corporativos. Com cerca de 200 funcionários, o trabalho da companhia consiste na avaliação de portfólio, estruturação de operações e gestão operacional.

Já o Mercado Pago possui doze anos de trajetória na América Latina e mais de 159 milhões de usuários. Presente em oito países – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru, Uruguai e Venezuela – o Mercado Pago registrou no terceiro trimestre de 2016 36,8 milhões de transações de pagamentos na América Latina, 67% a mais do que no mesmo período de 2015. A empresa também alcançou um volume de pagamentos, nesse trimestre, de US$ 2,1 bilhões.

via Canaltech