Projeto de lei quer tornar crime compartilhamento de notícias falsas na internet

A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei que pretende tornar crime o compartilhamento ou divulgação de informações falsas ou “prejudicialmente incompletas” na internet. A proposta, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), prevê detenção de 2 a 8 meses e pagamento de multa.

Pelo texto do projeto de lei 6.812/2017, constitui crime “divulgar ou compartilhar, por qualquer meio, na rede mundial de computadores, informação falsa ou prejudicialmente incompleta em detrimento de pessoa física ou jurídica”.

A multa prevista para quem cometer o ato é entre R$ 1,5 mil e R$ 4 mil por dia, ficando a cargo do juiz determinar o tempo. O dinheiro seria revertido ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, que é vinculado ao Ministério da Justiça e tem por finalidade a reparação de danos causados ao meio ambiente, consumidor, bens e direitos e outros interesses difusos e coletivos.

Na justificativa, o deputado Luiz Carlos Hauly diz que atos como a disseminação de notícias falsas e incompletas na internet “causam sérios prejuízos, muitas vezes irreparáveis, tanto para pessoas físicas ou jurídicas, as quais não têm garantido o direito de defesa sobre os fatos falsamente divulgados”.

É verdade que as notícias falsas têm sido um grande problema na internet, tanto que Facebook e Google estão desenvolvendo tecnologias para combater a disseminação de boatos. Mas é preciso ter cuidado para não criar uma lei que sirva como instrumento de censura. Além disso, por mais que o conceito de “verdade” pareça óbvio, nem sempre é fácil determinar quando uma notícia é “falsa”. Sem contar que, com uma multa pesada, isso pode desencorajar principalmente o jornalismo investigativo.

A proposta está sendo analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, e depois seguirá para o Plenário.

Tecnocast 059 – Não acredite em seus olhos

Quem é culpado pela disseminação de notícias falsas na internet: as pessoas que compartilham tudo sem checar a veracidade das informações ou as empresas de tecnologia? Facebook e Google estão desenvolvendo tecnologias para que a verdade volte a reinar, seja com algoritmos de inteligência artificial, seja com a ajuda de humanos que fazem trabalhos independentes de verificação de fatos.

O problema dos boatos na internet alcançou um novo patamar com as redes sociais, tanto que o Dicionário Oxford elegeu “pós-verdade” como a palavra do ano de 2016. O termo descreve as situações nas quais os fatos importam menos que as emoções para moldar a opinião pública. Como lidar com um mundo onde a verdade foi substituída pela crença? Dá o play e vem com a gente!

Projeto de lei quer tornar crime compartilhamento de notícias falsas na internet

via Tecnoblog

Preciosidade: vídeos de testes nucleares dos EUA são liberados na Internet

nuclear

Você já se imaginou assistindo a um teste nuclear? Independente da sua resposta, a verdade é que agora você pode ver como funcionavam os testes conduzidos pelo governo norte-americano entre 1945 e 1962, já que os Estados Unidos liberaram a divulgação de vídeos, antes confidenciais, na internet. 

Isso aconteceu graças ao trabalho da equipe do Lawrence Livermore National Laboratory (LLNL), que passou os últimos cinco anos convertendo imagens de rolos e mais rolos de filmes praticamente em decomposição para o formato digital, a fim de preservar o conteúdo histórico. 

"Você sente cheiro de vinagre quando abre as latas [de filme], que é um dos subprodutos do processo de decomposição destes filmes", conta Greg Spriggs, físico especializado em armamento bélico. "Sabemos que este material está à beira da decomposição, até o ponto em que se tornará inútil. Os dados que estamos coletando agora devem ser preservados em formato digital, porque não importa o quão bem você trate, preserve ou armazene estes filmes: eles vão se decompor. Eles são feitos de material orgânico, que se decompõe. Então é isso. Chegamos a tempo de salvar os dados", completa. 

Os testes atmosféricos dos EUA representam um verdadeiro tesouro de dados e informações para engenheiros, físicos e médicos. Nenhum teste foi conduzido por sobre o solo americano nos últimos 55 anos, e nenhum teste nuclear, de natureza alguma, é realizado no país desde 1991. Os registros da primeira explosão de uma bomba de fusão e fissão nuclear chegam como uma fonte científica inigualável para os estudiosos e especialistas que pesquisam ou trabalham com arsenal nuclear. 

Veja alguns dos vídeos:

Acesse a playlist completa.

Via NewAtlas

via Canaltech

Senadores aprovam projeto que proíbe franquia de dados na internet fixa

Proposta segue agora para análise da Câmara dos Deputados

via IDG Now!

Senado dá urgência para projeto que acaba com franquia de dados na internet

Essa meta de março trouxe algumas boas notícias para quem andava brigando diariamente para não acabar com o plano de dados antes da virada do mês. A mais recente delas é que, na última terça-feira (14), o Senado Federal resolveu tentar dar um basta, mais uma vez, em parte das limitações impostas pelas operadoras e empresas do ramo à internet brasileira.

A tramitação, feita em regime de urgência para que o projeto seja votado o quanto antes no Plenário, teve como objetivo proibir a oferta de planos de acesso com franquia de dados. O documento é de autoria do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e se junta a mais uma série de textos que se apoiam em uma medida cautelar promovida há pouco tempo pela Anatel.

Proposta aprovada pelo Senado deve modificar o Marco Civil da Internet

Pelo que parece, a ideia de todos esses esforços é especificamente suspender ou acabar com ofertas que incluam em suas cláusulas limitações aos downloads de seus usuários. Segundo o site Convergência Digital, essa proposta aprovada pelo Senado deve modificar o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14) e incluir em um de seus artigos que diz respeito aos direitos dos internautas “a não implementação de franquia limitada de consumo nos planos de internet banda larga fixa”.

E aí, será que esse é o final da novela a respeito da aplicação e remoção das franquia de internet aqui no Brasil ou ainda acompanharemos essa história por um bom tempo? Deixe a sua opinião sobre esse tema polêmico mais abaixo, na seção de comentários.

via Novidades do TecMundo

IoT – Internet das Coisas. E o Brasil?

Internet das Coisas

Mais estímulo, mais monitoramento, mais inovação, menos regulamentação. É o que falta para que o mercado de IoT se impulsione no Brasil. E a tendência já está aí: é hora de fazer acontecer.

A (velha) internet

Em 1996, mais de 20 anos atrás, o presidente dos EUA na época, Bill Clinton, editou o Administration’s Telecommunications Act of 1996, organizando a confusão inicial e lançando as diretivas que permitiram entrarmos na era da Internet. Essa regulamentação acreditava que as forças de mercado e a inovação tecnológica eram os motores da moderna internet. Foi um incrível ato de maturidade política, mesmo nos EUA. Seus autores sabiam que alguma coisa impressionante estava para acontecer e o governo prestaria um grande serviço, ficando quieto, deixando a inovação e o investimento privado florescerem.

Ninguém previu o alcance, as mudanças econômicas, sociais e culturais que se seguiriam nesses 20 anos, desde o advento das lojas virtuais, o fim dos jornais e revistas, a entrada na era da economia compartilhada, os smartphones, o fim das grandes bibliotecas dos escritórios de advocacia, e muito mais.

A nova era

Uma nova internet está aparecendo no horizonte. O espectro da Internet das Coisas assombra o mundo. Como todo processo exponencial, ninguém é capaz de prever o que vai realmente acontecer. O IDC prevê um crescimento de 17,5% ao ano. A IHS estima que o mercado de IoT crescerá de 15,4 bilhões de dispositivos conectados em 2015 para 75,4 bilhões em 2025.

Como há 20 anos, alguma coisa impressionante está novamente acontecendo.

Em 2010, nascia a Nest Labs com a ideia de um termostato inteligente, conectado à Internet para manter as casas europeias aquecidas no inverno, com o menor consumo de energia. Evoluiu para câmeras conectadas, impressoras conectadas e, de repente, temos 17,5 bilhões de dispositivos conectados hoje em dia.

As “coisas” conectadas seguem a se multiplicar e enriquecer nossas vidas: eletrodomésticos, dispositivos médicos, automóveis inteligentes, lâmpadas inteligentes, dispositivos vestíveis e todo tipo de equipamento industrial já estão se conectando e apresentando um estimulante cenário para a inovação, para os negócios, para o poder público, gerando novos benefícios para a sociedade. 

IoT no Brasil

A iniciativa do MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) em ouvir a sociedade brasileira por meio de uma Consulta Pública para a construção de um Plano Nacional da Internet das Coisas (IoT, em sua sigla em inglês) é louvável, sendo que alguns pontos que permeiam a consulta pública merecem atenção para o futuro desse plano e para entender se ele vai, realmente, dirigir o esforço nacional ou vai ficar somente no papel.

O desenvolvimento da IoT no Brasil merece estímulo e monitoramento, mas sem a necessidade de regulamentação específica, pois não vamos criar um PAL-M do IoT. Por outro lado, a participação brasileira em organismos internacionais, batalhando por padrões abertos e não proprietários é essencial.

Muitos dos desafios colocados por aplicações e soluções baseadas nessa tecnologia tal como a segurança da informação e a proteção de dados pessoais estão sendo tratados por legislações específicas (Marco Civil da Internet, Código de Defesa do Consumidor) ou já são motivos de discussão legislativa (como os projetos para a criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).

Como a tecnologia e as suas diferentes possibilidades de uso evoluem rapidamente, a imposição prematura de padrões e regulamentação específica para IoT criariam restrições que seriam prejudiciais ao Brasil e poderiam sufocar a emergência de novas aplicações nessa área.

Por que o governo deveria certificar produtos de uso de espectro de rádio em que o alcance é curto e a potência mínima (Bluetooth, NFC, WiFi) e mesmo sem uso de rádio – dispositivos meramente passivos, como os GPONS (Gigabit passive optical network)?

A ANATEL tem que cuidar de coisas muito mais importantes como a Segurança Jurídica das Concessões Públicas, da formação de carteis e monopólios, do livre fluxo de dados e metadados, da cobertura celular e de dados, da otimização das ERB’s (Estações Rádio Base), de concessionárias importantes em difícil situação financeira e não de pequenos dispositivos de IoT.

A emergência da IoT é uma oportunidade ao desenvolvimento econômico brasileiro para modernizar a indústria e torná-la mais competitiva, para melhorar a prestação de serviços e torná-lo mais produtivo, para tornar as cidades mais inteligentes, melhorar a educação e a saúde públicas, para tornar o governo mais produtivo e menos burocrático.

Esta é a oportunidade para o governo brasileiro perseguir um planejamento de médio e longo prazo para o desenvolvimento do ecossistema de IoT no país e para criar soluções financeiras engenhosas para a capitalização e fomento de todo esse ecossistema.

Temos a inteligência e a criatividade para conseguirmos a inserção mundial do Brasil no mercado global de IoT, sobretudo no que tange à exportação de software e serviços, desde que persigamos em organismos internacionais as regras e padrões que melhor atendam nossos interesses, lutando contra padrões proprietários ou regionais.

Os setores de software e de serviços de tecnologia da informação são essenciais para o desenvolvimento da IoT no país. Em IoT, o dispositivo mais simples é o beacon, que é apenas um farolete emitindo Bluetooth, e somente com software se transforma em algo útil.

Segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016, produzido pela ABES em parceria com a IDC, o mercado de TI no Brasil cresceu 9,2%, em 2015, enquanto que a média de crescimento global foi de 5,6%. Somente o segmento de software cresceu 30% entre 2014 e 2015, ano em que o país enfrentou uma recessão econômica com queda do PIB superior a 3%.

Internet das Coisas

De certa forma, a emergência da IoT hoje apresenta as mesmas características dos primórdios da Internet quando estávamos aprendendo e desenvolvendo novos produtos e serviços que permitiram a explosão de conhecimentos atuais e o aumento brutal dos dados e da produtividade mundial. Eventuais lacunas devem ser trabalhadas, sempre que possível, pelos mecanismos tradicionais de mercado, como auto-regulamentação, contratos padronizados, sempre com foco na competição e na livre-iniciativa.

A cooperação com entidades internacionais e com outros países para identificar áreas de interesse comum, visando participar da definição de normas, padrões e protocolos abertos, desencorajando, sempre que possível, medidas unilaterais de criação de normas, protocolos, padrões, como, por exemplo, a localização forçada de dados em determinadas áreas geográficas, são bem-vindas e teriam alto potencial para beneficiar as tecnologias emergentes, tal como a IoT made in Brazil.

Essas medidas poderiam ser fonte de estímulo e fortalecimento do Brasil como exportador de serviços de tecnologia de informação com soluções de IoT escaláveis globalmente.

Cibersegurança e Analytics

Dois pontos críticos ressaltam nas aplicações de IoT: a Segurança (cyber security) e a Análise (Analytics) estatística de dados e metadados originados nos bilhões de dispositivos conectados, que vai permitir extrair o máximo da IoT.

Como Cyber Security, Analytics acabou virando um ramo à parte, fortemente informado pelo Big Data, que permite encontrar correlações além daquelas imaginadas pelos formuladores dos modelos estatísticos.

Ligadas à segurança, mas que devem ser tratados à parte, estão a privacidade e a proteção de dados pessoais. Não existem privacidade e proteção de dados sem uma excelente segurança cibernética. A segurança é condição necessária, porém não suficiente para garantir a privacidade individual.

Ética Corporativa, Leis, Regulamentações, Governança e Compliance são necessárias para se assegurar a privacidade e proteção dos dados.

Os formuladores de políticas públicas deveriam encorajar práticas de desenvolvimento seguro de aplicações. A segurança deve estar inserida no projeto, “security by design” ou quando isso não for possível pelo alto custo de desenvolvimento ou pela urgência em se chegar ao mercado, estimular a Auditoria de Segurança do Código das Aplicações, que permite identificar as vulnerabilidades críticas introduzidas no código.

Internacionalização

Só a internacionalização proporcionará aos empreendedores brasileiros a escala necessária para atuar eficientemente nessa nova internet. No mundo conectado de hoje, o comércio internacional simplesmente não funcionaria sem os fluxos constantes de transferência de dados entre as fronteiras nacionais.

O livre movimento dos dados permite às empresas brasileiras de todos os tamanhos e de todas as indústrias trazer e levar inovações ao mercado global, guiar seus investimentos, crescer e criar empregos. O fluxo de dados transfronteiras permite, particularmente, às pequenas e médias empresas, competir na economia global por meio do acesso a produtos e serviços digitais, tais como as aplicações em nuvem, reduzindo o custo da infraestrutura necessária.

A tarefa de conectar bilhões de dispositivos entre uma multidão de diferentes atores é demasiadamente complexa. Para tanto, ganha relevância o estímulo à adoção de padrões abertos tanto em termos de conectividade de dispositivos quanto de redes, por meio do qual se avança rumo à interoperabilidade global, que é a habilidade das “coisas” se comunicarem entre si de maneira concisa e eficiente. Devido à complexidade e amplitude dos sistemas e conexões baseados em IoT, não é aconselhável que busquemos padrões próprios, mas que, antes, nos apoiemos nos padrões globais universalmente reconhecidos. 

Recursos humanos

A educação no país segue sendo um desafio, mas todas as soluções para a melhoria da educação nacional são de longo e médio prazo. Por outro lado, recursos humanos valiosos, encontram-se espalhados pelo país ou no exterior.

É bom não subestimar a força da diáspora brasileira de cientistas, técnicos e empreendedores nos EUA e Europa. Um censo desses recursos, que poderiam ser recrutados remotamente, permitiria encontrar um atalho para as deficiências da educação nacional.

Estratégia

Qualquer que seja o plano final para a IoT no Brasil, alguns pontos importantes devem ser levados em consideração:

  1. Estímulo ao empreendedorismo e à inovação, com um mínimo de novas e velhas regulamentações;
  2. Adesão a organismos internacionais para o desenvolvimento de padrões abertos, evitando padrões proprietários e regionais;
  3. Criação de novos instrumentos financeiros que permitam capitalizar e financiar este novo ecossistema, sem aumentar o risco e o custo para o governo e o BNDES. Não adianta o BNDES repassar recursos a custo baixo a empreendedores e os bancos intermediários cobrarem del credere de 12% ao ano;
  4. Estímulo para melhorar a segurança dos clientes finais, seja através das práticas de desenvolvimento seguro, seja através da auditoria de código e adoção de padrões quanto à comunicação máquina-máquina, dificultando ataques de hackers;
  5. Estímulo à utilização dos Recursos Humanos brasileiros, disponíveis aqui e no exterior, retirando-se as barreiras hoje existentes quanto à terceirização e quarteirização de mão de obra especializada;
  6. Estímulo para a adoção de Códigos de Ética e Governança Corporativa quanto à preservação da privacidade dos dados individuais das pessoas e seus dispositivos;
  7. Fomento igual ao desenvolvimento de hardware e software, inclusive em linhas paralelas, mas essenciais, como cyber segurança e analytics para IoT.
  8. E mais importante de tudo, é que o plano seja seguido pelo governo atual e os que o sucederem.

Em vista de todos estes pontos, pode-se observar que existem grandes desafios a serem considerados no Plano Nacional de IoT, mas o fato é que o setor de TI tem um papel essencial para o desenvolvimento dessa tecnologia e sua inserção nas cadeias globais de valor deveria ser objetivo de políticas públicas de estímulo e de fomento.

O setor não precisa de mais regras (desde a constituição de 1988, os governos, nos três níveis criaram 5 milhões de regulamentações e regras, criando um cipoal difícil de interpretar) e sim que o Estado paute suas ações convicto do seu importante papel de indutor do desenvolvimento e da necessária segurança jurídica para os empreendedores.

via Canaltech

TIM reformula planos pré-pagos e oferece pacote mínimo de 1 GB de internet

A TIM reformulou seu portfólio de planos pré-pagos lançado em outubro de 2015. Agora, a franquia mínima passa a ser 1 GB e os usuários contam com WhatsApp à vontade, serviço de streaming de música e pacotes de voz.

O TIM PRÉ Classic passará a oferecer 1 GB de internet – antes era 250 MB – e o serviço TIMmusic By Deezer, uma plataforma de streaming com mais de 40 milhões de músicas, além de envio de mensagens, áudios, vídeos e imagens no WhatsApp sem descontar da franquia e chamadas ilimitadas para qualquer número TIM do Brasil. Para ter acesso a todos esses benefícios, o cliente pagará R$ 8,99, válidos por sete dias.

O TIM PRÉ 500 funcionará da mesma forma, também com 1 GB de internet, dobrando a franquia anterior de 500 MB. A diferença é o pacote de voz, que oferece 100 minutos em chamadas para números de qualquer operadora em todo o Brasil. O valor é de R$ 9,99 por sete dias.

Já o usuário do antigo plano TIM PRÉ 1GB passa a contar com franquia de dados de 1,5 GB, além de WhatsApp à vontade e 400 minutos em ligações para qualquer operadora por R$ 34,99 por 30 dias. A opção é ideal para aqueles que querem ter controle dos gastos e, ao mesmo tempo, a comodidade de não precisa inserir créditos na linha com tanta frequência.

Mudando com o cliente

“Fizemos essa mudança para atender à demanda dos nossos clientes por mais internet, principalmente. Sem dúvida, nossas ofertas têm o melhor custo-benefício do mercado e os usuários ainda contam com a maior rede 4G do Brasil, com mais velocidade e qualidade no serviço de internet móvel. O novo portfólio irá consolidar ainda mais a liderança da TIM no segmento pré-pago”, explica Pietro Labriola, COO da TIM Brasil.

Os consumidores que quiserem migrar para os novos planos podem fazer a contratação nos pontos de venda

Os clientes TIM PRÉ receberam mensagens de texto explicando as mudanças do portfólio e terão suas ofertas migradas automaticamente a partir de 15 de março. Os consumidores que quiserem migrar para os novos planos podem fazer a contratação nos pontos de venda, se não forem clientes TIM, pelo app MEU TIM ou enviando um SMS para 4141 se já forem usuários da operadora. As ofertas são renovadas de forma automática nas linhas – a cada sete ou 30 dias, de acordo com o plano – caso o cliente tenha créditos suficientes.

via Novidades do TecMundo

Mudança de planos: TIM aumenta franquia de internet no pré-pago

Confira neste artigo todos os detalhes sobre os novos planos pré-pagos da TIM que ganharam mais franquia de internet.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Conteúdos duvidosos e ofensivos na internet estão na mira da Google

A internet, pela liberdade de expressão e o espaço de propagação de ideias que proporciona a seus usuários, pode conter uma série de informações duvidosas, falsas, enganosas e principalmente ofensivas. É contra isso que a gigante da tecnologia Google está lutando em sua mais recente ofensiva.

Para isso, a empresa vai ensinar o algoritmo que rege sua ferramenta de busca – a mais famosa e mais utilizada da internet – a identificar de maneira mais eficaz informações incorretas, falsas ou que possam ofender as pessoas de alguma maneira.

Trabalho complicado

O início do processo vai acontecer com a introdução de um novo botão para avisar sobre esse tipo de conteúdo pelos especialistas em qualidade que trabalham para a Google e verificam os resultados da ferramenta de busca. Eles se encontram no mundo todo e são funcionários da empresa que, a partir de suas marcações, vão ensinar o algoritmo a entender melhor o que pode ser configurado como informação ofensiva ou falsa.

Entre as definições de conteúdo que deve ser marcado estão xingamentos racistas e imagens violentas, por exemplo, entre outros

A empresa também atualizou as diretrizes que os especialistas devem seguir. Agora, entre as definições de conteúdo que deve ser marcado estão xingamentos racistas e imagens violentas, por exemplo, entre outros. O problema com notícias falsas e informações duvidosas é ainda maior, pois exige pesquisa e uma análise minuciosa dos dados por parte dos profissionais.

A ferramenta de busca da Google está aprendendo a identificar conteúdos ofensivos e falsos

De olho em boatos e rumores

Estamos evitando explicitamente o termo ‘notícias falsas’, pois achamos que ele é muito vago

O problema com esse tipo de conteúdo foi agravado com a acusação de que as grandes empresas de tecnologia como o Facebook, o Twitter e a própria Google não teriam tomado providências necessárias com notícias falsas relativas ao período das eleições presidenciais norte-americanas, quando houve um aumento significativo dessas informações.

Paul Haahr, engenheiro sênior da Google, afirmou: “Estamos evitando explicitamente o termo ‘notícias falsas’, pois achamos que ele é muito vago. Porém, queremos focar em informações obviamente imprecisas”.

via Novidades do TecMundo

TIM aumenta franquia de internet em planos pré-pagos

A partir desta quarta-feira (15), clientes da modalidade pré-paga da TIM contarão com mais internet. A operadora já havia anunciado que o TIM Pré 500 teria o dobro de franquia disponível, mas o aumento também chega para os planos TIM Pré Classic e TIM Pré Mensal.

Com a mudança, é bem provável que o TIM Pré Classic seja a opção com o melhor custo-benefício do mercado, levando em conta a quantidade de internet. O pacote custa R$ 8,99 por semana e traz 1 GB de internet, ligações ilimitadas de TIM pra TIM, SMS à vontade e acesso ao TIMmusic by Deezer.

Vale lembrar que também existe outra opção semanal, bem semelhante ao Pré Classic: o TIM Pré 1 GB traz a mesma quantidade de internet, e possui 100 minutos semanais para qualquer operadora. Ele custa R$ 9,99 por semana (um real a mais).

A outra mudança foi no TIM Pré Mensal, mas essa é menos empolgante: o pacote continua custando os mesmos R$ 34,99 e tem 1,5 GB de internet (em vez de 1 GB como anteriormente). O plano mensal também traz 400 minutos em ligações para qualquer operadora e SMS à vontade. Nessa modalidade, não há gratuidade do TIMmusic by Deezer.

O velho plano de R$ 7 se mantém inalterado: a TIM não anda fazendo muita publicidade dessa opção que ainda pode ser vantajosa para quem fala muito e navega pouco. O plano traz 100 minutos e 150 MB por semana.

Em todos os planos pré-pagos, o uso do WhatsApp não desconta da franquia (exceto no caso de ligações). Quem precisar de mais internet pode contratar pacote adicional de 150 MB por R$ 5.

Quem tinha um plano com as franquias de dados antigas não precisa se preocupar: a migração será feita automaticamente a partir da próxima renovação.

Com essas mudanças, vários planos pós-pagos e controle da TIM deixam de fazer muito sentido. Em São Paulo (DDD 11), um plano com 3 GB de dados e 1.000 minutos custa R$ 109,90. Um plano controle com 2 GB de internet e 500 minutos custa R$ 54,90 por mês. Na última conferência com investidores, a operadora afirmou que iria focar na conversão da base para o pós-pago, mas essas mudanças não nos deixam acreditar muito nisso. Será que a TIM vai apresentar algo agressivo para o pós-pago?

TIM aumenta franquia de internet em planos pré-pagos

via Tecnoblog

Edital do Ministério da Cultura vai estimular canais de vídeos na Internet

A Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) anunciou na última sexta-feira (10) a realização de sete editais ainda para o primeiro semestre de 2017. A medida pretende direcionar recursos para promover oportunidades no setor de audiovisual. Dois dos editais são inéditos: o primeiro, para o desenvolvimento da “juventude vlogueira”, na forma de canais cuturais na web; o segundo tem como foco a criação de aplicativos culturais.

Segundo Mariana Ribas, secretária do Audiovisual, “os editais são a forma mais democrática de selecionar projetos. Na SAv, procuramos valorizar os novos talentos e os potenciais regionais. Nesse sentido, buscamos a inovação com editais voltados para a plataforma web (canais web e aplicativos), bem como a continuidade da presença da mulher na produção audiovisual, por meio do edital de curta metragem na modalidade Carmem Santos”.

Mariana Ribas, secretária do Audiovisual, no RioContentMarket

Foco nas mulheres

A SAv pretende estabelecer uma comissão paritária de gênero para seleção de editais para dar um olhar mais igualitário na avaliação das obras

As mulheres também vão ganhar uma atenção especial do MinC, com uma modalidade do edital Curta-metragem feita especialmente para projetos encabeçados pelo gênero feminino. Em 2013, esse edital de cinema contemplou 16 obras audiovisuais de curta e média metragem dirigidas por mulheres. Neste ano, a SAv pretende estabelecer uma comissão paritária de gênero para seleção de editais para dar um olhar mais igualitário na avaliação das obras.

Mais informações sobre a quantidade de vagas e o valor destinado a cada edital serão divulgadas em breve pelo MinC.

via Novidades do TecMundo