Abranet quer aumentar em 10 vezes a velocidade da internet no Brasil

No que depender da Associação Brasileira de Internet (Abranet), os provedores de internet no Brasil terão mais facilidade para adquirir equipamentos de infraestrutura para oferecer conexões mais rápidas aos brasileiros. Para isso, a associação lançou na última semana o programa Brasil Conectado a 100 Gb, que vai realizar parcerias com fornecedoras para alcançar seu objetivo final.

A primeira parceira do projeto é a WZTECH Netwokrs/Juniper, que vai oferecer vantagens técnicas e comerciais para as companhias associadas da Abranet. “É uma política agressiva para a construção de redes”, afirmou o arquiteto de inovação da empresa Edson R. Cardoso durante a Convenção Abranet 2017.

Novo projeto pode trazer um reforço significativo à infraestrutura da internet no Brasil

Atualmente, a maioria das fornecedoras de internet utilizam infraestrutura de 10 Gb, sendo que o salto natural seria migrar para uma interface de 40 Gb. Segundo Cardoso, porém, o investimento em backbones para conexões de 100 Gbps sai mais em conta do que a opção “intermediária”. “Com 100 Gb, [os provedores] começam a fornecer outros tipos de serviços que hoje os usuários não têm”, apontou.

Esse reforço na infraestrutura é significativo e deve dar uma nova feição à internet brasileira em longo prazo. Esse passo adiante é não só útil como necessário em um mundo — e em um Brasil, obviamente — cada vez mais online.

via Novidades do TecMundo

Número de malware criado para atacar Internet das Coisas dobra em 1 ano

Segundo Kaspersky Lab, o número de amostras de malware que visam dispositivos inteligentes chegou a mais de 7 mil em 2017, sendo que mais da metade surgiu neste ano

via IDG Now!

Número de malwares focados na Internet das Coisas dobrou em 2017

Uma pesquisa feita pelo Kaspersky Lab revelou uma verdade preocupante para os entusiastas da Internet das Coisas. Isso porque o número de amostras de malware que visam dispositivos IoT encontrado por eles chegou a 7.000 – mais da metade disso, vale notar, surgido só em 2017.

Para muitos, é claro, focar em uma tecnologia tão nova e que tem um longo caminho até realmente estourar com a população pode parecer até estranho. Mas o fato é que, atualmente, já temos mais de 6 bilhões de dispositivos inteligentes em uso; o que é um número não apenas enorme, como também que deixa claro o quanto estamos expostos.

O número de malwares que visam dispositivos IoT encontrados pela Kaspersky chegou a 7.000 – duas vezes mais do que em 2016

Não faltam exemplos dos riscos que corremos, com isso. Através de nossos smartwatches, roteadores, câmeras e até smart TVs, hackers são capazes de nos espionar e chantagear. Em casos mais complicados, eles podem até mesmo utilizar tais dispositivos como cúmplices de seus crimes, transformando-os em partes de um botnet para ataques DDoS ou invasões mais sofisticadas.

Facilmente expostos e indefesos

O pior de tudo é que você mal precisa se “esforçar” para que seus dispositivos IoT sejam alvo de ataques. Prova disso veio quando a Kaspersky criou redes que simulavam vários aparelhos conectados à Internet das Coisas para servirem de isca para os hackers: mal elas eram criadas e ataques de malwares de todos os tipos começavam quase de imediato. Desses, 63% focavam câmeras e gravadores de vídeo, enquanto 20% miravam roteadores, modens e outros dispositivos de rede. Só 1%, no entanto, agia em impressoras e equipamentos domésticos.

Como se não fosse o suficiente, essas tecnologias ainda vêm se mostrando incrivelmente inseguras. Em primeiro lugar, visto que a maioria deles funciona com base no SO Linux, criminosos podem facilmente criar códigos maliciosos genéricos e invadir vários aparelhos ao mesmo tempo.

Além disso, a maioria desses dispositivos não possui qualquer solução de segurança instalada, sendo que ver fabricantes produzindo atualizações de segurança ou de firmware para esses aparelhos ainda é uma raridade. Resultado: muitos desses aparelhos IoT já devem estar infectados de malwares e você nem sabe disso.

O relatório ainda traz informações nada animadoras com relação aos países atacados. Como você pode conferir pelo gráfico abaixo, estamos em quarto lugar na lista entre as maiores vítimas, com 6,21% dos ataques. Perdemos apenas para China (13,95%), Vietnã (12,26%) e Rússia (6,92%).

Vladimir Kuskov, um dos especialistas em segurança da Kaspersky Lab, explica o quanto isso é problemático – não apenas por quão vulneráveis estamos, mas também pela nossa demora em perceber tal ameaça.

“O problema da segurança de dispositivos inteligentes é grave, e todos precisamos estar cientes disso”, começou ele. “No ano passado, não só percebemos que é possível invadir os dispositivos conectados, mas também que se trata de uma ameaça real. Já observamos um enorme crescimento das amostras de malware na IoT, mas seu potencial é muito maior.”

A forte competição no mercado de ataques DDoS está fazendo com que os invasores procurem novos recursos para ajudá-los a estabelecer ataques cada vez mais avançados

Ele ainda continua, explicando o que motiva os ataques e previsões nada animadoras para essa ameaça, usando também como exemplo o temido botnet Mirai:

“Aparentemente, a forte competição no mercado de ataques DDoS está fazendo com que os invasores procurem novos recursos para ajudá-los a estabelecer ataques cada vez mais avançados. A botnet Mirai demonstrou que os dispositivos inteligentes podem dar aos criminosos virtuais o que eles querem já que o número de dispositivos passíveis de ataque chega à bilhões. Vários analistas previram que, até 2020, esse volume pode alcançar algo como 20-50 bilhões de dispositivos.”

Evitando ataques

Quem chegou a esse ponto, por fim, deve estar achando que não há escapatória para seus dispositivos IoT, mas a boa notícia é que a situação não é tão ruim assim. Segundo a companhia, a dica é seguir os passos abaixo:

  • 1. Não acesse seus dispositivos por redes externas se não for necessário;
  • 2. Desative todos os serviços de rede que não são necessários para usar seu dispositivo;
  • 3. No caso de senhas padrão/universais ou contas que não podem ser alteradas/desativadas, desative os serviços de rede nos quais elas são usadas ou suspenda o acesso a redes externas;
  • 4. Altere a senha do dispositivo antes de começar a usá-lo;
  • 5. Atualize seu dispositivo para a versão de firmware mais recente.

Como sempre, todo o cuidado é muito bem-vindo quando estamos falando de tecnologias como essas. Seja qual for sua decisão, é uma pena ver essa dose de “descaso” por parte das companhias com a segurança dos aparelhos IoT; logo, quem quiser ficar realmente longe de malwares como esses vai ter que se contentar em evitar a Internet das Coisas – ao menos por enquanto.

via Novidades do TecMundo

“Internet – O Filme” ganha primeiro trailer

Longa nacional celebra o bom momento vivido pelos youtubers e reúne celebridades da web

“Internet – O Filme”, produção nacional que reúne celebridades da web para capitalizar o bom momento vivido pelos youtubers, ganhou seu primeiro trailer. A trama gira em torno de uma convenção em uma disputa pela fama, com direito a campeonato de Street Fighter. Claro que a ideia é brincar com a personalidade de cada um, com toques de humor.

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via Novidades do TecMundo

Youtubers dominam o trailer de “Internet O Filme”

Internet O Filme

Com estreia marcada para o dia 23 de fevereiro de 2017, Internet O Filme ganhou seu primeiro trailer oficial. O longa vai reunir webcelebridades em uma história fictícia que promete levar muitos adolescentes às salas de cinema.

A ideia do filme é levar a irreverência e a espontaneidade dos conteúdos de humor das redes sociais e da internet para o cinema. A trama acontece em uma convenção de youtubers, onde os personagens entram em vários conflitos uma vez que todos eles estão em busca da fama a qualquer preço.

O elenco conta com donos de milhões de visualizações no YouTube, como Cellbit, Mr Poladoful, Gusta, Teddy, Cocielo, Felipe Castanhari, Cauê Moura, PC Siqueira, Pathy dos Reis, Thaynara OG, Vitor Meyniel e muitos outros.

Comediantes como Rafinha Bastos, Maurício Meirelles e Paulinho Serra também marcam presença no longa. Outros nomes inusitados que aparecem no filme são o do funkeiro Mr Catra e da apresentadora Palmirinha.

Um dos nomes mais famosos quando falamos em youtubers brasileiros está fora da lista: Kéfera. No entanto, a web celebridade já garantiu o seu espaço no cinema no ano passado, ao estrelar o filme É Fada!. O longa arrecadou R$ 5 milhões com 368 mil bilhetes vendidos no primeiro final de semana e R$ 15 milhões com 1 milhão de espectadores apenas na primeira semana. Esses números mostram que a reunião de youtubers em Internet O Filme pode ser bem rentável.

Fonte: Paris Filmes

via Canaltech

Offline: governos promoveram mais de 50 bloqueios à internet em 2016

Levantamento mostrou que diversos países utilizaram esse artifício para restringir o acesso dos cidadãos a informações e às redes sociais

Embora 2016 já tenha acabado, as histórias sobre o ano que passou ainda rendem muito assunto. No mundo da tecnologia, por exemplo, além de o período oferecer novos celulares, placas de vídeos e processadores das principais empresas do ramo, também tivemos uma expansão do acesso a serviços online e à própria internet. Infelizmente, o contrário também é verdadeiro, já que, segundo o IPS, 2016 trouxe dezenas de casos de governos impedindo que seus cidadãos acessassem a rede.

De acordo com o portal internacional, esse bloqueio à web ocorreu mais de 50 vezes ao longo do ano passado, limitando tanto a liberdade de expressão das pessoas em determinados países quanto suprimindo dados de eleições e da economia ao público geral. Para Deji Olukotun, gerente sênior global de advocacia da Access Now – uma organização de direitos digitais –, os piores casos desse tipo estão associados a violações graves dos direitos humanos, com os “apagões” andando de mãos dadas com diversas atrocidades.

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via Novidades do TecMundo

Governos bloquearam acesso à internet mais de 50 vezes em 2016

INTERNET

Apenas em 2016, a organização de direitos digitais Access Now documentou mais de 50 bloqueios de internet por parte de governos ao redor do mundo. Os desligamentos, segundo a organização, têm sido associados a violações dos direitos humanos por suprimirem as eleições, retardando as economias e limitando a liberdade de expressão.

"O que descobrimos é que os desligamentos na internet andam de mãos dadas com atrocidades", disse Deji Olukotun, Gerente Global de Advocacia da Access Now à agência de notícias IPS.

Segundo ele, na Etiópia, por exemplo, houve um bloqueio consistente de mídia social e internet neste ano. Vários líderes usaram desligamentos na internet para afetar processos democráticos, incluindo eleições. "Em Uganda, em fevereiro de 2016, mídias sociais foram bloqueadas pelo presidente Museveni e que novamente aconteceu na Gâmbia (em dezembro) em torno da eleição", acrescentou.

Ainda de acordo com Olukotun, os governos estão empregando métodos mais sofisticados para garantir que os internautas não possam contornar as paralisações. E, quando se trata de desligamentos, Olukotun afirma que os provedores de internet devem resistir às demandas do governo.

"As empresas de telecomunicações podem repelir as ordens do governo, ou pelo menos documentá-las para mostrar o que está acontecendo, pelo menos ter uma prova no papel", disse ele.

Ele também observou que organizações internacionais, como a União Internacional de Telecomunicações – a agência das Nações Unidas para as tecnologias de informação e comunicação – também poderiam fazer mais por meio da emissão de declarações em resposta a incidentes específicos.

Prejuízo

No entanto, os governos não parecem ter levado em conta as repercussões que o bloqueio da internet implicaria, para além dos limites da liberdade de expressão. De acordo com um recente relatório do Brookings Institute, desligamentos de internet custaram aos países US$ 2,4 bilhões de dólares em 2015.

As maiores perdas foram na Índia (US$ 968 milhões), Arábia Saudita (US$ 465 milhões) e Marrocos, que perdeu US$ 320 milhões. Ainda segundo o Brookings, estas são estimativas conservadoras que apenas levam em conta reduções na atividade econômica e não perdas fiscais ou quedas na confiança dos investidores.

Fonte: IPS

via Canaltech

Startup que aluga goleiros pela internet recebe aporte no Shark Tank

Goleiro de Aluguel

O Futebol é o esporte mais praticado no mundo. Quem é que não gosta de bater uma bolinha com os amigos? O difícil é escalar um goleiro. Para suprir esse problema, uma startup paulista criou a Goleiro de Aluguel, plataforma em que times amadores e de "final de semana" alugam goleiros para jogar em seus times. Em dezembro, a startup conseguiu um aporte de US$ 250 mil no reality show Shark Tank, do canal Sony.

A companhia criou um app no qual goleiros amadores oferecem seus serviços para grupos que precisam completar seu time com algum goleiro. O serviço online gerencia e agenda estes compromissos para os goleiros, que são pagos via plataforma e a empresa recebe um percentual do valor recebido.

Os fundadores Samuel Toaldo, 33 anos, e Eugen Braun, 28 anos, começaram sua apresentação aos “tubarões” pedindo R$ 250 mil por 10% de seu negócio. O pitch foi avaliado pelos cinco apresentadores do programa.

No decorrer do pitch, alguns “tubarões” como Robinson Shiba, fundador da rede de restaurantes China In Box e o também cantor Sorocaba desistiram da negociação.

Mas o foco, segundo os próprios sócios era claro. Eles queriam ser investidos por Carlos Wizard, fundador de uma das maiores cadeias de escolas de ensino no país e empreendedor em negócios esportivos. Entretanto, à primeira vista Carlos também optou por sair da negociação.
João Apolinário, fundador da Polishop, por sua vez, propôs o aporte de R$ 250 mil, mas por 50% da empresa.

Nesse momento, Samuel e Eugen pediram 2 minutos – tempo de avaliação permitido – para conversarem com seu mentor Bruno Medeiros para avaliarem rapidamente a viabilidade. No retorno a negociação, os sócios ousaram e pediram a entrada de Carlos no negócio, mesmo com sua negativa inicial.

“Nosso objetivo inicial era conseguir um acordo com o Carlos Wizard, para abrir o mercado nacional da Goleiro de Aluguel. Ele é dono de empresas ligadas ao esporte como a Ronaldo Academy, em parceria com o Ronaldo Fenômeno, Topper e Rainha. Entendemos que o negócio dele tem grande sinergia com o nosso e por isso queríamos muito a entrada dele junto com o João”, comenta Eugen Braun, COO da Goleiro de Aluguel.

Na volta, os empreendedores propuseram um aporte de R$ 300.000 por 40% de participação, sendo 20% para João e 20% para Carlos. Nesse momento, Carlos trouxe outra opção: R$ 250.000 por 50%, mas com 25% de participação para ele e os outros 25% para João. Dessa vez, tubarões e empreendedores se entenderam e o acordo foi firmado.

Depois de conseguir emplacar o investimento, a startup já faz planos para 2017, mirando um crescimento em canais on-line e off-line, mantendo um crescimento de 25% por mês durante o primeiro semestre de 2017.

"Queremos fechar o ano com mais de 30 mil partidas realizadas em todo país. Com os tubarões tudo será mais rápido e fácil, além de já estarem surgindo novas propostas, baseadas em nosso modelo de negócio. Somos goleiros mas marcamos um gol de placa” completa Samuel.

via Canaltech

Internet derruba perfil de Azealia Banks depois de rapper ofender o Brasil

 Azealia Banks

Sai ano, entra ano e a gente continua aqui se deliciando com uma das melhores coisas que há na Internet: tretas. Na noite deste domingo (01), a rapper norte-americana Azealia Banks, que anda bem apagadinha, resolveu causar polêmica nas redes sociais para voltar aos holofotes.

Chateada por ter sido xingada por um seguir brasileiro de "p*** negra", ela decidiu destilar todo seu veneno em todos os brasileiros. "Quando esses anormais do terceiro mundo vão parar de fazer spam com esse inglês errado falando sobre algo que não sabem?", indagou Azealia. Continuando o barraco, ela disse que os brasileiros deveriam "se preocupar com a economia primeiro". Claro, a publicação pegou supermal e logo estava cheia de comentários indignados, aos quais Azealia ironizou: "Não sabia que tinha internet na favela". E foi aí que a coisa fedeu.

Se no ano passado a gente armou campana e arranjou briga com Portugal e Espanha para saber quem era o rei dos memes na Internet, é de se imaginar que um xingamento desses não passaria incólume. Na manhã desta segunda-feira (02) os brasileiros criaram e uparam no Twitter a hashtag #DenuciemAContaDaSandalia, que entrou para os trending topics mundiais. Além do trocadilho com a marca de sandálias Azaleia, a ideia da tag era fazer a ofensa chegar aos ouvidos dos chefões do microblog para que alguma providência fosse tomada. Resultado: a denúncia foi adiante e o país sem internet acabou derrubando o perfil da rapper americana.

Abaixo, reunimos as melhores reações à polêmica da cantora, que há anos não emplaca um hit sequer e sobrevive na mídia pelos barracos que arma. Antes de comprar briga com o Brasil, ela já xingou a rainha Beyoncé, Sia, Lily Allen, Diplo, Rita Ora e outras celebridades.

via Canaltech

Exynos 8895, processador do Galaxy S8, tem seus detalhes vazados na internet

Galaxy S8 Conceito

Já faz algum tempo que especulações sobre o Exynos 8895 circulam pela internet, mas um vazamento desta quarta-feira (28) revelou praticamente todos os detalhes do chip processador que vai equipar o Galaxy S8.

Segundo informações veiculadas pelo SamMobile, o SoC da Samsung chegará ao mercado em duas versões diferentes: a Exynos 8895M (mais potente) e a Exynos 8895V (um pouco mais modesta). Ambos os modelos serão fabricados na litografia 10 nm FinFET e a principal diferença é que o mais poderoso deles contará com quatro núcleos Exynos M2 rodando a 2,5 GHz. O Exynos 8895V, por sua vez, terá frequência de 2,3 GHz. As variantes também irão compartilhar quatro núcleos Cortex A53 de baixo consumo e que rodam a 1,7 GHz.

Outra característica revelada pelo rumor é que a os chips contarão com GPU Mali-G41. A diferença é que o modelo mais parrudo terá 20 núcleos, enquatno o outro utilizará apenas 18 núcleos. Finalmente, o boato dá conta que o componente oferecerá suporte à tecnologia de armazenamento UFS 2.1, memória RAM LP-DDR4x e modem LTE 4G Cat. 16.

Tabela contendo detalhes dos Exynos 8895 que vazou nesta quarta na internet (Reprodução: SamMobile) 

A imprensa internacional aposta que a Samsung ainda vai lançar uma terceira versão do Exynos 8895, mas só no segundo semestre de 2017. Especula-se que o principal diferencial deste terceiro modelo será um modem mais novo, o Shanon 359, compatível com redes CDMA – algo bastante importante para os usuários da América do Norte, onde esse tipo de rede é bastante difundido.

Ainda não se sabe ao certo quais modelos do Galaxy S8 virão com qual modelo do Exynos 8895, mas é quase certo que a Samsung manterá a atual estratégia de lançar versões distintas do aparelho no mercado sul-coreano, com chips Exynos, e no restante do mundo, com o Snapdragon 835.

Todavia, só teremos certeza absoluta disso quando a fabricante abrir o jogo e revelar o Galaxy S8 ao mundo – o que deve ocorrer em algum momento durante o Mobile World Congress 2017, que acontece em Barcelona no final de fevereiro.

Fonte: SamMobile

via Canaltech