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Ford cria casinha para proteger cachorros contra barulho de fogos de artifício

Casa conta com microfones que detectam os sons das explosões para oferecer cancelamento de ruído


Engenheiros da Ford chegaram a uma solução inteligente para proteger cachorros do barulho de fogos de artifício, comuns nessa época do ano devido às comemorações de Natal e Ano Novo. Cachorros têm uma audição mais sensível que humanos e dado ao barulho das explosões, muitos acabam fugindo de suas casas e podem acabar se machucando.

 

A casinha foi desenvolvida com a mesma tecnologia que equipa fones com cancelamento de ruídos e que também é aplicada na cabine dos veículos da companhia para anular ruídos externos.

 

A tecnologia que habita a casa, segundo a Ford, consegue detectar o barulho dos fogos por meio de microfones e atua para mitigar os sons ou ainda eliminá-los por completo, emitindo frequências opostas, por meio de um sistema de áudio. Ela também dispõe de paredes com isolamento acústico, piso redutor de vibração e ventilação à prova de som.

 

“Nós nos perguntamos como as tecnologias usadas nos nossos carros podiam ser aplicadas em outras situações e identificamos que os cães ficariam mais confortáveis na comemoração de Ano Novo com a aplicação do nosso sistema de controle ativo de ruído. E temos mais algumas ideias em andamento sobre como o know-how da Ford pode ajudar na nossa vida cotidiana”, explicou Lyn West, gerente de Comunicação de Marketing da Ford Europa.

 

Por enquanto, a invenção da Ford é um protótipo funcional e não há planos de lançar o produto ao mercado, dado ainda o fato de que não se trata de um produto central que a Ford comercializa. De qualquer forma, o conceito é uma exibição de como diferentes tecnologias podem ser combinadas para gerar bem-estar e melhor qualidade de vida não só para humanos como também para animais de estimação. 

 

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Twitter libera recurso que permite mudar para timeline cronológica

Novidade chega em formato de um botão e, por enquanto, está disponível apenas para o aplicativo em aparelhos iOS


O Twitter, finalmente, cedeu a um dos principais pedidos dos usuários da rede social: o retorno da timeline cronológica. A novidade chega nesta terça-feira (18) no formato de um botão que permite que o usuário escolha se deseja ver as publicações mais recentes primeiro ou se deixa o trabalho para a seleção da inteligência artificial. 

Por enquanto, o recurso chega primeiro a usuários no aplicativo iOS e será liberado para o Android nos próximos meses, informou o Twitter por meio de um post publicado em seu blog

Como funciona – Por padrão, sempre que a plataforma for acessada após um período de ausência, os Tweets em destaque (que potencialmente devem interessar mais a cada um) aparecerão no topo da página inicial. Mas com poucos cliques, sem precisar sair da página inicial, é possível alternar no mesmo momento para a visualização dos Tweets mais recentes no topo.

Para mudar as configurações do feed, é preciso acessar a tela de início do Twitter e tocar no ícone de estrelas no canto superior direito. Em seguida, o aplicativo perguntará se você deseja ver as publicações mais recentes primeiro. A mudança para o feed com seleção do algoritmo também pode ser feita com o mesmo passo a passo.

O Twitter inaugurou o seu algoritmo de seleção em 2016. Na época, muitos usuários da rede social criticaram a medida, mas apenas recentemente anunciou que voltaria atrás.  

“A novidade faz parte das iniciativas que temos estudado para tornar o Twitter cada vez mais conversacional. Com essa nova funcionalidade na página inicial, acreditamos que será mais fácil as pessoas verem o que está acontecendo e que importa para elas”, escreveu a companhia.

 

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De AI a chatbots: as ferramentas mais cotadas para impulsionar as vendas de Natal

Inovação tecnológica tem se mostrado como a principal aliada do e-commerce e neste Natal será a peça chave para o varejo on-line e offline


O Natal segue sendo a data mais importante do ano para o comércio e em 2018 não será diferente. Mesmo com a crise econômica, o mercado começou a apresentar uma retomada, e os consumidores não decepcionaram, superando as previsões nas últimas datas comemorativas com grandes promoções.

No ano passado, segundo a consultoria Ebit Nielsen, referência no comércio eletrônico, o e-commerce faturou R$8,7 bilhões no período do Natal e para este ano, de acordo com a pesquisa do IPDC, da FECOMERCIO, as intenções de compras para o Natal mostram um potencial de crescimento de 7,4%. Os dados são otimistas e os lojistas devem estar preparados para a alta demanda de pedidos.

Neste ponto, a tecnologia pode ser a melhor aliada para aproveitar ao máximo a data comemorativa e converter as cifras em vendas. Inteligência Artificial, em especial, Chatbots e Machine Learning são os nomes mais cotados para encarar a árdua missão de dar conta da grande demanda natalina e para fazer das compras de natal uma tarefa prazerosa para os consumidores.

Impulsionado pela redução de custos e o aumento da produtividade, o uso de soluções que envolvem robôs capazes de conversar com os clientes, e de sistemas que analisam milhares de dados em poucos segundos, tem ganhado um espaço crescente dentro do orçamento das empresas no país, e para este Natal, estas ferramentas se tornaram indispensáveis. Mas como funciona cada uma delas?

Machine Learning é uma ferramenta que dá aos computadores a capacidade de aprender sem serem programados de forma explícita. O software, imita o cérebro humano usando até bilhões de “neurônios” ou unidades computacionais. Machine Learning usa algoritmos para processar dados, aprender com eles e depois ser capaz de realizar uma previsão ou sugestão sobre algo.

Já os chatbots são sistemas automatizados que permitem, através do uso de inteligência artificial, atuar como representantes de atendimento ao cliente de forma automatizada, sem requerer uma interação humana por parte da empresa. É um “chat” com um robô, o que torna as respostas mais rápidas e ajuda a concretizar mais vendas, uma vez que os consumidores têm seus questionamentos acerca dos produtos respondidos imediatamente.

Os chatbots ajudam muito as empresas que recebem um grande volume de consultas a gerir seu atendimento com menor quantidade de recursos. No caso pontual do Natal, é possível usar os chatbots para responder as frequentes consultas nas lojas online ou marketplaces, considerando a alta da demanda. Além disso, permite responder 24 horas por dia, fazendo com que nenhum consumidor fique sem a resposta, e permitindo uma flexibilização no horário de funcionamento da loja online.

A inovação tecnológica tem se mostrado como a principal aliada do e-commerce e neste Natal será a peça chave para aproveitar a grande demanda e transformar de uma vez por todas as intenções de compras em vendas.

*Javier Goilenberg é CEO e cofundador da Real Trends, plataforma com ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre



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DJI lança concurso de fotografia e vídeo aéreo; Saiba como participar

Podem se inscrever fotógrafos e produtores de conteúdo do mundo todo; Inscrições vão até o dia 18 de fevereiro


A DJI e a SkyPixel, comunidade de fotografia aérea, lançaram nova edição do concurso anual de fotografia aérea e vídeo. As inscrições se encerram no dia 18 de fevereiro de 2019. 

O concurso é um mostruário do mundo visto de cima e recebe inscrições de fotógrafos profissionais, cineastas e criadores de conteúdo mundo afora. A competição aceita imagens em dois tipos de narrativa: fotografia e vídeo. Não há restrições quanto ao tipo ou marca dos equipamentos aéreos, e também não há limites quanto à quantidade de fotos e vídeos que participantes podem enviar. 

Prêmios

Dentre os prêmios oferecidos estão uma câmera X1D-50c da Hasselblad, o drone Mavic 2 Pro da DJI e o novo Osmo Pocket. Exibições nas diversas lojas conceito da DJI em 2019 para exibir as obras vencedoras também serão organizadas pela SkyPixel. Trabalhos selecionados serão exibidos e apresentados em workshops organizados pelos vencedores e fotógrafos profissionais em conjunto com a SkyPixel. 

“Percebemos que cada vez mais fotógrafos aéreos e criadores de conteúdo compartilham suas perspectivas únicas e histórias do mundo através da SkyPixel. Com este concurso, esperamos encorajar mais pessoas a aprender sobre tecnologia aérea, para que juntos possamos incorporar esta nova e criativa maneira de contar histórias”, ressaltou Ferdinand Wolf, Diretor Criativo da DJI Europa.

Interessados podem inscrever seus vídeos em cinco categorias: Natureza, Cidade, Esporte, Viagens e Criativo. Os vídeos enviados não devem ultrapassar cinco minutos e devem conter, ao menos, 30 segundos de gravação aérea. Já aqueles que quiserem submeter fotografias têm quatro categorias: natureza, arquitetura, diversão e esporte 

Entre estas nove categorias, a SkyPixel e a DJI concederão 49 prêmios, incluindo dois Grandes Prêmios e premiações de primeiro, segundo e terceiro lugares. Haverá ainda 10 Envios Indicados (selecionados por uma comissão julgadora) e 10 por Voto Popular (medidos através da quantidade de curtidas de cada envio durante o período do concurso). Os prêmios do concurso incluem produtos equivalentes a um total de aproximadamente US$120.000.

Este ano, a comissão julgadora será composta por diretores ganhadores de prêmios, fotógrafos e influenciadores, tais como Toby Strong, um fotógrafo de documentários vencedor de vários Emmy e BAFTA, além de Ben Nott, membro da ACS e um dos mais renomados diretores de fotografia australianos.

As inscrições podem ser feitas através do site. O anúncio dos prêmios se dará no dia 20 de março de 2019.

 

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Qualcomm revela novo chipset voltado para Internet das Coisas

Em comparação ao seu antecessor, modem foi projetado para reduzir o consumo de energia em até 70% no modo ocioso


A Qualcomm anunciou nessa segunda-feira (17) seu modem de última geração criado especificamente para aplicações de Internet das Coisas, o Qualcomm 9205 LTE. 

Segundo a fabricante, o novo modem reúne em um único chipset as principais tecnologias necessárias para desenvolver produtos e serviços de IoT para celular, incluindo a categoria multimodo global LTE M1 (eMTC) e NB2 (NB-IoT), bem como 2G/ E-GPRS, processamento de aplicativos, geolocalização, segurança baseada em hardware, suporte para serviços em nuvem e ferramentas para desenvolvimento.

Em comparação ao seu antecessor, o modem foi projetado para reduzir o consumo de energia em até 70% no modo ocioso, um fator crítico para dispositivos de IoT alimentados por bateria que precisam operar por 10 anos ou mais no campo.

Vieri Vanghi, vice-presidente de gerenciamento de produtos da Qualcomm na Europa, explica que as inovações incluídas no modem Qualcomm 9205 são essenciais para suportar muitos dos 6 bilhões de dispositivos IoT que devem usar conectividade de longa distância e baixa capacidade até 2026. “As tecnologias LTE IoT são a base de como o 5G ajudará a conectar a IoT massiva e disponibilizaremos essas tecnologias para clientes em todo o mundo para ajudá-las a criar soluções inovadoras que possam ajudar a transformar indústrias e melhorar a vida das pessoas”, ressaltou.

 

 

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Não se assuste se vir um caminhão sem motorista rodando por aí

Corrida pela liderança em carros autônomos colocou na pista montadoras tradicionais, mas também atraiu também gigantes de tecnologia. Quem chegará primeiro?


Em outubro de 2016, a startup Otto, adquirida pela Uber por US$ 680 milhões, realizou a primeira entrega do mundo com um caminhão autônomo, transportando uma carga de 51.744 latas de Budweiser. O teste foi uma demonstração de um modelo híbrido, no qual o motorista dirige o caminhão até a rodovia e, a partir daí, a Inteligência Artificial assume o controle. Durante o percurso de 160 km entre Fort Collins e Colorado Springs o condutor sequer esteve na cabine, preferindo ficar confortavelmente acomodado em seu beliche. Ele só assumiu novamente o controle do caminhão quando entrou no perímetro urbano.

Este foi só o começo de uma nova era no mercado logístico. Em março de 2018, Waymo e Uber anunciaram o início de seus serviços de transporte autônomo de cargas em diferentes localidades dos Estados Unidos. A Waymo escolheu a cidade de Atlanta, na Georgia, para que seus caminhões possam realizar entregas aos data centers do Google. Já o Uber anunciou o serviço Uber Freight, que une caminhões autônomos e caminhoneiros para realizar entregas no Estado do Arizona.

A corrida pela liderança em carros autônomos colocou na pista as montadoras tradicionais, como Volvo, Scania, Audi, Ford, Honda e BMW, mas atraiu também gigantes de tecnologia interessadas em disputar o futuro do setor automobilístico, agora conectado e dotado de Inteligência Artificial, entre elas Google, Apple, Intel, Uber, Baidu e Didi. A CB Insights listou nada menos que 46 empresas atuando no novo mercado entre fabricantes de automóveis e empresas da indústria digital.

A expectativa é para saber qual será a primeira empresa a lançar comercialmente um carro que dispense qualquer ação do motorista ao volante. Mas antes mesmo de fazer sua primeira viagem em um automóvel totalmente ‘driverless’, é bem provável que você irá receber alguma encomenda entregue por um veículo sem ninguém na direção.

E não estou falando de drones.

Do ponto de vista tecnológico, é mais simples programar a navegação para trafegar nas estradas, que têm fluxo mais estável e previsível, do que em ruas urbanas caóticas, repletas de cruzamentos, semáforos, pedestres, ciclistas e muito mais obstáculos. Basta o caminhão ficar dentro de sua faixa e manter uma distância segura dos demais.

Aqui no Brasil, dependendo do tipo de estrada, a precariedade da infraestrutura ainda pode representar uma barreira para a adoção em escala dessa modalidade.

Os analistas de risco preveem, e não há motivos para duvidar, que os caminhões autônomos serão mais seguros, o que não quer dizer, cabe logo salientar, que dispensarão a presença humana (não necessariamente um motorista) na cabine.

Para redução dos acidentes a tecnologia é mais que bem-vinda. Nos Estados Unidos, são quase 4 mil mortes causadas por ocorrências com caminhões todos os anos, alguns deles provocados pela fadiga ao volante. No Brasil, o transporte rodoviário é o principal modal para movimentar cargas e passageiros. Pela malha de 1.751.868 quilômetros de estradas brasileiras, a quarta maior do mundo, passam 56% de toda a carga movimentada no País. E o número de acidentes fatais também é alto. No período de 2010 a 2014, os que envolveram caminhões e ônibus registraram aumento de 15%, atrás apenas dos ocupantes de motocicletas (16% no mesmo período), segundo levantamento do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

A chegada da Inteligência Artificial na indústria de caminhões ocorreu junto com a de carros e começou a ganhar tração em 2016. Em setembro do ano retrasado, ao mesmo tempo em que a Uber lançava seus primeiros veículos autônomos, em Pittsburgh, a Tesla e a Mercedes apresentavam seus sistemas de condução driverless e cidades ao redor do mundo começaram a discutir com empresas do setor o tráfego de carros e caminhões autônomos em suas ruas.

Desde então, todas as grandes montadoras anunciaram passos relevantes no desenvolvimento de veículos majoritariamente ou inteiramente elétricos e mais investimentos foram feitos em veículos autônomos, com os caminhões assumindo a dianteira. O desenvolvimento acelerado da tecnologia de baterias, é um fator decisivo na viabilidade econômica dos veiculos autônomos.

Com o salto significativo nos últimos dois anos a tendência é de uma aceleração contínua, aumentando o interesse de novos empreendedores e investidores. Uma crescente lista de empresas, desde pequenas startups até as maiores frotas de caminhões dos Estados Unidos, aposta que esta realidade chegará nas rodovias mais cedo do que se imagina. 

Rumo à conquista do espaço com a SpaceX, a Tesla, de Elon Musk, é uma das gigantes da tecnologia disposta a ganhar também rapidamente as estradas. Em novembro do ano passado, o visionário empresário apresentou o Tesla Semi, seu primeiro caminhão elétrico equipado com o sistema de condução autônoma Autopilot, que já é utilizado nos carros de passeio da fabricante. O destaque fica por conta da cabine altamente confortável. Há apenas um assento para o motorista, uma espécie de apoio de braços e duas telas de 15 polegadas, uma de cada lado do volante. É por elas que o motorista pode acompanhar a rota, acionar o sistema autônomo, controlar o som, o ar-condicionado, entre outras funções. De resto, é só relaxar. 

A Embark, uma empresa iniciante do Vale do Silício, anunciou também que está testando sua tecnologia autônoma como parte de uma parceria tríplice com a empresa de locação de caminhões Ryder e a gigante de eletrodomésticos Electrolux. Segundo Alex Rodrigues, executivo-chefe da Embark, a intenção é levar a tecnologia autônoma para as rodovias o mais rápido possível. 

Enquanto o Uber colocou um caminhão auto-dirigível para cruzar 344 milhas no Arizona com um motorista treinado para assumir o volante em caso de qualquer imprevisto, a startup Starsky Robotics foi além e realizou uma “assustadora” viagem de 7 milhas pela Flórida sem ninguém dentro do caminhão. O plano da empresa é começar a fazer entregas sem motoristas a bordo até o final deste ano. Mesmo que um motorista tenha que assumir o controle em alguma situação, o comando será dado a partir de uma sala parecida com as de call centers. Cada um irá monitorar de 10 a 30 veículos por hora através de video links e assumirá a direção usando volantes como os de video game.

Passo a passo, carros e caminhões estão tomando caminhos muito semelhantes para autonomia. Ambos usam sensores comparáveis (ultrassônico, radar, câmeras), mas os caminhões utilizam evidentemente uma quantidade muito maior. Os fabricantes de caminhões estão começando a oferecer uma ampla gama de soluções avançadas de sistemas de assistência, como frenagem de emergência, monitoramento de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, manutenção de faixa, auxiliar de engarrafamento, entre outros.

Além de maior segurança, melhor eficiência no uso de combustível e menor emissão de carbono, os caminhões autônomos irão trazer enorme redução de custos às transportadoras.

A quantidade de carga transportada por carretas longas na próxima década deverá aumentar em 27%. A indústria de caminhões já enfrenta dificuldades em contratar, treinar e reter motoristas deste tipo de caminhão. As tecnologias autônomas serão a resposta para enfrentar o desafio de aumento da demanda. Muitos especialistas acreditam que a tecnologia automatizada dificilmente substituirá os caminhoneiros em breve – mas certamente alterará a natureza do trabalho desses profissionais.

Robert Haag, vice-presidente de operações da Perfect Transportation, deu uma entrevista na qual disse não haver intenção em acabar com a profissão. O objetivo, ao contrário, é aumentar a segurança, permitir que os motoristas sejam mais produtivos, alcançar melhor retorno e fornecer melhor serviço aos clientes. “Os motoristas passarão a ter um envolvimento menos físico com a direção e mais de monitoramento do caminhão e de relacionamento com os clientes”, disse.

Não há como negar que a automação, como já ocorreu em outras indústrias na terceira revolução industrial, irá exterminar empregos, ainda que alguns profissionais continuarão contratados para os modelos híbridos de transporte e para assumir outras funções. Esta não será a única profissão a perder espaço na quarta revolução, mas abrirá, em contrapartida, um enorme mercado para especialistas em novas áreas, como Inteligência Artificial, Machine Learning, Internet das Coisas, analistas de risco e, podem acreditar, até mesmo filósofos, que serão responsáveis pela criação dos códigos de ética das máquinas.

Então, caro leitor, não se assuste se cruzar algum caminhão fantasma. É só o futuro que já está circulando sem a menor cerimônia por aí.

*Michel Levy é CEO da Zatix/Omnilink, empresa que oferece integração de soluções para segurança e prevenção de risco, gestão de frotas, monitoramento de veículos e telemetria. Levy também atua como Conselheiro Independente do Grupo Benner e da Petronect Procurement Negócios Eletrônicos S/A.


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35% dos brasileiros trocariam informações pessoais por descontos online

Tais hábitos podem transformar os usuários em vítimas de roubo de identidade, de invasão de e-mail e redes sociais e de perdas financeiras. Além de outros crimes cibernéticos


Você trocaria suas informações pessoais em troca de descontos na Internet? Uma boa parte da população o faria, segundo pesquisa encomendada pela empresa de cibersegurança Kaspersky Lab. Com o e-commerce, aumentaram as oportunidades de descontos gerados sob algumas condições: inserir o número de telefone, informar conta do Facebook ou e-mail, entre outras informações. A pesquisa desenvolvida pela consultoria de pesquisa de mercado chilena CORPA reflete essa realidade. Quase 40% dos latino-americanos dizem estar acostumados a fornecer dados pessoais em troca de cupons, descontos especiais ou programas de fidelidade.  

Os números revelam que os povos mais dispostos a confiar informações privadas para obter preços com desconto são os chilenos, com 47%, seguidos pelos colombianos (45%) e argentinos (44%). Enquanto isso, os mexicanos (24%), seguidos dos brasileiros (35%) e os peruanos (37%) são mais desconfiados com esta prática. Dos usuários dispostos a compartilhar dados pessoais, 44% correspondem a jovens entre 18 e 24 anos. Mais atrás estão os usuários entre 25 e 34 anos, com 39% e, finalmente, aqueles entre 35 e 50 anos, com 33%.

Esses resultados fazem parte da campanha “Ressaca Digital”, que tem como objetivo aumentar a consciência sobre os riscos aos quais as pessoas estão expostas quando usam a internet sem precaução e, assim, evitar que elas lamentem o que compartilham, aceitam ou baixam – principalmente nos dias que antecedem o fim do ano, quando as transações online aumentam e o chamado “phishing”, método malicioso para atrair internautas para páginas falsas e roubar seus dados.

“Uma vez que tornamos pública nossas informações, não há como voltar atrás. Quando agimos impulsivamente e compartilhamos dados pessoais ou aceitamos condições sem saber o que está por trás, podemos ser vítimas de roubo de identidade, termos nosso e-mail e contas de redes sociais invadidas e perdas financeiras. Além disso, a divulgação de dados pode causar grandes danos à nossa privacidade, uma vez que essas informações geralmente são vendidas a terceiros para publicidade direcionada. Outro ponto importante, quando nos inscrevemos nesses descontos, também estamos dando concedendo certas permissões para o uso das informações que fornecemos e muitos usuários não tem consciência disto”, alerta Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky Lab na América Latina.

A pesquisa Diagnóstico da Cibersegurança, desenvolvida em agosto de 2018 pela CORPA para a Kaspersky Lab, considerou uma amostra de 2.326 entrevistas online com usuários entre 18 e 50 anos do Chile, Argentina, Peru, Brasil, Colômbia e México.

 

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Apple é processada por pessoas que se sentiram enganadas com os novos iPhones

Nos EUA, duas pessoas alegam que a fabricante fez propaganda enganosa sobre a resolução e tamanho das telas da série iPhone X


A Apple está sendo alvo de um processo, no mínimo, curioso. Aparentemente, dois clientes se sentiram enganados pela propaganda das telas dos novos iPhones

Segundo informações do site Cnet, duas pessoas entraram com a ação na corte distrital da Califórnia, alegando que a Apple anunciou falsamente o tamanho da tela e a contagem de pixels dos monitores nos dispositivos iPhone X, iPhone XS e iPhone XS Max

O processo alega que a Apple mentiu sobre os tamanhos das telas, isso porque as especificações incluiriam as áreas que não são da tela, como o entalhe e os cantos. Assim, a nova linha de iPhones não garante o que chama de tela infinita. A reclamação é minuciosa e se desdobra através de 55 páginas. Como exemplo, os autores reivindicam que o tamanho da tela do iPhone X mede “apenas cerca de 5,6875 polegadas” quando a Apple diz que a tela em questão mede 5,8 polegadas.

Outra reclamação dos autores é que a série iPhone X possui resolução de tela menor do que a anunciada. Eles alegam que o iPhone X deveria ter uma resolução de 2436×1125 pixels, mas o produto não teria pixels reais com subpixels vermelho, verde e azul em cada pixel. “O iPhone X supostamente tem apenas dois subpixels por pixel, o que é menos do que o anunciado”, diz a reclamação. 

O documento também alega que o iPhone 8 Plus tem uma tela de maior qualidade do que o iPhone X. Procurada pela reportagem da Cnet, a Apple não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Os autores da ação buscam agora o status de ação de classe.  

 

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Detetive processa Netflix por difamação pela série ‘Making a Murderer’

Andrew Colborn alega que a empresa o submeteu a ‘ridicularização, desprezo e desdém em todo o mundo’ desde que a série-documental foi lançada em 2015


Um detetive aposentado está processando a Netflix e os produtores da série de sucesso “Making a Murderer” por difamação. As informações são da Variety.

Andrew Colborn alega que a série falsamente sugere que ele plantou provas para enquadrar um suspeito de assassinato. A ação corre na Corte do Condado de Manitowoc, em Wisconsin. Segundo o processo, Colbern sente que foi submetido a “ridicularização, desprezo e desdém em todo o mundo” desde que a série-documentário foi lançada em dezembro de 2015.

O advogado de Colborn, Michael Griesbach, defende que não só reputação de Colbern foi manchada, como também a de Manitowoc County foi “severamente e injustamente difamada”. “Ele está entrando com esse processo para consertar as coisas e restaurar seu bom nome”, disse o advogado em comunicado à imprensa.

Também nomeados como réus no processo estão os diretores do “Making a Murderer”, Laura Ricciardi e Moira Demos, os executivos da Netflix, Lisa Nishimura e Adam Del Deo, e a editora Mary Manhardt.

O processo alega que os cineastas distorceram os eventos e omitiram fatos importantes, a fim de argumentar que Colborn e outros acusaram Steven Avery e Brendan Dassey por assassinato. A denúncia alega que os criadores da série foram além de apenas expressar uma opinião sobre o caso, e que manipularam o testemunho do julgamento para levar os espectadores a conclusões falsas.

A reportagem ainda lembra que Griesbach, o advogado de Colborn, é um procurador veterano de sua cidade. Em 2016, ele publicou um livro em intitulado “Indefensável”, que serviu de refutação à série. A Netflix não comentou sobre o processo.

 

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WhatsApp limita ainda mais recurso de encaminhamento de mensagens

Usuários só conseguirão compartilhar conteúdos dentro do app com até cinco contatos; Medida visa controlar spams e fake news na plataforma


Encaminhar mensagens para os seus contatos do WhatsApp dará um pouco mais de trabalho daqui para frente. Depois de limitar o recurso de encaminhamento para até 20 contatos de sua rede, o WhatsApp agora baixará esse número para cinco contatos. 

Segundo informações do WABetaInfo, o recurso que já valia para usuários na Índia, começa a ser liberado para todos os países. Nesta terça-feira (18), ainda era possível encaminhar uma mensagem para 20 contatos, mas essa sociabilidade automática está com os dias contados. Quando você selecionar uma mensagem para compartilhar, se dará conta, eventualmente, que não conseguirá acrescentar o sexto destinatário.

O objetivo da limitação é combater spam na plataforma. Ao mesmo tempo, é uma forma do WhatsApp endereçar a disseminação de notícias falsas. O aplicativo se tornou o epicentro da proliferação de fake news e, constantemente, responsabilizado por situações extremas, onde uma onda de notícias falsas resultou em linchamentos que aconteceram na Índia e no México.

 

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