WhatsApp agora permite compartilhar GIFs a partir do teclado do Google

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Aos poucos o WhatsApp acrescenta e corrige recursos pedidos pelos usuários, e o mais recente deles foi a adição do suporte à busca e compartilhamento de GIFs animados a partir do GBoard, o teclado do Google.

Na versão 2.17.110 do WhatsApp Beta para Android, o mensageiro instantâneo finalmente adicionou mais uma forma de os usuários procurarem e compartilharem GIFs com seus contatos. Antes era preciso acessar o seletor de emojis embutido no aplicativo e depois mudar para a aba "GIF" para buscar os arquivos — algo que acabava atrapalhando quem já estava com o teclado aberto na tela do smartphone.

Com a adição desta semana, entretanto, agora passa a ser possível fazer tudo a partir do GBoard, o teclado do Google. Para isso, basta que os usuários toquem no campo de texto para abrir o teclado, depois toquem no ícone de emojis e depois alternem para a aba "GIF". Pronto, de lá é possível não só buscar pelas animações, como também ver as sugestões do Google para deixar a conversa mais animada.

Antes da atualização desta semana, só era possível buscar GIFs no WhatsApp a partir do menu de emojis (esquerda). Novidade agora permite que isso também seja feito a partir do teclado do Google (direita)
Antes da atualização desta semana, só era possível buscar GIFs no WhatsApp a partir do menu de emojis (esquerda). Novidade agora permite que isso também seja feito a partir do teclado do Google (direita) (Captura de tela: Sergio Oliveira)

Novidade na versão Beta do WhatsApp, o suporte à busca e compartilhamento de GIFs a partir do teclado do Google já é um recurso relativamente antigo e que estreou no já defunto Android Honeycomb. O recurso, porém, só é ativado em aplicativos compatíveis, algo que agora o WhatsApp é.

Se você ainda não vê a novidade ativada no seu WhatsApp, vale lembrar que ela está disponível apenas para aqueles que fazem parte do programa Beta, que recebe as principais novidades do mensageiro antes de todo mundo. Para se tornar um Beta do WhatsApp, basta se inscrever neste link e fazer o download do app na Play Store.

Fonte: Android Police

via Canaltech

Google lança o Guetzli, algoritmo capaz de reduzir o tamanho de imagens JPEG em 35%

O Google colocou para download no Gitbug o Guetzli, um algorimo de código aberto que permite reduzir em até 35% o tamanho de imagens JPEG com perda mínima de qualidade, na verdade é até difícil dizer se há perda, já que o resultado é impressionante. Esse algoritmo é similar ao Zopfli, …

via Hardware.com.br

Algoritmo do Google reduz tamanho de imagens JPEG em 35% (e com qualidade melhor)

O Google desenvolveu um algoritmo de compressão que pode reduzir o tamanho dos arquivos JPEG até 35% mais que o método tradicional, sem prejudicar a qualidade da imagem — em alguns casos, o resultado pode ficar até melhor que o obtido atualmente. Chamado de Guetzli, ele foi liberado nesta quinta-feira (16) como um projeto de código aberto.

O JPEG é um formato de imagem bastante flexível: você pode escolher exatamente o nível de compressão ao salvar um arquivo em softwares especializados. A contrapartida é que, quanto menor o tamanho do arquivo, pior será a qualidade: trata-se de uma compressão com perdas, diferente do PNG, por exemplo, que diminui o espaço ocupado pelo arquivo, mas mantém todos os detalhes de cores.

Qual a mágica do Guetzli? Se você gostou de Silicon Valley, provavelmente vai se interessar por isso. Como informa o Google, a compressão de um arquivo JPEG depende de algumas etapas: transformações de espaço de cores (que é um modelo matemático para descrever cores), transformada discreta de cosseno (também adotada em outros formatos, como MP3) e quantização.

O principal culpado pela queda de qualidade no JPEG é o processo de quantização, que basicamente pega uma série de dados desordenados e organiza tudo em dados ordenados, que são mais fáceis de comprimir. Quanto mais agressivo for esse processo, pior será a qualidade do arquivo: detalhes das imagens são eliminados, e gradientes de cores perdem tons.

Mas o Google melhorou o processo com um novo modelo psicovisual que adota um algoritmo de busca e “aproxima a percepção de cor e os mascaramentos visuais de uma forma mais detalhada e minuciosa do que seria possível com simples transformações de cores e transformadas discretas de cosseno”. Segundo os pesquisadores, 75% das pessoas preferiram a compressão do Guetzli em detrimento do libjpeg.

Veja se você concorda com elas (imagens originais à esquerda, libjpeg no centro e Guetzli à direita):

Claro que há um ponto fraco: o Google diz que os algoritmos de busca “levam muito mais tempo para criar imagens comprimidas que os métodos disponíveis atualmente”. Mas os testes mostraram que humanos preferiram, de maneira consistente, o Guetzli ao libjpeg, mesmo quando os arquivos eram do mesmo tamanho ou maiores, por isso, o Google acha que a compressão mais lenta é uma contrapartida que vale a pena.

Eu também acho — ainda mais considerando que as páginas estão cada vez mais cheias de imagens, e estamos acessando cada vez mais a web por meio de conexões móveis, que nem sempre são rápidas. Vamos esperar até que os desenvolvedores adotem o novo algoritmo do Google em seus softwares de compressão. O código-fonte do Guetzli já está disponível no GitHub.

Algoritmo do Google reduz tamanho de imagens JPEG em 35% (e com qualidade melhor)

via Tecnoblog

Computador terá inteligência humana em 2029, diz engenheiro-chefe da Google

Segundo Ray Kurzweil, elas não vão nos escravizar, mas sim tornar o ser humano uma pessoa melhor

Sim, aquela história de "Skynet está chegando" realmente já está um pouco saturada mesmo em tom de brincadeira. Porém, isso não significa que as inteligências artificiais e os avanços na área não estejam surpreendentemente avançados a ponto de agora existir até uma previsão sobre quando seremos igualados pelas máquinas.

E quem fez esse exercício de futurologia não foi qualquer um: trata-se do diretor de Engenharia da Google, Ray Kurzweil. Em entrevista durante um painel no SXSW, ele afirmou que 2029 é o ano em que os computadores terão uma inteligência igualada a dos humanos.

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via Novidades do TecMundo

Novo algoritmo da Google cria arquivos JPEG 35% menores

Em uma mensagem publicada em seu blog de desenvolvimento, a Google anunciou que criou um novo algoritmo open-source intitulado Guetzli, que tem como principal função gerar arquivos JPEG que são 35% menores se comparados aos obtidos por qualquer outro método que tenha a mesma finalidade.

Segundo a Gigante das Buscas, a ideia com esse algoritmo é fornecer uma experiência online mais rápida ao mesmo tempo em que ainda mantém a compatibilidade desse tipo de arquivo com os navegadores disponíveis no mercado. Esse mecanismo é parecido com o que foi visto no Zopfli, que é capaz de criar arquivos PNG e gzip menores e sem a necessidade de introduzir um novo formato.

A ideia com esse algoritmo é fornecer uma experiência online mais rápida ao mesmo tempo em que ainda mantém a compatibilidade desse tipo de arquivo com os navegadores disponíveis no mercado

“Ao mesmo tempo em que o Guetzli produz imagens com tamanhos menores sem sacrificar a qualidade, nós também descobrimos em experimentos que arquivos de imagem comprimidos são mantidos de forma constante e de uma maneira que os avaliadores constantemente preferiram as imagens produzidas pelo Guetzli em relação às geradas pelo libjpeg, mesmo quando os arquivos libjpeg eram do mesmo tamanho ou pouca coisa maior”, comentou a empresa em sua mensagem.

Por fim, a Gigante das Buscas também deseja que o resultado entregue pelo Guetzli possa inspirar ainda mais na pesquisa de como comprimir imagens e vídeos sem fazer com que eles percam tanta qualidade.

via Novidades do TecMundo

Balão do Google cai na Colômbia e assusta vilarejo: “pensamos que era um OVNI”

OVNI

Moradores do pacato vilarejo de Luisa García, na província de Tolima (Colômbia), tomaram um susto daqueles nesta semana depois que um objeto misterioso caiu perto de suas casas.

"Todos pensamos que era um OVNI ou os restos de uma nave espacial", contou um dos moradores ao jornal El Tiempo. "Uma fumaça e um líquido estranho saíam dele".

Apesar do susto, o coronel e comandante da Polícia de Tolima, Jorge Esguera, desmentiu a possibilidade de aquilo ser um OVNI. E, no fim das contas, descobriu-se que se tratava de um balão do Project Loon — iniciativa do Google para levar conexão à Internet para regiões rurais e locais remotos.

Balão do Project Loon resgatado pela polícia de Tolima, na Colômbia. Equipamento caiu de uma altura de aproximadamente 18 km e assustou moradores do vilarejo de Luisa García
Balão do Project Loon resgatado pela polícia de Tolima, na Colômbia. Equipamento caiu de uma altura de aproximadamente 18 km e assustou moradores do vilarejo de Luisa García (Reprodução: El Tiempo)

"Não é um satélite como estavam falando, mas sim um equipamento tecnológico do Google parecido com um balão", concluiu Esguera. "Provavelmente ele sofreu algum dando enquanto estava no ar e veio a cair", teorizou.

Normalmente esses balões estão a 18 km de altitude, próximos da estratosfera. É de se imaginar a velocidade com que ele vinha caindo e o barulho que fez quando atingiu o solo — o que certamente assustou os moradores locais.

"Eu e muitas outras pessoas ficamos realmente assustados. Pensamos que era uma visita do além", acrescentou um agricultor.

Fonte: El Tiempo

via Canaltech

Google atualiza “mapa solar” e mostra potencial para energia limpa nos EUA

A plataforma ajuda os usuários a descobrirem se vale mesmo a pena instalar painéis solares para economizar na conta de luz e ainda ajudar o meio ambiente

A Google atualizou recentemente o seu projeto Sunroof, onde um mapa mostra o potencial que diversas localidades dentro dos Estados Unidos possuem para gerar energia elétrica a partir da luz solar, por meio de painéis devidamente posicionados.

O mapa interativo agora fornece dados para todos os 50 estados norte-americanos com informações sobre o potencial de energia solar em mais de 60 milhões de construções por todo o solo dos Estados Unidos. O site também traz informações sobre como calcular a economia em energia elétrica que você vai fazer usando painéis solares e vai ajudar a comparar preços dos fornecedores dos equipamentos.

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via Novidades do TecMundo

Google lançará kit de desenvolvimento para o Projeto Soli ainda neste ano

Tecnologia consegue rastrear movimentos e gestos para controlar dispositivos, dispensando uso de toque em telas

via IDG Now!

App do Google permite criar conta para crianças com menos de 13 anos

De acordo com os termos de serviço do Google, se você for menor de 13 anos, não pode criar uma conta para acessar os serviços da empresa. Tá, a gente sabe que isso não é muito seguido, mas o buscador quer permitir que crianças usem esses serviços sem a atividade delas sair do controle dos pais.

Por meio de um aplicativo, batizado de Family Link, os pais podem criar uma conta do Google para os seus filhos e gerenciar o que eles estão fazendo. Ele serve justamente para essas crianças menores de 13 anos que estão enchendo o saco pedindo carinhosamente para ter um celular, mas os pais não querem que o uso saia do controle.

Os pais conseguem aprovar ou negar o download de um aplicativo, bloquear o celular na hora de dormir ou colocar um limite de uso para as crianças largarem o smartphone e irem fazer outra coisa, como estudar. Fora isso, o app mostra aos pais quanto tempo a tela ficou ligada e em quais aplicativos, além de dar um relatório mensal e semanal da atividade da criança no smartphone.

Por enquanto, o Family Link está restrito aos Estados Unidos e funciona apenas no Android 7.0 Nougat e em certos dispositivos selecionados que ainda rodam o Marshmallow. Quem se encaixa nos requisitos acima pode acessar esta página para pedir um convite ao Family Link.

Com informações: Google.

App do Google permite criar conta para crianças com menos de 13 anos

via Tecnoblog

Google descarta assistente virtual para tablets, pelo menos por enquanto

Companhia disse oficialmente que o Google Assistant será distribuído apenas para smartphones com Android Marshmallow e Nougat

Com a chegada do Google Assistant para smartphones com Android Marshmallow e Nougat — em países de língua inglesa — muita gente esperava que o mesmo acontecesse com os tablets. Porém, a companhia de Mountain View deu um banho de água fria nos usuários: ela confirmou que isso não vai acontecer, pelo menos por enquanto.

Especialistas cogitam a possibilidade da Google lançar uma interface diferente de sua assistente virtual

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via Novidades do TecMundo