Senado aprova projeto de lei que impede a aplicação da franquia de dados na banda larga fixa

O Senado aprovou ontem um projeto de lei que impede que as operadoras apliquem a temida franquia de dados nos planos de banda larga fixa. O projeto (PL 174/2016) que é de autoria do Senador Ricardo Ferraço, segue agora para Câmara dos Deputados.
Ferraço diz que a internet é uma ferramenta da cid…

via Hardware.com.br

Senadores aprovam projeto que proíbe franquia de dados na internet fixa

Proposta segue agora para análise da Câmara dos Deputados

via IDG Now!

Senado aprova projeto de lei que proíbe limites de dados em banda larga fixa

Senado

Foi aprovado nesta quarta-feira (15), no Plenário do Senado Federal, o projeto que proíbe as operadoras de internet de impor limites de franquias de dados em contratos de banda larga fixa. O PLS 174/2016, de autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), altera o Marco Civil da Internet (Lei 2.965/2014) a fim de estabelecer a norma. A matéria tramitou em regime de urgência e já segue para a Câmara dos Deputados para aprovação. 

Ferraço justifica o texto do projeto ao levantar tópicos referentes ao exercício de cidadania. Vários pontos do cidadão brasileiro moderno cruzam com a internet hoje em dia, como ensino à distância, pagamento de multas e impostos e declaração de imposto de renda. Para ele, limitar o tráfego de dados na rede andaria na contra-mão dos direitos e deveres dos cidadãos, uma vez que "limitar o uso da internet seria uma péssima novidade no Brasil, sendo somente repetida em países liderados por governos autoritários, que cerceiam o acesso à informação por parte de seus cidadãos". 

O relator, senador Pedro Chaves (PSC-MS), apresentou parecer em substituição às comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Assuntos Econômicos (CAE) e de Ciência e Tecnologia (CCT), em favor da aprovação do projeto. Ele ainda pediu que outros dois projetos que tramitavam em conjunto com o PLS 174 fossem arquivados, por tratarem do mesmo assunto (PLS 176/2016 e PLS 249/2016). 

Segundo o relatório de Chaves, a internet exerce papel fundamental na inclusão social, no exercício da cidadania e como indutora de inovação e avanço tecnológico. Ele acredita ser inadmissível qualquer imposição de limites em banda larga fixa, já que isso pode acabar prejudicando não só os consumidores, como também as empresas e ações governamentais. 

Clique aqui para ler o PLS 174 na íntegra.

Com informações da Agência Senado

via Canaltech

Vazam mais de 3 milhões de dados sensíveis de estudantes em SP

De acordo com o Estadão, dados sensíveis de 3,8 milhões de estudantes da rede estadual de São Paulo estavam vulneráveis. Isso aconteceu por causa de um vazamento de senhas de acesso em uma planilha postada em redes sociais, e as informações na planilha entregavam acesso a uma plataforma (como intranet) da Secretaria Estadual de Educação.

Segundo a reportagem, invasores poderiam acessar dados como: nomes completos, notas dos estudantes em avaliações oficiais e escolas onde estudam, além do número de faltas individuais.

A Plataforma Foco Aprendizagem funciona desde 2016

O Estadão também conseguiu um arquivo com mais de 153 páginas mostrando nomes de usuários e senhas para a Plataforma Foco Aprendizagem, utilizada apenas por servidores. A Secretaria Estadual de Educação já tirou a página do ar, registrou boletim de ocorrência e comentou que vai abrir uma sindicância para apurar os fatos.

A Plataforma Foco Aprendizagem funciona desde 2016 e tem como objetivo ajudar as escolas a identificar problemas de aprendizagem em alunos —foi criada pelo governo estadual para aumentar o desempenho no Idesp, índice de avaliação educacional.

De acordo com o relato, o link vulnerável foi descoberto após páginas públicas de servidores da secretaria postarem o domínio em redes sociais. Você pode acompanhar mais detalhes clicando aqui.

Prints

via Novidades do TecMundo

Senado dá urgência para projeto que acaba com franquia de dados na internet

Essa meta de março trouxe algumas boas notícias para quem andava brigando diariamente para não acabar com o plano de dados antes da virada do mês. A mais recente delas é que, na última terça-feira (14), o Senado Federal resolveu tentar dar um basta, mais uma vez, em parte das limitações impostas pelas operadoras e empresas do ramo à internet brasileira.

A tramitação, feita em regime de urgência para que o projeto seja votado o quanto antes no Plenário, teve como objetivo proibir a oferta de planos de acesso com franquia de dados. O documento é de autoria do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e se junta a mais uma série de textos que se apoiam em uma medida cautelar promovida há pouco tempo pela Anatel.

Proposta aprovada pelo Senado deve modificar o Marco Civil da Internet

Pelo que parece, a ideia de todos esses esforços é especificamente suspender ou acabar com ofertas que incluam em suas cláusulas limitações aos downloads de seus usuários. Segundo o site Convergência Digital, essa proposta aprovada pelo Senado deve modificar o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14) e incluir em um de seus artigos que diz respeito aos direitos dos internautas “a não implementação de franquia limitada de consumo nos planos de internet banda larga fixa”.

E aí, será que esse é o final da novela a respeito da aplicação e remoção das franquia de internet aqui no Brasil ou ainda acompanharemos essa história por um bom tempo? Deixe a sua opinião sobre esse tema polêmico mais abaixo, na seção de comentários.

via Novidades do TecMundo

Dados de milhões de estudantes de São Paulo vazam na web

Matemática

Uma planilha com senhas de acesso a uma plataforma da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo vazou na internet e comprometeu a segurança de dados sigilosos de mais de 3,8 milhões de estudantes da rede estadual.

Dentre as informações que ficaram acessíveis para qualquer pessoa com acesso à rede estavam notas de estudantes, descrições de erros e acertos em avaliações oficiais, nomes completos, escola que frequentam e número de faltas.

A vulnerabilidade foi descoberta pela reportagem do jornal Estadão, que teve acesso a um arquivo online com 153 páginas de informações como usuário e senha de todas as escolas de São Paulo. As informações de login oferecem acesso à Plataforma Foco Aprendizagem, que permite entrar no sistema específico de cada unidade para verificar os dados de cada estudante.

Após o alerta da reportagem, a Secretaria Estadual da Educação retirou o site vulnerável do ar e registrou um boletim de ocorrência para saber como os dados vazaram na internet.

Fonte: O Estado de S.Paulo

via Canaltech

Privacidade do Facebook é alterada para evitar uso indevido de dados

Os dados pessoais armazenados pelas redes sociais podem causar problemas e afetar as liberdades pessoas de um indivíduo, principalmente se caírem nas mãos de quem não deve.

Para evitar esse tipo de abuso de poder por parte das autoridades, o Facebook e o Instagram criaram novas políticas de privacidade para conter essas ações por parte das forças da lei

Em 2016, o Facebook, o Instagram e o Twitter foram criticados pela União Americana de Liberdades Civis (American Civil Liberties Union – ACLU) após autoridades terem usado dados dessas plataformas para cercear a liberdade de cidadãos norte-americanos. Manifestantes que fizeram parte de protestos de maneira legal em Ferguson, no estado do Missouri, foram rastreados por meio de informações encontradas nas redes sociais.

Para evitar esse tipo de abuso de poder por parte das autoridades, que utilizam dados pessoas dos usuários dessas plataformas para gerar ferramentas de vigilância – que são ilegais –, o Facebook e o Instagram criaram novas políticas de privacidade para conter essas ações por parte das forças da lei.

Protestos em Ferguson: pessoas rastreadas por meio das redes sociais

Esclarecendo as políticas

Segundo uma declaração oficial do Facebook, “hoje estamos acrescentando idiomas às nossas políticas de plataforma do Facebook e do Instagram para explicar com maior clareza que desenvolvedores não podem ‘usar dados obtidos de nós para fornecer ferramentas que são usadas para vigilância’. Nosso objetivo é tornar nossa política mais explícita. Durante os últimos meses, tomamos providências rígidas em relação aos desenvolvedores que criaram e comercializaram ferramentas feitas para vigilância, violando nossas políticas existentes; queremos ter certeza que todo mundo entenda a política fundamental e como cumpri-la”.

Organizações de direitos civis e que defendem a liberdade de expressão dos cidadãos receberam bem a notícia

Organizações de direitos civis e que defendem a liberdade de expressão dos cidadãos receberam bem a notícia, pois consideram que a vigilância em massa das redes sociais é uma violação aos direitos das pessoas e um meio de desestimular a livre manifestação, direito de qualquer cidadão que busca condições de vida mais justas.

via Novidades do TecMundo

WikiLeaks quer passar dados de espionagem da CIA para empresas

Julian Assange

Depois de divulgar documentos mostrando diversas práticas da CIA em ciberespionagem, o Wikileaks afirmou que disponibilizará para diversas empresas o acesso às ferramentas usadas pela agência norte-americana para invadir seus sistemas e acessar dados.

A informação foi dada pelo próprio fundador do WikiLeaks, Julian Assange, embora ele não tenha dado detalhes de como essa "cooperação" com as empresas acontecerá. No início da semana, a empresa mostrou documentos que indicavam o uso de softwares maliciosos pela CIA, entretanto ele não deu acesso público aos softwares.

A "colher de chá" para as empresas, segundo Assange, servirá para que elas desenvolvam as soluções para melhorar a segurança em seus dispositivos, incluindo produtos para o consumidor, como smartphones, computadores e até mesmo televisões conectadas.

"Nós decidimos que trabalhar com elas (fabricantes) para entregar detalhes técnicos que temos para que soluções sejam desenvolvidas e lançadas. Assim as pessoas estarão mais seguras", disse Assange em uma videoconferência nesta quinta-feira (10).

A Microsoft e Cisco, duas empresas citadas nos documentos divulgados pelo WikiLeaks, já demonstraram publicamente interesse nas informações, mas pediram que elas fossem submetidas por meios oficias de comunicação.

Já empresas como Google, Apple e Samsung, também citadas diretamente nos documentos, não se pronunciaram a respeito.

De qualquer forma, a práticas de espionagem divulgadas pelo WikiLeaks deixaram empresas e alguns usuários preocupados devido às táticas usadas pela CIA para invadir sistemas alheios. Por exemplo, um documento cita um programa capaz de invadir uma smart TV da Samsung e usar sua câmera e microfone embutidos para gravar conversas de alvos.

Outros documentos mostraram também táticas para grampear iPhones, celulares com sistema Android e até mesmo dispositivos com sistemas criptografados de ponta-a-ponta, tais como Signal ou WhatsApp – SIM, O WHATSAPP.

Fonte: VentureBeat

via Canaltech

Watson Data Plataform – Fundação de Dados para a era Cognitiva

Watson

Watson Data Plataform, lançado em novembro de 2016, tem o objetivo de tornar a exploração, visualização e tomada de decisão mas simples para os usuários de negócio e profissionais de TI.

Para uma melhor compreensão da abragência desta plataforma e toda a tecnologia embarcada é importante ter conhecimento de dois conceitos:

Big Data: é o termo usado no mercado para descrever grandes volumes de dados, estruturados e não estruturados, que precisam de ferramentas especialistas para lidar com grandes volumes, formatos variados, para que todas as informações possam ser encontradas, analisadas e também aproveitadas no tempo necessário. Este novo ambiente de informação é cada vez mais relevante e estratégico para as corporações, à medida em que a sociedade se depara com um aumento sem precedentes no número de informações geradas a cada dia (dispositivos móveis, sensores, internet das coisas, etc …)

Computação Cognitiva: o conceito é novo, mas terá impacto nas mudanças tecnológicas em um futuro próximo. Computação cognitiva é a capacidade de computadores pensarem como seres humanos, dentro de um contexto de aprendizado. A IBM apresentou este conceito em 2011, através do Watson no programa de perguntas e respostas da televisão americana chamada Jeopardy e vimos este sistema derrotar dois vencedores em edições anteriores.

Estes conceitos já estão sendo aplicados na prática e vemos um número cada vez maior de empresas de diversos segmentos e portes, empregarem a filosofia de Big Data e Analytics como ferramenta de apoio estratégico.

O acúmulo de dados não surgiu agora. Há muito tempo eles serviam, igualmente como hoje, para organizar, guardar e analisar tudo o que acontecia em uma empresa ou instituição. No entanto, nos tempos modernos esse tipo de organização teve mudanças, com computadores cada vez mais modernos e softwares especialistas a análise de dados ficou ainda mais precisa e também mais rápida.

O grande desafio para as empresas não está apenas no armazenamento, transformação e retenção destes dados, e sim como torna-los de valor para a empresa. Não adianta ter um grande volume de informação se eles não forem aproveitados de forma eficaz, ágil e inteligente.

Uma nova plataforma

Watson Data Platform tem o potencial para gerar eficiência e mudanças com Big Data e advanced analytics – assim como todas as tecnologias associadas: machine learing, Internet das coisas e modelagem preditiva.

A plataforma está diposnível em Cloud, podendo integrar fontes de dados on-premisse, em outros provedores de Cloud, Data Science Experience, APIs de Watson e serviços de Bluemix da IBM.

Experiência Unificada do Usuário

Os recursos baseados em perfis no IBM Watson Data Platform permite um alto nível de colaboração entre cientistas de dados, engenheiros de dados, analistas de negócios e desenvolvedores. A plataforma fornece um ambiente colaborativo para várias funções.

Os profissionais de negócios podem fazer perguntas, utilizando linguagem natural (lingua portuguesa) ou ainda utilizar modelagem preditiva sem a necessidade de conhecimento estatístico (computação cognitiva aplicada na plataforma), desta forma obtêm informações valiosas de maneira simples. Além disso é possível extrair informações de media social (Twiter, Facebook, Sites de Notícia, Blogs, Forum, etc ..) construindo de forma automatizada gráficos contextualizados por exemplo analise de sentimentos.

Os Desenvolvedores podem explorar APIs de terceiros para acelerar a inovação, ou ainda utilizar o conjunto de ferramentas Open Source disponível em nossa plataforma.

O engenheiro de dados podem facilmente gerenciar, integrar e proteger dados, enquanto que o
cientista de dados tem sua produtividade e experiência melhorada com a integração perfeita de notebooks Spark, Jupyter, RStudio, Shiny e muito mais para grandes análises de dados via IBM Data Science Experience.

IBM Data Science Experience

IBM Data Science Experience é uma nova oferta de ambiente em nuvem, para utilizar e implementar machine learning em uma experiência guiada. Criados através de notebooks Jupyter, códigos de programação podem ser importados de uma biblioteca proprietária, de uma comunidade na Internet, de soluções de indústria pré-construídas ou criados a partir do zero.

Os investimentos da IBM em Apache Spark, Bluemix Cloud, computação cognitiva e várias inovações desenvolvidas pelo time de pesquisa da IBM foram evidentes ao rever essas soluções.

Como outros fornecedores de tecnologia de massa que abraçam código aberto, a IBM está alavancando um ecossistema de análise familiar e expansível do Spark SQL, Python, R, Java e Scala.

Os parceiros destacados incluem:

Qubole – Permite que os usuários do IBM Data Science Experience processem dados usando o Spark na escolha da infraestrutura de nuvem pública

RStudio – permite o desenvolvimento de pacotes R e integra ferramentas existentes para R, incluindo Shiny ea nova interface R para Apache Spark, sparklyr

Keen IO – fornece um conjunto de poderosas APIs que permitem aos cientistas de dados coletar, analisar e visualizar eventos de qualquer coisa conectada à internet

Assistência futura à automação de Machine Learning

Baseado em Apache Spark, o IBM Watson Machine Learning irá construir de forma inteligente e automizada modelos no futuro, usando Assistência Cognitiva, patenteada pela IBM, para marcar e recomendar o melhor modelo, analisando um conjunto abrangente de algoritmos otimizados.

Um novo método

O Data First Method está disponível para os clientes que querem expandir o nível de maturidade na analise de dados estruturados e não-estruturados, tornando-os de maior valor a corporação. Realizamos entrevista com as áreas de TI e Negócio, para entender o seu objetivo comum, desafios, nível de maturidade e a partir de então construimos uma metogologia de projetos para auxliar os nosso clientes numa nova jornada analítica.

Entenda o que funciona e o que não funciona na obtenção de valor a partir de dados. Comece rápido !!!

via Canaltech

Espaço de armazenamento de dados de celulares deve chegar a 512 GB em 2018

Com uma tecnologia chamada UFS, é possível ter uma velocidade de transferência de arquivos até três vezes mais rápida

Conforme a tecnologia dos smartphones aumenta, eles se tornam dispositivos cada vez mais poderosos e rápidos. Com especificações que impressionam cada vez que uma nova geração de celulares é lançada, podemos esperar para 2018 dispositivos móveis com capacidades incríveis de armazenamento e velocidade de transferência de dados.

Quem conseguiu dar essa ampliada na potência dos dispositivos de armazenamento foi uma empresa chamada Silicon Motion Technology, anunciando a versão 2.1 da UFS

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via Novidades do TecMundo