Tudo o que você precisa saber para começar a semana

ransonware

Chegamos à última semana de maio, aquela reta final curtinha que parece que não vai nos entregar muita coisa, mas já começa com algumas novidades bem interessantes. Enquanto você estava no futebol com os amigos no sábado ou no almoço de família no domingo, o mundo continuava a girar e as novidades do mundo da tecnologia não pararam de aparecer. Exemplo disso é que a exposição ao WannaCry trouxe à tona o submundo dos ransonware e uma pesquisa revelou que essa ameaça não é algo tão incomum como muita gente imaginava. Na verdade, em 2016, o número de ataques desse tipo cresceu 752% em relação ao ano anterior. Os números são da TrendMicro, que estima que pragas como Locky e Goldeneye conseguiram extorquir cerca de US$ 1 bilhão de suas vítimas. E boa parte desses ataques vêm da Rússia, onde o ransonware se desenvolveu de maneira quase que cultural ao longo da última década.

Deixando essas tretas de lado, uma notícia curiosa que surgiu durante o último fim de semana foi o anúncio de que o AlphaGo decidiu se aposentar do cenário competitivo após ter alcançado o topo. Depois de ter derrotado o campeão mundial de Go — considerado um dos jogos mais difíceis do mundo —, a inteligência artificial desenvolvida por uma das empresas da Google vai pendurar as chuteiras e se dedicar a uma causa mais nobre. De acordo com seus criadores, o foco agora é criar algoritmos que ajudem cientistas a encontrar a cura para doenças, criar novos modos de reduzir o consumo de energia, além de desenvolver novos tipos de materiais. Além disso, a equipe por trás do AlphaGo anunciou que pretende escrever um artigo sobre os avanços na inteligência artificial com base em sua disputa contra o jogador de Go número 1, o chinês Ke Jie.

Mais 2 milhões de Switch vão chegar às lojas neste ano

Já no mundo dos videogames, a Nintendo está sorrindo de orelha e orelha. Após o fracasso do Wii U, o seu novo console segue vendendo muito bem, obrigado. A procura pelo Switch é tão grande que a companhia pretende aumentar a sua produção em 2 milhões de unidades para este ano fiscal, que termina em março de 2018. Dessa forma, a Big N projeta a produção de nada menos do que 18 milhões de unidades no período — um número mais do que considerável para um sistema que ainda não tem muitos jogos. A razão para esse aumento nas projeções é óbvia e vai de encontro à alta demanda, além de um movimento estratégico da empresa de evitar que os consumidores encontrem as prateleiras vazias durante as vendas de Natal — o que geraria uma reação negativa por parte do consumidor. Assim, a Nintendo já está se preparando para abraçar esse público, ainda mais com Super Mario Odyssey chegando ao sistema em novembro.

Por fim, palavras duras e chocantes vindas de alguém mais do que conhecedor do mundo da tecnologia. De acordo com Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple, a próxima revolução da tecnologia não virá das mãos da Maçã, mas sim da Tesla. Segundo ele, o grande segredo da empresa de Elon Musk é que seu criador desenvolve seus produtos para si e não pensando em agradar ao mercado e que, quando você faz algo que você quer muito e tem controle sobre isso, é assim que as inovações aparecem. Para Wozniak, as empresas que mudam o mundo são aquelas feitas por gente jovem e que não foram estragadas pelos grandes negócios.

Via: The Register, Engadget, Ubergizmo, Phone Arena

via Canaltech

Bug dos anos 90 está de volta ao Windows; Galaxy J5 e J7 2017 vem aí e+[CT News]

CT News

Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.

Nesta edição, falamos sobre:

via Canaltech

Podcast Canaltech: resumo desta sexta-feira, 26 de Maio

PODCAST sem numero

As principais notícias do mundo da tecnologia você ouve aqui no podcast do Canaltech, basta clicar no botão PLAY logo acima. Na edição de hoje:

Bem-vindos ao nosso "jornal" diário com o resumo das principais notícias sobre tecnologia. Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.
Nesta edição, falamos sobre:

  • Bug descoberto na década de 90 está afetando computadores com Windows 7 e 8.1
  • Huawei lança smartphone intermediário com câmera frontal monstruosa de 20 MP
  • Sem querer, Samsung confirma novos Galaxy J5 (2017) e Galaxy J7 (2017)
  • Anonymous invade site pessoal de Michel Temer; página está fora do ar
  • Com Switch, jogos da Nintendo voltam a ser distribuídos no Brasil
  • Far Cry 5 chega em fevereiro e leva ação para o meio dos Estados Unidos
  • God of War 4 recebe suposta data de lançamento
  • Moto X Force começa a receber o Android 7.0 Nougat

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via Canaltech

Confira a primeira imagem dos anéis de Júpiter capturadas pela sonda Juno

J?piter

Graças à missão Juno, a humanidade agora tem uma nova perspectiva sobre os anéis de Júpiter. Nesta quinta-feira (25), a NASA divulgou a primeira foto do sistema de anéis do gigante gasoso visto do lado de dentro. A imagem também mostra parte da constelação de Orion, incluindo a brilhante Betelgeuse e as três estrelas que compõem o cinturão de Orion.

"O que você está vendo aqui é um anel de poeira que está a 64.000 quilômetros de Juno, e estrelas que estão a centenas de anos-luz de distância, tudo na mesma imagem", disse Heidi Becker, responsável pelo monitoramento de radiação da Juno no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, durante uma coletiva de imprensa.

  

O sistema de anéis de Júpiter é muito menor e mais leve do que o de Saturno. Galileu Galilei observou os anéis de Saturno em 1610, mas os de Júpiter não foram vistos até 1979, quando a sonda Voyager 1 da NASA se aproximou do planeta gigante. Vale lembrar que todos os quatro planetas gigantes do sistema solar — Júpiter, Saturno, Urano e Netuno — contam com os "discos".

"O sistema de anéis de Júpiter tem três componentes principais: um par de anéis exteriores muito fracos chamados anéis de gossamer, um anel principal amplo e plano, e um anel interno grosso chamado halo", explicou a NASA.

A missão Juno, que recebeu investimento de US$ 1,1 bilhão foi lançada em agosto de 2011 e chegou na órbita de Júpiter no dia 4 de julho de 2016. A sonda está usando oito instrumentos científicos para estudar a estrutura e a composição do gigante gasoso, bem como seus campos gravitacionais e magnéticos. O objetivo principal da missão, programada para terminar em fevereiro de 2018, é entender como Júpiter se formou e evoluiu.

Via Space

via Canaltech

Airlander 10: maior aeronave do mundo registra terceiro voo bem sucedido

airlander 10

O Airlander 10, maior aeronave do mundo, conseguiu completar seu terceiro voo bem sucedido. Apelidado de "bumbum gigante", o híbrido de avião e dirigível ficou no ar por cerca de 180 minutos nesta sexta-feira (26).

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, a Hybrid Air Vehicles, responsável pelo Airlander 10, comemorou o teste, que tinha como objetivo verificar o desempenho da aeronave com o seu novo sistema de pouso.

Para quem não sabe, a nave híbrida possui capacidade de voar ao longo de semanas e de decolar a partir de qualquer superfície, seja água, gelo ou pântanos. Além disso, o Airlander 10 necessita de um terço do combustível dos aviões e é capaz de voar a 140 quilômetros por hora: características que podem fazer com que a aeronave passe a integrar o sistema de transportes de carga.

“Haverá passageiros na experiência de voo final e, eventualmente, veículos híbridos irão cumprir um papel crucial no transporte de carga para áreas remotas”, explicou a Hybrid Air Vehicles em comunicado.

Via Galileu

via Canaltech

Anatel deverá prorrogar o prazo para desconectar smartphones piratas

Pirataria celular

A Anatel divulgou na última quinta-feira (25) que pretende começar a bloquear celulares piratas a partir de setembro. Os usuários dos chamados “xing-ling” não poderão mais ativar seus aparelhos nas operadoras, que funcionarão por apenas 75 dias após uma notificação de que o dispositivo será banido.

A agência vem estruturando esse plano desde 2014, mas, para colocá-lo em prática, precisa do apoio das fabricantes de smartphones em conjunto com o incentivo das operadoras — o que não estaria acontecendo em harmonia. As operadoras devem desconectar de suas redes os aparelhos que não possuam o número IMEI, e a indústria sustenta que já é proibido o uso de equipamentos não homologados. No entanto, há cerca de 1 milhão de celulares irregulares sendo incluídos nas redes das operadoras a cada mês.

A Superintendência de Planejamento e Regulamentação da Anatel conseguiu aprovar um cronograma para desativar os aparelhos piratas junto ao Conselho Diretor da agência, mas o colegiado recuou e decidiu analisar melhor o assunto.

Em um comunicado, informaram que “o conselho diretor da Anatel deverá analisar novamente a proposta do sistema de bloqueio de telefones irregulares no país e seu cronograma de implantação”. Nesta semana, durante uma reunião administrativa da Anatel, “o conselho considerou que alguns pontos precisam ainda de alguma análise, entre eles o prazo de implantação”.

Entre o que já está decidido, está o bloqueio apenas de aparelhos que não possuem IMEI. Já quando a operadora identificar aparelhos com IMEI repetido (como acontece quando há clonagens), não se prevê desconexão, ao menos por enquanto. Também foi acertado que não serão bloqueados aparelhos que estejam em uso.

A proposta atual pretende começar a enviar SMS para os dispositivos irregulares a partir de 30 de junho, mas, como o caso será reavaliado pela Anatel, tudo indica que esse prazo seja prorrogado. Apesar dos contratempos, diversos países já adotaram medidas bem sucedidas para bloquear aparelhos falsificados. É o caso da Índia, Indonésia, Colômbia, Egito, Turquia, Quênia, Nigéria e Paquistão, por exemplo, que possuem algum tipo de implementação que desconecta esses aparelhos nas redes de telefonia móvel.

Via: Convergência Digital

via Canaltech

Entrevistamos as vencedoras do Women in Open Source Awards

Open Source

A premiação Women in Open Source Awards, criada pela Red Hat, homenageia mulheres que contribuem para projetos e comunidades de código aberto, e programadoras que fazem uso inovador da tecnologia. Em sua terceira edição, o evento de 2017 premiou Avni Khatri, presidente da Kids on Computers, e Jigyasa Grover, aluna da Delhi Technological University  (Universidade Tecnológica de Deli).

As vencedoras foram determinadas com base em votação pública e faturaram US$ 2,5 mil para apoiar projetos ou iniciativas de Open Source. Além disso, elas serão apresentadas na Opensource.com e farão parte de uma palestra da Red Hat, chamada de Women’s Leadership Community. O Canaltech entrevistou as finalistas para conhecer suas trajetórias, desafios e planos dentro da comunidade. Histórias para se inspirar.

Canaltech – Como e quando você começou a programar? E como você se envolveu com o mundo Open Source?

Avni Khatri – Eu aprendi a programar na sexta série nas aulas eletivas de programação da Martin Middle School, quando tinha 11 anos. A gente aprendia o básico. Eu era a única menina na classe e estava dentre os dois primeiros alunos. Eu comecei minha contribuição para o mundo Open Source durante minha estadia na Arsdigita [falecida startup de desenvolvimento], em 2000.

A empresa desenvolveu um framework que permite a construção de comunidades web. Este produto virou o OpenACS e eu fui selecionada para me unir ao comitê técnico. Devagarzinho fui me envolvendo mais com o OpenACS e aprendi os valores do FOSS [free and open source software] e como ele pode ajudar a conectar comunidades globais reais e virtuais.

Em 2010, me voluntariei para o Kids on Computers e me tornei presidente em 2012. A organização, sem fins lucrativos, cria laboratórios de informática usando computadores e softwares abertos doados, em áreas onde crianças não têm acesso à tecnologia. A organização já construiu 22 laboratórios em cinco países com a ajuda de voluntários e conexões com as comunidades locais.

A Kids on Computer transformou minha forma de pensar e me deu uma luz sobre o impacto que posso trazer para o mundo. Eu aprendi muito com a KOC e sou muito grata em fazer parte de uma organização tão incrível e com voluntários maravilhosos.

Jigyasa Grover – O significado do meu nome é “curiosidade” em sânscrito e hindi. Na época pré-universidade, a introdução ao fundamento da computação e programação rudimentar foi o suficiente para me picar com o bichinho da tecnologia e eventualmente me levar a descobrir o mundo de programação Open Source.

Na universidade eu trabalhar num algoritmo C\C++ programava em Java, Android Web, HTML, CSS, JS, PHP, Python. Então, em um programa de férias fiquei intrigada em explorar o movimento Open Source contribuindo para a comunidade em diferentes plataformas.

CT – O que você mais gosta em relação à comunidade Open Source?

Avni – Eu adoro a acessibilidade do software livre e aberto. Meu sonho é que todos, especialmente crianças, tenham acesso ilimitado à educação para que eles possam decidir por eles mesmos como suas vidas devem ser para que eles possam aperfeiçoar suas vidas e comunidade.

Jigyasa – Eu curti este mundo por causa da independência, usabilidade e custo-benefício especialmente ao desenvolver em países como o meu, a Índia. Aos poucos percebe a abertura e o espaço ilimitado de criação e inovação, e como a comunidade oferece oportunidades iguais a todos, independente da localização, gênero, cor, raça e etc.

CT – Você acha que as mulheres têm espaço dentro do mundo Open Source?

Avni – Sim! A diversidade de pontos de vista melhoram as comunidades, produtos e um mundo melhor. A comunidade FOSS é aberta e tem a cultura de permitir pessoas construírem habilidades, amizades que talvez nunca fariam.

Jigyasa – Minha jornada até agora neste mundo dominado por homens teve altos e baixos, mas não deixo nenhum dos desafios me desviar da minha determinação.

CT – Você está ligada à diversas iniciativas que promovem a inclusão de mulheres no mundo da programação e da comunidade Open Source. Você planejou este caminho?

Avni – Eu sempre quis ver mais mulheres e meninas mais envolvidas com a tecnologia. Na Amazon eu trabalho com mulheres muito inteligentes. Eu gostaria que todas as mulheres e meninas tivessem as mesmas oportunidades que eu tive de obter sucesso nesta área.

Jigyasa – Eu me considero feminista, pois acredito na ideologia de oportunidades iguais para todos independente do gênero ou orientação sexual.

CT – Quais são seus os planos futuros (pessoais e profissionais)?

Avni – Eu amo trabalhar com crianças e tecnologia. Estas são minhas duas paixões e o grande motivo pelo qual eu me voluntariei no KOC. No meu dia a dia eu trabalho na Amazon, como gerente técnica de programa da Alexa, e amo! Eu espero continuar expandindo minhas habilidades para que possa ajudar cada vez mais pessoas.

Jigyasa – Quero manter vivo o espírito do movimento Open Source de compartilhar e ensinar. Quero me manter atualizada sobre as últimas tecnologias e ferramentas. E para manter a chama acesa e continuar provendo para a comunidade, quero continuar meus trabalhos de monitoramento como Google Summer Code, Code-Heat, Google Code-IN, Learn IT, Girl! e Outreachy.

CT – Como você vê o momento do Open Source?

Avni – Eu vejo como um mundo de oportunidades. Acredito que é por meio do FOSS que conseguiremos alcançar comunidades e oferecer a elas acesso à tecnologia e conteúdo que irão ajudá-las a melhorar suas vidas. Educação e tecnologia são as formas mais sustentáveis das comunidades evoluírem.

Jigyasa – Eu acredito que o Open Source é ideal para pesquisa e desenvolvimento social por atrair desenvolvedores brilhantes e motivados.

Aproveite o tema e veja nossa entrevista com Alan Clark da OpenStack Foundation.

via Canaltech

Stickers do Facebook podem chegar em breve ao WhatsApp

Stickers do Facebook podem chegar em breve ao WhatsApp


Por
Redação

| em

26.05.2017 às 17h39

Patricia Gnipper

stickers Facebook

A informação não é oficial, mas se o pessoal do WABetaInfo estiver certo, em breve poderemos enviar as figurinhas do Facebook no WhatsApp. Essa conta do Twitter é conhecida por antecipar novidades do mensageiro enquanto elas ainda estão em desenvolvimento — acertando muitas vezes.

De acordo com as informações vazadas, os stickers do WhatsApp seriam exatamente os mesmos já disponibilizados tanto na rede social, quando no Messenger. Essa novidade faria com que o app de bate-papo bata ainda mais de frente com o Telegram, um de seus principais concorrentes, que já disponibiliza o envio de stickers há um certo tempo. O Telegram, na verdade, vai mais além, permitindo que seus usuários enviem figurinhas personalizadas.

Sendo assim, é de se esperar que o WhatsApp traga logo esse recurso, para não ser passado para trás pela concorrência. Confira o tweet do WABetaInfo na íntegra:

Fonte: Twitter/WABetaInfo

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Investigadores tentam descobrir se iPhone ou iPad causou acidente da EgyptAir

Airbus A320 Egyptair

Em maio do ano passado, um avião da EgyptAir caiu durante um voo entre Paris e Cairo, matando 66 pessoas. Agora, investigadores franceses tentam descobrir se um iPhone ou um iPad teria tido participação na tragédia.

De acordo com uma reportagem do Le Parisien, oficiais franceses receberam a ordem de investigar se o Airbus teria sido derrubado como consequência de dispositivos móveis que teriam se superaquecido durante o voo, desestabilizando o avião. É possível que um iPhone 6s ou iPad Mini 4, que pertenceria ao oficial de voo, estivesse plugado em uma tomada imprópria na cabine do avião.

Quem está conduzindo a delicada investigação é um engenheiro do French National Center for Scientific Research, juntamente com um professor de física e um engenheiro especializado em baterias, ambos ligados ao ministério da defesa. Espera-se que os resultados dessa perícia sejam divulgados até o dia 30 de setembro.

Em entrevista para o Business Insider, a Apple se defende. “Nós não fomos contatados por nenhuma autoridade que esteja investigando esse evento trágico. Não vimos nenhum relatório, mas entendemos que não há evidência que relacione o acontecimento a produtos da Apple. Se os investigadores têm perguntas a fazer para nós, iremos, claro, ajudá-los de qualquer maneira possível. Testamos rigorosamente nossos produtos para garantir que eles estejam dentro dos padrões internacionais de segurança”, declarou um porta-voz da Maçã.

Fonte: Business Insider

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Instituto em prol de mulheres em tech decide encerrar sua parceria com a Uber

Travis Kalanick

Mais um golpe acaba de ser dado em direção à Uber: dessa vez, o Instituto Anita Borg (ABI), que existe para ajudar a aumentar a presença das mulheres no universo da tecnologia, decidiu encerrar sua parceria de quase dois anos com a Uber. O motivo? A entidade estaria preocupada com as “contínuas alegações que a Uber enfrenta quanto ao tratamento dado às mulheres que trabalham na empresa”, conforme consta em uma carta enviada à companhia de transporte.

A parceria começou em 2015, quando a companhia chefiada por Travis Kalanick procurou o ABI para melhorar a participação de mulheres por lá. O instituto, que tem como missão fortalecer o crescimento profissional de mulheres em trabalhos ligados à tecnologia, acabou aceitando a parceria mesmo com aquele pé atrás, por conta da má reputação que a Uber já tinha nesse quesito. Em entrevista ao Mashable, a entidade explicou que tinha “preocupações com a reputação da companhia”, mas abriu “um canal de diálogo com a liderança da Uber mesmo assim”.

No entanto, desde que a parceria aconteceu, a realidade das mulheres na Uber não melhorou. Na verdade, a companhia não somente não estaria fazendo nada para contribuir para com a inclusão de mulheres em cargos de engenharia, como ainda chegou a camuflar (e, consequentemente, proteger) uma cultura de assédio existente lá dentro. A engenheira Susan Fowler chegou a denunciar em seu blog que teria sido assediada por um gerente da Uber pouco depois de sua contratação, e que, ao reportar o ocorrido a seus superiores, ouviu da equipe de recursos humanos que ela deveria mudar de área, ou se conformar com aquela situação absurda.

Segundo o ABI, esse caso, somado ao fato de que Kalanick teria levado executivos na Coreia do Sul para um karaokê recheado de acompanhantes profissionais, foram decisivos para que o instituto decidisse encerrar definitivamente sua parceria com a empresa. Do outro lado, a Uber tenta se defender. Komal Mangtani, líder de engenharia da companhia, declarou que a empresa sabe que tem muito trabalho pela frente, e que, apesar de estarem surpresos com a decisão da entidade, estariam comprometidos a manter contato com o ABI.

Via: Mashable, Susan Fowler

via Canaltech