Apple perdeu mais de 50% de mercado no Brasil em 2016

É bem comum dizer que a Apple segue uma linha de mercado bem diferente de seus concorrentes, apostando em um modelo de negócio muito próprio, e mesmo em mercado como o brasileiro, que enfrenta uma grave crise e campanhas mais agressivas de seus rivais, a gigante da maça continua aposta…

via Hardware.com.br

Toshiba traz ao Brasil impressora sustentável que apaga folha e imprime de novo

Toshiba Multifuncional

A Toshiba está apostando em uma novidade interessante para o mercado brasileiro de impressoras multifuncionais: a japonesa vai lançar no Brasil um modelo que tem a capacidade de apagar e reutilizar folhas de papel mais de cinco vezes sem perder a legibilidade.

A e-STUDIO 306LP/RD30 é o primeiro sistema multifuncional ecológico do mundo que pode apagar imagens e texto nas impressões com função integrada de digitalização para rede. Para isso, ela imprime com um tipo especial de tinta, o que permite apagar a impressão do papel por meio de um processo térmico.

Para garantir que os documentos impressos não acabem perdidos, a impressora tem um recurso que permite que o scanner gere uma imagem da folha que está prestes a ser apagada e salve em um destino na rede, caso o usuário deseje resgatar a imagem e imprimir novamente.

O sistema também pode ser usado para gerar economia de espaço físico na guarda de documentos, além da segurança e alta disponibilidade da informação. As impressões, geralmente, são arquivadas ou inutilizadas, mas com a digitalização não há necessidade de arquivamento ou destruição, pois o conteúdo dos documentos pode ser convertido em dados e guardado para uso futuro.

Segundo pesquisa realizada pela Toshiba, 89% das impressões realizadas são descartadas em menos de uma semana, portanto a grande maioria das impressões comuns do ambiente de escritório pode ser apagada com a finalidade de reutilização do papel.

De acordo com o especialista de produtos do Grupo Malca (que distribui produtos Toshiba no Brasil), Laércio Garcia Junior, reutilizando o papel cinco vezes há uma redução na emissão de dióxido de carbono envolvida no processo de impressão de até 57%, o que também fomenta a consciência ecológica no consumidor. Outro reflexo ressaltado por Junior é a economia nos custos relacionados ao papel: até 80% menos em comparação com os modelos tradicionais.

O preço do equipamento ainda não foi revelado.

via Canaltech

Brasil e Coreia do Sul inauguram centro de cooperação em TICs

Coreia do Sul e Brasil

O Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) inaugurou nesta quarta-feira (15) o Centro de Cooperação em Tecnologia da Informação e Comunicação (CCTIC), em Santa Rita do Sapucaí (MG). Fruto de acordo bilateral entre Brasil e Coreia do Sul, o projeto tem apoio dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e da Ciência, Tecnologias da Informação e Comunicação e Planejamento Futuro (MSIP, na sigla em inglês).

A parceria abre caminho para o intercâmbio de informações e pesquisas para o desenvolvimento tecnológico, em especial em torno da quinta geração de comunicação móvel (5G) e de Internet das Coisas (IoT). A previsão é que o trabalho em conjunto seja executado em três anos e envolva profissionais do Inatel e da Agência Nacional de Sociedade da Informação da Coreia do Sul (NIA, na sigla em inglês). Responsável por projetos semelhantes no Chile, na Colômbia e no México, o governo sul-coreano deve investir US$ 1 milhão.

No evento, o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais, Luis Felipe Fortuna, comentou que o projeto oferece à Coreia do Sul um mercado que necessita de avanços tecnológicos. "Ao mesmo tempo, formamos uma geração de pesquisadores aptos a ingressar nesse novo mundo e informar os parceiros internacionais das nossas necessidades, das nossas carências e, sobretudo, dos nossos avanços nessa área."

O diretor do Inatel, Marcelo Marques, prevê a geração de novas frentes de desenvolvimento para instituições e empresas brasileiras e coreanas, com reflexos diretos no desenvolvimento econômico e social dos dois países. Ele havia assinado, em dezembro de 2016, no MCTIC, o acordo de colaboração que estabeleceu o CCTIC, ao lado do diretor da NIA, Myungha Hong.

Segundo o coordenador de Inovação Tecnológica do Centro de Referência em Radiocomunicações do Inatel, Guilherme Marcondes, o CCTIC tem objetivo de aproximar empresas sul-coreanas do mercado brasileiro de tecnologias da informação e comunicação (TICs), com abertura de oportunidades locais. "Um laboratório do Inatel vai receber as iniciativas da parceria", disse. "O projeto deve extrapolar para a cidade experimentos para que Santa Rita se torne uma vitrine real e viva daquilo que de fato pode ser feito com Internet das Coisas".

O embaixador da Coreia do Sul no Brasil, Jeong-gwan Lee, destacou que o acordo entre Inatel e NIA materializou documentos assinados pelos dois governos em abril de 2015, durante visita oficial da presidente Park Geun‐hye ao Brasil. Na ocasião, o MSIP firmou uma carta de intenções com o extinto Ministério das Comunicações e um memorando de entendimento sobre economia criativa com o então Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Também participaram do evento no sul de Minas Gerais o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital, José Gontijo, e o coordenador-geral de Incentivo à Inovação Digital do MCTIC, Éder Eustáquio Alves. Eles apresentaram as ações da pasta em 5G e IoT, com destaque para os projetos de pesquisa apoiados no Centro de Referência em Radiocomunicações do Inatel.

Estabelecida em 1987 e hoje ligada ao MSIP, a NIA é a principal instituição de pesquisa estatal sul-coreana em temas como governo eletrônico e infraestrutura de TICs. A agência mantém projetos conjuntos com mais de 80 países, dentre CCTICs, centros de acesso à informática e programas de capacitação.

Fundado em 1965, em Santa Rita do Sapucaí, o Inatel é um centro de excelência em ensino e pesquisa de engenharia de telecomunicações e outros cursos de graduação associados. A instituição é privada e sem fins lucrativos, mantida pela Fundação Instituto Nacional de Telecomunicações (Finatel).

via Canaltech

Apple perde mais de 50% de consumidores no Brasil em 2016

O ano de 2016 foi uma montanha-russa para o mercado celular no Brasil: enquanto as vendas caíram 16% durante todo o ano, o último trimestre apresentou uma recuperação de 15%, indicando uma possível retomada em 2017, segundo dados da Counterpoint divulgados pela Folha de SP.

Uma companhia que sentiu um ano ruim no Brasil foi a Apple: a companhia, que tinha uma participação de 8,3% no mercado em 2016, fechou o ano com 3,8% de participação, totalizando uma queda que soma mais de 50% dos consumidores.

A Samsung lidera o mercado brasileiro, totalizando quase 50%

“As fabricantes que ganharam espaço foram as que conseguiram oferecer celulares menos caros”, notou Tina Lu, analista da Counterpoint. “O Brasil tem passado por uma crise econômica profunda que começou no meio de 2015 (…) A crise foi grave o suficiente para colocar em dúvida se o Brasil continuaria sendo líder do mercado de smartphones na América Latina em 2016”.

A companhia que abocanha a maior fatia do mercado no Brasil é a Samsung, que tinha 40% do mercado em 2015 e cresceu para 46,7% até o final de 2016. Em segundo lugar, a Motorola/Lenovo ficou estável variando entre 13% e 12,9%. Fechando o TOP 3 está a Alcatel, que cresceu de 3,6″ para 5,5″ no fim do ano passado.

“O Brasil é um mercado muito concentrado. As cinco maiores marcas capturaram 75% do mercado de smartphones. Isso se deve principalmente às fortes barreiras para entrar no mercado”, notou a Counterpoint.

Operadoras

Além de fabricantes, as operadoras também tiveram suas fatias estabelecidas em 2016. Confira abaixo:

  • Claro: 39%
  • Vivo: 32%
  • TIM: 18%
  • Outras: 11%

via Novidades do TecMundo

Ingram Micro anuncia parceria de vendas com a Autodesk no Brasil

Autodesk Pier 9

A Ingram Micro Brasil, subsidiária local de uma das maiores distribuidoras globais de serviços de tecnologia, anunciou esta semana uma parceria de vendas com a Autodesk, empresa de softwares de design 3D e 2D.

Pelo acordo, a Ingram Micro passa a distribuir a linha OPEN, composta pelo AutoCAD LT, software que ajuda compartilhar e documentar desenhos 2D; AutoCAD 360 Pro, aplicativo para criação de desenhos; MudBox, software avançado de modelagem 3D com pincel de alta resolução e SketchBook, aplicativo de pintura e desenho intuitivo e pelo Fusion 360, software para modelar objetos tridimensionais.

Muito utilizadas nos mercados de construção, edificação, entretenimento, manufatura e mídia, as soluções da Autodesk serão disponibilizadas na plataforma automatizada de serviços em nuvem Ingram Micro Cloud Marketplace, que permite aos revendedores da distribuidora em todo o país comprar, provisionar, gerenciar e faturar suas compras via online.

De acordo com José Furst, diretor de vendas para a área de cloud da Ingram Micro, a parceria entre a Ingram Micro e a Autodesk traz ao país uma parceria que já existe em outros países como Estados Unidos e México. A

"Aqui no Brasil, esperamos que as nossas revendas parceiras se beneficiem e complementem seus portfólios com os produtos da fabricante e, da mesma forma, as revendas que já conhecem os produtos Autodesk ampliem suas ofertas com as soluções existentes no Ingram Micro Cloud Marktplace”, diz Furst.

A Autodesk passa a contar também com a plataforma de e-commerce e com um portfólio de soluções financeiras – IM Linha Fácil -, que atende praticamente todas as demandas de uma revenda. Já as revendas terão treinamento e poderão contar com o nível de atendimento da Ingram Micro.

Para a Autodesk Brasil, o plano com a parceria é o de expandir a presença em mercados estratégicos dentro do território nacional, usando a rede de parceiros da Ingram Brasil.

“Estamos muito entusiasmados com a expansão dessa parceria aqui no Brasil. Ao juntarmos forças com uma empresa com a presença tão forte no mercado como a Ingram Micro, vamos oferecer aos clientes um portfólio completo de soluções”, afirma José Carlos Yazbek, Head de Canais da Autodesk Brasil.

via Canaltech

São Paulo possui o maior risco na entrega dos Correios no Brasil

correios e sedex

Para quem faz compras online, taí uma informação interessante. Uma pesquisa feita junto à Companhia de Correios e Telégrafos no Brasil e divulgada esta semana aponta que São Paulo é o estado que possui a maior incidência de risco na entrega por CEP, com 52%.

O levantamento foi relizado pela Unitfour, empresa especializada em fornecimento de dados. Rio de Janeiro e Minas gerais aparecem logo na sequência, com 23% e 12%, respectivamente.

O risco de CEP não quer dizer, necessariamente, que o produto não será entregue, avalia Rafael Albuquerque, Diretor Comercial da Unitfour. "Mas há sim uma possibilidade de a entrega não acontecer, seja por conta de áreas de difícil acesso, dentre outras razões”, explica.

A pesquisa mostrou ainda que na categoria Sedex, o Estado que apresenta maior incidência é o Paraná, com 40%, seguido por Rio de Janeiro, que registrou 31%. Em São Paulo, essa incidência é de 29% O PAC é outro serviço postal que também possui alto índice de risco nos os Estados – 40% no PR, 30% no RJ e 29%, em SP.

Por outro lado, a Remessa Expressa, Talão ou Cartão, PAC e Sedex em que o pagamento é realizado no momento da entrega, são modalidades com o menor índice de risco, todas com 6%.

“Muitas vezes, os serviços postais têm dificuldades para identificar as reais condições para a entrega dos objetos, e principalmente, mapear as regiões de difícil acesso ou desprovidas de segurança”, conclui Albuquerque.

via Canaltech

Facebook libera no Brasil o Messenger Day, recurso de mensagens efêmeras

O Snapchat lançou moda lá em 2011 e desde então toda rede social que se preze vem adicionando a função de mensagens efêmeras, aquelas que se autodestroem depois de um certo tempo. Agora é o Facebook que libera essa mesma função no Brasil. O Messenger Day vem para você ilustrar seu cotidiano em imagens, GIFs ou vídeos de até 15 segundos e já está em funcionamento desde a noite de quinta-feira (16).

A novidade por enquanto não está disponível para o Messenger na versão desktop

Para experimentar, inicialmente você precisa executar o Messenger em seu dispositivo móvel Android ou iOS — o recurso ainda não está disponível para a versão desktop — e logo você vai notar um símbolo ensolarado em destaque. É só apertar ali que a interface com adesivos abre para você brincar com a moldura de sua gravação.

Ao gravar seu conteúdo você terá a opção de adicionar o conteúdo em “Meu Dia”, que passará a ser exibido na parte superior do comunicador instantâneo no período de 24 horas, seja para todos ou uma lista específica — isso também pode ser escolhido nas Configurações. Há ainda a alternativa de você armazenar no rolo de câmera — mas não esqueça que logo esse o material será excluído.

A partir daí, a opção “Meu Dia” fica visível e o rol de publicações de seus amigos na interface do serviço assim que abrir o app.

Personalize sua mensagem

Da mesma forma que acontece no Snapchat, no WhatsApp Status e no Instagram Stories, o Messenger Day traz ferramentas para você inserir textos e grafismos em suas mensagens. Os usuários podem escolher entre 5 mil molduras, efeitos e stickers para incrementar suas postagens.

Vale lembrar que a novidade ainda não chegou para todo mundo e vem sendo distribuída gradualmente, principalmente para quem está com as atualizações do sistema operacional em dia.

via Novidades do TecMundo

Vendas de computadores no Brasil atingem o menor volume em 13 anos

PCs

Que os computadores já não vendem mais como antes, disso todo mundo sabe. Mas, no Brasil, as vendas chegaram ao menor volume em 13 anos, segundo o mais novo relatório da IDC divulgado nesta semana.

De acordo com a firma de análise de mercado, apenas 4,5 milhões de computadores "completos" foram vendidos por aqui em 2016. A marca é a menor registrada em quase uma década e meia e a tendência é que continue a cair.

A derrocada, entretanto, já era prevista pela IDC, que disse que as vendas ficaram "dentro das nossas expectativas". "Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento em geral", destacou a consultoria. "Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso à internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos", explicou.

Nesse cenário de queda, os notebooks são os que mais vendem, totalizando 2,8 milhões de unidades vendidas — 30% menos em relação a 2015. Os computadores de mesa apresentaram uma queda ainda maior, de 35%, somando 1,7 milhão de unidades vendidas. Dos 4,5 milhões de PCs vendidos, 3 milhões se destinaram a uso doméstico e o restante foi para o corporativo.

Por fim, a IDC acredita que as coisas não devem melhorar nos próximos anos. A bem da verdade, a consultoria prevê que mesmo que a economia se recupere em 2017, o mercado conseguirá, no máximo, manter esses números. Que fase, heim?

via Canaltech

Cibercriminosos estão simulando mensagens do Banco do Brasil no WhatsApp

De acordo com a plataforma de gerenciamento de vulnerabilidades Antecipe, cibercriminosos estão aplicando um golpe de phishing no WhatsApp e via SMS. Como você poderá notar nas imagens, o método é o padrão — mensagem que faz alusão ao valor em conta para enganar o usuário —, e redireciona o usuário para uma página falsa do Banco do Brasil.

Muito cuidado ao abrir links de desconhecidos

Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O golpe acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

No caso do golpe encontrado pela Antecipe, a mensagem diz o seguinte no WhatsApp: “BB Informa: agendamento de saque sem cartão em sua conta, R$ 500 local DF-1038 correios para o dia 17/03/2017, acesse: www.XXXXXX/bb para cancelar”. Veja abaixo:

Phishing

Logo após tocar no link, o usuário é redirecionado para uma página falsa. Ali, os cibercriminosos podem coletar os seus dados sensíveis.

Página falsa

Sempre desconfie de links enviados por estranhos no WhatsApp, SMS, email ou qualquer outra plataforma de troca de mensagens. Além disso, garanta que o site que você pretende entrar apresenta o protocolo “https://”. Por último, você pode ficar ligado em nossa página dedicada ao assunto.

via Novidades do TecMundo

Estas são as fabricantes que mais venderam smartphones no Brasil em 2016

Em 2016, a Samsung se tornou ainda mais dominante no mercado brasileiro de smartphones, enquanto a Alcatel teve um crescimento respeitável e a Apple perdeu metade do market share.

Estes são os dados da consultoria Counterpoint Research. O relatório também traz dados interessantes sobre a venda de smartphones no varejo e nas operadoras; e sobre a presença de modelos 4G no mercado.

Foto por Bojan Pavlukovic/Flickr

Primeiro, comecemos com a participação das fabricantes. A Samsung continua em primeiro lugar, ampliando sua participação de mercado para 46,7%. Logo atrás vem a Motorola, basicamente mantendo sua participação de mercado em 13%; e a LG, que caiu para 12,4%.

O destaque positivo vai para a Alcatel: a analista Tina Lu, da Counterpoint, diz em comunicado que a empresa “mudou sua alta gerência, abriu quiosques da marca nos principais shoppings do Brasil, e passou a fabricar produtos no país”. Ela cresceu para 5,5% do mercado.

Por sua vez, o destaque negativo vai para a Apple, que “perdeu mais participação do que qualquer outra marca dentro da categoria de smartphones”, segundo Lu. O iPhone 7 chegou ao Brasil custando menos caro que o esperado, mas parece que isso não convenceu.

Outras fabricantes não aparecem no gráfico, mas Lu diz que “a Positivo liderou todas as marcas locais em questão de smartphones”.

O analista Parv Sharma, da Counterpoint, observa no comunicado que o mercado de smartphones no Brasil é muito concentrado – cinco marcas detêm 75% de participação. Isso acontece devido às altas barreiras de entrada: é preciso ter fabricação local (ou pagar um salgado imposto de importação) e também forte presença no varejo, não só nas operadoras, o que custa caro.

No ano passado, 64% dos smartphones foram vendidos pelo varejo; o restante teve intermédio das operadoras. Entre elas, a Claro e a Vivo se destacam, provavelmente devido aos descontos oferecidos no pós-pago.

86% dos smartphones vendidos no ano passado são compatíveis com 4G. A tecnologia está forte até mesmo no segmento de entrada, incluindo “a série J da Samsung, especialmente o Galaxy J1”, escreve Lu.

Nove em cada dez celulares vendidos no Brasil em 2016 foram smartphones; as vendas de dumbphones despencaram 56% no ano.

Enquanto isso o mercado brasileiro de smartphones caiu 16% no ano devido à recessão, diz Lu, mas deve se recuperar este ano à medida que a economia volta a crescer.

Estas são as fabricantes que mais venderam smartphones no Brasil em 2016

via Tecnoblog