Carregadores wireless para veículos elétricos estão chegando ao Brasil

Nós sabemos que os veículos elétricos ainda são uma realidade distante aqui no Brasil. Embora alguns Tesla já tenham desembarcado por aqui e outros modelos estejam sendo testados, o país ainda sofre por não contar com uma infraestrutura robusta o suficiente para receber esse tipo de veículo de forma massiva.

No entanto, parece que um passo importante será dado para mudar um pouco esse panorama: a Continental apresentou um carregador wireless para veículos elétricos que será disponibilizado no mercado brasileiro. A tecnologia funciona por meio de indução e, para ter o carro recarregado, basta estacioná-lo sobre a plataforma. Além de carros, a base também funciona com bicicletas elétricas.

A chegada do carregador sem fio é parte de um investimento da Continental que é baseado em uma projeção bem otimista em relação ao carros elétricos no país: a empresa estima que a frota desse tipo de veículos no país supere 100 mil unidades até 2025.

O país já conta com alguns postos de carregamento convencionais – aqueles que contam com uma base de carregamento na parede ou em forma de torre e que carregam o veículo através de um cabo –, principalmente em shopping centers em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, mas a imensa maioria das cidades do país ainda carece da estrutura básica para receber carros elétricos.

A Continental, no entanto, acredita que esse é um caminho sem volta, considerando a busca pela energia limpa e que os combustíveis fósseis não serão mais a principal fonte de energia.

via Novidades do TecMundo

Abranet quer aumentar em 10 vezes a velocidade da internet no Brasil

No que depender da Associação Brasileira de Internet (Abranet), os provedores de internet no Brasil terão mais facilidade para adquirir equipamentos de infraestrutura para oferecer conexões mais rápidas aos brasileiros. Para isso, a associação lançou na última semana o programa Brasil Conectado a 100 Gb, que vai realizar parcerias com fornecedoras para alcançar seu objetivo final.

A primeira parceira do projeto é a WZTECH Netwokrs/Juniper, que vai oferecer vantagens técnicas e comerciais para as companhias associadas da Abranet. “É uma política agressiva para a construção de redes”, afirmou o arquiteto de inovação da empresa Edson R. Cardoso durante a Convenção Abranet 2017.

Novo projeto pode trazer um reforço significativo à infraestrutura da internet no Brasil

Atualmente, a maioria das fornecedoras de internet utilizam infraestrutura de 10 Gb, sendo que o salto natural seria migrar para uma interface de 40 Gb. Segundo Cardoso, porém, o investimento em backbones para conexões de 100 Gbps sai mais em conta do que a opção “intermediária”. “Com 100 Gb, [os provedores] começam a fornecer outros tipos de serviços que hoje os usuários não têm”, apontou.

Esse reforço na infraestrutura é significativo e deve dar uma nova feição à internet brasileira em longo prazo. Esse passo adiante é não só útil como necessário em um mundo — e em um Brasil, obviamente — cada vez mais online.

via Novidades do TecMundo

LG revela novas – e fantásticas – TVs OLED e Super UHD para o Brasil

Era só uma questão de tempo, mas nós já sabíamos que a LG estava guardando alguns segredos eletrônicos por debaixo dos panos. Pois bem, neste dia 22 de junho, a fabricante resolveu abrir o jogo e revelar suas novidades para os consumidores da América Latina.

Durante o InnoFest Latin America 2017, que aconteceu na Cidade de Punta Cana (na República Dominicana), a LG exibiu uma nova linha de TVs que promete elevar o nível de qualidade e design no segmento.

Os novos modelos da série de televisores premium chegam para abalar o mercado em 2017, ainda mais com a chegada breve dos produtos atualizados da linha OLED – que já foram premiados por seus incrementos ousados em design e funcionalidade – e do tipo Super UHD, que apresentam a tecnologia Nano Cell.

Todavia, os anúncios não param por aí. Durante a apresentação, a fabricante coreana enfatizou o lançamento das TVs LG Signature OLED G7, e das versões E7 e B7, que serão disponibilizadas com vários tamanhos de display.

LG W7 – Uma verdadeira obra de arte na sua parede!

Seguindo o conceito “menos é mais”, que a marca lançou em 2016 com as primeiras TVs Signature, a LG capricha nas medidas e na concepção da nova OLED TV W7 mostra que a sofisticação pode ser ainda mais perceptível em produtos focados na simplicidade.

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Com apenas 2,7 milímetros de espessura, esta TV pode ser instalada na parede com o uso de suportes magnéticos, com os quais temos a espessura total de 4 milímetros, o que elimina vãos e outros acessórios atrás da televisão. De acordo com a marca, esse conceito garante mais imersão, já que o espectador tem a impressão de que a TV está embutida na parede.

Assim como as telas mais avançadas do ano passado, a W7 vem com suporte para as tecnologias HDR, incluindo HDR10 e Dolby Vision. De acordo com as informações de Igor Krauniski, gerente de produtos da área de TV da LG Brasil, a ideia desta televisão é focar no conceito Dolby, unindo o Dolby Atmos e o Dolby Vision para uma experiência mais rica de entretenimento.

Inclusive, além da questão da espessura e da qualidade expressiva de imagem, a nova LG W7 se destaca justamente por trazer um sistema de áudio primoroso. No anúncio da InnoFest, a fabricante ressaltou este diferencial, que entrega som de alta qualidade com graves profundos. É graças a barra de som que a televisão não precisa de cabos, pois este item centraliza as conexões, de modo que há apenas uma fita abaixo da TV para transmitir os conteúdos.

Por ora, não há informações se a W7 será lançada no Brasil, mas a A LG está estudando se vale a pena lançar o produto para os consumidores brasileiros. A grande indecisão se deve ao fato de que esta televisão custa 8.999 dólares (29.970 reais) nos Estados Unidos. A fabricante não tem um possível valor para o Brasil, mas Krauniski arrisca que ela poderia chegar por 50 mil reais.

Destaques da LG Signature OLED TV W7

  • Contraste infinito
  • Maior gama de cores
  • Bilhões de cores com o painel e o processamento de 10-bit
  • Compatível com a tecnologia Dolby Vision
  • Múltiplo HDR (HDR10 e HLG)
  • Som com tecnologia Dolby Atmos
  • 4.2 canais de áudio com potência de 60 watts
  • WebOS 3.5

Outra televisão com uma proposta muito similar em design é a LG G7, que ainda vem com espessura reduzida, mas se diferencia ao acoplar a barra de som na parte de baixo. Com essa mudança no design, esta televisão pode ser instalada sobre uma superfície, mas também há como colocá-la numa parede, sendo que a sensação de imersão é semelhante à da LG W7.

As funcionalidades e características tecnológicas da LG G7 (que você confere na imagem acima) são as mesmas do modelo mais avançado, então você pode ter a certeza de que poderá desfrutar da experiência Dolby e de outros recursos de imagem e som. Assim como a W7, a LG tem projetos da G7 para versões de 65 e 77 polegadas.

Mais OLEDs vindo aí – Conheça a LG E7 e LG B7

Para os consumidores que buscam entrar no mundo OLED e querem alternativas mais acessíveis, a LG tem duas novidades bem convidativas. A primeira delas é a LG E7, uma versão um tanto enxuta das duas mais robustas da marca, mas que ainda entrega todas as tecnologias que o consumidor necessita para desfrutar de uma experiência de imagem e som extraordinária.

A LG E7 vem com todos os recursos que já comentamos sobre a W7 e a G7, incluindo novos padrões de HDR e tecnologias Dolby (inclusive a Dolby Atmos). O sistema de som embutido nesta televisão é similar ao das versões mais incrementadas, sendo que as principais mudanças do produto estão no design “mais comum”.

Esta televisão ainda é bastante fina e tem um visual que impressiona pelos detalhes, porém ela é um pouco mais grossa, o que significa que não há a mesma sensação de imersão. Ela pode ser utilizada sobre uma superfície, já que vem com um suporte específico para isso, mas, como é de se esperar, também é uma ótima TV para instalar na parede.

Ainda entre as TVs OLEDs, a fabricante coreana apresentou a LG B7, que é uma proposta mais tradicional e acessível. Assim como suas irmãs, esta televisão também apresenta suporte para as mais recentes tecnologias, incluindo a compatibilidade com Dolby. Assim, as diferenças aqui estão no design mais modesto e no sistema de som, que tem 2.2 canais e potência de 20 watts.

Essas duas TVs serão lançadas no Brasil, em versões de 55 e 65 polegadas. A LG B7 já está chegando as lojas neste mês, pelo valor de 10.999 reais. A LG E7 tem previsão de chegada para o mês de julho, sendo que o preço sugerido é de 29.999 reais.

Novas TVs Super UHD com tecnologia Nano Cell

Entre os destaques da InnoFest Latin America 2017, a LG também revelou mais da sua tecnologia Nano Cell para as linhas de televisores com tecnologia LCD. Com esta novidade, as próximas TVs da LG podem entregar uma fidelidade na reprodução de cores muito acima do atual padrão de mercado.

A tecnologia LG Nano Cell utiliza partícula de aproximadamente 1 nanômetro, de modo que o painel consegue controlar os pixels apresentados de forma muito mais eficiente. Segundo a informação da fabricante, esta novidade é capaz de absorver ondulações em excesso da luz, o que resulta em cores mais limpas e resultados mais puros.

As novas TVs Super UHD (com resolução 4K e qualidade de imagem impressionante) ainda reduzem dramaticamente as instabilidades na imagem e quase eliminam as inconveniências na degradação de cores. Um dos grandes benefícios desses produtos é a reprodução fiel do conteúdo de ângulos mais ousados, de modo que mesmo se o espectador ficar num ângulo de 60 graus ainda é possível aproveitar imagens ricas em detalhes e sem distorção de cores.

Os modelos apresentados na InnoFest Latin America 2017 foram a SJ9500, a SJ8500 (na imagem acima) e a SJ8000. Elas diferem levemente nos tamanhos disponíveis e também nas capacidades sonoras, mas todas são equipadas com as mais recentes tecnologias HDR. Esses modelos também devem chegar ao Brasil neste ano, resta aguardar detalhes de preços.

via Novidades do TecMundo

Por dentro do KC-390: o maior, e melhor, avião feito no Brasil

 

F-18 Hornet, F-35, Mirage 2000, Mig-35, Gripen NG. Se um dia você fundar um país e precisar de caças para as suas forças armadas, vai ter um monte de maravilhas tecnológicas como essas à sua disposição, que você poderá importar dos EUA, da França, da Rússia ou da Suécia por alguns bilhões de dólares a frota. Mas nem só de caças se faz uma força aérea. Você também vai precisar de helicópteros, de monomotores a hélice (para treinar os pilotos de caça) e, sobretudo, de cargueiros.

São os cargueiros que, com o perdão do trocadilho, carregam o piano de boa parte das operações militares: transportam soldados, armas, munições, gasolina, comida, blindados de combate e, não menos importante, ainda servem de posto de gasolina aéreo para os caças, já que são capazes de reabastecê-los com a ajuda de um tubo que liga o tanque do cargueiro ao do caça em pleno voo. Um avião de combate operando no máximo da potência chega a consumir uma tonelada de combustível a cada dois minutos. Os reabastecimentos aéreos, então, são fundamentais em combate.

Mesmo com essa importância toda, o mundo dos cargueiros nunca teve o glamour técnico do dos caças. Há mais de 60 anos, qualquer país que procure um cargueiro militar tem praticamente uma única opção nesse segmento, o lendário Lockheed Martin C-130 Hercules, um avião a hélice criado em 1954 – numa época em que o Fusca ainda era um importado de luxo no Brasil.

E é aí que entra o KC-390, o avião que protagoniza estas páginas. Enquanto outras nações vêm substituindo seus antigos Hercules por versões um pouco mais modernas do velho turboélice – caso das poderosas forças aéreas dos EUA e França -, a Força Aérea Brasileira (FAB) escolheu o caminho mais difícil: substituir sua frota de Hercules por um cargueiro completamente novo. Brasileiro. Feito pela Embraer.

A FAB encomendou 28 jatos, ao custo de R$ 7,2 bilhões. A expectativa da empresa, de qualquer forma, é bem maior: transformar o KC-390 no novo Hercules, na aeronave que todas as forças aéreas do mundo identificam com a palavra “cargueiro”. Isso significa, de acordo com a Embraer, vender 700 desses aviões mundo afora nos próximos 20 anos.

Trator com lasers

A Embraer jamais tinha produzido algo parecido com o KC-390. A empresa é especializada em jatinhos executivos e aeronaves comerciais de pequeno porte, para até 130 passageiros. Diante desses inocentes aviões civis, o KC é um trator – com lasers.

Para começar, parte da fuselagem dele é blindada, principalmente no cockpit dos pilotos. Outra defesa da aeronave são os sistemas para despistar mísseis. O avião lança tiras de alumínio no ar para iludir os foguetes guiados por radar, e fogos de bengala (espécie de fogos de artifício), que ludibriam os mísseis guiados por calor – os mísseis passam a correr atrás dos fogos, deixando o avião em paz. Tais sistemas de defesa, aliás, são dois recursos clássicos do Hercules, que um postulante a sucessor dele não poderia deixar de ter.

Também à imagem e semelhança do Hercules, o KC conta com uma rampa na parte de trás. Ela pode ser aberta durante os voos para lançar paraquedistas ou suprimentos, o que exige reforços na fuselagem para lidar com o tranco da turbulência. As asas, assim como no Hercules, ficam na parte superior da fuselagem, não no meio. Isso aumenta o espaço interno do avião e evita que os detritos das pistas rústicas danifiquem as turbinas – coisa que o Hercules não tem.

Outra coisa que o Hercules não tem é o fly-by-wire, aquele sistema eletrônico que substitui os velhos cabos e sistemas hidráulicos dos aviões de projeto mais antigo – caso do próprio Boeing 737, o avião mais utilizado no mundo.

O fly-by-wire é carne de vaca nos aviões comerciais há algumas décadas. Mas, como qualquer sistema eletrônico, sempre passa por atualizações pesadas. O fly-by-wire do KC, então, é de última geração. Conta com o que os especialistas chamam de full fly-by-wire. Ou seja: todos os controles das aeronaves são elétricos. Isso deixa o avião mais leve, pois dispensa cabos e outros mecanismos de comando – e o resultado é uma aeronave mais econômica, que gasta menos combustível.

Outra vantagem em relação ao Hercules é a velocidade máxima. Graças aos motores a jato ele alcança 870 km/h, contra 600 km/h do rival americano movido a hélice. O KC também tem mais capacidade de carga: 23 toneladas, contra 20 do Hercules. Com isso, ele consegue abrigar até 80 soldados, ou 74 macas – para o caso de missões de resgate de feridos.

Além das tarefas militares, aliás, o KC fará operações de busca e de combate a incêndios florestais. Todas essas tarefas descritas poderão ser realizadas pelo mesmo avião, bastando apenas modificar sua configuração interior, como incluir tanques de combustível ou de água.

(Jonatham Sarmento/Superinteressante)

Turbinas para a economia

O KC-390 começou a ser projetado em 2007, e só saiu definitivamente do papel em outubro de 2015, quando aconteceram os primeiros voos de teste. Mas ele ainda não entrou para a frota da FAB. Natural. Antes de um novo avião entrar em operação para valer, ele precisa passar por testes severos. Desde o início dos testes, os protótipos do KC-390 acumularam 720 horas de voo. Mesmo assim, a aeronave ainda precisa testar uma série de funções – principalmente as mais delicadas, como reabastecimento aéreo e pouso no gelo. Pelas contas da Embraer, o cargueiro deve estrear na Força Aérea em 2018, já com as 28 unidades que foram encomendadas.

O único comprador confirmado além da FAB é a Força Aérea de Portugal, que está em negociações adiantadas para adquirir cinco unidades –   Outros países já demonstraram interesse: Argentina, Colômbia, Chile, República Tcheca, Suécia e Alemanha. Se o avião fizer sucesso mesmo lá fora, as vendas podem gerar mais de R$ 200 bilhões em valores de hoje para a Embraer. E, de quebra, para boa parte da indústria brasileira. A montagem de aviões desse porte, afinal, demanda minas de titânio para a produção dos trens de pouso, placas de alumínio para a fuselagem, mais cientistas da computação, mais engenheiros. Enfim, ajudam a economia a levantar voo – justamente o que o País mais precisa neste momento. Boa sorte, KC.

via Superinteressante

Meizu M5s chega ao Brasil com kit PhoneStation por preços atraentes

Meizu M5s

A representante mundial da Meizu acaba de trazer ao Brasil o novo smartphone M5s, que chega em duas opções: com ou sem o kit PhoneStation. Somente em 2016, a multinacional chinesa já vendeu mas de 22 milhões de aparelho em todo o mundo. O novo smartphone, considerado por especialistas um dos melhores intermediários da atualidade, chega ao território nacional custando R$ 899 (somente o aparelho), sendo que quem desejar o kit completo desembolsará o valor total de R$ 1.199.

Por dentro, o M5s conta com um processador MT6753 ARM Cortex-A53 de oito núcleos, 3GB de RAM e 32GB de espaço para armazenamento interno, sendo que seu GPU ARM Mali-T720 é capaz de suportar até jogos com os gráficos mais intensos. Sua bateria de 3.000 mAh garante autonomia acima da média da categoria, contando, ainda com a tecnologia de carregamento rápido mCharge – ou seja, o aparelho leva apenas 30 minutos para carregar a bateria de 0 para 56%.

Nas cores prata, dourada e cinza, o aparelho traz uma tela de 5,2 polegadas com resolução 720p, e é extremamente fino, com apenas 8,4 milímetros de espessura, pesando 143 gramas. Suas câmeras são poderosas, sendo que a traseira tem 13 megapixels com recursos de fotos contínuas e panorâmicas e sensor de imagem Sony PDAF que fornece foco automático de alta velocidade. Já a câmera frontal vem com 5 megapixels e recurso FotoNation 2.0 Smart Beauty, Face AE e Face Light Boost, para potencializar suas selfies.

Quanto ao kit PhoneStation, ele vem em três opções de cores (cinza, prata e dourado), e apresenta dois acessórios: o Vi Center, que projeta um teclado laser em qualquer superfície plana e opaca, com poder de ser uma bateria adicional de 5.000 mAh, e o Vi Cast, que se conecta à porta HDMI do televisor para transmitir vídeos, fotos e músicas do celular para a TV, também servindo como um meio de duplicar a tela do smartphone na TV ou monitor.

A novidade já está à venda pelo site da Vi.

via Canaltech

Cabify e Easy unem forças para bater de frente com o Uber no Brasil

Cabify

As companhias responsáveis pelos aplicativos Cabify e Easy (antiga Easy Taxi) anunciaram fusão nesta quarta-feira (21).

As startups consideram que a negociação foi uma união, mas, na realidade, trata-se de uma aquisição da Easy pela Cabify; detalhes sobre o valor da compra não foram divulgados. Ambas as empresas serão lideradas por Juan de Antonio, fundador e CEO da Cabify.

Mesmo após a união, os dois apps de transporte continuarão disponíveis. Segundo Jorge Pilo, co-presidente da Easy, "No futuro, a união de marcas por acontecer, mas não será no curto prazo".

O objetivo da fusão é que as empresas façam concorrência direta ao Uber, que até o fim de 2016 detinha 65% do mercado do setor de transporte sob demanda no Brasil, mas que agora sofre com uma crise internacional, ocasionando na recente renúncia do presidente da companhia.

Via: Exame

via Canaltech

Cabify e Easy anunciam fusão para concorrer com Uber no Brasil

Os concorrentes do Uber estão ganhando mais espaço no Brasil, e dois deles acabam de unir forças: Cabify e Easy (antes Easy Taxi) se tornaram uma empresa só.

Segundo a Exame, as duas startups tratam o acordo como uma fusão mas, na prática, a Cabify comprou a Easy. O valor da transação não foi revelado; as duas empresas serão comandadas por Juan de Antonio, presidente e fundador da Cabify.

Ainda assim, os dois aplicativos continuarão existindo. “No futuro, a união de marcas pode acontecer, mas não vai ser no curto prazo”, diz Jorge Pilo, co-presidente da Easy, à Exame.

A Easy está presente em 170 cidades de doze países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru, Uruguai, Venezuela), mas parecia ter dificuldade em obter tanto financiamento quanto as concorrentes. A Uber deve investir R$ 200 milhões no Brasil, enquanto a 99 (antes 99Taxis) recebeu US$ 200 milhões este ano.

Por sua vez, a Cabify planeja investir US$ 200 milhões para se expandir no Brasil, abrindo mais escritórios para treinar motoristas e oferecendo descontos aos passageiros. Ou seja, parece que os cupons para corridas mais baratas continuarão vindo.

O Uber dominava 65% do mercado de transporte sob demanda no Brasil até o fim do ano passado, mas as críticas ao aplicativo vêm crescendo, tanto por parte dos usuários, como por parte dos motoristas — que reclamam dos pagamentos em dinheiro e dos baixos rendimentos no UberPool. A concorrência mais acirrada deve ser benéfica para os dois grupos.

Cabify e Easy anunciam fusão para concorrer com Uber no Brasil

via Tecnoblog

Linha de TVs QLED da Samsung chega ao Brasil com preços a partir de R$ 10.000

As novas TVs topo de linha da Samsung chegaram ao Brasil. Os novos modelos são baseados na tecnologia QLED, que é um aprimoramento da tecnologia de Pontos Quânticos, e que promete entregar pretos ainda mais profundos e o maior nível de brilho do mercado. 
Disponíveis de 55 a 88 polegadas, o…

via Hardware.com.br

São Paulo lidera ranking das cidades mais inteligentes do Brasil

Estudo Connected Smart Cities analisou 11 setores de mais de 700 municípios, a partir de 70 indicadores

via IDG Now!

Motorola lança Moto C Plus, Moto E4 e Moto E4 Plus no Brasil

A linha 2017 de smartphones da Motorola acaba de ganhar mais três membros: em evento realizado na noite desta quarta-feira (21) em São Paulo, a companhia anunciou os aparelhos Moto C Plus, Moto E4 e Moto E4 Plus. Todos começam a ser comercializados nesta semana.

Moto C Plus

Moto C Plus

O Moto C Plus é o mais básico dos lançamentos. E bota básico nisso: o modelo tem apenas 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno (sim, em pleno 2017) expansíveis com micros de até 32 GB. Em compensação, o dispositivo conta com bateria de 4.000 mAh com recarga rápida.

Nas demais especificações, o Moto C Plus vem com tela HD de 5 polegadas, processador MediaTek MT6737 de 1,3 GHz, câmera traseira de 8 megapixels com abertura f/2,2, câmera frontal de 2 megapixels, TV digital e duas opções de cores: preta e dourada.

Já o Moto E4 é um smartphone com tela HD de 5 polegadas, processador MediaTek MT6737 de 1,3 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno expansíveis com microSD de 128 GB, leitor de digitais e bateria de 2.800 mAh, também com carregamento rápido. A câmera traseira tem 8 megapixels com abertura f/2,2 enquanto a frontal, acompanhada de flash LED, oferece 5 megapixels e a mesma abertura.

Moto E4

Moto E4

O Moto E4 Plus é, certamente, mais interessante que seu irmão menor. O dispositivo tem tela HD de 5,5 polegadas, processador MediaTek MT6737 de 1,3 GHz (pois é, de novo), 2 GB de RAM, 16 GB para armazenamento interno, câmera traseira de 13 megapixels com abertura f/2,0, câmera frontal de 5 megapixels com abertura f/2,2, além de leitor de digitais e bateria de 5.000 mAh.

De acordo com a Motorola, O Moto E4 será disponibilizado nas cores ouro rosé, titanium e azul safira. O Moto E4 Plus também, exceto pela troca do tal ouro rosé por dourado.

Os preços sugeridos são de R$ 699 para o Moto C Plus, R$ 849 para o Moto E4 e R$ 949 para o Moto E4 Plus.

Motorola lança Moto C Plus, Moto E4 e Moto E4 Plus no Brasil

via Tecnoblog