Procon-SP já começa o monitoramento de preços de olho na Black Friday

Outubro ainda não chegou, mas se você é fã de eletroeletrônicos e tem algo específico que tem vontade de comprar, sua cabeça já deve estar lá na Black Friday, que acontece na última sexta-feira do mês de novembro, dia 24. Nessa época, uma infinidade de lojas online oferece promoções de todos os tipos, algumas até boas demais para ser verdade, e muitas delas maquiam seus preços para enganar o consumidor.

Além do monitoramento dos preços, a Fundação Procon-SP também dá dicas importantes para os consumidores na hora de escolher as lojas onde comprar pela internet na Black Friday

Nem sempre é fácil apontar se uma loja online é honesta e confiável para fazermos compras e, justamente por isso, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, já iniciou o monitoramento de preços para conferir o cumprimento das ofertas que serão anunciadas para a Black Friday marcada para iniciar a zero hora do dia 24 de novembro, última sexta feira daquele mês.

Além do monitoramento dos preços, a Fundação Procon-SP também dá dicas importantes para os consumidores na hora de escolher as lojas onde comprar pela internet na Black Friday e não sair no prejuízo, entre elas estipular um teto para os seus gastos, estar atento com os endereços dos sites e verificar sempre a reputação do vendedor.

Clique neste link para conferir uma lista feita pela Fundação Procon-SP com sites NÃO recomendados para as coisas nessa Black Friday.

via Novidades do TecMundo

Procon-SP já está monitorando preços para inibir fraudes na Black Friday

O Procon-SP informou nesta quinta-feira (28) que já está trabalhando no monitoramento dos preços das varejistas quase dois meses antes da Black Friday. A ideia da ação antecipada é observar possíveis fraudes e conferir o cumprimento das ofertas que serão anunciadas. Neste ano, a Black Friday ocorrerá no dia 24 de novembro.

Um dos maiores problemas, segundo o órgão de defesa do consumidor, é o aumento do preço semanas antes do início da Black Friday para anunciá-lo com um valor mais baixo depois, mas que na verdade é apenas o valor normal do produto – o famoso "metade do dobro". Para fazer valer o cumprimento das ofertas, o monitoramento do Procon contra as falsas promoções está sendo feita em pelo menos 15 dos principais sites de varejo do país.

Para auxiliar os consumidores na hora das compras, a entidade também está promovendo uma campanha de orientação para aproveitar as ofertas da Black Friday sem dor de cabeça. Entre as dicas, está o acompanhamento dos preços dos produtos que deseja adquirir. Desse modo, o consumidor não será enganado por falsas ofertas e conseguirá obter o melhor desconto e a melhor oferta.

Para quem não quer ou não pode gastar demais, o Procon orienta os consumidores a fazerem uma lista dos produtos que deseja adquirir e estipular um limite de gastos. Também, a dica é verificar se o site é brasileiro e tomar cuidado com aqueles que são ".com", visto que compras feitas em sites internacionais estão sujeitas a outros custos, o que pode encarecer consideravelmente a compra e transformar a promoção em um grande problema financeiro.

Como dicas de segurança, a entidade de defesa ao consumidor pede que eles verifiquem a reputação do fornecedor e que tenham atenção ao clicar em links e ofertas recebidos através de e-mails ou redes sociais. A época da Black Friday é um grande atrativo para criminosos que desejam obter dados indevidamente ou operar negócios falsos e ilegais.

A expectativa para a Black Friday neste ano é de crescimento de vendas de 15% a 20% no Brasil comparado ao ano passado. Os dados foram levantados através de uma pesquisa realizada pela Google Brasil, que ainda aponta que a receita prevista para o e-commerce nesta data seja de R$ 2,2 bilhões.

via Canaltech

Black Mirror da vida real: conheça as Abelhas-drone [CT Inovação]

abelhas drone

Estamos em uma era em que a tecnologia praticamente não tem limites. Na América do Norte, graças às abelhas, cerca de 90 produtos agrícolas são produzidos e comercializados anualmente, incluindo maçãs, mirtilos, melões e brócolis.

E para ajudar a movimentar a agricultura no país, uma estudante teve uma ideia: criar abelhas robóticas para impulsionar o trabalho das de verdade na polinização de flores.

Seria esse o Black Mirror da vida real? Confira esta novidade neste novíssimo CT Inovação.

via Canaltech

Black Mirror da vida real: conheça as Abelhas-drone [CT Inovação]

abelhas drone

Estamos em uma era em que a tecnologia praticamente não tem limites. Na América do Norte, graças às abelhas, cerca de 90 produtos agrícolas são produzidos e comercializados anualmente, incluindo maçãs, mirtilos, melões e brócolis.

E para ajudar a movimentar a agricultura no país, uma estudante teve uma ideia: criar abelhas robóticas para impulsionar o trabalho das de verdade na polinização de flores.

Seria esse o Black Mirror da vida real? Confira esta novidade neste novíssimo CT Inovação.

via Canaltech

Black Magic lançada Editor de vídeo DaVinci Resolve para Linux, veja como instalar no Ubuntu

Não entenda mal, o DaVinci Resolve, um corretor de cores e editor de vídeos extremamente poderoso e utilizado em diversas produções de Hollywood, já existia para Linux em sua versão completa e paga,…

Visite o site para ver o restando do artigo…

via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Abelhas-drone poderão polinizar flores, e isso não é Black Mirror

abelha drone

Estamos em uma era em que a tecnologia praticamente não tem limites. Na América do Norte, graças às abelhas, cerca de 90 produtos agrícolas são produzidos e comercializados anualmente, incluindo maçãs, mirtilos, melões e brócolis. E para ajudar a movimentar a agricultura no país, uma estudante teve uma ideia: criar abelhas robóticas para impulsionar o trabalho das de verdade na polinização de flores. 

A ideia de Anna Haldewang (24), estudante de design industrial, surgiu em uma aula, após um professor desafiar a  jovem a criar um objeto auto-sustentável, que estimularia o crescimento de plantas. Assim surgiu o protótipo da Plan Bee, uma "abelha pessoal", controlada por um smartphone, capaz de imitar uma abelha de verdade em seu árduo trabalho de operária. Ela pousa nas flores, recolhe o pólen e o transfere para outros locais. Apesar de hoje em dia muitos afirmarem que isso é coisa da série Black Mirror, que tem um episódio com abelhas-robô, podemos dizer que não; isso já existe em conceito e está prestes a virar realidade.

Cena do episódio Hated in Nation, da série Black Mirror (Imagem: Netflix)

Durante o desenvolvimento de seu projeto, Haldewang teve que aprender mais sobre como é a lida diária das abelhas para conseguir pólen, além dos riscos de extinção das espécies e das colmeias. Sendo assim, ela partiu para uma solução que, além de atender à demanda do professor e conseguir estimular o crescimento de plantas, também pouparia as abelhas e auxiliaria a equilibrar a quantidade de espécies em atividade. 

Plan Bee — diferentona, mas tecnicamente eficiente

Do projeto saiu o produto, um protótipo amarelo e preto, com hélices, que não tem nada a ver com abelha alguma, mas comporta-se exatamente como uma em plena função. Feita de espuma e plástico para manter a leveza, a abelha-drone tem pequenos orifícios na parte inferior para sugar o pólen das flores sobre as quais ela pousa. Depois, o pólen é armazenado em uma cavidade dentro do drone para, depois, ser expelido para efetivar uma polinização cruzada. 

A Plan Bee está nas primeiras fases de seu desenvolvimento, e ainda precisa aperfeiçoar sua engenharia. Mas Anna já patenteou o projeto e espera criar um produto comercializável dentro de um prazo de dois anos. A ideia é, primeiramente, lançar a Plan Bee como ferramenta educativa, já que o drone é muito maior que uma abelha e mostra bem como funciona o processo destes insetos. Depois disso, a abelha-drone pode passar para uma escala de produção maior e ser peça-chave na apicultura, nas fazendas tradicionais ou até mesmo nas hidropônicas. 

Via CNN

via Canaltech

Abelhas-drone poderão polinizar flores, e isso não é Black Mirror

abelha drone

Estamos em uma era em que a tecnologia praticamente não tem limites. Na América do Norte, graças às abelhas, cerca de 90 produtos agrícolas são produzidos e comercializados anualmente, incluindo maçãs, mirtilos, melões e brócolis. E para ajudar a movimentar a agricultura no país, uma estudante teve uma ideia: criar abelhas robóticas para impulsionar o trabalho das de verdade na polinização de flores. 

A ideia de Anna Haldewang (24), estudante de design industrial, surgiu em uma aula, após um professor desafiar a  jovem a criar um objeto auto-sustentável, que estimularia o crescimento de plantas. Assim surgiu o protótipo da Plan Bee, uma "abelha pessoal", controlada por um smartphone, capaz de imitar uma abelha de verdade em seu árduo trabalho de operária. Ela pousa nas flores, recolhe o pólen e o transfere para outros locais. Apesar de hoje em dia muitos afirmarem que isso é coisa da série Black Mirror, que tem um episódio com abelhas-robô, podemos dizer que não; isso já existe em conceito e está prestes a virar realidade.

Cena do episódio Hated in Nation, da série Black Mirror (Imagem: Netflix)

Durante o desenvolvimento de seu projeto, Haldewang teve que aprender mais sobre como é a lida diária das abelhas para conseguir pólen, além dos riscos de extinção das espécies e das colmeias. Sendo assim, ela partiu para uma solução que, além de atender à demanda do professor e conseguir estimular o crescimento de plantas, também pouparia as abelhas e auxiliaria a equilibrar a quantidade de espécies em atividade. 

Plan Bee — diferentona, mas tecnicamente eficiente

Do projeto saiu o produto, um protótipo amarelo e preto, com hélices, que não tem nada a ver com abelha alguma, mas comporta-se exatamente como uma em plena função. Feita de espuma e plástico para manter a leveza, a abelha-drone tem pequenos orifícios na parte inferior para sugar o pólen das flores sobre as quais ela pousa. Depois, o pólen é armazenado em uma cavidade dentro do drone para, depois, ser expelido para efetivar uma polinização cruzada. 

A Plan Bee está nas primeiras fases de seu desenvolvimento, e ainda precisa aperfeiçoar sua engenharia. Mas Anna já patenteou o projeto e espera criar um produto comercializável dentro de um prazo de dois anos. A ideia é, primeiramente, lançar a Plan Bee como ferramenta educativa, já que o drone é muito maior que uma abelha e mostra bem como funciona o processo destes insetos. Depois disso, a abelha-drone pode passar para uma escala de produção maior e ser peça-chave na apicultura, nas fazendas tradicionais ou até mesmo nas hidropônicas. 

Via CNN

via Canaltech

iPhone 7 Plus Jet Black [Análise/Review]

iPhone 7 Plus Jet Black

Para completar nossa coleção de análises, colocamos as mãos no iPhone 7 Plus – mais especificamente na limitada cor "Jet Black". Se você é adepto das grandes telas e está pensando em comprar o smartphone da Maçã, acompanhe nosso review.

O Aparelho

Tal como no iPhone 7, temos no Plus uma semelhança sem igual com a geração passada. No caso, o 6s Plus.

O corpo é trabalhado em metal em todo seu entorno, com vidro apenas para a frente do modelo, pesando aproximadamente 188 g em 7.3mm de espessura, fechando cerca de 4g mais leve que o modelo passado. Temos também as linhas de antena melhor integradas ao corpo e ocultas.

Lamentamos muito no review do iPhone 7 sobre a perda do conector de fones de ouvido. Se você quiser ouvir toda a ladainha, porquês disso ser um erro e tudo mais, convidamos você a ver a análise do iPhone 7 aqui no canal (caso não tenha visto ainda). O que temos a dizer é: adeus, conector de 3.5mm. Sua falta será sentida.

O modelo traz certificação IP67, o que significa que o iPhone 7 Plus pode ser submerso em água doce por até 30 minutos numa profundidade de até 1m – atributo de resistência esse em parte justificado pela remoção do botão "home" físico do modelo, fato que exploraremos daqui a pouco.

A Apple trouxe com os iPhones 7 a opção Jet Black como cor para os interessados no modelo. Isso é relevante pois a fila de espera para essa opção "exclusiva" é enorme, dado o artificialmente baixo estoque dela em todo o mundo. Os mais pacientes que finalmente recebem seus aparelhos Jet Black, porém, são avisados de forma oficial pelo site Apple e pela internet como um todo de que esse acabamento tende a riscar com mais facilidade que o normal, dada sua delicadeza.

Sabendo disso, aqui no Canaltech usamos o modelo sem capa durante os testes, porém evitamos superfícies ásperas, reservando ele aos bolsos ou algo macio para ser colocado. O resultado é que nesse período não danificamos (muito) a pintura – apenas "marcamos" áreas que encostaram primeiro nas superfícies. Com todo esse período, pudemos notar duas coisas no acabamento "Jet Black" (em relação ao acabamento metálico padrão):

  • A pegada do telefone muda. O iPhone 7 Plus deixa de "escorregar" suavemente como é padrão no seu toque em metal, ficando mais firme na mão, um ponto muito positivo. É uma rejeição literal a "Jet Black não muda a experiência do usuário". É, muda sim.
  • Digitais. Esse acabamento torna descaradamente o iPhone 7 Plus num ímã de digitais. Isso incomoda a gente (e deu um trabalho danado limpar ele todo o tempo), portanto fica aqui nossa anotação. Nosso cuidado só permitiu pequenas "marcas", mas não riscou ele: a questão é que o bicho ficou imundo.

Especificações

Dentro do iPhone 7 Plus, temos um Chipset Apple A10 Fusion, contando com:

  • CPU Quad-core 2.34 GHz
  • GPU PowerVR Series 7 (Hexa-core)
  • 32/128/256 GB de armaz. interno (sem suporte microSD)
  • 3 GB RAM
  • Wi-Fi a/b/g/n/ac
  • Bluetooth v4.2
  • GPS/GLONASS
  • NFC (apenas para Apple Pay)

Display e Multimídia

Com uma tela que justifica seu nome "Plus", temos 5.5" de IPS LCD na frente do iPhone, com suporte ao 3D touch e capaz de exibir uma maior gama de cores (assim como o modelo menor do 7). A resolução é de 1080 x 1920 pixels (fechando em aproximadamente 401 ppi de densidade). Nessa tela temos o reforço contra riscos utilizado pela Apple (que seria o vidro de íon-reforçado); há também uma cobertura oleofóbica sobre o display, ajudando a hora da limpeza.

O 3D Touch da tela abre (assim com o iPhone 7 padrão) a possibilidade de termos um botão home integrado ao display, sendo simplesmente a pressão sobre a área dele responsável pelo "clique" padrão. Existe na região um leitor de impressões digitais, mesmo sem o mecanismo tradicional do "home" estar presente. Para compensar essa ausência física (e facilitar a transição do usuário para um botão integrado na tela), existe a resposta por "taptic feedback", um sistema de vibração que simula o clique físico ao exercer pressão suficiente sobre o "botão" que não é botão.

3D touch também significa que o uso do iOS ganha atalhos rápidos apertando com mais força a tela em zonas onde existe essa possibilidade de interação, como já é conhecido pela comunidade Apple.

Ao observar as imagens dessa tela, é possível notar pequenas melhorias da Apple em relação a tela que equipava o iPhone 6s Plus, como as zonas de preto ligeiramente melhoradas, um trabalho de "extrair um pouco mais do LCD", afinal telas com essa matriz costumam sofrer justamente nesse departamento.

Em conjunto, observamos a calibração das cores bem ajustada, sendo muito agradável a experiência de uso do Plus, reproduzindo tons naturais e iluminação adequada às cenas. Tons variáveis (o popular "degradê" de cores) ficam muito mais suaves e contínuos, mostrando mais cenas "fiéis" e com menos "cara de tela".

Batemos palmas para o iPhone 7 no quesito "som integrado" pela primeira vez aqui no Canaltech na análise do modelo, e isso se repete no Plus. Ele conta com o mesmo sistema estéreo de som do modelo menor, tendo uma saída de som no topo e outra embaixo, no local padrão de saída de som dos modelos anteriores.

São mudanças internas que aproveitam as saídas de som que já existiam no modelo 6s Plus, mas que contam com mais qualidade sonora (e estreiam o "estéreo" no Plus). Assim, temos tons mais nítidos e potentes (música mais clara e alta), ajudando bastante a experiência de ouvir suas faixas direto do aparelho, sem fones.

Usabilidade e Desempenho

Existe uma frase amplamente usada para a Apple e seus iPhones em termos de performance e iOS: "o casamento do hardware e software é preciso". Variáveis dessa frase dizem esse mesmo conceito, e na prática isso implica em muitas coisas – a primeira delas é que o iPhone sempre fica MUITO bem colocado em testes de performance de smartphones.

No caso do Chipset Apple A10 Fusion, temos parte do esforço de processamento dedicado de forma exclusiva ao sistema, medida radical que impacta diretamente o paralelismo de outras tarefas e traz estabilidade para tanto o iOS quanto o APP em questão que estiver sendo executado.

Sendo assim, os 3GB de RAM do modelo Plus (contra 2GB do normal) fazem o complemento disso tudo. Um modelo com chip Quad-core, que usa os dois núcleos de economia de energia dedicados ao sistema operacional, deixando o par de alta performance para as demais tarefas.

O resultado é: o iPhone mais poderoso até o momento, assim como o iPhone 7. A versão (7) mostra a esperada evolução de poder de fogo dos aparelhos da maçã em relação as gerações anteriores de iPhone.

Câmeras

Não falamos de uma câmera traseira, mas sim de duas. Como vimos ao longo de 2016, parece que uma evolução possível do mundo mobile seja rumo a dupla presença de câmeras traseiras, seja para combinar imagens ou para oferecer duas funções separadas. Com isso presente no iPhone, o ditador cruel do mercado mobile, é quase garantido que muitas fabricantes coloquem câmeras até no botão de volume de seus novos modelos.

O 7 Plus traz duas câmeras de 12 MP, sendo uma de 28mm (f/1.8) com OIS, logo ao lado de outra com 56mm, (f/2.8). Dessa forma, temos um aparelho com detecção de fase, zoom de 2x e captura de vídeos em 4K.

Como o irmão menor, o 7 Plus traz o novo sensor de fotografia mais rápido e mais eficaz, além de permitir uma entrada de luz (bem) maior que o modelo 6s, e uma vez combinado esse fato com a estabilização óptica, temos um aparelho exponencialmente mais capaz de produzir fotos noturnas. Vale notar que a captura de imagens em movimento (cenas rápidas) não entra diretamente nesse balde de melhorias em relação ao modelo 6s Plus.

Inovação, no caso em forma de Zoom. Não falamos da APPLE em si, e sim da indústria de smartphones e dos usos que tem sido mostrados para duas câmeras na traseira de um aparelho. No caso temos duas lentes com objetivos diferentes, sendo uma tradicional e outra para telefotos (especialmente retratos, segundo as apresentações da Apple). A proporção de "mm" entre as duas lentes é bem diferente, marcando essa proposta de uso direcionada para cada uma.

Existe uma série de implicações em física da fotografia ter uma lente "zoom", mas de forma simples: é necessária mais luz para que o resultado seja bom, e isso se aplica a telefoto do iPhone e seu "zoom" de 2x (número esse que mostra a comparação entre as duas câmeras, na verdade. não haverá uma lente emergindo para longe do corpo do aparelho, apenas haverá a seleção de QUAL sensor estará ativo – a lente de curta ou longa distância).

A troca entre eles é muito rápida, assim como toda a interface da câmera. Capturas sequenciais ou tradicionais ocorrem sem esperas, atendendo prontamente os comandos do usuário.

A qualidade das fotos produzidas pelo iPhone nas capturas padrão são de boa qualidade, assim como as fotos do iPhone 6s Plus eram. A suave subida na capacidade de registro de cores é incremental, ou seja, somente os muito atentos poderão pescar as diferenças entre um e outro, sendo mais sensível o desempenho superior do 7 Plus em luz baixa, como as próprias especificações evidenciam. Nem mais, nem menos.

Porém isso se aplica ao sensor principal. O sensor de telefoto (de 56mm) possui bem menos abertura (e não conta com estabilização óptica), sendo um problema para pouca luz. Nessa situações, a câmera direcionará você para uma versão ampliada da imagem padrão (do sensor de 28mm, mais capaz sob baixa luz), que ainda assim mostrará uma imagem de melhor qualidade.

Vale lembrar que esse drama todo é sobre um Zoom de 2x,  por isso o "estrago" do zoom digital não é tão notável nessa hora. Faz sentido a Apple criar todo esse truque para que a telefoto seja aproveitada MESMO em situação de luz ideal, mas ajuda a fragilizar a questão: por que colocar um sensor limitado no modelo para um zoom de apenas 2x que funciona, de verdade, apenas em luz ideal? Problemático.

Vamos sentar no banco das justificativas. Sabe aquele efeito "de fundo desfocado" que os fotógrafos criam com lentes e situações específicas? Certo, ele esse efeito se chama "bokeh", e, normalmente, precisa de uma câmera com sensor grande para dar certo.

Daí veio um dos usos "mágicos" para o iPhone 7 Plus anunciado pela Apple em seu lançamento – "bokeh" com seu iPhone. Na verdade é um truque, que traz a aparência do desfoque para sua fotografia. Para que aconteça, o assunto da foto deve estar bem iluminado, assim a câmera do iPhone pode detectar o fundo da cena em questão e aplicar um efeito de desfoque sobre ele (algo como uma "photoshopada" instantânea). Essa medição de profundidade de cena para o truque usa a câmera zoom do iPhone 7 Plus.

Quando funciona, fica bem legal mesmo o truque, porém cenários que não contrastem com a pessoa no primeiro plano conseguem confundir o sistema, falhando em criar o "bokeh" tão desejado. Como dissemos, é um truque digital.

Durante as capturas de vídeo, o iPhone 7 Plus funciona da exata mesma forma que dissemos sobre a troca entre o sensor principal e o de telefotos. Em boa luz, um assume a captura no lugar do outro, dando 2x de zoom para você (e a troca ocorre no meio do vídeo mesmo). Agora, em baixa luz, o iPhone aplica um zoom digital (expande a imagem) do sensor normal em 2x.

Na câmera frontal do modelo temos uma unidade de 7 MP (f/2.2) 32mm, capaz de capturar vídeos em 1080p@30fps. Para quem migra do iPhone 6s Plus para o 7, encontra um bom salto de qualidade.

As capturas mostram-se bem mais suaves e com mais detalhes, entregando resultados que mostram claramente a diferença entre os dois modelos. Para momentos de menos luz, há o auxílio do Retina Flash para melhorar as fotos.

Selfies não são a grande atração do 7 Plus, mas estão aí em melhor qualidade que as versões passadas do aparelho da maçã.

Baterias e acessórios

Por trás da autonomia do iPhone 7 Plus existe uma bateria de 2900 mAh, mantendo a sina criada pela Apple de "haver mais energia nos iPhones Plus" do que nos modelos não-Plus. Quer bateria, vá de Plus, simples assim.

Após diversas sessões do nosso teste padrão com o iPhone (onde apenas temos Wi-Fi conectado, brilho máximo e streaming contínuo sendo feito), obtivemos uma média de consumo de 16%/hora no iPhone 7 Plus.

A conclusão é que o iPhone 7 Plus aguenta um dia de uso nas mãos de um usuário equilibrado, mas é perfeitamente possível assassinar essa carga antes do final do dia se você for um usuário pesado (que adora fotografia e joga no aparelho); tudo isso ao mesmo tempo é receita certa para secar a energia dele pelo fim da tarde.

Ainda temos no pacote o carregador do iPhone 7 Plus (de 5V/1000mah), um cabo Lightning, os fones EarPods padrão da Apple (não confunda com os AirPods, o modelo sem fio), e um adaptador Lightning para fones de ouvido de gente normal.

Infelizmente parece que a Apple não caminha na direção de oferecer soluções mais inteligentes de bateria ou carregamento, como outras fabricantes. Não temos nenhum sinal de carregamento sem fio no 7 Plus, tampouco um carregador de mais potência acompanha o aparelho para aliviar as horas de espera que carregar um iPhone significa. Parece que um movimento assim virá somente num futuro iPhone 7s ou 8.

Vale a pena?

O preço dos produtos Apple no Brasil reflete duas coisas – impostos e cultura da empresa. Existe uma imagem mundo afora que nosso país paga qualquer coisa por produtos de alto desejo (onde a Apple colocou seu iPhone), e isso parece funcionar aqui. Temos um dos iPhones mais caros do mundo, e o motivo é: porquê sim.

Ter um iPhone 7 Plus significa desembolsar "A partir de R$ 4.099", segundo a loja oficial, e isso significa levar a versão de 32GB de para casa. Se você topar pagar R$ 4.899,00, pode levar o de 256GB no lugar.

Nós sabemos onde o iPhone é bom – falamos disso aqui no Review. Mas não podemos deixar de lado o quão tóxica foi essa prática de preços da Apple… olhem só como o preço dos smartphones mais potentes de todas as outras marcas ficou no Brasil nos últimos anos.

Você pagaria isso tudo num iPhone? Vale a pena? Conta pra gente nos comentários.

via Canaltech

Depois do Jet Black riscando, iPhone 7 preto fosco estaria descascando

Problema na pintura do aparelho está causando dor de cabeça para alguns usuários

Na metade de janeiro, vários usuários do iPhone 7 usaram fóruns de ajuda para mostrar que seus dispositivos estavam sofrendo com riscos na carcaça. Na época, o problema estava sendo apontado por consumidores que optaram pela versão Jet Black (preto brilhante) do smartphone da Apple.

Agora, quem está passando por problemas similares são os donos do iPhone 7 na versão Matte Black (preto fosco) — sendo que os que estão com a versão Plus são os que mais sofrem. Desta vez, em vez de os aparelhos ficarem cheios de riscos, eles estão tendo a pintura descascada… E de acordo com os usuários, sem qualquer queda ou colisão.

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via Novidades do TecMundo

5ª temporada de Orange is the New Black chega ao Netflix em 9 de junho

Lançado em 2013, programa que acompanha a prisão feminina de Litchfield é um dos mais populares do serviço de streaming.

via IDG Now!