Alerta ransomware: cibercrime como serviço chega aos Macs da Apple

Uma nova variante de ransomware que ataca Macs foi identificada pela Fortinet. É hora de falar sobre a proteção desses equipamentos

via IDG Now!

Nova loja da Apple em Chicago vai ter formato de MacBook gigante

Funcionários foram vistos posicionando um logotipo branco da Apple bem no centro do telhado

Já se sabe há algum tempo que a Apple está planejando uma loja grandiosa na beira do Rio Chicago – que dá o nome à cidade – e que ela teria uma arquitetura toda diferente, com paredes de vidro e um telhado de fibra de carbono.

Uma filmagem e algumas fotos foram divulgadas hoje a partir do outro lado do rio e de uma construção mais alta e isso revelou um detalhe bastante especial para a aparência da loja: funcionários foram vistos posicionando um logotipo branco da Apple bem no centro do telhado, o que o faz ficar igualzinho um MacBook gigante.

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O telhado é uma estrutura retangular, com bordas arredondadas e com a mesma aparência de alumínio que os MacBooks e MacBooks Pro mais recentes da marca. A loja vai ter um espaço de mais de 1,8 mil metros quadrados e está sendo construída na área de uma antiga praça de alimentação da cidade. Mesmo estando quase concluída, ainda não se sabe quando será a inauguração do novo estabelecimento.

via Novidades do TecMundo

Apple lança pulseira do Apple Watch com as cores do arco-íris LGBTQ

pulseira LGBTQ Apple Watch

Seguindo a tradição iniciada no ano passado, a Apple está lançando uma pulseira especial para o Apple Watch com as cores do arco-íris, em comemoração ao mês do orgulho LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Queers). Em 2017, contudo, a Maçã decidiu comercializar a pulseira colorida, não somente a fornecendo para seus funcionários como aconteceu em 2016.

Apesar de a companhia não ter anunciado oficialmente a novidade, em sua página de produtos já podemos ver informações sobre a nova pulseira de nylon com as cores do arco-íris, que representam a luta do movimento. De acordo com as informações ali contidas, as vendas nos Estados Unidos beneficiarão grupos que lutam pelos direitos dos LGBTQs, como o GLSEN, The Trevor Project, Human Rights Campaign, ILGA e PFLAG.

A nova pulseira “LGBTQ friendly” já pode ser comprada pelo site oficial da Maçã pelo preço de US$ 49, com opções de 38 e 42mm de comprimento.

via Canaltech

Apple renegocia participação na receita de streaming com gravadoras

Apple Music

A Apple está conversando com diversas empresas da indústria fonográfica para revisar seus negócios. O intuito da gigante de Cupertino é aproveitar a época de renovação de contratos, que expiram no final deste mês, e pegar uma fatia maior da receita obtida com o seu serviço Apple Music em relação à porcentagem obtida pelas gravadoras.

Desafios para o Apple Music

Segundo relatório divulgado pelo Bloomberg, a Apple quer pagar uma taxa menor em comparação ao valor que Spotify paga às gravadoras.

Nos primeiros dias do lançamento do serviço Apple Music, a empresa demostrou grande esforço para fechar negócios com as grandes empresas da indústria musical. Além disso, havia o receio de que o serviço iria "canibalizar" o iTunes, que, até então, já distribuia canções de forma digital e representava uma parcela grande da receita da companhia.

Entretanto, após dois anos em funcionamento, o serviço de streaming não foi tão prejudicial quanto se esperava, e ainda existem diversas gravadoras interessadas na plataforma da Apple, mesmo que com um pouco de receio.

O relatório também afirma que as gravadoras solicitam que a Apple impulsione o iTunes em países onde o streaming não é tão forte. No Japão e na Alemanha, por exemplo, as músicas são consumidas, em grande parte, por meio de mídias físicas em vez de transmissões online. Em países emergentes, os consumidores preferem fazer o download a aderirem a serviços de streaming.

No acordo com as gravadoras, a Apple pede 58% do lucro gerada pelo Apple Music, enquanto o Spotify reduziu sua fatia para 52%. Pessoas familiarizadas com o assunto disseram que a oferta da empresa da Maçã pode ser renegociada, desde que as gravadoras estajam aptas a trazerem mais assinantes, bem como atender a outros requisitos impostos pela Apple.

Via: Bloomberg

via Canaltech

Ações da Apple podem bater recorde após chegada da realidade aumentada

Durante a WWDC 2017, que aconteceu no começo deste mês de junho, a Apple não perdeu tempo e apresentou para o público uma ideia bastante ambiciosa: a plataforma de realidade aumentada ARKit, que vai ter como base o iOS 11 para fornecer aos usuários rastreamento de movimento rápido e estável — e a ideia é que ela se torne a maior ferramenta de AR do mundo. 

O mercado, agora, começa a responder aos esforços da Apple. De acordo com o analista da UBS, Steven Milunovich, a entrada da Apple no mundo da realidade aumenta vai elevar bastante o preço das ações da companhia.

Atualmente, você consegue comprar uma única ação da Apple por US$ 170

“Dentro de um período entre 2 e 3 anos, a Apple poderá equipar o iPad e o iPhone com um hardware que suporte a realidade aumentada, com sensores, câmeras 3D e processadores customizados. Pareados com um SDK integrado ao iOS, isso poderá trazer experiências mais ricas de realidade aumentada do que as oferecidas por tablets atualmente”, comentou Steven ao BI.

Segundo o analista, a Apple poderá trabalhar em diversas áreas diferentes com a realidade aumentada ARKit. Entre elas, games, saúde e medicina, melhorias para residências e arquitetura — alô, Google Tango! —, etc.

Obviamente, isso é o que um analista espera. Se realmente vá se concretizar, só o tempo irá dizer. Atualmente, você consegue comprar uma única ação da Apple por US$ 170 (R$ 565 em conversão direta).

via Novidades do TecMundo

Alerta da Apple faz parceira perder 70% do valor e ser colocada à venda

Ser um parceiro da Apple na fabricação de seus aparelhos é uma faca de dois gumes: o acordo garante uma fonte de renda bastante substancial, mas a Maçã pode te descartar no segundo que não precisar mais de você. A Imagination Tech descobriu isso da pior maneira e já está colocando o seu negócio à venda.

Para quem não sabe, a empresa britânica é a atual responsável por produzir os chips gráficos para muitos dos aparelhos mobile da Apple – incluindo, claro, os iPhones – e pelo menos metade da sua receita depende dessa tarefa específica. Em abril deste ano, no entanto, a companhia sediada em Cupertino alertou a parceira que pretendia recorrer às suas próprias soluções de hardware dentro dos próximos dois anos.

Imagination Tech

O resultado desse aviso “amigo”? O mercado percebeu que a fabricante ficaria no vermelho sem o dinheiro da Empresa da Maçã e logo as ações da Imagination Tech despencaram, tendo seu valor reduzido em 70% da noite para o dia. Para tentar reverter esse cenário, a companhia abriu um processo de venda e espera receber ofertas de possíveis compradores em breve.

Vale notar que, por conta disso, a Apple também vai ter que ser criativa no design de suas novas GPUs mobile. Isso porque a antiga parceira já fez questão de protocolar uma disputa formal para impedir que a dona dos iPhones use as suas patentes no novo chip gráfico. E aí, quem será o próximo aliado a sentir os espasmos de independência da Apple?

via Novidades do TecMundo

Qualcomm revida e diz que licenças custam menos que um adaptador da Apple

Apple Qualcomm

Sabe aquela “treta” entre a Apple e a Qualcomm? Pois um novo capítulo dessa “novela” acaba de acontecer, com a fabricante de chipsets revidando a acusação da Maçã de trabalhar com um modelo de negócios inválido com relação às suas patentes. Agora, a Qualcomm lançou o “veneno” no ar dizendo que suas licenças custam menos do que um adaptador da Apple.

Tudo começou em janeiro, quando a companhia de Cupertino acusou a fabricante de usar táticas anticompetitivas para monopolizar o mercado. Então a Qualcomm processou a empresa chefiada por Tim Cook por quebra de contrato, ainda acusando-a de tê-la chantageado. A Qualcomm tentou, até mesmo, fazer com que os iPhones tivessem sua venda proibida nos Estados Unidos.

Com o novo posicionamento da Qualcomm nessa história, o vice-presidente executivo e conselheiro geral da companhia Don Rosenberg, negou a acusação feita pela Apple de que a empresa estaria lucrando em cima das inovações da rival ao cobrar por licenças de cada iPhone vendido. O executivo alega que as cobranças são justas e que custam menos do que produtos básicos da Maçã, como os adaptadores para tomadas.

O executivo também provocou a Apple dizendo que suas grandes inovações somente são possibilitadas graças ao trabalho de empresas como a Qualcomm. “Conforme a Apple reconheceu recentemente, ela raramente é a primeira do mercado a introduzir qualquer nova tecnologia, mostrando sua dependência de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias revolucionárias feitos por companhias como a nossa”, disse Rosenberg, que anunciou estar confiante “que a verdade prevalecerá em nossa disputa legal com a Apple”.

Fonte: Qualcomm

via Canaltech

Apple disponibiliza segunda versão beta para iOS 11, macOS High Sierra e mais

apple showtime

Nesta quarta-feira (21), a Apple disponibilizou a segunda versão beta de seus sistemas operacionais para os desenvolvedores, incluindo o iOS 11, macOS High Sierra, tvOS 11 e watchOS 4. Apresentadas no início do mês durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), as plataformas trazem uma série de atualizações que ainda estão em versão de testes.

De acordo com as informações, o lançamento das quatro principais atualizações traz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho. Vale lembrar que os updates estão, por enquanto, disponíveis apenas para os desenvolvedores registrados. Segundo a Apple, o primeiro beta público deverá ser disponibilizado ainda neste mês.

Além dos sistemas operacionais, a Maçã também disponibilizou novas versões beta para o Xcode 9, Swift Playgrounds 2, MacOS Server 5.4, Classroom 2.1 beta 2 e Apple Configurator 2.5 beta 2. Todas as novidades estão disponíveis no portal para desenvolvedores da Apple. 

Via CultOfMac

via Canaltech

Apple quer ter ‘regalias’ do Spotify e pagar menos royalties às gravadoras

Apesar de ter uma excelente base de usuários ao redor de todo o mundo, a Apple ainda quer conseguir explorar melhor os seus rendimentos no mercado fonográfico no streaming (com o Apple Music).  Por isso, a companhia de Cupertino está tentando renegociar os contratos que possuem com as principais gravadoras (Universal, Sony e Warner) — sendo que eles vão expirar no final deste mês.

De acordo com fontes do site Bloomberg, a Apple quer fazer com que sejam repassadas royalties menores do que os pagos atualmente; reduzindo a receita das gravadoras e aumentando o faturamento líquido da própria Apple, é claro. Vale dizer que o avanço do Apple Music e a desaceleração da queda do iTunes podem fazer com que as gravadoras estejam mais abertas às renegociações.

É claro que o Spotify continua liderando o mercado de streaming com folga — e esse poder de barganha já ajudou o serviço a conseguir ótimos acordos com a indústria da música e renegociações com as mesmas gravadoras procuradas pela Apple —, mas o relacionamento da Apple com as gravadoras sempre foi bem amistoso.

Será que ela vai conseguir reajustar os valores negociados?

via Novidades do TecMundo

iGlass? Apple tem tudo para apostar em óculos de realidade aumentada

A ideia é que o caminho seja aberto pelas ferramentas do smartphone para que o iGlass seja melhor recebido pelos consumidores

Após ter apresentado o ARKit na WWDC 2017, a Apple já demonstra que pretende usar a plataforma de desenvolvimento de aplicações para realidade aumentada como base para os seus possíveis ou futuros óculos inteligentes, que deve ganhar um nome que todos esperavam: iGlass. Isso é o que informa uma nota para investidores de um analista da UBS chamado Steven Milunovich.

Especula-se também que a Apple possa lançar alguns recursos de realidade aumentada primeiramente no iPhone antes de apostar tudo em um par de óculos inteligentes, mas que tudo indica que o gadget deve sair do papel nos próximos anos mesmo assim. A ideia é que o caminho seja aberto pelas ferramentas do smartphone para que o iGlass seja melhor recebido pelos consumidores.

Seria esse o design do iGlass? (obviamente não, é apenas uma brincadeira)

Foco no ARKit

Um dos principais sinais de que esses rumores sejam verdadeiros é o investimento massivo da Apple no ARKit, que vai permitir que desenvolvedores comecem a criar suas aplicações para dispositivos com realidade virtual. Para não falhar na empreitada, como aconteceu com o Google Glass, a empresa de Cupertino deve criar um dispositivo mais discreto – o que exige maior tecnologia para peças menores – e que possa usar o poder dos iPhones para ir mais além.

Será que a Apple vai acertar onde a Google errou e finalmente fazer a revolução dos óculos inteligentes?

É como se o iGlass acabasse sendo um acessório para o iPhone que fosse capaz de ampliar as capacidades de realidade aumentada do dispositivo. A grande chave para que tudo isso dê certo ainda é o método de conexão entre óculos e smartphone, que precisaria ser mais robusto para o que a empresa quer.

Seja como for, eis mais um aparelho interessante para esperarmos em um futuro próximo. Será que a Apple vai acertar onde a Google errou e finalmente fazer a revolução dos óculos inteligentes? Deixe sua opinião aí nos comentários.

via Novidades do TecMundo