A visão da Amazon para usar drones de entregas em grandes centros

Novo pedido de patente da companhia defende a criação de armazéns verticais, onde drones estariam aptos para realizar entregas em cidades densamente povoadas

via IDG Now!

Amazon lança o serviço “experimente antes de comprar” para artigos de moda

amazon wardrobe

Comprar roupas e produtos de moda em sites de e-commerce pode parecer um negócio muito conveniente, e, em alguns casos, até mais barato. Entretanto, é muito comum que os consumidores não fiquem satisfeitos após recebem o produto e provarem, ocasionando no pior dos sentimentos ao adquirir algo: o arrependimento.

Para evitar essa situação corriqueira e indesejada, a gigante Amazon.com acaba de anunciar o serviço "experimente antes de comprar", o Prime Wardrobe, no qual assinantes do Amazon Prime podem solicitar a entrega de diversos artigos de moda; e se os produtos não agradarem, basta devolvê-los para a Amazon, sem nenhum custo.

O serviço Prime Wardrobe inclui a disponibilização de roupas, calçados, óculos, chapéus e acessórios de diversas marcas conhecidas, como Calvin Klein, Hugo Boss, Lacoste, Timex, Adidas, Levi’s, além de produtos da própria Amazon.

Há também um sistema de desconto no serviço, que funciona da seguinte forma: se a compra for de três a quatro itens, o cliente receberá uma redução de 10% sob o valor total; caso a compra seja de cinco itens ou mais, será concedido um desconto de 20% nas peças adquiridas.

O Prime Wardrobe ainda está em fase de testes, mas usuários interessados podem ser inscrever no site para serem notificados quando o serviço for lançado.

Via: Amazon

via Canaltech

Amazon celebra Dia do Leitor com descontos para livros, ebooks e Kindle

Promoção no final de semana inclui descontos de até 90% para livros e desconto de R$ 80 para a compra de e-readers Kindle e Paperwhite wi-fi

via IDG Now!

Alexa, da Amazon, está chegando ao monstrão Huawei Mate 9

A Huawei vai incluir a assistente virtual Alexa, da Amazon, já nos próximos dias

O Mate 9, provavelmente, é o melhor smartphone já feito pela Huawei — e também é um dos melhores que estão no mercado atualmente. Porém, para saber bom não basta um hardware monstrão, é necessário incluir um número de serviços e softwares top de linha, e a Huawei não quer deixar o Mate 9 para trás nesse quesito.

Segundo um porta-voz da empresa, ao Engadget, a companhia vai incluir a assistente virtual Alexa, da Amazon, no smartphone. Ao que parece, essa atualização deve acontecer nos próximos dias, enquanto o Mate 9 está desembarcando no mercado norte-americano por US$ 599, cerca de R$ 1,9 mil, sem impostos ou taxas.

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via Novidades do TecMundo

Ford anuncia Alexa, a “Siri” da Amazon, em seu sistema de infotainment

Entre outras coisas, funcionalidade vai permitir controlar GPS e também equipamentos inteligentes em casa

O mercado de tecnologia automotiva está a todo vapor, com várias empresas buscando seu espaço através de pequenas funcionalidades nos veículos. A bola da vez foi a Ford anunciando que, agora, o serviço “Alexa” da Amazon será utilizado em seu sistema de infotainment atual, o Sync 3.

Funcionando como uma espécie de “Siri” da Amazon – e fazendo uso de um dispositivo para reconhecimento de voz e de comandos, chamado de Amazon Echo –, o serviço permite que o usuário utilize comandos de voz para desempenhar ações ou solicitar informações. Exemplos disso são o nível de combustível do veículo ou controlar funções de GPS e também de dispositivos inteligentes em sua casa – além, é claro, de permitir que você compre coisas na gigante do varejo, algo com o qual os usuários da Alexa como assistente em casas inteligentes já estão habituados.

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via Novidades do TecMundo

Netflix ou Amazon Prime Video: qual é melhor? [Comparativo]

Netflix vs Amazon

A Netflix se tornou onipresente em nosso dia a dia. Mesmo quem não dispõe de um meio eficaz de curtir a plataforma já teve algum contato com ela, seja pelos consoles, PCs ou smartphones. Porém chega mais um rival em solo brasileiro para a disputa, e ele é o Amazon Prime Video. Confira nosso comparativo de plataformas de streaming de vídeo.

Quem são eles?

Você não tem obrigação de saber tudo sobre os dois serviços, portanto vamos introduzir os dois.

Começando pela Netflix, temos uma empresa focada em distribuição de filmes e séries. Ela começou suas operações nos estados unidos via correio bons anos atrás, e hoje é um ícone mundial de distribuição de streaming on-demand, possuindo atuação em mais de 190 países. Hoje a Netflix também faz o papel de estúdio e traz diversas produções originais e incentiva inúmeras produções, algo como "o rumo para ser de fato um Canal de TV online", e não só um repositório de filmes.

Agora, para o Amazon Prime Video. Temos aqui uma companhia gigantesca, enorme, mas que para nós no Brasil não possui o mesmo peso em nome como tem nos Estados Unidos. A Amazon é forte líder em e-commerce e computação em nuvem, oferecendo serviços de comodidade de consumo avançados aos norte-americanos, como seus botões de compra instantânea, Amazon Prime, Prime Air (ainda em testes), a assistente Alexa e outros serviços de armazenagem e facilidades.

No Brasil, a empresa atua com bem menos força, mas trouxe de forma oficial seus mundialmente reconhecidos Kindle, junto com sua conhecida expertise em "livraria", um dos poucos itens que podiam ser comprados para nós na loja internacional antes de sua abertura em solo brasileiro.

Bom, essa complexa mistura é a Amazon, uma rede de venda/logística/TI que pretende dominar o mundo (como o Google), e que oferece também o serviço de vídeo nessa extensa lista de atuações. Esse braço é o Amazon Prime Video, serviço que está abrigado numa conta Amazon. Como o Google, uma conta Amazon abre acesso a tudo que a Amazon oferece, dependendo da região registrada.

Catálogo e travas regionais

Primeiro ponto desse comparativo: Restrições regionais. Todos sabemos que algumas empresas não merecem nosso respeito (alô, Nintendo) por simplesmente deixarem o Brasil e a América do Sul como um todo de fora dos lançamentos e títulos por preguiça/falta de vontade em licenciar conteúdo, ou mesmo arcar com o custo de legendas no títulos. Nem parece que os consumidores pagam para isso acontecer, e fica aquela ideia de que "é um favor" trazer as coisas para cá.

Nesse balde de amargura, temos a Netflix. No início de suas operações, a Netflix era um poço nojento de barreiras e travas regionais para o Brasil, deixando praticamente todo o conteúdo restrito aos usuários norte-americanos, restando para nós títulos pouco conhecidos e mofados que foram lançados apenas para locadoras. Com o passar do tempo, a empresa entendeu como operar por aqui, e veiculou nas TVs nacionais um anúncio absurdo com um castor de pelúcia (sério, isso realmente aconteceu).

Desse momento em diante, a quantidade de títulos no serviço só passou a aumentar, e grande parte dos títulos está disponível para o Brasil, com inúmeros lançamentos simultâneos legendados (e alguns dublados) para nosso país. Claro, existe conteúdo regional para os norte-americanos, porém longe da barreira que isso foi no passado, tendo nosso catálogo hoje grandes títulos de alta qualidade e em alta quantidade. Aquela época onde o Netflix não tinha nenhum filme do ano corrente passou.

Agora, Amazon Prime Video: estreante. Isso resume tudo para vocês?

O Prime Video traz sim séries famosas e filmes relativamente novos, porém não com foco em brasileiros. O serviço abre as portas para nossa conexão, mas não quer dizer que ele se firmou de fato no país com todas as implicações relativas a isso.

Para ter acesso ao catálogo completo (ou pelo menos num nível comparável a quantidade e qualidade dos títulos da Netflix), é preciso abrir mão de VPNs, redirecionamento de conexão para IPs dos EUA, e curtir os títulos em inglês de lá.

Quer um exemplo mais claro? Basta pesquisar pelo nosso amado Nicolas Cage no serviço para ter dimensão do que o Brasil tem de restrição a ponto de abominar o catálogo neste primeiro momento. Nosso ator favorito tem no catálogo do Amazon Prime exatas 3 correspondências à pesquisa, sendo que 1 dos resultados é apenas uma referência, não uma participação de fato. Quanto à Netflix, podemos ver Nicolas Cage em 13 resultados, sendo 1 destes Os Croods, relacionado a dublagem original da animação com o ator. Seria algo como "2 contra 12" na contagem, portanto.

Logicamente você achará coisas no Prime que não estão na Netflix, e vice-versa. Tente procurar Mr. Robot na Netflix: nada. Está no Prime. Tente procurar Black Mirror no Prime: nada. Está na Netflix.

Justamente por causa dessa "guerrinha" que sempre recomendamos que você avalie pela gama de títulos, não só pelas "exclusividades" e afins. Faça o teste Nicolas Cage. Johnny Depp, talvez.

Plataformas suportadas

Ambos serviços cobrem iOS e Android, e ambos permitem o armazenamento offline de alguns títulos para ver mais tarde no ônibus. Até aí, tudo bem.

O problema é que a Amazon quer devorar o Google, e usa o termo "Fire" para sua inciativa, e o "Fire TV" seria seu "Chromecast", portanto nada de Amazon Prime Video no Chromecast por hora. Isso se aplica ao Android TV (vulgo Nexus Player e TVs Android). Sinceramente esperamos que em 2017 a Amazon deixe de ser idiota, e libere seu serviço para o dongle de Streaming mais famoso da internet.

A Netflix, no entanto, roda em tudo que citamos acima, inclusive no Fire TV. Sim, um dos poucos dispositivos que faz essa joça (quer dizer, serviço) da Amazon fazer sentido é também um método de consumir Netflix. Consoles de videogame como PS4 e Xbox One podem baixar o APP de ambos os serviços, como esperado. Navegadores de internet também podem fazer uso de ambos pela aba que você estiver usando.

Até aqui temos a Netflix na frente, afinal está espalhado pelo mundo há mais tempo – e isso reflete consequências em inúmeras coisas, inclusive nas Smart TVs que não contam com muitos recursos, mas trazem botão dedicado à Netflix direto no controle ou mesmo trazem ele pré-instalado. Essa adoção em massa que o recurso oferece (e o suporte ao barato-acessível-funcional Chromecast) não deixa dúvidas da presença do serviço em uma maior gama de plataformas.

Isso inclui até a Apple TV. Netflix está lá, Amazon Prime Video: não.

Preço e pagamento

Estreantes pagam a conta, e nesse caso o Prime Video já chega com 50% de desconto na assinatura nos seis primeiros meses. Porém com preço em dólar, algo que pode ser um fator limitador para seu cartão.

Preço: US$ 2,99 nos primeiros seis meses (depois disso são US$ 5,99). Algo como comparar R$ 10 e 20, respectivamente, pela cotação média do dólar na data de publicação deste vídeo.

Esse plano (promocionalmente mais barato) contempla 3 sessões ativas por vez + resolução máxima 4K (ou seja: você e o vizinho na mesma conta ao mesmo tempo em locais diferentes, mais o irmão dele, vendo ao mesmo tempo com um único login e uma única mensalidade, como a Netflix já faz hoje).  Pagamento: cartão de crédito (com custo cobrado em dólar).

Já para a Netflix e sua completa fixação no Brasil, temos como reflexo preços similares, porém em categorias. Observem os preços:

  • 1 sessão ativa por vez + resolução máxima padrão: R$ 19,90
  • 2 sessões ativas por vez + resolução máxima HD: R$ 22,90
    (ou seja: você e o vizinho na mesma conta ao mesmo tempo)
  • 4 sessões ativas por vez + resolução 4K: R$ 29,90
    (ou seja: você, o vizinho, o irmão dele e o seu padeiro na mesma conta ao mesmo tempo)

Nesse primeiro momento, o Prime (mesmo com o preço cheio) é uma opção um pouco mais barata, mas num desconto tímido (e que dificilmente vá arrancar usuários de um serviço para o outro após os seis meses de super-desconto).

Quem ganha?

Por hora, a Netflix. Dizemos isso pois o serviço também chegou porco ao Brasil anos atrás, e ninguém gostava dele de fato. Era uma locadora de filmes velhos, e era piada dizer que se era um filme antigo, deveria estar na Netflix. Hoje ele é o centro da vida de muitas pessoas (e não estamos brincando, existem quadros extremos de vício e dependência da Netflix em usuários extremos).

O preço do Netflix é imperceptivelmente maior que o Prime Video, ao passo que o catálogo do Netflix é imenso se comparador ao tímido Prime. Nesses primeiros seis meses de desconto, pode ser que uma gama dos usuários experimente o Prime com suas limitações de plataformas onde pode ser consumido, e pode ser que muitos gostem e experimentem melhoras.

Vale lembrar que o Netflix offline só existe graças ao Prime, visto sua concorrência sobre o Netflix (que voltou atrás da promessa de NUNCA trazer NADA offline). Concorrência é uma maravilha, já dizia um sábio de nossos tempos.

Por hora, novamente, Netflix é o vencedor com fatality nessa disputa. Os próximos seis meses poderão fazer o Prime se consolidar no país, mas isso depende somente da Amazon para sair dessa estreia tímida e fraca no nosso país.

via Canaltech

Nova York vai receber nova livraria física da Amazon neste ano

Com essa adição, sobe para quatro o número de lojas físicas da rede de varejo para aqueles que desejam comprar livros no formato mais tradicional

Não há dúvidas de que a Amazon se tornou uma das referências para aqueles que gostam de ler, especialmente por conta de todas as ofertas que estão disponíveis para o Kindle. Porém, seus executivos sabem que ainda há pessoas que preferem curtir diversas aventuras à moda antiga, e por conta disso anunciou a abertura de mais uma loja física nos Estados Unidos.

Segundo informações divulgadas pelo site do The Wall Street Journal, a loja em questão ficará localizada em Nova York, mais precisamente no The Shops at Columbus Circle. A ideia é que ela comece a funcionar em algum momento deste ano, mas aparentemente ainda não há uma data exata para que isso aconteça.

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via Novidades do TecMundo

Alexa, da Amazon, será integrada a carros da Ford no próximo mês

Ford

A Ford anunciou durante sua participação na CES 2017, que a partir de fevereiro, alguns de seus veículos serão integrados à assistente virtual ativada por voz da Amazon, Alexa. A integração ocorre um ano após a montadora anunciar o desenvolvimento da tecnologia na edição passada da mesma feira.

Isso significa que os proprietários dos modelos Ford Focus Electric, Fusion Energy e C-MAX Energy equipados com o sistema SYNC 3 AppLink poderão realizar várias solicitações de funções do seu carro por comando de voz como por exemplo reproduzir audiobooks, encomendar itens na Amazon, buscar e transferir destinos para o sistema de navegação do veículo e muito mais.

A integração também permite que, de suas casas, os proprietários de veículos da Ford possam iniciar, bloquear ou desbloquear portas remotamente, além de obter informações sobre seu carro usando comandos de voz.

"Ford e Amazon estão alinhadas em torno de uma visão de que sua voz deve ser a principal forma de interface com seus dispositivos favoritos e serviços", disse Don Butler, diretor executivo da Ford Connected Veículo e Serviços.

Ainda de acordo com a Ford, os comandos do Alexa devem ser integrados em outros modelos de veículos equipados com SYNC Connect em um futuro próximo.

Fonte: MacRumors

via Canaltech

Amazon diz que Alexa já tem mais de 7 mil habilidades

Amazon Echo

Segundo a Amazon, a sua assistente digital Alexa está cada vez mais habilidosa. A concorrente de softwares como Siri e Google Assistant já tem mais de 7 mil habilidades, segundo destacou a gigante do e-commerce durante conferência na CES nesta quarta-feira (04).

A afirmação é do vice-presidente da divisão Echo, Alexa e app store da Amazon, Mike George. Conforme o executivo, mais de 7 mil habilidades foram lançadas por desenvolvedores do ecossistema de parceiros da empresa.

A marca divulgada por George é um grande avanço em relação aos últimos números revelados pela companhia – que regularmente dá atualizações sobre o número de habilidades que a Alexa tem disponíveis – em junho eram cerca de 3 mil e em dezembro eram cerca de 5,4 mil. Ou seja, foram mais de 1,6 mil novas habilidades lançadas somente no último mês.

"E nós contamos com um cronograma de lançamentos para novos equipamentos para o serviço de voz da Alexa que serão lançados nos próximos meses", afirmou George durante sua apresentação.

Na relação de funções que a Alexa pode desempenhar por comandos de voz estão habilidades como chamar uma carona pelo app Lyft, encomendar pizza, encontrar um smartphone ou outros gadgets conectados que estão "perdidos" pela casa. Uma das funções mais recentes adicionadas permite que Alexa responda ao usuário as datas e horários em que seu time preferido vai jogar.

Durante a CES, diversos fabricantes estão mostrando novidades compatíveis com a assistente da Amazon. A LG mostrou uma geladeira que se comunica com a solução; já a Lenovo lançou uma caixa de som que pode ser ativada com o Alexa.

Fonte: Geekwire

via Canaltech

Amazon registra sistema de entrega por túneis subterrâneos

Amazon

Para a Amazon, entregas por correio tradicional logo se tornarão coisa do passado. Depois de experimentar com drones e outros veículos não tripulados, agora a Amazon pensa em novos modelos: para tanto, a companhia registrou um modelo para levar seus produtos aos clientes através de uma rede subterrânea de túneis.

É uma ideia ambiciosa sim, mas a companhia de Jeff Bezos parece ter um plano para isso. Registrada há cerca de três anos, o projeto foi publicado recentemente, com diagramas mostrando como uma rede dedicada de túneis pode ser capaz de levar pacotes ao destino certo de forma autônoma.

O documento de 33 páginas dá especificações de como a rede pode funcionar, com pacotes viajando sobre esteiras, trilhos ou até mesmo tubos de ar.

Segundo a Amazon, o sistema pode ser uma forma mais ágil de conectar os centros de distribuição da Amazon a outros prédios como pontos de coleta dos clientes (Amazon Lockers, por exemplo), aeroportos, lojas e até mesmo clientes.

Conforme Xiaoshan Cai, um dos inventores do projeto a serviço da Amazon, um sistema dedicado pode ser a solução para evitar possíveis problemas de entrega que modelos tradicionais como rodovias e aviões podem ocasionar.

Apesar do projeto estar no papel, a Amazon ainda não anunciou planos oficiais de trazer isso para a realidade. Entretanto, isso mostra que a empresa está pensando em alternativas para agilizar suas entregas no futuro. No mês passado, a companhia já iniciou oficialmente uma operação de entregas via drones no Reino Unido, após conseguir liberação para o experimento junto ao governo local.

Entretanto, a ideia da Amazon se alinha com a de outras empresas que buscam novos modelos de transporte – tanto de mercadorias quanto de passageiros. Um exemplo é a Hyperloop, conceito criado pelo empresário Elon Musk (criadou da Tesla e Space X) que consiste na criação de tubulações capazes de transportar cápsulas suspensas magneticamente a velocidades quase supersônicas.

Fonte: GeekWire

via Canaltech