YouTube e mobile impulsionam crescimento da Alphabet

Alphabet

A Alphabet, empresa-mãe do Google registrou uma receita total de US$ 26,1 bilhões durante o quatro trimestre de 2016, um aumento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior e 3% acima da expectativa do mercado.

Pelo sexto trimestre consecutivo, a divisão de buscas em dispositivos móveis foi o principal motor a impulsionar o crescimento da holding, refletindo o claro domínio do Google no segmento de publicidade online. Outro serviço apontado como grande protagonista dos bons números foi o YouTube, cuja monetização proveniente de anúncios nos vídeos continua rendendo bons frutos.

A receita total da Alphabet está dividida em dois segmentos: Google Inc. e Outras Apostas. O Google segue como o principal negócio do conglomerado, com uma receita de US$ 25,8 bilhões no trimestre. Esse número inclui receitas de publicidade, Android, Chrome, Google Maps, Google Play, Google Cloud e o portfólio de produtos de hardware da marca.

O Google não compartilhou detalhes específicos sobre as vendas dos smartphones da linha Pixel, mas estima-se que a empresa tenha comercializado cerca de 1 milhão de aparelhos durante o trimestre. Levando em consideração que cada telefone custa US$ 650, apenas os novos Pixels colocaram US$ 650 milhões no bolso da Alphabet durante os três últimos meses de 2016.

Já os demais serviços e produtos – Nest, Verily e Fiber – apresentaram receita de US$ 262 milhões, em comparação com US$ 150 milhões (75%) arrecadado no mesmo período do ano anterior.

Via Business Insider

via Canaltech

Aquisição do Yahoo! pela Verizon sofre atraso, mas acordo ainda está de pé

Negócio bilionário que estava para encerrar em janeiro foi jogado para o meio do ano depois de ataque de hackers

Uma das empresas pioneiras na internet, a Yahoo! foi comprada pela gigante das telecomunicações Verizon em junho de 2016. Para quem vem acompanhando as notícias recentes da companhia, não há novidades, apenas o fato de que o processo de compra (que já estava bastante alongado) acabou de se estender por mais tempo.

A transação estava prevista para o primeiro trimestre do ano, mas foi adiada para o segundo trimestre de 2017. Problemas de segurança e vazamento de informações vieram a público após a divulgação da compra pela Verizon. Em virtude disso, não está claro se houve um recuo dos investidores ou se existe uma estratégia maior no adiamento.

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via Novidades do TecMundo

Google Maps avisa sobre dificuldades para estacionar em algumas cidades

Ponto negativo: infelizmente, esse sistema ainda não está disponível para o público brasileiro

Atualmente, o Google Maps já é capaz de ajudar com rotas e até mesmo guiar o motorista para um determinado ponto. Entretanto, ainda há mais campos para o serviço atuar, e um deles começou a ser explorado recentemente: alertas sobre dificuldade para estacionar o carro em algumas cidades.

Segundo a empresa, esse recurso está disponível apenas para usuários de dispositivos com sistema Android e que moram nos Estados Unidos, mais especificamente nas seguintes cidades: San Francisco, Seattle, Miami, Atlanta, Boston, Charlotte, Chicago, Detroit, Los Angeles, Minneapolis/St. Paul, Nova York, Orlando, Filadélfia, Pittsburgh, San Diego, St. Louis, Tampa, a área de Washington, Cleveland, Dallas/Fort Worth, Denver, Houston, Phoenix, Portland e Sacramento.

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via Novidades do TecMundo

A cama inteligente que se arruma sozinha [CT Inovação]

Smart Edredom

Ter que arrumar a cama geralmente é um saco, não é verdade? Para quem não quer ter mais essa preocupação, uma startup norte-americana desenvolveu uma novidade que faz o seu edredom inteligente. Chamado de Smart Duvet, o aparelho é controlado remotamente pelo dono e é capaz de se arrumar sozinho sobre a cama.

A invenção, que é fixada a um edredom convencional, usa um sistema de câmaras de ar, que são preenchidas através de um motor que fica sob a cama. A roupa de cama inteligente pode ser controlada à distância pelo usuário, através de um app no smartphone. Com o ar preenchendo pequenos dutos dentro da invenção, ele faz o edredom se arrumar sozinho sobre a cama. 

O Smart Duvet pode ser adquirido em sua versão básica, somente com a estrutura que vai junto com o edredom, assim como o motor de ar, por US$ 199 no Indiegogo.

via Canaltech

Amazon envia brinquedos tech e científicos para crianças por US$ 20 mensais

Amazon STEM Club

A Amazon está lançando um novo serviço por assinatura chamado STEM Club. A ideia é enviar para as crianças diferentes brinquedos educativos relacionados à ciências, matemática, tecnologia e engenharia todos os meses.

A assinatura custa US$ 19,99 por mês e o consumidor pode escolher entre três versões diferentes do programa: para crianças com idade entre 3 e 4 anos; para crianças com idade entre 5 e 7 anos; ou para crianças com idade entre 8 e 13 anos. Uma vez inscrito, os brinquedos comercializados pela Amazon chegarão mensalmente à casa dos pais.

A novidade é uma expansão da loja de brinquedos online da empresa, a STEM, lançada em 2015. O serviço por assinatura pode ser uma boa para quem sempre está à procura de brinquedos educativos para as crianças.

"Os editores da Amazon trabalham em estreita colaboração com marcas inteligentes e confiáveis ​​que amamos para escolher manualmente os melhores brinquedos da STEM. De robôs programáveis ​​a conjuntos de química, o STEM Club irá desafiar e inspirar enquanto expande a mente dos jovens através do jogo", explica a Amazon.

Infelizmente, por enquanto o STEM Club está disponível apenas nos Estados Unidos, mas vamos torcer para que a Amazon traga o serviço para o Brasil em breve, assim como fez com a sua plataforma de streaming de filmes e séries, o Amazon Prime Video.

Fonte: Amazon

via Canaltech

Há uma nova vacina da gripe para cães – e ela pode ajudar humanos

gripe não é uma exclusividade humana. De patos a baleias, passando por cavalos e galinhas, uma boa parte do reino animal fica de cobertor na mão e termômetro na boca de vez em quando. Mas é claro que, na hora de ganhar mordomias, o melhor amigo do homem sai na vantagem. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, acaba de desenvolver o mais moderno par de vacinas para a gripe em cães até agora.

A vantagem em relação às versões anteriores é que estas usam o vírus vivo em vez de versões mortas ou desativadas, recurso que aumenta a duração e a eficiência da dose. Como o truque por trás de uma vacina é expor o sistema imunológico de um animal a uma versão atenuada do vírus ou da bactéria que o ameaçam, quanto mais realista for a simulação de uma infecção real, mais preparadas estarão as células de defesa na hora da verdade.

Para que a simulação não seja realista a ponto de deixar o cãozinho doente pra valer, na primeira das vacinas o vírus H3N8 carrega uma modificação genética que o impede de chegar aos pulmões do animal: tudo ocorre no focinho. Segundo os pesquisadores, a ideia é fortalecer a primeira linha de defesa do organismo. Como na maior parte dos casos é por ali que o vírus influenza entra, é bom que ele pare por lá mesmo.

Na segunda vacina, é uma alteração na proteína NS1 do vírus H3N8 que resolve o problema: ela impede o vírus de causar sintomas no paciente, mas mantém o animal forte o suficiente para que seu corpo possa identificar o risco e organizar uma resposta imunológica. Uma técnica semelhante já foi usada com sucesso em cavalos, porcos e seres humanos.

O próximo passo é testar a vacina na prática. No futuro, impedir a transmissão da gripe em canis e abrigos também pode evitar que seres humanos sejam infectados com variedades mais poderosas do influenza. Um estudo anterior revelou que os cães e outros mamíferos são ótimos “tubos de ensaio”, e que é possível que sejam ponto de partida para a eclosão de epidemias com variações desconhecidas da gripe.

via Superinteressante

50 anos depois de Apollo 1, quão perigoso é ser astronauta?

Acidente do Apollo 1 completa 50 anos

(NASA)

Em 25 segundos, o sonho de chegar à Lua foi para o espaço. Pelo menos foi o que qualquer um na Nasa pensou há 50 anos, em 27 de janeiro de 1967. Há semanas do primeiro lançamento do programa Apollo, que ia dar uma voltinha na órbita terrestre antes de se aventurar na missão lunar, um teste simples, bobo até, foi interrompido por um incêndio que, em menos de meio minuto, atingiu 537º C e matou três dos mais bem preparados astronautas da época.

O acidente que agora faz aniversário chocou a agência espacial e adiou em mais de um ano a partida definitiva para a Lua. A NASA precisou rever procedimentos de segurança, materiais, equipamento elétrico e até composição do ar. Apollo 1 serviu, ao menos, para tornar a viagem espacial mais segura – mas não muito.

Um estudo da Universidade do Texas analisou a taxa de mortalidade dos astronautas desde os anos 80 e concluiu que um astronauta da Nasa tem 6 vezes mais chance de morrer em um acidente do que a população americana em geral. Já foi pior: a chance chegou a ser 10,2 vezes maior no período de 1980 a 1989, época do acidente com o Challenger, que matou 7 pessoas.

O acidente da Missão Gambiarra

Se hoje em dia ainda é perigoso se aventurar planeta afora, imagine quando sua equipe não sabe exatamente o que está fazendo. Em plena corrida espacial, o presidente americano Jack Kennedy prometeu a chegada à Lua em tempo recorde – e a Nasa teve que cumprir o prometido na base da gambiarra. O resultado foi uma espaçonave cheia de pequenos erros – e os astronautas sabiam disso, a ponto de tirar essa foto irônica aqui embaixo:

Acidente do Apollo 1 completa 50 anos

(NASA)

O sistema de comunicação vivia falhando, a fiação elétrica não estava 100%, mas os testes seguiram, com a equipe dos três astronautas mais maduros e confiantes da agência. Gus Grissom (no meio) era famoso por ter o melhor preparo físico de toda a Nasa e foi o segundo americano a ir ao espaço. Ed White (esquerda), outro veterano, foi o primeiro a andar no espaço. O único novato no espaço era Roger Chaffee, que aparece rezando à direita, em frente da miniatura do módulo em que ocorreu o acidente..

Eles faziam um teste de rotina, simulando a contagem regressiva para a decolagem. Tudo no chão, dentro de um galpão no Cabo Canaveral, nenhuma expectativa de perigo. Aí a comunicação falhou. Só voltou quando a tripulação anunciou que tinha fogo na cabine. Os três experientes astronautas se prepararam para apagá-lo… Mas aí tudo saiu diferente de como a Nasa programou.

Para ter propulsão para chegar à Lua, a nave precisava de pouco peso. A atmosfera dentro da cabine era um problema: a mistura recomendada de nitrogênio com oxigênio era pesada demais. A Nasa decidiu ir com uma atmosfera de oxigênio puro. E isso mudou tudo.

A falha elétrica que iniciou a pequena chama no módulo seria controlável em condições normais de ar. O problema é que ela foi perto de vários materiais inflamáveis – Velcro foi um dos mais importantes, e estava por todo lado. Tinha combustível. Faltava o comburente, o acelerador da chama. E oxigênio é um comburente dos melhores. O fogo cresceu e dominou a cabine. A escotilha levava 90 segundos só para ser aberta. Com a fumaça, os astronautas apagaram. Terminava a primeira tentativa do Programa Apollo.

O legado

Acidente do Apollo 1 completa 50 anos

(NASA)

Felizmente, a história do Apollo 1 não acaba aí. A herança do acidente foram procedimentos de segurança muito melhores e um breque na pressa da corrida para a Lua. Depois de vinte meses de pausa, as espaçonaves começaram a mudar. Materiais combustíveis foram removidos e os que sobraram foram colocados bem longe da fiação elétrica, que recebeu proteção especial contra o fogo.

As escotilhas também mudaram para sempre: passaram a abrir para fora, como nas naves atuais, para facilitar a passagem. O procedimento de abertura também foi simplificado para acelerar a evacuação em caso de emergência

A teimosia com a atmosfera de oxigênio puro ainda durou um pouco, mas melhorou. Os engenheiros da Nasa passaram a utilizar o padrão de uma mistura de nitrogênio com 34% de oxigênio, pelo menos nas decolagens, quando o risco de incêndio era maior.

Se o legado foi positivo para os astronautas do futuro, não foi tanto para a família dos membros do Apollo 1. Isso porque o acidente foi abafado ao máximo para evitar que o pânico geral impedisse a continuidade das missões à Lua. Anos depois, outros acidentes como o Challenger e o Columbia (de 2003) receberam homenagens solenes no Cabo Canaveral, enquanto o Apollo 1 foi relegado ao silêncio. Mas isso também parece estar mudando: a primeira exposição em memória dos pilotos foi lançada para o aniversário de 50 anos do acidente no Centro Espacial Kennedy, mostrando o que restou do acidente que mudou o design de espaçonaves para sempre.

via Superinteressante