Google decide fechar estúdio de filmes em RV Spotlight Stories

O estúdio Spotlight Stories, especializado na criação de filmes em realidade virtual (RV), terá suas portas fechadas pela proprietária Google. Sem listar as razões que a levaram a tomar a decisão, a gigante da internet já vinha recomendando que os profissionais do estúdio procurassem por outras posições abertas — dentro e fora da empresa.

Via e-mail, a diretora do estúdio, Karen Dufilho, confirmou a notícia: “O estúdio Google Spotlight Stories está fechando suas portas depois de seis anos criando histórias e colocando-as em smartphones, telões, VR e onde mais nós pudéssemos estar”. Em um comunicado enviado à Variety americana, a Google reforçou a informação:

“Desde a sua criação, o Spotlight Stores batalhou para reinventar o storytelling via RV. Desde curtas ambiciosos como ‘Son of Jaguar,’ ‘Sonaria’ e ‘Back to The Moon’ até o deleito crítico em ‘Pearl’ (vencedor de um Emmy e o primeiro filme em RV indicado ao Oscar), a equipe do Spotlight Stories deixou um impacto duradouro na contagem imersiva de histórias. Estamos orgulhosos do trabalho que eles desenvolveram ao longo destes anos”.


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Poster de divulgação de "Pearl", filme em VR produzido pelo estúdio Spotlight Stories e que ganhou um Emmy além de ser indicado ao Oscar (Imagem: Divulgação/Google)

O Spotlight Stories é uma das inúmeras empreitadas que compõem o “Google ATAP” (Advanced Technology and Projects), do qual também fazem parte projetos como o Ara (sobre smartphones modulares) e o Tango (sobre geolocalização sem a necessidade de um GPS). Ele nasceu como um projeto da Motorola, quando a Google detinha a propriedade da empresa, mas ficou com a gigante da internet após esta vender as propriedades da Motorola à Lenovo.

Além da diretora Dufilho, a equipe do estúdio também contava com Jan Pinkava e Justin Lin, que fãs reconhecerão como o diretor de diversos filmes da franquia Velozes & Furiosos.

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Facebook desenvolve sistema ultra-avançado de criação de avatares; assista

A tecnologia ainda está em andamento, mas já apresenta resultados impressionantes

Facebook está desenvolvendo um sistema ultra-avançado de criação de avatares humanos virtuais. O projeto está sendo conduzido no Facebook Reality Labs (FRL) – laboratório da empresa dedicado à RV –, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. A nova tecnologia recebeu o nome temporário de “Codec Avatars. A ideia é que esses avatares se comportem exatamente como uma pessoa, reproduzindo detalhes individuais, como suas expressões e emoções.

Segundo o Wired, site dedicado a novidades de tecnologia, o sistema ainda apresenta algumas falhas de captação humana, como da região do cabelo e movimentos da boca, mas ainda assim já demonstra ser bastante sofisticado. Confira um vídeo de teste do Codec Avatars – à direita estão duas pessoas reais e à esquerda, seus respectivos avatares:

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Fake news: não há nenhum alerta científico sobre AirPods causarem câncer

Existe, sim, um pedido formal para que as autoridades financiem estudos mais profundos sobre os perigos da radiação emitida por dispositivos wireless

No dia 7 de março, o Medium publicou uma notícia que citava uma declaração assinada por 200 cientistas de 40 países, na qual, de acordo com o site, alertava os usuários sobre os AirPods e outros fones sem fio serem cancerígenos.

A declaração até existe, mas ela foi publicada em 2015, e não se refere exatamente a nenhuma marca ou modelo de equipamento, mas se trata de um pedido formal de um grupo de cientistas para que os governos levem a sério a possibilidade de financiar pesquisas que demonstrem os resultados da exposição à radiação não-ionizada, que é emitida por celulares e outros dispositivos sem fio.

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Suporte a DirectX 12 chega ao Windows 7

Ainda que o Windows 10 não pare de crescer e concentre a maior parte da atenção da Microsoft, a empresa não está totalmente alheia às necessidades de versões anteriores do sistema operacional: em anúncio recente, a gigante tecnológica diz que vai lançar para o Windows 7 o DirectX 12. Além dessa boa nova, a companhia garantiu que o MMO World of Warcraft, da Blizzard, será o primeiro jogo na versão anterior do Windows a rodar dentro deste suporte.

O DirecX 12 é uma API de processamento lançada junto do Windows 10, tendo serventia no funcionamento visual da maioria dos jogos da atual geração da indústria dos games. Focada da redução de trabalho e aprimoramento de desempenho dos programas em que roda, o DirectX 12 é o recurso mais indicado para processadores multinúcleo e vem sendo implementado por diversos desenvolvedores.

World of Warcraft, da Blizzard Entertainment, será o primeiro jogo a ter suporte ao recurso processual DirectX 12 no Windows 7

Entretanto, por alguma razão ainda desconhecida, uma boa parte dos PC gamers ainda está executando seus jogos dentro do Windows 7, o que significava rodá-los usando o DirectX 11 e, consequentemente, perdendo os ganhos trazidos com a versão posterior. Em alguns casos, atualizações de jogos abandonaram completamente a versão 11, fazendo com que alguns títulos deixassem de funcionar. Com a inclusão do suporte à nova versão, essa parcela de jogadores deixa de ser negligenciada pelas empresas.


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Entretanto, a Microsoft ressalta que embora o suporte ao DirectX 12 seja bem-vinda a jogadores do Windows 7, eles só poderão aproveitar o melhor desempenho da ferramenta dentro do Windows 10, haja vista que o DX12 foi desenvolvido do zero para o novo sistema operacional.

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Robô ‘macio’ do MIT consegue levantar até 100 vezes o próprio peso

O agarrador robótico macio parece uma tulipa e usa vácuo para manipular objetos com delicadeza

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) desenvolveram um agarrador robótico macio que usa vácuo para segurar objetos. A nova máquina, que tem o formato de uma tulipa, possui um esqueleto de origami e consegue mudar sua forma de acordo com a passagem de ar dentro do dispositivo. Esta aparência inusitada faz com que o agarrador seja capaz de se aproximar de objetos através de diversos ângulos e pode ser usado para inúmeras atividades que exigem delicadeza.

A tulipa robótica, apelidada de Magic-ball, foi desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Mecânica e pelo Laboratório de Ciências da Computação e Inteligência Artificial (CSAIL). Por dentro da “pele” de borracha existe um esqueleto com o formato de uma Estrela-do-mar e, para mudar sua forma, um gás passa por dentro da estrutura inflando ou desinflando o robô como um balão. Este processo cria vácuo que faz com que a Magic-ball seja capaz de levantar objetos que possuem até 100 vezes o seu peso. A CSAIL publicou um vídeo em que a tulipa de borracha levanta bananas, ferramentas e até drones.

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Apple vai começar a promover shows musicais gratuitos em loja na Itália

A Apple vai inaugurar uma série de shows gratuitos em sua loja Piazza Liberty, em Milão. O primeiro artista a se apresentar será o cantor Marco Mengoni no dia 28 de março. Os interessados em assistir ao evento precisam se cadastrar no site da Apple até 24 de março, um domingo, e a única restrição para participar do show é que os inscritos tenham no minímo 16 anos.

A Apple decidiu sediar o evento em sua principal loja da Itália, pois "o espaço esplêndido se transforma no cenário ideal para ouvir ao vivo a melhor música do momento", diz a empresa.

Piazza Liberty, na Itália, é o palco escolhido pela Apple para sediar o evento Music Live

O show de Mengoni será apenas o primeiro a ser realizado no local. As apresentações continuarão até o mês de outubro, quando o famoso pianista italiano Ludovico Einaudi tomará o palco.


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A Apple ainda vai introduzir as sessões do Today at Apple na Piazza Liberty. O primeiro evento será um Laboratório de Design que contará com a participação de Mengoni. Recentemente, a empresa se envolveu em uma polêmica após ser acusada de não pagar devidamente o cachê aos artistas da Califórnia, nos Estados Unidos, que participaram do evento.

Esses não são os primeiros eventos de menor escala realizados pela Apple. Desde que a empresa cancelou o seu anual Apple Music Festival em 2017, ela passou a promover concertos menos "extravagantes", como os shows da banda Christine and the Queens em setembro do ano passado.

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Microsoft ressuscitou e matou de novo o Clippy, antigo ajudante do Office

Pobre Clippy, não consegue um descanso: o ora odiado, ora celebrado, porém sempre relembrado assistente animado em formato de clipe de papel ficou famoso por sua ocupação — fosse para irritar ou agradar o usuário — em versões antigas do Microsoft Office, mas acabou caindo em desuso até ser irremediavelmente “demitido” após o lançamento do Windows XP em 2001.

Recentemente, porém, o seu retorno parecia viável: o Clippy apareceu novamente como um emoji listado nas páginas oficiais da Microsoft dentro do GitHub, sendo disponibilizado para funcionários baixarem-no para uso durante as conversas internas por meio do Microsoft Teams, a plataforma de comunicação corporativa da Microsoft.

Clippy, o famigerado assistente de versões antigas do Office, apareceu brevemente como um emoji do Microsoft Teams, mas a empresa já removeu o animado assistente (Imagem: Reprodução/The Verge)

Apareceu. E desapareceu logo em seguida. Aparentemente, o time responsável pelo branding da Microsoft não ficou nada feliz com o ressurgimento do famigerado assistente, pedindo pelo expurgo de sua presença no GitHub. Agora, a antropomórfica persona non grata está procurando recolocação. De novo.


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“O Clippy vem tentando recuperar seu emprego desde 2001, e sua breve aparição no GitHub foi apenas mais uma de suas tentativas”, disse um porta-voz da Microsoft ao The Verge. “Apesar de nós apreciarmos o seu empenho, não temos planos de trazer o Clippy de volta ao Teams”, afirmou a empressa.

Mas talvez exista uma luz no fim do túnel: fãs do assistente abriram uma petição para trazer o assistente de feições otimistas ao Microsoft Teams de uma vez por todas. A Microsoft é conhecida por atender aos pedidos dos seus usuários, vide o exemplo dos incessantes pedidos por canais privados, função essa que a empresa vai incorporar ao Teams ainda em 2019.

Você torce pelo pequeno e notável Clippy? Ou prefere que ele continue no ostracismo?

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Apple continua perdendo espaço no mercado chinês de smartphones

No ano passado, a Apple teve um fraco desempenho da linha do iPhone X, em grande parte por conta do mercado chinês que não abraçou os novos modelos. E uma matéria da Reuters, divulgada nesta sexta-feira (22), mostra que a Maçã pode estar longe de recuperar seu espaço no país asiático.

De acordo com o veículo, a Apple perdeu fatia de mercado de 81,2% para 54,6% no ano passado na faixa de aparelhos entre US$ 500 e US$ 800. Parte destes usuários foram para a Huawei, segundo o levantamento. A fabricante local viu sua fatia de mercado sair dos 8,8% para 26,6% no mesmo período e faixa de preço.

“A maioria dos chineses não está disposta a gastar mais de US$ 1.000 em um smartphone”, aponta o diretor da pesquisa. O iPhone X foi lançado no país com preços equivalentes que começam na casa do US$ 1.000. “Isso abriu uma brecha no segmento abaixo de US$ 800 que os fabricantes chineses agarram com as duas mãos”, completa.


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Outro ponto que fez a Apple perder espaço foi que os aparelhos chineses estão chegando com mais funcionalidades, ainda mais no que diz respeito a fotos. Enquanto o iPhone XS conta com um sistema duplo de câmeras na traseira, os aparelhos mais robustos de concorrentes, como a Huawei, chegam com três. Ainda, as fabricantes locais sabem quais são as funcionalidades que pessoas no país buscam em um smartphone e nas lentes destes aparelhos.

iPhone XS chegou ao mercado com conjunto duplo de câmeras (Foto: Divulgação/Apple)

Para voltar com força ao mercado da China, especialistas apontam que a Apple vai ter de adotar uma estratégia que passa por dois fatores. O primeiro é derrubar o preço de sua linha, ou pelo menos soltar uma opção de entrada para ganhar uma faixa mais barata de usuário. No ano passado, ela experimentou esta possibilidade com o iPhone XR, o mais em conta da família; contudo, até mesmo esta versão é cara para a região.

Outra mudança deve ser nas novidades que apresenta. A empresa tem trazido aparelhos muito semelhantes entre si, sem nenhuma novidade que efetivamente salta aos olhos. Por exemplo, para se tornar competitiva hoje no mercado chinês, a empresa poderia lançar um aparelho com três lentes traseiras, sem que seu preço seja muito superior ao praticado nos modelos atuais.

A Apple também passa por problemas na região por conta de processos por patentes com a Qualcomm. No ano passado, alguns modelos mais antigos da empresa foram impedidos de serem comercializados por conta de um processo entre Apple e a fabricante de chips. A Maçã segue proibida de vender diretamente aqueles modelos específicos do iPhone no país.

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Anúncios fraudulentos em vídeo podem estar acabando com sua bateria no Android

Uma prática antiética de diversos desenvolvedores pode ser a responsável pela bateria do seu smartphone Android durar cada vez menos. Segundo matéria publicada pelo Buzzfeed, engenheiros de aplicativos no Android vêm se tornando adeptos dos in banner video-ads — vídeos monetizados que são reproduzidos em players de segundo plano, longe dos olhos do usuário e escondidos por trás de banners estáticos.

Tal prática é muito comum em apps de jogos casuais que seguem o modelo de negócios “freemium”, ou seja, são gratuitos para baixar, mas oferecem recursos pagos por meio de assinaturas ou valores únicos. Enquanto o jogador não pagar, anúncios serão exibidos de forma massiva a cada ação do usuário.

O problema é que o Android reconhece um banner deste como vídeo, executando o processamento comum a esse formato de mídia e, efetivamente, drenando a bateria. Entretanto, empresas grandes também não são isentas da prática, que foi vista até mesmo em apps como o Twitter (alguns apps fazem uso da plataforma MoPub, que é acusada de atuar justamente nessa publicidade).


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Exemplo de banner falso, contendo um vídeo rodando em segundo plano: esgotamento de bateria e processamento excessivo são consequências dessa prática vista em vários apps (Imagem: Reprodução/PhoneArena)

A matéria do Buzzfeed aponta o dedo para uma companhia israelense com escritório em Nova York, chamada Aniview, que nega ser parte dessa prática. Segundo posicionamento da própria empresa, ela se diz vítima de uma terceira entidade que invadiu seu código e executou o modelo de publicidade, direcionando usuários a malwares e aplicações maliciosas.

Entretanto, a firma de verificação DoubleVerify, que atua na redução deste tipo de ação, avaliou o código da Aniview e mostrou evidências de que a própria companhia estaria fazendo isso. O Buzzfeed levou o material ao CEO da Aniview e, um dia depois, os anúncios em segundo plano pararam de rodar.

Em sua maioria, os vídeos que rodam em segundo plano não possuem um contexto e tampouco são direcionados ao usuário, reduzindo-se a meras plataformas monetizadas, cuja reprodução foge ao controle de quem usa o app. É importante ressaltar, porém, que os banners à frente do vídeo escondido possuem links para a Play Store, levando a apps duvidosos. Se você por acaso clicar em algum destes, considere remover o app que abriu.

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Huawei P30 vazou; Caixa eletrônico hackeado; Falha no Safari e + [CT News]

Eita! Huawei vaza detalhes da linha P30 em seu próprio site // WhatsApp vai indicar quantas vezes uma mensagem foi encaminhada // Kaspersky detalha malware que faz caixas eletrônicos “cuspirem” dinheiro

Assista ao vídeo.

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