Nintendo encerra oficialmente a produção do Wii U, pelo menos no Japão

wii u

Se por um lado a Nintendo aposta alto no sucesso de seu novo console a ser lançado no início de março, o Switch, por outro, os fãs da companhia se despedem de um outro console, o Wii U.

De acordo com o Kotaku, o site oficial da Nintendo no Japão menciona, na seção de hardware, que a fabricação do console chegou ao fim, pelo menos no mercado japonês. Ainda não há a informação se o mesmo ocorrerá no mercado norte-americano.

A Nintendo havia confirmado, em novembro do ano passado, que o Wii U deixaria de ser fabricado "em breve". Rumores sobre o fim da vida do Wii U já circulavam há algum tempo, e eles só ganharam força depois que o Switch foi anunciado.

O Wii U foi lançado em 2012 e vendeu apenas 13,65 milhões de unidades em todo o mundo, número bem abaixo das projeções da Nintendo, que inicialmente estimavam um grande sucesso com 100 milhões de consoles vendidos globalmente.

Fonte: (Via) Kotaku

via Canaltech

Baidu é condenada por concorrência desleal, PSafe terá que ser ressarcida

Em sentença proferida no final do ano passado, a 11ª Vara Cível da Justiça Estadual de São Paulo julgou procedente a ação movida pela PSafe Tecnologia e condenou a Baidu Brasil Internet Ltda por concorrência desleal. A sentença utilizou como base o laudo técnico elaborado por um perito…

via Hardware.com.br

Huawei fornecerá rede virtual da Telefônica em 13 países, incluindo o Brasil

Redes

A Huawei foi escolhida pela Telefônica para ser sua fornecedora de redes virtuais EPC (Evolved Packet Core) em 13 países, incluindo o Brasil. O contrato, que não teve seu valor revelado, é resultado de uma parceria de desenvolvimento em redes virtualizadas, iniciada em 2014.

A solução vEPC Huawei é denominada CloudEPC e permite a construção de redes flexíveis que respondem às novas exigências: implantação rápida, alocação dinâmica de recursos virtuais, sem afetar a disponibilidade, segurança e confiabilidade, para além da otimização dos custos produção. A tecnologia promete acelerar o provimento de voz e dados convergentes sobre redes 4G LTE.

A rede será implantada em 11 países da América Latina e dois na Europa: Espanha, Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Peru, Panamá e Uruguai. A rede virtualizada poderá se adequar ao tráfego de dados, de acordo com a demanda, e poderá ser integrada às redes legadas da Telefónica.

As empresas dizem que a tecnologia também trará agilidade ao desenvolvimento e oferta de novos produtos, facilitando a criação de negócios em internet das coisas, machine to machine, operadoras virtuais, LTE privado, e computação na borda da rede (Mobile-Edge Computing).

Fonte: (Via) Bitmagazine e Telesíntese

via Canaltech

Sensor permite controlar Netflix usando a mente

Mindflix

Se você é do time dos preguiçosos que adoram se jogar do sofá e levantar apenas para pegar mais pipoca enquanto assiste séries e filmes, com certeza gostaria de usar a Força para avançar um episódio ou escolher outro título para dar o play, certo? Pois saiba que a Netflix já pode fazer isso.

A novidade surgiu em um dos chamados Hack Days em que funcionários da empresa de streaming de vídeo têm até 24 horas para apresentar projetos malucos e diferentões relacionados ao serviço.

O resultado mais recente desse projeto é o chamado MindFlix, um sensor que permite aos usuários navegar pela Netflix usando apenas a sua mente. Fixado na cabeça por meio de uma faixa, o sensor funciona quando você mexe a cabeça para os lados para percorrer o catálogo e, em seguida, foca em um determinado título para dar o play.

https://canaltech.com.br//www.youtube.com/embed/cyMqFEJSI_U

Para chegar a este feito, os engenheiros da empresa customizaram um headband de leitura cerebral fabricado pela Muse e que, normalmente, é utilizado para orientar meditação. Na verdade, o dispositivo não está realmente lendo os seus pensamentos, mas sim detectando a atividade cerebral e usando o feedback para controlar certas ações pré-estabelecidas no sistema.

Outro produto maluco que surgiu no Hack Day foi um par de meias que capazes de pausar automaticamente a reprodução de um vídeo caso você durma. No entanto, se você já se empolgou com a novidade, saiba que a Netflix não possui planos de colocar um produto como o MindFlix no mercado tão cedo. Os projetos do Hack Day funcionam mais como um exercício para estimular a criatividade e divertir os funcionários da companhia. Mas nada impede que eles criem algo que realmente será usado pelos assinantes um dia.

Via Business Insider

via Canaltech

O que deu errado com os tablets Android?

O que deu errado com os tablets rodando com o SO Android? Será que este tipo de gadget ainda tem um futuro?

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

WhatsApp mostrará aos seus amigos onde você está em tempo real

O WhatsApp deve ganhar um recurso que permite que usuários saibam onde seus contatos estão em tempo real. Chamada de Live Location Tracking (Rastreamento de localização ao vivo), a ferramenta faz parte de uma atualização na versão beta do serviço (2.16.399 no Android e 2.17.3.28 no iPhone).

De acordo com a conta WEBetaInfo no Twitter, conhecida por seus testes com o aplicativo, a ferramenta poderá ser usada para compartilhar trajetos em um grupo — não há menção sobre o envio da localização a apenas uma pessoa.

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O Live Location Tracking virá desativado na configuração padrão. No entanto, os usuários poderão ativar o rastreamento de local em tempo real por um minuto, dois minutos, cinco minutos e até por um período ilimitado. Aparentemente, também é possível escolher quais pessoas poderão ver a localização.

Vale lembrar que o WhatsApp já tem uma ferramenta que permite que as pessoas compartilhem uma localização específica.

Como o recurso foi encontrado na versão beta do app, ele só pode ser usado por usuários selecionados. Ainda não há data para que a ferramenta fique disponível para todas as pessoas.

Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com.

via Superinteressante

Dropbox lança versão final do Paper, editor de texto que rivaliza com o Google Docs

Dropbox Paper

Em outubro de 2015, o Dropbox anunciou o Paper, serviço online para criação e edição de textos. O Google Docs (ou o Word Online) estava prestes a ter mais um rival, consequentemente. Só que o tempo foi passando e o projeto não saía da fase beta. Acabou que quase ninguém lembrava mais dele. Mas o Paper está bem vivo, tanto que acaba de ser disponibilizado em versão final. Antes tarde do que mais tarde.

O próprio Dropbox ressalta que o Paper foi desenvolvido para ser simples, mas isso não quer dizer que a novidade é pobre em funcionalidades. Todos os recursos de edição básica estão ali. Dá ainda para inserir vídeos e imagens com facilidade, integrar conteúdo de redes sociais (fotos do Instagram, por exemplo), sincronizar os documentos com agendas e notas compartilhadas, enfim.

Está bem claro que o Dropbox Paper também foi desenvolvido com foco em trabalho colaborativo. É fácil compartilhar documentos com outros usuários, assim como editá-los em grupo. Os recursos de revisão, gerenciamento e organização ajudam muito nesse ponto. Até a comunicação foi pensada com cuidado: a função de comentários é organizada de um modo que lembra um chat.

Como o nome sugere, o Paper é um editor de textos, essencialmente. Mas o serviço também oferece um modo de apresentação que quebra um galho quando você precisa de slides. Não há um modo de planilhas, porém — no máximo, você pode inserir tabelas nos documentos.

Todos os documentos são guardados automaticamente no Dropbox, como é de se esperar. Você também pode acessá-los ou gerenciá-los diretamente do desktop: o Paper é compatível com o Smart Sync (antigo Project Infinite, lembra dele?), sistema de sincronização que mostra todos os arquivos da sua conta localmente, mas baixa somente aqueles que você quer abrir.

Smart Sync

O Dropbox Paper está disponível em 21 idiomas (português do Brasil no meio) e é gratuito para todos os usuários. A integração com o Smart Sync só está disponível para clientes corporativos, mas a empresa afirma que está estudando uma maneira de liberar o recurso para usuários individuais.

Dropbox lança versão final do Paper, editor de texto que rivaliza com o Google Docs

via Tecnoblog

Cabos de fibra optica que levariam internet à Campus Party são roubados

Campus Party

A Campus Party 2017 começa hoje, mas os mais de 470 mil campuseros aguardados para os seis dias de evento não têm ideia que a organização passou por um sufoco daqueles.

É que a Telebras, responsável pela infraestrutura da CPBR2017, teve 2 km de cabos de fibra optica que seriam usados para levar internet ao Anhembi furtados. José Mendes, diretor da estatal de telecomunicações, disse em reportagem ao G1 que "o prejuízo nem foi tão grande financeiramente, mas no cronograma". As perdas, segundo ele, ficaram em torno de R$ 1 mil.

O executivo explicou que o furto ocorreu na região do Pacaembu e acabou atrasado a instalação dos equipamentos de rede, obrigando a empresa a trabalhar madrugada adentro para garantir conectividade aos participantes do evento de tecnologia, ciência e cultura nerd.

Segundo a organização da Campus Party, apesar de o evento estar repleto de equipamentos de ponta, roubos e furtos são bastante raros. "Ano passado, foi um só notebook roubado", disse Francesco Faruggia, presidente da Fundação Campus Party. Por outro lado, Tonico Novaes, diretor do evento, admitiu que houve falha da organização no caso do notebook roubado.

De acordo com ele, o notebook do campusero foi roubado enquanto estava guardado no armário do evento. Por esse motivo, a organização pagou por um novo aparelho.

A Campus Party 2017 inicia hoje, dia 31, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, e segue até o próximo domingo, dia 5 de fevereiro. Se você é um dos milhares de campuseros, pode ir sossegado que tem internet sim.

Fonte: G1

via Canaltech

LEGO lança rede social segura para menores de 13 anos

LEGO

A LEGO anunciou o lançamento de uma rede social considerada segura para menores de 13 anos. A plataforma permitirá que as crianças postem fotos de suas criações com os bloquinhos físicos e comentem as artes de outros usuários.

A restrição acontece, principalmente, na hora dos comentários. Isso porque mensagens de texto neste campo não são permitidas, mas as crianças podem usar respostas pré-escritas, emojis ou stickers personalizados da LEGO para se expressar.

Para manter as crianças ainda mais seguras, a rede social não solicita informações pessoais ou fotografias dos usuários, pois os avatares são representados por figuras de LEGO e os nomes das contas são aleatórios. Além disso, o aplicativo também não precisa que o recurso de geolocalização dos gadgets esteja ativado.

Para tentar incentivar a criatividade das crianças e a aumentar ainda mais a interação com o mundo real, o aplicativo também oferece alguns desafios de construção com os famosos bloquinhos coloridos.

Embora seja voltado para um público mais infantil, a rede social não restringe o acesso de adultos, permitindo assim que os pais também acompanhem o conteúdo que circula pela rede social.

Via BBC

via Canaltech

Uber, Amazon e Tesla aumentam gastos com lobby nos EUA em 2016

Empresas foram na contramão da maioria das outras empresas de tecnologia, que diminuíram seus gastos com lobistas no ano passado, quando houve eleição.

via IDG Now!