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Domínio duck.com é cedido pela Google ao DuckDuckGo após quase 10 anos de briga

Depois de quase uma década de disputa, a Google finalmente abriu mão do pato. De acordo com uma postagem da NamePros (maior fórum de discussão de nomes e domínios de sites do mundo), a gigante finalmente liberou para a DuckDuckGo o uso do domínio duck.com.

O domínio pertencia à Google desde 2009, quando a empresa adquiriu a On2, uma companhia especializada na redução de banda de vídeo. Durante anos, a On2 era conhecida no mercado como a Duck Corporation, e por isso era dona do domínio duck.com — e que passou a pertencer à Google após a aquisição.

Desde então, o DuckDuckGo — um buscador de páginas criado em 2008 e, portanto, um concorrente — tem tentado convencer a Google a vender o domínio. A empresa queria o domínio não apenas porque ele é incrivelmente popular (aparentemente, existe uma enorme quantidade de pessoas que, ao tentar procurar por “fuck” na internet, o autocorretor do smartphones corrige a palavra para “duck”, o que torna esse um domínio com muitos acessos), mas sim porque ele estava redirecionando para a página do Google, o que deixava os usuários do DuckDuckGo confusos.

O problema começou a ser resolvido em julho deste ano, quando um repórter da Bloomberg criticou a Google por utilizar o domínio para redirecionar ao seu buscador, chamando de prática abusiva da empresa bilionária, ao utilizar um domínio que remetia diretamente a um concorrente para trazer acessos a seu site apenas porque tinha o dinheiro e o poder para isso. Na época, um dos executivos da empresa, Rob Shilkin, disse concordar com a crítica, e o domínio deixou de direcionar para o buscador da Google e voltou a exibir o site da On2.

O Fundador da DuckDuckGo, Gabriel Weinberg agradeceu o gesto da empresa, mas continuou defendendo que a melhor solução seria que ela vendesse o domínio para sua companhia. Por enquanto, não se sabe se a Google vendeu o domínio para a DuckDuckGo ou se o ofereceu como um “pedido de desculpas” pela quase uma década na qual roubou potenciais usuários do serviço para si, já que nenhuma das empresas quis comentar o negócio, ambas apenas afirmando que o domínio não pertence mais à Google e já está redirecionando para o buscador da DuckDuckGo.

Fundada em 2008, a DuckDuckGo oferece o mecanismo de buscas que, ao contrário do Google, não cria perfis baseados em informações pessoais dos usuários e mostra os mesmos resultados para qualquer um que pesquisar os mesmos termos, ao invés de ajustá-los por região e preferências de acesso como faz a Google. Ainda que não seja completamente desconhecida e execute cerca de 25 milhões de buscas todos os dias, a empresa não está nem próxima de fazer sombra à Google, cujo buscador é responsável por 3,5 bilhões de buscas diárias.

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Após mudança na política de conteúdos, app do Tumblr retorna para a App Store

E parece que as atividades do Tumblr já estão mais ou menos se normalizando. Depois de eo app da rede social ter sido removido da App Store, acusado de promover pornografia infantil, a empresa resolveu mudar completamente sua política sobre conteúdos adultos, e a mesma empresa que há bem pouco tempo pedia que artistas trouxessem para a plataforma suas obras que envolvessem sexo ou nudez, passou então a não mais aceitar qualquer conteúdo adulto no site.

Tudo isso aconteceu em um período de apenas dez dias, mas parece que os problemas do Tumblr com a Apple estão começando a serem solucionados. Ainda que o banimento de perfis que postem conteúdos adultos só se inicie no dia 17 de dezembro, só o fato de a empresa ter habilitado um algoritmo que identifica esse tipo de conteúdo já foi o suficiente para que a Apple disponibilizasse novamente o aplicativo em sua loja.

Por enquanto, o app ainda está listado com classificação para maiores de 17 anos por conter temas que sugerem ou mostram de maneira explícita sexo e nudez, mas essa classificação deverá diminuir assim que o banimento das postagens de conteúdo adulto for iniciada. Por enquanto, parece que a única coisa que o algoritmo do Tumblr tem feito é criar algumas situações tragicômicas, como marcar como conteúdo impróprio a foto de um vaso cujo formato pode ser vagamente parecido com o de um seio feminino, conforme relata a usuária abaixo.

Ainda assim, muitos usuários ainda temem pelo futuro do site. Afinal, o Tumblr possui uma comunidade enorme de artistas que utilizam a plataforma para expor seus trabalhos que envolvem nudez, ou ainda profissionais do mercado erótico que utilizam o site para se conectar com clientes. Muitos acreditam que a saída desses conteúdos do ar possam ser o primeiro sinal de decadência que levará ao fim do Tumblr — mas isso somente o tempo irá dizer.

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YouTube removeu 1,6 milhão de canais da plataforma no terceiro trimestre do ano

E a Google continua sua guerra contra o conteúdo impróprio publicado em sua principal plataforma de vídeos. De acordo com o último relatório de Políticas e Segurança do YouTube, entre os meses de julho e setembro o site removeu 1,67 milhão de canais da plataforma, sendo a primeira vez que o YouTube divulga o número de canais removidos do serviço, e não apenas o de vídeos individuais que foram excluídos.

A empresa afirma que a maior parte do conteúdo removido (79,6%) foi por violar as políticas de spam e de conteúdo malicioso do site, e 12,6% foram removidos por conteúdos sexuais ou de nudez. Já os vídeos que foram removidos por estarem promovendo discursos de violência e ódio extremistas somaram apenas 1% dos conteúdos removidos, apesar de terem sido os que mais fizeram “barulho” nas redes sociais, principalmente em agosto, quando o canal do teórico da conspiração Alex Jones foi removido da plataforma depois de muita polêmica. A empresa ainda revelou que 80% dos vídeos excluídos foram detectados pelos algoritmos do site, e 74,5% destes foram removidos antes que pudessem ter qualquer visualização.

Ainda que a companhia esteja empenhada em garantir que suas Políticas de Segurança sejam seguidas à risca — o que inclui ter 10 mil funcionários dedicados a esse tarefa, que removel todos os vídeos que promovam violência ou qualquer tipo de preconceito — há um problema intrínseco ao aumento de conteúdos de teóricos da conspiração que é um pouco mais difícil de resolver: até o momento, a empresa não faz nada quanto a conteúdos que espalham desinformação, mas utilizam um discurso mais ameno.

Um dos casos mais famosos é o do “escândalo” Pizzagate, uma teoria que não possui um único resquício de verdade mas que foi o motivo para que um paranóico que acreditava nessa teoria atirasse em diversos clientes e funcionários de uma pizzaria em Washington, D.C. Mesmo com a comprovação de que essas mentiras podem gerar atos de violência real, se em nenhum momento o autor do vídeo incitar a violência em si (como falar que é preciso matar as pessoas, por exemplo), não há nada que o YouTube pode fazer para remover o conteúdo.

E o Pizzagate não é a única teoria absurda criada por esses canais de conspiração: durante testemunho para o Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (11), foi citada uma teoria espalhada por canais no YouTube que afirmava que Hillary Clinton e outros políticos e celebridades ligadas ao Partido Democrata conduziam rituais nos quais matavam e bebiam o sangue de crianças. Perguntado sobre o que poderia fazer quanto a esse tipo de conteúdo sendo promovido por seu site, o CEO da Google, Sundar Pichai, se esquivou do assunto, dizendo apenas que tem se esforçado para conter campanhas de desinformação, mas que ainda há muito a ser feito. E, se eventos como o tiroteio na pizzaria começarem a se tornar comuns, o YouTube pode se ver segurando uma bomba difícil de desarmar sem sofrer danos.

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MeadiTek lança o Helio P90, processador 4x mais rápido do que seus antecessores

A MediaTek anunciou nesta quinta-feira (13) o lançamento do Helio P90, novo processador da empresa que conta com a APU 2.0, uma nova arquitetura proprietária que tem como objetivo intensificar o processamento de aplicações de IA.

O chip conta com sistema octa-core desenvolvido com dois processadores ARM A75 de 2.2GHz e seis processadores A55 de 2GHz. O dispositivo ainda possui uma GPU PowerVR GM 9446 da Imagination Technologies, além da tecnologia CorePilot da MediaTek, que garante um processamento mais eficiente em seus núcleos.

Estas melhorias fazem com que o Helio P90 proporcione um nível de experiência quatro vezes maior do que os modelos anteriores do chip, o que permite realizar tarefas intensivas de aplicações de IA e obter resultados mais precisos e em menos tempo, além de ampliar o tempo de funcionamento de um smartphone sem precisar recarregar a bateria.

A tecnologia do Helio P90 não só permite experiências complexas e dinâmicas de IA (como a detecção de poses humanas) como também pode ser usada em conjunto com o Google Lens, permitindo aplicações como detecção facial de aprendizagem profunda, embelezamento em tempo real, identificação de objetos e cenas, aplicações de realidade aumentada (RA) e aceleração de realidade mista (RM), além de outros recursos em tempo real para vídeos e fotos. O chip também permite a criação de aplicações de IA utilizando alguns dos frameworks mais comuns do mercado, e é totalmente compatível com a API de redes neurais do Google Android.

Além disso, o Helio P90 permite fazer os melhores registros utilizando câmeras de 48 MP ou câmeras duplas de 24+16 MP, oferecendo aos usuários os recursos mais avançados de fotografia para smartphones existentes no mercado. Com o chip, é possível efetuar gravações em até 30 quadros por segundo, ou então usar o recurso de câmera lenta para não perder nenhum momento. O dispositivo também deverá ajudar os profissionais de fotografia, pois permite o processamento de arquivos RAW de 14 bits e YUV de 10 bits, fornecendo maior flexibilidade para registrar e processar imagens.

A MediaTek ainda não divulgou quais modelos de smartphones utilizarão o Helio P90, mas já adiantou que os primeiros aparelhos a utilizarem o processador chegarão ao mercado durante o primeiro trimestre de 2019.

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Trailer da 2ª temporada de Star Trek: Discovery mostra chegada de Spock à trama

A segunda temporada de Star Trek: Discovery tem data de estreia marcada para o dia 17 de janeiro no CBS All Access, o serviço de streaming da emissora. E, nesta quinta (13), a CBS liberou o trailer completo da segunda parte da trama, que recebe o icônico Spock sendo interpretado, pela primeira vez, pelo ator Ethan Peck.

A expectativa é grande; afinal, interpretar um personagem tão lendário do universo da ficção científica como o meio-humano e meio-vulcano Spock não é para qualquer um. Na segunda temporada, a tripulação da nave Discovery, em parceria com o capitão Pike, investigará sete sinais incomuns, e terão de lidar com a chegada do misterioso Red Angel (Anjo Vermelho), quem aparentemente trouxe avisos de que “algo ou alguém” está tentando acabar com a vida senciente em toda a galáxia.

VIDEO

E, claro, Spock se torna um aliado vital para a tripulação da Discovery, ainda que entre em atrito com sua irmã adotiva, a comandante Michael Burnham, porque ela teima em enfrentar os desafios por conta própria, tomando decisões sem consultar ninguém em primeiro lugar — algo que Spock, naturalmente, considera ilógico.

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Vale lembrar que, no final da primeira temporada (atenção, se você ainda não assistiu à primeira temporada de Star Trek: Discovery, o conteúdo a seguir pode conter spoliers!), o passado e o futuro da franquia se aproximaram, quando a tripulação da Discovery encontra a USS Enterprise e seu capitão, Christopher Pike. Star Trek: Discovery é um prequel da série clássica de Star Trek, veiculada nos anos 1960, e sua linha do tempo se passa aproximadamente dez anos antes da missão original do capitão Kirk, da série clássica, que herdou o comando da nave Enterprise de seu ex-capitão Pike — justamente o capitão Pike que aparece em Star Trek: Discovery.

Ainda pouco se sabe sobre como a tripulação da Discovery enfrentará os novos desafios da segunda temporada, e também não está muito clara a extensão da participação de personagens lendários como Spock e Pike na trama, o que pode mudar a hierarquia a bordo da Discovery, e como essas relações interferem nos relacionamentos da tripulação da nave Enterprise. Mas vale lembrar que vem mais Star Trek por aí, com a CBS desenvolvendo outros quatro shows, incluindo um que trará de volta às telinhas o também icônico capitão Jean-Luc Picard, de Star Trek: The Next Generation — que será novamente interpretado por Patrick Stewart, por sinal.

Fonte: Engadget

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Eleições e Copa do Mundo lideraram as buscas no Google em 2018

Como acontece todos os anos, a Google divulgou nesta quarta (12) quais foram os termos mais procurados no buscador da empresa por usuários aqui do Brasil e, como esperado, eles tiveram bastante relação com o que acontecia no país e no mundo fora da internet.

Como podemos imaginar, as eleições de 2018 tiveram bastante influência nos termos mais buscados. “Eleições 2018” e o nome dos candidatos “Jair Bolsonaro” e “Fernando Haddad”, além do ex-presidente “Luiz Inácio Lula da Silva”, aparecem entre os dez assuntos mais procurados no Google. Mas a política também pode ser encontrada em vários outros tópicos: “por que votar no Bolsonaro?”, “por que não votar no Bolsonaro?”, “por que o Amoedo não participa dos debates?”, “o que é facismo?”, “o que é intervenção militar?” e “o que é Ursal?” estão entre as perguntas que mais foram feitas pelos usuários em 2018, o que mostra bem como a política esteve presente no interesse da população.

Mas existiu um outro assunto que foi ainda mais pesquisado do que as eleições: a Copa do Mundo de 2018. O maior campeonato de futebol entre seleções não apenas liderou a lista de eventos, mas também foi o termo mais buscado no geral. Além disso, os craques do torneio também ficaram entre os termos mais procurados do ano, e os únicos da lista dos dez atletas mais procurados que não jogaram o mundial foram o lutador de MMA Lyoto Machida e o atacante do Flamengo Henrique Dourado. Curiosamente, Neymar não ficou este ano entre os atletas mais buscados pelos usuários no Google, mas pesquisas sobre o jogador caindo e rolando no gramado ficaram no quinto lugar das pesquisas mais populares do ano.

Outro evento que teve bastante procura foi a Greve dos Caminhoneiros, que não só foi o terceiro acontecimento do ano mais procurado no site, como também colocou “como fazer gasolina?” na lista das perguntas mais feitas pelos usuários.

Já entre os filmes, o longa de terror A Freira superou o número de procuras de outros grandes lançamentos do ano, como Deadpool 2, Vingadores: Guerra Infinita e Pantera Negra. Já entre as séries, La Casa de Papel continua sendo a preferida entre os brasileiros, e encabeça a lista das mais buscadas, sendo seguida de perto por Elite (drama adolescente que conta com vários dos atores de La Casa de Papel). Agora, entre as personalidades que não estão ligadas à política, a único que conseguiu aparecer na lista dos dez termos mais buscados de forma geral foi o quadrinista Stan Lee, cuja morte neste ano foi a grande responsável pelo aumento das buscas por seu nome.

Os dados do Google também mostram que o brasileiro se esforçou para ser alguém responsável neste ano, e algumas das dúvidas mais pesquisadas foram “como fazer slime” (um brinquedo que se tornou febre entre as crianças) e “como fazer declaração de Imposto de Renda 2018”. Outro dado curioso é que, neste ano, a Copa São Paulo de Futebol Junior (campeonato semi-amador, com times formados por apenas por jogadores menores de 20 anos) teve mais procura do que o Campeonato Brasileiro (principal torneio de futebol do país).

Mais dados sobre o que foi procurado no Google em 2018 podem ser acessados no Google Trends.

via Canaltech

SEGA Classics com 15 jogos chega ao Fire TV Stick, da Amazon

O SEGA Classics, plataforma em que a empresa disponibiliza parte dos seus principais games, agora está também no Amazon Fire TV Stick O serviço já era disponível para smartphones e Nintendo Switch, e agora também chega ao dongle da Amazon.

Com ele, os usuários podem jogar 15 games clássicos da SEGA usando apenas o sistema do Fire TV Stick, sem ter que comprar um console, joystick ou trocar entradas HDMI.

O Fire TV Stick é o dongle da Amazon que conta com apps de execução de vídeo e áudio, além de jogos. Assim como o Chromecast, é um aparelho do tamanho de um pendrive que se coloca na entrada HDMI da TV e permite acesso a conteúdos de informação e entretenimento além do que o televisor tradicionalmente é capaz de sintonizar.

Com o SEGA Classics, o usuário tem acesso aos seguintes jogos:

  • Sonic the Hedgehog
  • Sonic the Hedgehog 2
  • Sonic CD
  • The Revenge of Shinobi
  • Ristar
  • Golden Axe
  • Beyond Oasis
  • Decap Attack
  • ESWAT: City Under Siege
  • Street of Rage
  • Street of Rage II
  • Street of Rage III
  • Gunstar Heroes
  • Dynamite Headdy
  • Dr Robotnik’s Mean Bean Machine
  • Columns
  • Bio-Hazard Battle
  • Comix Zone
  • Alien Storm
  • Bonanza Bros
  • Golden Axe II
  • Golden Axe III
  • Gain Ground
  • Altered Beast
  • Sonic Spinball

Vale lembrar que o aplicativo SEGA Classic custa R$ 54,99 na loja da Amazon, oferecendo acesso a todos os jogos listados acima.

via Canaltech

Os melhores apps Android da semana (13/12/2018)

Neste fim de ano da Google Play, a plataforma está recheada de novos apps gratuitos e alguns outros pagos. Nesta semana, separamos algumas novidades em jogos atualizados, apps com novas propostas de mobilidade urbana e utilitários para pintura e leitura de documentos.

1 – Libras

 

Bom, o nome já entrega para serve este programa. Ele é voltado a ensinar pessoas a se comunicarem pela Linguagem Brasileira de Sinais.

Ele é bem simples: oferece imagens dos movimentos que precisam ser feitos com as mãos e lista uma série de ações que podem ser encurtadas com os movimentos. Contudo, poderia ser mais aprimorado com vídeos e outras explicações.

Quem quiser aprender Libras com este app terá que investir R$ 0,99, um preço justo pelo que o programa oferece. Ele está disponível na Google Play para usuários com Android acima do 4.0.3.

2 – Mova

Foto: Divulgação/Google Play

Este é o app que é concorrência da Uber no nordeste. Criado por um trio de Pernambuco, o serviço funciona de forma semelhante de transporte por aplicativo. Contudo, cobra apenas uma taxa fixa do motorista de R$ 1 por corrida e não cobra taxa de cancelamento, nem faz preço variável para o usuário.

A ideia é uma iniciativa ainda incipiente e recém-lançada (até por isso, aparece nesta lista). Dessa forma, está disponível apenas em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), mas há projetos futuros de expansão. Caso queira conhecer mais sobre o projeto, há uma reportagem no Canaltech sobre a história de criação deste programa.

O Mova é gratuito para instalação, mas as corridas são taxadas. Ele pede Android 4.2 ou acima para funcionar.

3 – Pokémon Go

Foto: Divulgação/Google Play

O primeiro jogo da nossa lista não é bem uma novidade em si. Ele aparece aqui pois recebeu uma das suas maiores atualizações recentes. Agora, os treinadores pokémon de todo mundo podem fazer batalhas entre si.

O modo multiplayer competitivo foi adicionado há pouco pela Niantic e era um dos pedidos mais aguardados dos fãs. Com ele, você pode colocar seu monstrinho em batalha com outro treinador, com sistema de golpes em tempo real (não em turnos como acontece nas versões de consoles e portáteis da Nintendo).

Pokémon Go é um jogo gratuito e está disponível para usuários com Android 4.4 ou acima.

4 – All Languages

Foto: Divulgação/Google Play

Este programa utiliza o sistema de realidade aumentada para traduzir textos usando a câmera do smartphone. A proposta é que você aponte o aparelho para uma determinada mensagem, para então o app reconhecer o texto apresentado e devolver um significado para o que está escrito.

O app é gratuito e pede Android 4.0.3 ou acima.

5 – PDF Reader & editor

Foto: Divulgação/Google Play

Para você que estuda e sempre recebe arquivos digitalizados, este app é uma boa dica. Ele permite não só que você abra arquivos em PDF, mas também possa fazer edições em cima dos textos.

Ele oferece ferramentas de edição simples, como escrever livremente, fazer algumas anotações em comentários, sublinhar e grifar textos. Todos os comentários podem ser salvos e enviados para outros usuários, caso você queira também.

Este app é gratuito e exige que você tenha Android acima do 3.2.

6 – Hearthstone

 

Hearthstone é jogo de cartas inspirado nos universos criados pela Blizzard. O jogo não é bem uma novidade, mas entra na nossa lista por conta de uma nova expansão, chamada de Ringue do Rastakhan.

Esta nova expansão é inspirada em um universo de trolls e traz 135 novas cartas para o jogo, com mecânicas, tipos atualizados e ainda novos lendários.

Assim como as outra atualizações do game, essa é gratuita. Hearthstone pede Android 4.0.3 para funcionar.

7 – Limitless Paint

Foto: Divulgação/Google Play

Quem gosta de fazer anotações em escrita à mão pode ter dificuldade em encontrar bons apps para isso. Embora o Limitless Paint seja voltado a desenhos de sketchs, ou seja, pequenos rascunhos, pode ser também aproveitado para quem quer transformar um tablet em um caderno digital.

Ele oferece fundos pautados, para escrita em linha, e até mesmo quadriculados para ajudar a formar gráficos e planos cartesianos. Ainda, por oferecer poucas ferramentas é bastante leve.

O principal problema dele, contudo, pode ser o preço. Ele custa R$ 10,99 na Google Play, o que pode ser caro para o que oferece. Contudo, se você está interessado em uma aplicação assim, pode valer a pena. Ele exige android 4.1 ou acima.

8 – Office for Android

Foto: Divulgação/Google Play

Quando a gente precisa abrir um arquivo rápido ou apenas fazer uma modificação leve em um documento do Word, por vezes, precisa correr para um computador. Bom, a proposta deste app é permitir que você abra e edite arquivos em formatos do pacote Office, como Word, Excel, Power Point e outros de forma rápida para algumas poucas alterações.

O programa funciona bem, embora criar coisas muito complexas possa ser realmente difícil pela falta de melhor controle.

O programa é gratuito e funciona em aparelhos com Android 4.0 ou acima.

9 – Classic KLWP

Foto: Divulgação/Google Play

Se você é daqueles que gostam de modificar a carinha do seu smartphone aqui vai uma dica para deixar o seu device diferente. Para quem não sabe, o KLWP é um termo relacionado a Kustom Live Wallpaper, o que significa que você tem um fundo de tela que funciona de forma interativa.

No caso deste classic, ele dispõe na tela uma série já de funcionalidades como temperatura, nível da bateria e interação com o Spotify. A ideia é simular uma espécie de rádio militar, dando uma cara de walkie-talkie para seu aparelho.

Este KLWP custa R$ 4,39 na Google Play e pede Android 5.0 ou acima.

10 – Languinis

 

Nossa lista se fecha com um jogo bacana para soltar na mão da criançada. Languinis é um game de palavras para incentivar o vocabulário. A ideia é encontrar o maior número de palavras em um sistema de puzzle. Quando o jogador encontra uma palavra, ele aciona poderes que ajudam a encontrar outros termos na plataforma.

Outra parte bacana é que se pode escolher a língua do jogo, claro, também disponível em português. Contudo, se a proposta é dar uma afiada no inglês, ele pode ser uma boa pedida.

O Languinis é gratuito e exige Android 4.1 ou acima.

via Canaltech

Instagram | Veja hashtags mais citadas no Brasil e no mundo em 2018

O Instagram apresentou nesta quinta-feira (13) a sua retrospectiva do ano com dados sobre a plataforma. Os dados mostram que brasileiros estão entre o top 5 com mais postagens sobre Carnaval, Copa do Mundo, e muito #tbt (sigla para "Throwback Thursday", com as quintas-feiras sendo o dia oficial de relembrar o passado na rede social, postando aquelas fotos "das antigas").

Tendências mundiais

Por conta da Copa do Mundo, a Rússia foi destaque de publicações neste ano, sendo que Moscou foi a cidade com mais posts. São Paulo aparece em quarto lugar, como a primeira e única cidade brasileira no top 5.

As principais tendência foram o ASMR, aquele tipo de áudio quase sussurrado que traz uma resposta sensorial no usuário. Em termos de hashtags, Fortnite, o game do momento, também tomou conta do Instagram com o maior crescimento em citações.

Outros destaques foram para os movimentos sociais com as hashtags #metoo (1,5 milhão de citações, trazendo relatos de mulheres que haviam sido abusadas); #timeisup (597 mil citações, sobre a queda de artistas abusadores na indústria do entretenimento), e #marchforourlives (562 mil citações, uma movimentação de estudantes contra o porte de arma nos Estados Unidos).

Ainda, há destaque na cultura pop para o grupo coreano BTS, sendo o fandom mais citado com a #btsarmy. Veja outros dados mundiais:

  • Efeito de câmera mais usado no Stories: Corações
  • Adesivo de GIF mais usado no Stories: Coração do Instagram (por Arata)
  • Número de vezes que o emoji foi usado nos comentários: 14 bilhões
  • Geolocalização mais feliz no mundo (com maior uso do emoji na legenda): Disneyland Tóquio
  • Principal tendência da comunidade: ASMR
  • Hashtag com maior crescimento: #fortnite
  • Maior Fandom: BTS (#btsarmy)
  • Principais hashtags de movimentos sociais: #metoo (1.5 milhão), #timesup (597K), #marchforourlives (562K)

Top 5 geolocalizações do mundo:

  • Moscou, Russia
  • Nova York, Estados Unidos
  • Londres, Reino Unido
  • São Paulo, Brasil
  • Los Angeles, Estados Unidos

Brasil

Em falando da nossa terrinha, o universo muda um pouco. Por aqui, as hashtags mais citadas não têm relação com jogos, e a primeira da lista é o #tbt. Com pensamento positivo, o brasileiro mais postou com hashtags relacionadas a amor e positividade.

Na lista das que mais cresceram este ano, as principais hashtags são sobre os dois maiores eventos do país: a Copa do Mundo e o Carnaval. Destaque também para #Brasil que se aflorou com as eleições deste ano.

Veja a lista completa:

Top 5 localizações mais marcadas no Brasil

  • São Paulo, Brazil
  • Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
  • Salvador, Bahia, Brazil
  • Belo Horizonte, Brazil
  • Fortaleza, Brazil

Top 5 Hashtags mais usadas no Brasil

  • #tbt
  • #love
  • #brasil
  • #amor
  • #instagood

Top 5 hashtags que mais cresceram no Brasil

  • #brasil
  • #modafeminina
  • #carnaval2018
  • #copadomundo
  • #lookdodia

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Cientistas descobrem regras simples que permitem edição precisa de genes humanos

Uma equipe de cientistas do Francis Crick Institute, na Inglaterra, descobriu que uma regra simples pode ser aplicada à técnica CRISPR de edição genética, permitindo uma edição precisa nos genes humanos. Tais regras podem ajudar a melhorar a eficácia e a segurança da técnica tanto em laboratório, quanto na medicina clínica.

Ainda que a técnica CRISPR já venha sendo empregada amplamente em estudos, a tecnologia é dificultada pois o resultado da edição do genoma acaba sendo imprevisível, em muitos casos, resultando em deleções aleatórias ou inserções de regiões de DNA indesejadas. Então, para que a técnica seja aplicada com a devida segurança fora dos laboratórios, é preciso ter certeza de que será possível prever, com precisão, como o DNA será modificado. E parece que foi exatamente isso o que a equipe em questão conseguiu realizar.

Conforme explica Paola Scaffidi, líder do grupo que realizou ou estudo, "até agora, a edição de genes com CRISPR envolvia muitas adivinhações, frustrações, e tentativa e erro; os efeitos do CRISPR foram considerados imprevisíveis e aparentemente aleatórios, mas analisando centenas de edições, ficamos chocados ao descobrir que existem padrões simples e previsíveis por trás de tudo". Também segundo a cientista, "isso mudará fundamentalmente a maneira como usamos o CRISPR, permitindo-nos estudar a função do gene com maior precisão e acelerar significativamente nossa ciência".

As tais regras descobertas pela equipe dependem principalmente de uma "carta" genética que ocupa uma posição específica na região que é conhecida como RNA-guia, para direcionar a enzima Cas9, chamada de tesoura molecular. Os RNAs-guias são moléculas sintéticas que são compostas por cerca de 20 letras genéticas (A, T, C, G), que se ligam a uma seção específica do DNA do gene-alvo. Cada uma dessas letras genéticas tem um parceiro complementar — por exemplo, a letra A se liga à T, enquanto a C se liga à G. Então, o RNA-guia age como um "gancho" para que as letras de liguem.

Já a enzima Cas9 "varre" o genoma até encontrar sua região de interesse, e quando o RNA-guia coincide com a sequência correta de DNA, a Cas9 é aderida e corta o DNA, que é quebrado e, então, aceita a inserção ou exclusão de parte do código genético. E, no estudo em questão, os pesquisadores descobriram que o resultado de uma edição específica depende da quarta letra do final do RNA-guia.

Ainda, a equipe descobriu que se a "carta" é uma letra A ou T, a inserção genética será muito mais precisa, enquanto a letra C permite uma deleção relativamente precisa, e a G é a letra que leva a exclusões imprecisas. Sendo assim, basta evitar trechos do código contendo a letra G para que a edição do genoma seja mais previsível.

"Ao considerar essas regras para projetar nossos RNAs-guias, podemos maximizar as chances de obter o resultado desejado de uma edição de gene específica, o que é particularmente importante em um contexto clínico", declarou o Dr. Anob Chakrabarti, que participou do estudo.

via Canaltech