Cansou de chatos no Facebook? Você poderá colocá-los para dormir

O Facebook está testando um botão soneca para usuários na rede social. O recurso funcionaria nos moldes da soneca para conversas no Messenger, permitindo que o usuário escolhesse não ver publicações e atividades de contatos específicos.

A informação foi confirmada pelo próprio Facebook ao site TechCrunch. “Estamos testando novas maneiras de dar controle sobre o Feed de Notícias às pessoas”, afirmou a empresa.

Quando avistado dentro da rede social, o recurso dividia espaço com a função de deixar de seguir uma pessoa ou página—lá dentro do menu de uma publicação, onde é possível denunciar ou salvar um conteúdo.

Ao interagir com uma publicação de EXAME, por exemplo, o usuário terá a opção de deixar de seguir a nossa página ou ativar o modo soneca.

A soneca tem tempo pré-determinado. O usuário poderá escolher silenciar aquela pessoa ou página por 24 horas, 7 dias ou 30 dias. Como você percebe, algo parecido com o que é possível fazer com conversas no Messenger.

O recurso foi avistado em testes. Isso não significa que ele será de fato implementado e poderá ser usado por usuários—muitas vezes, esses testes não chegam ao produto final.

De qualquer maneira, o Facebook tem se esforçado em dar ferramentas e recursos ao usuário para que ele tenha mais controle sobre quem ou o que aparece em seu Feed de Notícias.

Este conteúdo foi publicado originalmente em Exame.com

via Superinteressante

Novo ataque usa “função secreta” do Word para obter dados do dispositivo

Pesquisadores da Kaspersky Lab identificaram em disseminação na web um novo tipo de ataque via arquivos de texto do Microsoft Word. Inicialmente, softwares antivírus não identificavam a novidade como maliciosa pois ela não trazia nenhum segmento de código conhecido como mal-intencionado. Mas isso acontecia porque o objetivo do documento não era infectar a máquina, mas sim obter informações detalhadas sobre o software dela.

Os criminosos usavam técnicas de phishing sofisticadas para convencer as vítimas a baixar e abrir um arquivo do Word. Assim que isso era feito, o documento, cuidadosamente produzido, ativava a “função secreta” IncludePicture do editor da Microsoft. Combinando isso a uma série de links apontando para um segmento de código PHP, os criminosos eram capazes de coletar informações detalhadas sobre todo o software instalado no dispositivo, incluindo a versão do Microsoft Office, do sistema operacional, de programas de antivírus, e por aí vai. O IncludePicture tornava vulnerável o Windows (mobile e desktop), o Android e o iOS.

Eles poderiam desenvolver um malware ou outro tipo de ataque extremamente personalizado para a vítima

Esses dados eram enviados para os criminosos e, com isso, eles poderiam desenvolver um malware ou outro tipo de ataque extremamente personalizado para a vítima. A ideia era provavelmente aumentar a taxa de sucesso e, com isso, focar em personalidades famosas ou em executivos em altos postos de grandes empresas.

O IncludePicture do Word pode ser considerado “secreto” no Word porque não há nenhuma descrição oficial sobre como ele funciona ou o que exatamente ele é capaz de fazer no software. Também não há relatos do uso dessa ferramenta para nenhuma atividade prática, além da possiblidade de ser explorada por cibercriminosos. Isso foi inclusive uma das razões que dificultou a identificação do problema pelos pesquisadores.

includepictureIncludePicture continha link suspeito

Se você desejar obter os detalhes técnicos mais profundos de como a falha foi identificada, confira a publicação detalhada da Kaspersky aqui. Caso você esteja apenas preocupado com a possibilidade de ser atacado, certifique-se de que seu sistema operacional, antivírus e Office estejam devidamente atualizados, pois é muito provável que a Microsoft já tenha enviado uma correção para o problema, uma vez que a Kaspersky não tornaria isso público caso ainda houvesse risco.

via Novidades do TecMundo

Curso Company Creation quer ajudar alunos a tirar negócios do papel

Quer concorrer a uma vaga de estágio na Itália, com tudo pago, para botar a mão na massa e tirar o seu plano de negócios do papel? É essa a proposta do Company Creation, um curso feito em parceria com o Instituto Planet e a StarBoost Academy. As empresas estão trabalhando em conjunto para desenvolver a smart city social Laguna, localizada em Croatá, mais precisamente na BR-222, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. 

Para concorrer ao estágio é preciso ser maior de 18 anos, residir em qualquer lugar do Brasil e deve inscrever ideias de negócios em estágio pré-operacionais, ou seja, que ainda não possuam registro (CNPJ) e faturamento.

Os temas exigidos são: serviços ligados aos cuidados com ambiente/gestão de rejeitos e da água; serviços de gestão e manutenção das habitações; de âmbito local ligados à família (cuidado com crianças, idosos e animais domésticos); que incentivem a micromobilidade; ou destinados aos segmento de alimentos, educação, lazer e atividade física e cultura. “Quem participa do concurso tem de ter uma ideia estruturada e ela deve servir para cidade inteligente”, afirma Daiany França, consultora do Instituto Planet, em entrevista ao The BRIEF.

Oportunidade para quem também não tem uma ideia pronta

O curso Company Creation em si é voltado não apenas para aqueles que já possuem uma ideia formada sobre o que quer desenvolver. Mas também para pessoas que sequer sabem por onde começar.

“É para pessoas que estão em fase de concepção. Para quem já tem a sua ideia, tentou colocar em prática, mas fracassou ou não obteve os resultados esperados”, aponta a executiva. Dessa forma, a ideia com as aulas é “tentar entender o porque que não consegue prosperar nos negócios. E para quem não tem ideia nenhuma e quer sair com uma atitude empreendedora”.

A ideia, ainda de acordo com a executiva, é ter realmente um público diverso, para trazer ainda mais aprendizados. “O que sabe mais pode colaborar com quem sabe menos e vice-versa”, ressalta Daiany.

O curso conta com a metodologia da StarBoost, que é desenvolvida por especialistas italianos. Já para as aulas no Brasil, Daiany ressalta que haverá algumas novidades bem interessantes. “Danielle [Alberti, fundador e CEO da StarBoost] já desenvolve esse projeto em Torino e meses atrás estávamos discutindo sobre o movimento de empreendedorismo, como incentivar e juntar o que já existia com a necessidade local”, conta ela. Dessa conversa, surgiu a ideia de trazer o curso para cá. “Considerando que o método é feito por italianos e para italianos, aderimos então a um Company Creation com características locais. Cada aula será uma surpresa que não está no programa original – tudo desenvolvido por nós”, comemora.

Alguns dos participantes do Company Creation também irão ter a oportunidade de concorrer à vaga do estágio em Torino, caso a ideia que eles apresentaram durante o curso esteja de acordo com o procurado (que são projetos que possam ser implementados dentro da smart city Laguna).

É válido ressaltar que o curso e o concurso possuem inscrições separadas. As aulas começam no dia 25 de setembro, e vão até dezembro, quando a última fase antes do estágio entra em ação.

Por dentro do Company Creation

A metodologia StarBoost trabalha alguns aspectos específicos para o desenvolvimento de lideranças. Daiany destaca, dentre elas, a criação em equipes: “trabalhamos bastante o conceito de que sozinho vai ser muito mais difícil conquistar o que se pretende”, comenta. Dessa forma, o curso busca trazer ferramentas que mostram aos futuros empreendedores maneiras para encontrar pessoas que possam contribuir com o seu negócio.

Outro item salientado pela executiva é apresentação de pitches. Daiany comenta que o módulo final aborda esse assunto, fornecendo treinamentos sobre “como preparar bem o meu pitch”, por exemplo.

A partir do segundo módulo, as aulas também irão contar com convidados especiais, como aceleradoras, que dominam o mercado de startups e podem ajudar os alunos a aprenderem sobre proposta de valor, como prosperar em ambientes adversos, entre outros assuntos relevantes.

Já o estágio na Itália é voltado para mentoria, para “tornar o negócio praticável, de fato”, comenta Daiany. “A ideia é voltar de Torino com fase de implementação”, completa. O curso terá, a princípio, duração de uma semana, mas ainda não tem data definida.

“Temos um lema que é transformar pessoas em pessoas transformadoras”, ressalta Daiany. O objetivo da iniciativa, portanto, é “desvendar os potenciais de desde aquele que tem ideia, até aquele que não sabe o que tem de bom a oferecer”, aponta a executiva, ressaltando que esse tipo de visão é conhecida como atitude maker. “Queremos transformá-los em makers”, ou seja, no fim os alunos devem sair com atitude de gente que faz e se torna protagonista.

via Novidades do TecMundo

O iPhone X é caro, bem caro, e os problemas e demanda podem ser a resposta

O iPhone X foi apresentado pela Apple na semana passada e ele tem aquele preço nas alturas: parte de US$ 999 chegando até US$ 1.149. Infelizmente, uma grande marca ultrapassou a barreira dos US$ 1 mil por um smartphone — e o medo de que isso vire tendência é crescente.

Uma das questões que estão pairando sobre o novo iPhone X é o motivo do preço alto: será que as peças, produção e pesquisa e desenvolvimento realmente justificam os US$ 1 mil? Até o momento, não se sabe se o público engoliu bem: as vendas do novo smartphone começam apenas nos primeiros dias de novembro.

Ao colocar um preço de US$ 999 e lançar novos iPhone 8 e iPhone 8 Plus no mesmo dia, a Apple está “moderando” a demanda pelo iPhone X

De acordo com o The Wall Street Journal, a resposta para a pergunta acima está ligado aos seguintes fatos: datas de entrega apertadas, desafios no design, problemas na produção e até as encomendas.
O jornal conversou com um ex-funcionário da Samsung, chamado Asokan Ashok, que comentou o seguinte: “O mecanismo de encomendas, no qual os consumidores indicam a intenção de comprar um produto antes das vendas iniciarem, fornece dados iniciais que são essenciais para prever a demanda por um dispositivo e a distribuição da demanda pelas diversas configurações — e ambas as coisas são difíceis de prever antes da encomenda”.

Ou seja: com uma grande mudança no hardware e design, os consumidores iriam aumentar consideravelmente a demanda. Contudo, ao colocar um preço de US$ 999 e lançar novos iPhone 8 e iPhone 8 Plus no mesmo dia, a Apple está “moderando” a demanda pelo iPhone X, nota o Wall Street. 

O que você acha? Colocar um preço alto no iPhone X foi uma maneira de moderar as entregas e não faltar aparelho nas prateleiras? Dê a sua opinião nos comentários.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Facebook expande oportunidades de monetização no Brasil com Audience Network

O Facebook anuncia hoje a expansão de sua plataforma de anúncios com o Audience Network para o Brasil, trazendo novas possibilidades de monetização para marcas e veículos de comunicação dentro e fora da plataforma. O Audience Network vai permitir que anunciantes expandam suas campanhas…

via Hardware.com.br

Furukawa Electric anuncia investimento para expansão da produção de fibras e cabos ópticos

No Japão, o grupo Furukawa Electric aprovou um investimento de US$ 150 milhões em dois anos, que serão destinados à expansão da produção de fibras ópticas e de cabos ópticos, principalmente nos Estados Unidos e Europa, por intermédio das operações de sua subsidiária OFS.
A meta é praticamente do…

via Hardware.com.br

Motorola confirma que o Moto G4 Plus também receberá o Android 8.0 Oreo

Após uma forte pressão a Motorola confirmou que o Moto G4 Plus também receberá a nova versão do Android, o 8.0 (Oreo). A princípio esse modelo estava fora da lista, mas devido as críticas de que a companhia estava fazendo propaganda enganosa, o update virá.
O Moto G4 foi vendido com a promessa d…

via Hardware.com.br

A história do iPhone, o celular revolucionário da Apple [vídeo]

O iPhone faz dez anos em 2017 e ganhou uma edição toda especial, o iPhone X. Aqui no TecMundo, a gente também vai homenagear o telefone da Apple com o mais novo capítulo da série de história da tecnologia.

Você vai saber como veio a ideia pro iPhone, por que ele é tão importante para a indústria — inclusive para quem odeia a marca ou os produtos da Maçã — e quais são os destaques de cada uma das versões.

Uma péssima ideia?

A produção do iPhone começa em 2004, três anos depois da Apple revolucionar o mercado da música com o iPod. Nesse ano, como um teste, ela lança com a Motorola o celular Rokr com iTunes embutido. O resultado foi muito ruim e, nessa época, ninguém da Maçã (especialmente Steve Jobs) via um smartphone próprio como uma boa ideia. A semente da ideia, entretanto, estava plantada.

Vários celulares diferentes

Para contextualizar, é preciso entender como era o mercado antes do iPhone. Os modelos de Nokia, Samsung, Sony Ericsson, BlackBerry e Motorola dominavam, mas tavam muito parecidos uns com os outros. O Symbian era o sistema operacional dominante, internet rápida no telefone era lenda e o sonho de ter um computador no seu bolso era só pro usuário hardcore.

O projeto tinha o codinome Purple e ficou em sigilo. Ele teve vários protótipos e até começou como um tablet. A Apple foi aos poucos recrutando funcionários de vários setores e nem contava direito no que eles iriam trabalhar.

“E mais uma coisa…”

Superando muitos bugs de última hora, o iPhone foi apresentado por Steve Jobs em janeiro de 2007 com características que viram padrão: nada de teclado físico, o “pinçar para zoom”, multitoque e acelerômetro.

Steve Jobs segurando telefone.

Esse primeiro modelo foi vendido a partir de 29 de junho com seguintes especificações: tela de 3,5 polegadas, câmera traseira de 2 MP, até 8 GB de armazenamento e 128 MB de RAM, fora conectividade GSM e EDGE. A fabricação já era da Foxconn.

Nada incrível, certo? É que o grande destaque dele, e essas foram palavras do próprio Jobs no evento, era juntar “telefone, iPod e um comunicador com a internet em um só produto”.

O iOS ainda se chamava iPhone OS e era tido como uma miniatura do Mac OS X. A App Store só abriu em 2008, mas parceiros já faziam apps pro sistema. A integração com iTunes e outros serviços era a cereja do bolo. A crítica curtiu, apesar das falhas e do preço, e o público fez aquelas filas nas lojas. Hoje em dia, o iPhone 1 é vendido por uma grana em sites como o eBay.

Várias fotos de iPhones

E é preciso dar os devidos créditos aqui a vários funcionários da Apple, não só o Steve Jobs, que claro que tinha boas ideias e dava a palavra final. Tem Tony Fadell, que é pai do iPod; o designer Jony Ive; e o grande desenvolvedor do iOS, Scott Forstall, entre muitos outros.

A família crescendo

O sucessor foi o iPhone 3G, que trouxe o novo modelo de internet móvel, fora GPS e um corpo arredondado de policarbonato no lugar de alumínio. Ele foi o primeiro iPhone que chegou ao Brasil, em setembro de 2008, e começou a escolha entre cores branca e preta.

Aliás, aqui no Brasil, a Apple teve dor de cabeça por causa do nome. A Gradiente registrou uma marca Iphone com “i” maiúsculo” em 2000 e depois que a Apple chegou ao país brigou na justiça pelo nome. A guerra foi longa e o iPhone da Gradiente que saiu em 2013 tá longe de ser essas coisas. O caso ainda tá em recurso, mas atualmente é a Apple que tem o registro.

Dois smartphones.Cuidado para não se confundir: esse é o Iphone da Gradiente

E o modelo de 2009 é o iPhone 3GS, que dobrou a RAM e o armazenamento interno máximo e passou a gravar também em vídeo na câmera, entre outras novidades.

“Esqueceu”

O iPhone 4 veio em 2010, mas a história dele começa antes do lançamento. Isso porque um engenheiro da Apple chamado Gray Powell teria simplesmente esquecido um protótipo dele num bar. O sujeito que encontrou teria vendido o modelo já desativado a um site de tecnologia por 5 mil dólares e a página dissecou o smartphone bem antes da apresentação.

Um homem sorrindo.Gray Powell é o “culpado” pela perda do iPhone

Essa história é meio controversa. Tem quem ache que o cara errou feio e tomou uma bronca épica. Mas esse foi o primeiro grande deslize de segurança de muitos, e aí bastante gente acha que foi tudo uma jogada de marketing da Apple. Você escolhe no que acreditar.

Aí ele foi revelado oficialmente. O design mudou bastante com traseira lisa, bordas mais suaves e laterais de metal que serviam como antena. Ele estreou a Retina Display nos iPhones com fabricação da LG, o giroscópio e câmera frontal VGA.

Uma mão segurando um celular

Tudo muito bonito, se não fosse um probleminha. Muita gente relatou que, dependendo da posição em que segurava o aparelho, a mão tapava a antena e diminuía a qualidade do sinal. A Apple topou a devolução dos primeiros lotes e lançou uma capa que impedia essa interferência. Mas isso não impediu o iPhone 4 de ser um sucesso.

Uma variável na família

Todo mundo achava que o sucessor seria o 5, mas veio o iPhone 4S em outubro de 2011. A letra virou sinônimo de aparelho entre gerações, mas nesse aí ele significava Siri, já que a assistente pessoal era a grande estrela dessa versão.

Um celular numa superfície.

O iCloud e o iMessage estrearam e o novo chip Apple A5 e a câmera de 8 megapixels que grava em Full HD eram outros destaques. Ele foi na época o modelo mais vendido dos iPhones, mas foi criticado pela falta de grandes novidades externas. O 4S ainda ficou marcado pela ausência de Steve Jobs na apresentação. O cofundador da Apple faleceu um dia depois do evento.

Mas quem queria mudanças teve o pedido atendido no iPhone 5, de 2012. O chassi era todo de alumínio, deixando o aparelho mais leve e fino, e a tela passou a ser mais “alta” com 4″. Ele ainda estreou o novo e discreto conector Lightning nos iPhones e os fones de ouvido EarPods.

A era Tim Cook

A partir daqui, começa de vez a gestão Tim Cook no comando da Apple, já que o Jobs só supervisionou parte do desenvolvimento desse modelo. De novo, os fãs ficam divididos. Tem gente que acha que a Apple nunca mais foi a mesma, mas tem quem elogie os novos rumos.

Na geração seguinte, a Apple resolve ser ousada. Ela não só lança dois iPhones numa tacada só pela primeira vez como aposta em um modelo de baixo custo, voltado pra quem sempre quis ter um e nunca conseguiu pagar.

Uma linha de cores diferentes

O modelo 5C apresentou um case de plástico em cores vivas com encaixes firmes, mas o visual rústico não agradou todo mundo. Já as especificações técnicas eram próximas do iPhone 5. Ele não foi considerado um fracasso, mas foi mal recebido por muita gente e com certeza não agradou a Apple, que nunca mais repetiu a estratégia.

No caso do 5s, o design é bem parecido, mas a cor Cinza Espacial foi adicionada e o Touch ID pra biometria estreou. As maiores novidades operavam nos bastidores: o chip Apple A7 era o primeiro 64 bits do mercado e a câmera ganhou melhorias que incluem flash dual-LED.

Dando um “Plus”

A próxima geração tem uma grande mudança. Em 2014, o mercado de smartphones já era direcionado pra um público que queria telas cada vez maiores e as 4” do iPhone não eram o suficiente pra muita gente. Nasceu aí a versão tradicional, que foi o iPhone 6, e também o tamanho família, que era o iPhone 6 Plus.

O iPhone 6 tem tela de 4,7″, até 128 GB de armazenamento interno e câmera frontal FaceTime HD. O 6 Plus tinha 5,5″ de tela com maior densidade de pixels. A linha horizontal da antena virou só uma linha mesmo e o serviço de pagamentos Apple Pay começa a funcionar.

Um tablet e um smartphone.

E se tem polêmica? Claro que tem! Muita gente denunciou que o iPhone 6 tava simplesmente dobrando ou entortando quando colocado no bolso ou colocado a pequenas doses de pressão. Mas essa geração foi até agora a mais vendida da história da Apple, com a dupla acumulando 220 milhões de unidades comercializadas.

Uma pessoa dobrando um celular

E tudo bem que os preços dos iPhones sempre foram altos no Brasil, mas essa foi a primeira vez que um modelo passou os 4 mil reais. Na época, a gente fez um infográfico com vários produtos que podiam ser comprados com a grana dos aparelhos, de paçoca até um fusca.

2015 é ano do 6s e 6s Plus. A principal atração é o 3D Touch, a nova tecnologia de multitoques que sente a pressão você aplica na tela e reage respostas diferentes. A câmera traseira subiu pra 12 MP com gravação em 4K e a cor Ouro Rosa estreou. Pra evitar que ele dobre, uma liga mais resistente de alumínio foi utilizada. E pela primeira vez um iPhone tem 2 GB de RAM.

Uma mão segurando um celularRose Gold

Só que a reação da comunidade não foi tão positiva depois e, pela primeira vez na história do iPhone, as vendas registraram uma queda. Os números continuam estupidamente altos, é verdade, mas a Apple reconheceu a queda e culpou o mercado saturado de smartphones.

Quem sentia falta das telinhas de 4″ matou as saudades com o iPhone SE, apresentado em maio de 2016. Ele aposentou de vez o 5C pelo prezo reduzido, visual mais clássico e especificações melhores.

Vários telefones lado a lado

Já em setembro, seguindo a tradição, vieram os modelos iPhone 7 e 7 Plus. Eles deixaram de lado o conector clássico dos fones de ouvido, adicionaram a cor lindeza Jet Black e finalmente adotou resistência contra água e poeira. Essa nova geração ainda traz o chip A10 quad-core, 3 GB de RAM na versão Plus e uma câmera frontal de 12 MP com flash melhorado e estabilização óptica. Nas fotos, o recurso mais divulgado foi o Portrait Mode. Ah, e não tem mais opção de 16 GB de armazenamento, o mínimo é 32 GB.

Mas por que o iPhone tem tão pouco RAM, se no Android já temos modelos com 8 GB?

É difícil comparar, já que são arquiteturas diferentes, mas de uma forma básica, o iOS tem um modo diferente de gerenciar e organizar apps em segundo plano. Isso permite que as baterias dos iPhones tenham capacidade menor também. Não significa que um usa melhor a memória que o outro. Mas isso é assunto pra um vídeo que não é aqui da história da tecnologia.

Se a galera curtiu? O primeiro trimestre de 2017 foi o mais lucrativo de todos os tempos pra Apple no mercado de iPhones.

iPhone 8 e iPhone 8 Plus

E agora em setembro tivemos a comemoração especial de 10 anos com nada menos que três novos iPhones. Os dois primeiros são o 8 e 8 Plus, sucessores naturais das versões anteriores. Eles trazem um novo corpo com frente e traseira de vidro, chip A11 Bionic e GPU de fabricação própria da Apple. O 8 Plus tem câmera dupla na traseira e os dois trazem carregamento sem fio e hardware preparado pra realidade aumentada.

Assoprando as velinhas

Mas o que todo mundo tava esperando era o iPhone 10, escrito com o X dos algarismos romanos. Essa edição comemorativa de aniversário traz uma tela OLED nova que cobre quase toda a parte da frente, menos o sistema de câmera frontal.

A tela de um telefone celular.

É ali que fica o equipamento de reconhecimento de rosto do Face ID, novo sistema de segurança. E graças a ele temos também os animojis, uma forma bizarra de você criar animações com som usando emojis.

Se você quiser ver a história de outras empresas contadas aqui no TecMundo, é só deixar a sugestão nos comentários. Confira abaixo as que já apareceram neste quadro:

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Amazon anuncia Fire HD 10, novo tablet com preço mais baixo que o antecessor

Em um anúncio surpresa realizado na manhã desta terça-feira (19), a Amazon parece disposta a atender as vontades dos usuários com o lançamento do Fire HD 10. A nova versão do tablet da marca, como o nome já diz, chega com um display de resolução 1080p e valor mais baixo que seu antecessor, custando US$ 150 (aproximadamente R$ 470).

Com lançamento marcado para o dia 11 de outubro, o dispositivo tem seu display como maior melhoria. O modelo, agora, tem tela de 10,1 polegadas e, como dito, resolução Full HD, ampliando ainda mais o foco no consumo de mídia, seja por meio de serviços como Twitch, Netflix ou Prime, além dos livros vendidos pela própria gigante do e-commerce.

Esse caráter é alavancado pelas mudanças que a Amazon realiza no sistema operacional Android. O Fire HD 10 chega rodando uma versão altamente personalizada da plataforma com uma aba chamada “Para Você” logo na tela inicial. Ali, aparecem os últimos títulos consumidos, permitindo que episódios sejam retomados de onde o usuário parou, assim como filmes ou livros.

Caso continue rolando pela tela, o utilizador encontra uma segunda aba, chamada “Experimente a seguir”, com indicações de novas produções ou publicações de acordo com o gosto registrado pela inteligência artificial. A prioridade, claro, é para produtos disponíveis no próprio ecossistema da Amazon, com a própria empresa falando nas customizações como uma forma de destruir as barreiras entre a tela inicial do aparelho e a loja online.

Novo tablet da linha Fire chega mais barato e avançado que o antecessor.

A Amazon também promete que o Fire HD 10 é 30% mais poderoso que o seu antecessor, além de contar com um ganho na autonomia da bateria, que agora é de 10 horas. Os alto-falantes do dispositivo têm suporte à tecnologia Dolby Atmos, garantindo maior fidelidade mesmo sem fones de ouvido.

Por outro lado, a fabricante não deu muitos detalhes sobre o que está por dentro do tablet, falando apenas em um processador quad-core rodando a 1,5 GHz, acompanhado de 1 GB de memória RAM, colocando o modelo ao lado de dispositivos de médio padrão. A câmera traseira é de cinco megapixels, capaz de gravar vídeos também em resolução FullHD.

Como novidade, ainda, a varejista cita o suporte ao sistema Alexa, permitindo que o tablet funcione como os assistentes domésticos já lançados por ela. Conectado o tempo todo, o Fire HD 10 é capaz de controlar aparelhos domésticos, realizar compras, configurar alarmes e realizar outras tarefas, também se integrando a aparelhos do tipo que estejam presentes na mesma rede que ele.

O aparelho chega em versões preta, azul e vermelha, em opções que começam em 32 GB de armazenamento interno no modelo mais barato e vão até 64 GB em uma versão que custa US$ 190 (cerca de R$ 600, em conversão direta). Se desejar, o usuário também pode optar por versões sem os sistemas de sugestão de conteúdo na tela inicial, pagando US$ 40 a mais no primeiro modelo e US$ 20 adicionais no segundo.

As datas de lançamento e preços, claro, valem somente para o mercado americano. Por enquanto, não existe anúncio de disponibilidade oficial do Fire HD 10 no Brasil.

via Canaltech

Brasil, Colômbia e México são os maiores alvos de ransomware na América Latina

Segundo a empresa de segurança Kaspersky Lab, os sequestros virtuais na América Latina cresceram 30% entre 2016 e 2017. Foram descobertos 57.512 ataques de ransomware no ano passado, além de 24.110 até setembro de 2017. E o Brasil, Colômbia e México são os principais alvos desse tipo de ataque na região.

O Brasil é o líder, com 55% dos ataques relatados, seguido pelo México, com 23,40%, e pela Colômbia, com 5%. Em todo o mundo, os países mais afetados são Turquia, com 7,93%; Vietnã, com 7,52%; e Índia, com 7,06%. Segundo Santiago Pontiroli, analista da Kaspersky Lab, "de 2016 até agora, metade dos malwares detectados na América Latina pertencem à categoria de Trojans, com o Trojan-Ransom tendo o crescimento mais rápido".

Ainda segundo a companhia, os ataques de ransomware costumam ser direcionados ao setor de saúde, além de pequenas e médias empresas. A maioria desses ataques se dá por acesso remoto ao se aproveitar de senhas inseguras ou serviços configurados indevidamente, abrindo brechas de segurança.

No ano passado, foi lançada a iniciativa No More Ransom para que os usuários tivessem um site confiável onde procurar informações sobre o que são os sequestros virtuais, como eles acontecem e como se proteger. Hoje, o site tem mais de 100 parceiros entre órgãos públicos e empresas privadas e está disponível em 14 idiomas. O serviço calcula que já evitou perdas de US$ 8,5 milhões e, “graças a essa iniciativa sem fins lucrativos, mais de 30 mil usuários em todo o mundo decifraram seus dispositivos e conseguiram diminuir, de certa forma, essa ameaça global”, contou Pontiroli.

O especialista reforça a necessidade de manter o backup de arquivos sempre atualizado, bem como atualizar constantemente o sistema operacional e os softwares utilizados. Além disso, contar com uma solução antimalware também é importante para se proteger de ameaças virtuais, que continuam crescendo.

via Canaltech