Mercado de wearables cresce 21% no terceiro trimestre de 2018

Dados divulgados nesta semana pela IDC mostram que o setor de wearables cresceu 21,7% no terceiro trimestre deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado, com 32 milhões de dispositivos sendo vendidos ao redor do mundo.

De acordo com a empresa de análise de mercado, os principais responsáveis por esse crescimento foi o lançamento de novos produtos de todas as principais marcas do setor (Fitbit, Garmin, Huawei), além da constante diminuição da diferença existente entre as smartbands dessas empresas e os verdadeiros smartwatches.

Principais companhias de vestíveis do mundo entre o terceiro trimestre de 2017 e 2018 (Imagem:IDC)

A empresa que mais vendeu durante o período foi a Xiaomi, que conseguiu essa façanha graças ao enorme sucesso do Mi Band 3. Os relatórios do período também mostraram outro número animador: antes, 80% das vendas da empresa ocorriam na China; agora, o mercado interno é responsável por apenas 61% dos rendimentos da empresa, que passou a dominar outras regiões importantes como a Índia, o Oriente Médio, a Europa e a África.

A Apple também apresentou um bom crescimento, passando de 2,7 milhões para 4,2 milhões de Apple Watches vendidos. E ainda que o lançamento do Watch Series 4 tenha ajudado, o principal responsável por esse aumento foi a disponibilização da nova versão do watchOS para dispositivos mais antigos da empresa, tornando-os mais interessantes para os consumidores.

A Samsung e a Huawei também mostraram crescimento no período. A fabricante sul-coreana conseguiu vender o dobro de aparelhos em comparação ao mesmo período do ano passado. E ainda que a empresa tenha lançado novos produtos da linha Galaxy Watch, os principais dispositivos da marca no mercado ainda são o Gear S3 e o Gear Sport, ambos lançados há mais de um ano.

De acordo com os dados da IDC, a expectativa para o quarto semestre deste ano é de novos recordes de vendas para o setor, indicados pelo crescimento do mercado de vestíveis nos Estados Unidos e a crescente demanda por esses produtos nos países emergentes.

via Canaltech

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