Acordo entre EUA e China adia o aumento dos impostos para iPhones

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No começo da semana passada, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump comentou sobre um possível aumento dos impostos de importação para produtos eletrônicos vindos da China, comentando que o consumidor do país conseguiria continuar comprando iPhones caso as tarifas de importação aumentassem em 10%. Mas, por enquanto, esse aumento está cancelado.

É que Trump e o presidente da China Xi Jinping se reuniram durante o final de semana e anunciaram uma trégua de 90 dias na “guerra fiscal” entre os dois países. Isso quer dizer que as novas taxas de importação, que iriam entrar em vigor a partir de janeiro de 2019, serão adiadas por pelo menos três meses.

Como parte do acordo, a China se prontificou a aumentar as compras de produtos agrários, energéticos e industriais dos Estados Unidos. Caso os dois países não cheguem a um acordo durante os 90 dias da trégua, a taxa será aplicada para todos os importados do país.

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Isso não quer dizer que a Apple esteja livre da nova taxa de 10%. Para o ano de 2019, as remessas de importações de eletrônicos dos Estados Unidos foram divididas em dois blocos: um no valor de US$ 200 bilhões; outro no valor de US$ 247 bilhões. No plano original, apenas os aparelhos do primeiro bloco (e que não incluía os produtos da Apple) iriam receber um aumento de 10% nos impostos a partir de janeiro e, ainda que o presidente tenha deixado claro que pretendia estender esse aumento também para o outro bloco (do qual a Apple faz parte), ainda não havia nenhuma previsão para quando isso aconteceria.

Agora, com o anúncio da trégua, caso Estados Unidos e China não entrem em acordo durante os 90 dias, os produtos de ambos os blocos — ou seja, iPhones, Apple Watches e AirPods inclusos — precisarão pagar uma taxa de mais 10% para entrar nos EUA. Pelo jeito, a Apple só saberá o que esperar de seu futuro fiscal em meados de março do ano que vem.

Fonte: Phone Arena

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via Canaltech

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