Nigéria enfrenta problemas de fake news no WhatsApp às vésperas das eleições

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O WhatsApp mais uma vez se vê envolvido em problemas de fake news direcionadas às eleições. Tal qual vimos aqui no Brasil em setembro e outubro deste ano, a Nigéria, que terá eleições em fevereiro de 2019, enfrenta um problema já conhecido: o uso do mensageiro instantâneo de propriedade do Facebook para disseminação de desinformação.

A maioria das informações falsas são imagens editadas no Photoshop, atribuindo a políticos afirmações que eles nunca disseram ou montando acusações inexistentes. Um dos candidatos vem sendo acusado de ser proibido de pisar em solo americano por crimes de corrupção, por exemplo, enquanto outro fala de supostas propostas para lidar com embates entre populações seminômades e pastores de animais no país. Segundo um levantamento da Nieman Journalism Lab, aproximadamente um terço da população já compartilhou informações falsas pelo WhatsApp — a Nigéria tem 190 milhões de habitantes, segundo o censo de 2017.

Quase todas as fake news compartilhadas são feitas em dialetos específicos, ou seja, há aí um caráter étnico a ser compreendido, também. O discurso é reconhecidamente perigoso, clamando para que a população use da violência como saída, incitando o crime.

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O WhatsApp não respondeu a pedidos de comentários da imprensa internacional.

Fonte: CNET; Nieman Journalism Lab

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via Canaltech

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