Spaceflight adia lançamento de 64 satélites para dezembro devido ao clima

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A coordenadora de lançamentos Spaceflight está adiando pela segunda vez a operação Smallsat Express devido às más condições climáticas. Ventos de grande altitude impediram os lançamentos dos 64 satélites de 34 diferentes clientes em 17 nações na Base Aérea de Vandenberg, marcados para ocorrer nesta quarta-feira (28) e agora adiados para algum momento no início de dezembro.

Novas datas serão confirmadas pela SpaceX nos próximos dias. As cargas estão em segurança e serão levadas à órbita terrestre a bordo de um único foguete Falcon 9, medida que visa baratear a implantação de pequenos satélites. A data original do lançamento deveria ter sido em 19 de novembro, mas foi adiada para o dia 28 para permitir inspeções pré-voo adicionais.

A Spaceflight não oferta a seus clientes apenas o translado e posicionamento dos satélites na órbita, mas também todo o processo de coordenação de lançamentos. Desde auxílio para lidar com a burocracia das permissões até o agendamento dos vôos, parte do trabalho da empresa é organizar o cronograma de lançamentos para reduzir os custos para seus clientes, por meio do que Blake chamou de “FrankenStack”, um amontoado de cargas úteis prontas para serem entregues ao espaço.

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Na parte acima do cone que se conecta ao estágio do Falcon 9 está o MPC, sigla para Multi-payload carrier, que em tradução livre significa portador de múltiplas cargas. Lá ficam as camadas de hardwares de implantação dos satélites, prontos para entregá-los a suas diferentes órbitas em diferentes destinos espaciais.

Se na próxima data marcada pela SpaceX tudo ocorrer como o planejado, o céu contará com 64 novos pontos brilhantes em dezembro. Entre eles, estará o ITASAT-1, desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), um nanosatélite que levará consigo um transponder de coleta de dados, um receptor GPS chamado Orion criado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e uma placa de sensores para medidas de caracterização do campo magnético da Terra, desenvolvido pela Universidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O Cubesat brasileiro pesa apenas seis quilos e, segundo a tabela de preços da Spaceflight, custou menos de R$ 2 milhões para ser posicionado na órbita terrestre.

Fonte: Tech CrunchSpaceref

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via Canaltech

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