Irmãos Winklevoss acusam investidor de ter roubado bitcoins em 2012

Os gêmeos Winklevoss foram os primeiros bilionários do Bitcoin, ainda em dezembro de 2017, quando a valorização da mais famosa das criptomoedas atingiu a marca dos US$ 11.826. Agora, eles voltam a ser notícia, mas de uma forma bastante menos empolgante.

O New York Times descobriu que os gêmeos processaram o criptoinvestidor Charlie Shrem por um desvio de fundos que aconteceu em 2012, quando o Winklevoss Capital Fund enviou US$ 250 mil a Shrem para realizar a compra das criptomoedas, mas apenas US$ 189 mil em BTC foram entregues. A diferença de valores, dadas as conversões e correções monetárias, seria equivalente a cerca de US$ 32 milhões atualmente.

Segundo afirmações feitas por Cameron Winklevoss, o caso se deu porque Shrem gastou a grana. Ele, que passou um ano preso por lavagem de dinheiro e por não ter licença para operar na sua exchange BitInstant, fez vários gastos extravagantes, segundo Cameron, incluindo a compra de uma mansão no valor de US$ 2 milhões na Flórida, além de duas lanchas e duas Ferrari Maserati, entre outras ostentações. De acordo com o processo impetrado pelos gêmeos, essas compras podem ter sido feitas com os bitcoins surrupiados dos Winklevoss em 2012.

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Shrem e seu anel de Bitcoin (Imagem: Reprodução / Twitter)

Tudo fica ainda pior quando um investigador do caso abriu o histórico de transferências e verificou que a quantia que os gêmeos alegam ter perdido foi enviada para carteiras digitais de posse de Shrem. O advogado de defesa de Shrem, Brian Klein, nega o ocorrido. A Justiça dos Estados Unidos, entretanto, já decretou bloqueio aos bens de Shrem em função das investigações do caso.

Fonte: Engadget

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via Canaltech

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