Celulares pós-pagos já dominam 41% do mercado de telefonia móvel no Brasil

De acordo com dados da Anatel divulgados nesta quarta-feira (31), o Brasil contava com 234 milhões de linhas de telefonia móvel em operação no mês de setembro deste ano. Desse total, 41% já é representado por linhas pós-pagas.

Brasil perdeu 6,87 milhões de linhas móveis, uma redução de 2,82%

O número ilustra bem a atual tendência do mercado de telefonia móvel brasileiro, que vem migrando do pré para o pós-pago já há algum tempo. Na comparação com setembro do ano passado, o Brasil perdeu 6,87 milhões de linhas móveis, uma redução de 2,82%.

Contudo, as perdas foram essencialmente no mercado pré-pago, que encolheu 11,49% nos últimos doze meses, de acordo com a Anatel. Enquanto isso, o mercado pós-pago cresceu 13,16%.

Operadoras

A divisão de mercado entre as operadoras, contudo, continua estável desde que a Claro superou a TIM e se estabilizou no segundo lugar em participação de mercado.

Em setembro de 2018, a Vivo tinha 74,4 milhões de clientes (32% do mercado); seguida da Claro, com 58,9 milhões (25%). A da TIM vinha em terceiro, com 56,2 milhões (24%); e da Oi, com 38,9 milhões (17%).

Das grandes, apenas a Vivo registrou aumento, com mais 881 mil linhas

Em comparação a setembro de 2017, operadoras com até um por cento do mercado móvel cresceram: Datora, com mais 41 mil linhas (+ 74%), seguida pela Nextel com mais 563 mil (+ 21%) e Porto Seguro, mais 175 mil (+ 30%). Das grandes, apenas a Vivo registrou aumento, com mais 881 mil linhas (+1,18%).

A tecnologia 4G também se estabilizou como dominante no mercado de telefonia móvel. 54% de todos os dispositivos móveis no Brasil (125 milhões) já utilizam o 4G. O 3G ainda conta com 27% das linhas, enquanto o 2G também ainda detém fatia importante: 11%.

anatel(fonte: Anatel)

Vale destacar ainda que o M2M (máquina para máquina), usando em máquinas de cartão e outros equipamentos não pessoais conectados à rede móvel, já representa 8% de todas linhas no país.

O 4G e o M2M foram as únicas tecnologias que cresceram nos últimos doze meses.

via Novidades do TecMundo

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