Vaga sugere que Uber está agendando testes para entrega de refeições com drones

A Uber está querendo se juntar à uma lista cada vez maior de empresas que estão usando drones para fazer entregas de comidas. No caso, a companhia deseja integrar a tecnologia ao UberEats, seu serviço de entrega de refeições e a expectativa é que os primeiros pedidos de sejam entregues logo no começo de 2021.

A Uber é mais conhecida por conta de seu serviço de corridas, e há pouco menos de três de anos, lançou o UberEats, serviço focado na entrega de refeições. No começo deste ano, a empresa já havia revelado que estava estudando utilizar drones para entregar as comidas. E então, neste final de semana, um anúncio foi visto no Wall Street Journal, sugerindo que a companhia já tem seu primeiro teste com entregas via drone agendado.

A vaga procura por alguém com “conhecimentos de voo e treinamento” e o cargo será exercido na cidade natal da Uber, em São Francisco. Com o anúncio feito no jornal, a empresa já retirou a página do questionário do ar, apesar de ele ainda poder ser visualizado no LinkedIn. Um representante da companhia afirmou que a publicação “não necessariamente reflete” o que eles buscam, já que a procura está bem no início ainda.

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O anúncio cita que o objetivo do cargo é desenvolver “padrões, procedimentos e treinamento enquanto reduz o risco operacional de todos as operações de voo da UberExpress” — sendo este o nome que a companhia está usando internamente para o projeto base de expansão de entregas com drones.

A pessoa que for selecionada para o cargo também terá que “permitir operações de voos seguras, legais, eficientes e escaláveis para voo de entrega em 2019 e operações comerciais de mercados múltiplos até 2021”. Para tanto, a Uber construirá ainda uma plataforma para os drones, incluindo as máquinas, capazes de carregar as entregas.

Por outro lado, a companhia precisará checar como irá lidar com as questões regulatórias, já que muitas empresas, tais como a Amazon, também querem usar drones para fazer suas entregas e, no entanto, a Administração Federal da Aviação (FDA na sigla em inglês), não liberou as operações comerciais com drones. O argumento da organização é a segurança e as licenças para tais plataformas.

Fonte: Digital Trends

via Canaltech

Publicado por Carlos Trentini

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