Após acidente, polícia de Nova York suspende uso de modelo de câmera pessoal

Após um acidente com um de seus oficiais, a polícia de Nova York, nos Estados Unidos, decidiu tirar de circulação 2,9 mil câmeras do modelo LE-5, fabricada pela Vievu, e em um utilização em 16 bairros da Grande Maçã e região. A decisão veio após a explosão de um equipamento deste tipo, no último domingo (21).

O caso ocorreu no condado de Staten Island, durante uma patrulha noturna. Em torno da meia noite, um policial notou sinais de fumaça saindo de sua câmera pessoal, presa ao peito. O dispositivo explodiu logo depois, mas, felizmente, não feriu o oficial, que conseguiu remover o equipamento após notar os problemas e antes que ele representasse perigo.

De acordo com o comunicado oficial do departamento de polícia de Nova York, a causa da falha ainda está sendo investigada, mas os indícios iniciais apontam para mau funcionamento da bateria. Por mais que a falha pareça ser isolada, ela foi considerada grave o suficiente para que os quase três mil policiais que utilizam o modelo da Vievu em suas rotinas diárias fossem instruídos a interromperem o uso imediatamente e devolverem o equipamento.

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Além destas, mais de 12 mil câmeras estão em utilização na força policial de Nova York, incluindo modelos LE-4, também da Vievu. De acordo com a administração local, estes equipamentos continuarão sendo utilizados normalmente pelos policiais, enquanto aqueles que portavam as versões VE-5 permanecerão temporariamente sem os dispositivos.

O contrato entre a fabricante e o departamento de polícia de Nova York foi firmado em 2016, com valor de US$ 6,4 milhões. Originalmente, a Vievu venceu sua principal rival no mercado de câmeras pessoais, a Taser, que passou a se chamar Axon pouco depois. Em 2017, a companhia comprou sua antiga concorrente e trouxe consigo a conta da cidade, que tem o maior número de dispositivos desse tipo em operação nos Estados Unidos.

A fabricante, entretanto, não se pronunciou sobre o acidente. Enquanto o departamento de polícia de Nova York não detalhou as investigações sobre o caso, a Axon também não disse se está trabalhando com os oficiais para encontrar as causas do problema.

Fonte: Departamento de polícia de Nova York

via Canaltech

Publicado por Carlos Trentini

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