Fantástico! Conheça o projetor AR que cabe em um soquete de lâmpada [vídeo]

Depois da onda da realidade virtual – que, na verdade, ainda parece não ter terminado ou chegado ao seu ponto máximo –, a realidade aumentada parece ser a nova queridinha das empresas de tecnologia. Embora o AR seja mais inclusivo e cause menos enjoos que a sua contraparte virtual, no entanto, ele ainda exige o uso de equipamentos caros ou que deixam a experiência com o recurso um pouco mais truncada do que a ideal. Mais uma vez, pesquisadores da Carnegie Mellon University podem ter a solução para isso.

Com um aparelho chamado Desktopography, esse pessoal pretende oferecer um projetor de realidade aumentada que é simples, prático e pequeno o suficiente para que qualquer um possa interagir com a tecnologia sem problemas e em qualquer cômodo de casa. Parece algo muito ousado, mas é exatamente o que o gadget já faz em sua versão de testes. Afinal estamos falando de um dispositivo que pode ser colocado acima da sua mesa de trabalho sem a necessidade de fios, parafusos, suportes ou qualquer coisa do tipo.

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A grande sacada do dispositivo é a forma como ele interage com os objetos reais

Unindo um sistema de projeção ultracompacto a uma dupla de câmeras que monitoram continuamente fatores como movimento e profundidade, o brinquedinho pode ser acoplado facilmente a um soquete convencional de lâmpada. A grande sacada do dispositivo, porém, é a forma como ele interage com os objetos reais já presentes na superfície, moldando interfaces, janelas e ícones para se adaptar a toda a nossa bagunça diária. Isso representa uma evolução significativa de equipamentos similares que exigem uma bancada completamente limpa.

Como dá para conferir no vídeo mais acima, o Desktopography parece estar pronto para o mercado, oferecendo uma série de ferramentas que complementam o seu uso do computador, suporte a interações de toque, comandos por gestos e muito mais. Mesmo se tratando de um protótipo, o gadget apresenta ainda uma série de funções avançadas, como o reconhecimento de outros objetos na área para que ele possa evitá-los ou seja anexado a eles. E aí, será que o futuro do AR é mais próximo disso ou de iniciativas como HoloLens e companhia?

via Novidades do TecMundo

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