Serviço de assinatura dá acesso ilimitado a vários jogos indies por US$ 10

Os serviços de assinatura para acesso ilimitado a um determinado conteúdo estão na moda. Destaques como Netflix e Spotify mostram o potencial desse tipo de estratégia e, no âmbito dos games, até mesmo a Microsoft, a NVIDIA e a Sony oferecem recursos semelhantes. Agora, um novo player entra na jogada oferecendo games por assinatura: é o Jump, uma plataforma que oferece jogos por assinatura e está disponível para Windows, Mac e Linux.

A plataforma terá foco especial em jogos independentes e afirma ter uma seleção “altamente criteriosa” dos títulos que compõem o serviço. Ainda em fase de Beta fechado, o serviço já conta com 60 jogos que variam entre aventura, plataforma, puzzle, RPG, estratégia e mais, segundo a página oficial do Jump. Ainda segundo os desenvolvedores da plataforma, a lista de jogos será renovada aos poucos, mas cada título deve ficar à disposição dos assinantes por pelo menos 12 meses.

Sob demanda

Os criadores do Jump garante que a plataforma é ágil, então, é só baixar o aplicativo do serviço, escolher o jogo e apertar o play. Graças à tecnologia HyperJump, é possível começar a jogar “quase imediatamente”, sem downloads extras ou instalações — em suma, tudo funciona como um streaming de jogo.

Apesar disso, porém, a tecnologia HyperJump funciona como se o game estivesse de fato instalado em seu computador. Assim, é preciso que a configuração esteja dentro do mínimo requerido por cada jogo a fim de rodar sem problemas. Isso significa também que não é necessária uma superconexão com a internet — ela é mais exigida apenas de início, então, conexões mais lentas podem funcionar normalmente.

Quanto custa?

O Jump oferece um período gratuito para testes de 14 dias. Depois disso, para continuar utilizando o serviço e ter acesso a todo o seu catálogo de jogos, é preciso pagar a US$ 10 por mês. Como o jogo ainda está em fase de Beta fechado, é preciso ser selecionado para testar a plataforma — este período vai até 24 de julho. Depois disso, o serviço de assinatura deve ser aberto a todo o público.

via Novidades do TecMundo

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