Prepare o bolso: iPhone 8 deve ser o mais caro da história

iPhone 8 com tela OLED

Muito se espera para o lançamento do iPhone 8, principalmente porque a previsão é de que a Apple mude radicalmente o aparelho. Mas para acompanhar a evolução tecnológica, parece que a Apple vai cobrar caro de seus consumidores. Durante o final de semana, fãs da Maçã discutiram os prováveis valores de venda do próximo iPhone, e se depender dos rumores é bom começar a economizar desde já. Segundo os boatos, as versões com hardware mais robusto poderão atingir os US$ 1.500 (quase 4,9 mil reais em conversão direta).

Diante de toda a discussão, o especialista John Gruber afirmou que o preço inicial do smartphone deverá ser de US$ 1.200, o que já é bastante absurdo, principalmente quando comparado com a versão mais basicona do iPhone 7, que tem valor inicial nos EUA de US$ 649. Importante lembrar que Gruber não é o primeiro a sugerir que o novo iPhone terá aumento de seus preços. Na verdade, um relatório da Fast Company e de analistas de empresas como o Credit Suisse já tem apontado o mesmo.

De acordo com Gruber, quando a Apple lança um iPhone, a companhia deve ser capaz de produzir dezenas de milhões de unidades, o que acaba impedindo, às vezes, que a companhia inclua tantos componentes de última geração como os concorrentes. Porém, se a Maçã lançasse um iPhone mais caro, o aumento do preço reduziria a demanda, permitindo que a Apple assumisse mais riscos e incluísse mais recursos. Apesar de parecer uma ideia estranha, em vez de atrasar o lançamento do iPhone 8 (como alguns rumores têm sugerido) por conta de peças insuficientes, a Apple poderia apresentar um novo modelo de iPhone "Pro" custando mais de US$ 1 mil.

"Parece-me a Apple não pode fabricar 40 milhões de iPhones OLED, pelo menos não hoje em dia. E se isso for verdade, significa que ele deve ser mais caro, simplesmente porque é assim que funciona o princípio da oferta e da procura. Quando o fornecimento é limitado e a demanda é alta, os preços aumentam. Os preços mais altos aliviam a demanda", explicou.

É claro que a Apple não vai meter o pé no acelerador e lançar apenas um iPhone novo extremamente caro. Informações recentes, na verdade, indicam que a Maçã apresentará ao público outros dois aparelhos mais acessíveis, provavelmente com preços semelhantes aos do iPhone 7 e 7 Plus. De qualquer forma, infelizmente no Brasil não há iPhone barato, então mesmo os "acessíveis" dependerão de uma boa economia. Vamos aguadar setembro, quando os novos modelos deverão, finalmente, ser anunciados.

Via BusinessInsider

via Canaltech

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