Samsung se torna a segunda maior fabricante de wearables do mundo

Samsung se torna a segunda maior fabricante de wearables do mundo


Por
Redação

| em

30.06.2017 às 07h55

Felipe Demartini

gear s3

Parece que a batalha pela preferência dos usuários que existe no mercado de smartphones também está prestes a começar no mundo das tecnologias vestíveis. De acordo com números da Strategy Analytics, a Samsung é agora a segunda maior empresa de wearables do mundo, estando apenas atrás da Apple em participação de mercado.

Os dados da consultoria mostram um crescimento contínuo da companhia sul-coreana. No começo do segundo semestre do ano passado, a Samsung ocupava a terceira posição, com 7,5% de market share. Desde então, viu sua participação chegar a 12,5% entre janeiro e março de 2017, passando a ocupar a vice-liderança e em um caminho de aumento contínuo que pode começar a ser ameaçador para a Maçã.

Boas notícias para uns, más para outros, já que a ascensão da Samsung também significa que a Fitbit, que já foi a maior empresa do setor, amarga agora a terceira colocação. A companhia vem sentindo sua participação de mercado diminuir na medida em que os concorrentes ganham espaço. No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, sua fatia reduziu-se para 12,2%.

Ótimo para a Samsung, que com as quedas nas vendas da rival e o sucesso de seu dispositivo Gear S3, vem ganhando uma margem cada vez maior. A tendência é que a Fitbit continue a diminuir enquanto o sucesso da marca asiática aumente, trazendo a mesma bilateralidade que temos no segmento de smartphones também para o campo dos relógios inteligentes e outros dispositivos vestíveis.

Especialistas acreditam que, nesse setor, a Samsung pode até ter vantagens devido à diversidade de aparelhos suportados pela linha Gear, enquanto o Apple Watch ainda permanece como uma exclusividade do iOS. Por outro lado, a Maçã está mais do que consolidada nesse mercado, apesar do lançamento atribulado, e é uma das principais opções quando se fala em relógios inteligentes.

Para a Fitbit, entretanto, há alternativas para retomar o crescimento, principalmente pelo fato de a proposta da empresa não se limitar apenas a um tipo de dispositivo. Além dos relógios em si, a marca também produz pulseiras para rastreamento e acessórios voltados para exercícios físicos. Produtos voltados para gostos específicos, então, podem se tornar o grande motor para uma possível retomada e, quem sabe, uma volta de uma das maiores competidoras desse mercado.

Fonte: SamMobile

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via Canaltech

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