7 capas de revista que marcaram 2016

1. Trump na Time

Retrospectiva Melhores Capas Trump

O “Presidente dos Estados Divididos da América” estampou a capa como “pessoa do ano”. E não é a primeira vez que um personagem tão controverso – para não dizer odiado e muito questionado – é eleito pela publicação americana. O mesmo aconteceu com Hitler em 1938. O 45º presidente dos EUA foi retratado com os já tradicionais “chifres” causados pela sobreposição do personagem em relação à letra “M” do título da revista.

 

2. David Bowie em Veja

Retrospectiva Melhores Capas Bowie

Para dar conta de representar o impacto causado por David Bowie no mundo da música, do cinema, da moda – e até do mercado financeiro – a revista foi para as bancas com doze opções de capas, retratando diferentes fases e faces da carreira do artista, que morreu em janeiro. Item de colecionador.

 

3. Políticos zumbi em Mundo Estranho

Retrospectiva Melhores Capas Apocalipse Zumbi

A edição de outubro especulou como seria um apocalipse zumbi no Brasil. Para isso, nada melhor do que imaginar o cenário com algumas das pessoas mais (im)populares do país. Não sobrou pra ninguém: de Michel Temer a Dilma Rousseff, passando por Tiririca, Eduardo Cunha, Bolsonaro e alguns outros parlamentares mais discretos.

 

4. Fidel Castro na SUPER

Retrospectiva Melhores Capas Fidel

Por ocasião da morte do líder da revolução em Cuba e comandante do país entre 1959 e 2008, a equipe da SUPER fez um plantão intensivo no fim de semana. O resultado foi uma edição especial com o que de melhor a Editora Abril já havia publicado sobre El General, além de material inédito produzido no calor da repercussão da morte de Fidel.

 

5. Garoto transgênero na National Geographic

Retrospectiva Melhores Capas Gender

Tecnicamente, esta edição já faz parte do calendário de 2017. Mas o barulho causado por um transgênero de 9 anos na capa de uma das revistas mais antigas e prestigiadas da História se deu todo em 2016.

 

6. Robô em Elle

Retrospectiva Melhores Capas Robo

A SUPER já emplacou um robô na capa logo no número zero, em 1987. Trinta anos depois, é a vez de Sophia, um dos mais avançados projetos de inteligência artificial, estrelar a capa de Elle. Para clicar o robô – capaz de proezas como falar e raciocinar logicamente –, Bob Wolfenson viajou até Hong Kong.

 

7. Zika Bites na Newsweek

Retrospectiva Melhores Capas Zika

O assunto surrado e esquecido virou capa no exterior quando a Zika começou a se espalhar por locais mais ao norte do globo, como a Europa e os Estados Unidos. Salva de palmas para o trocadilho do título – uma brincadeira com gigabytes or terabyte.

via Superinteressante

Publicado por Carlos Trentini

Eu, eu mesmo e eu, agora e nas horas vagas...

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